[Resenha] Escândalos da Boemia e outros contos clássicos de Sherlock Holmes

download (1)Livro: Escândalos da Boemia e outros contos clássicos de Sherlock Holmes 

Autor: Arthur Conan Doyle

Editora: Record

Ano: 2018

Páginas: 400

Sinopse: Antologia exclusiva que reúne 15 contos clássicos de Sherlock Holmes.

Esta antologia reúne 15 contos escolhidos para sintetizar o cânone das aventuras escritas por Conan Doyle para a Strand Magazine, revista britânica conhecida por levar a um público amplo grandes nomes da literatura, como Agatha Christie, Rudyard Kipling e Graham Greene. Dos mistérios em quartos fechados a planos mirabolantes de assalto; de intrigas internacionais a casos de espionagem capazes de derrubar o governo (e talvez a Realeza); sem deixar de lado chantagens, perseguições e assassinatos a sangue-frio. Para aqueles já iniciados nos tortuosos casos de Sherlock Holmes, esta edição oferece, além dos contos consagrados, narrativas menos conhecidas que ajudam a compreender a jornada do detetive mais conhecido da literatura ao longo de três décadas. Para os recém-chegados, eis o universo original do peculiar Sherlock Holmes e seu fiel escudeiro, Dr. Watson.

Para essa semana, um personagem clássico que acho impossível você não saber o mais emblemático, afinal é elementar, meu caro Watson. Se mesmo assim você ainda não reconhece, vou te apresentar Sherlock Holmes com “Escândalos da Boêmia” e outros contos clássicos.

Desvendar mistérios é sempre bem empolgante, seja para o detetive ou para o leitor, e com Sherlock isso não é diferente. Nesse livro Sr. Arthur Conan Doyle teve a graça de criar um dos personagens mais emblemáticos da literatura e dá a ele destinos que provavelmente outra pessoa não poderia dar.

Em Escândalos da Boêmia, Holmes conhece Irene, que segundo o detetive é qualquer mulher, mas sim A mulher, porém está ligada com um mistério com o Rei da boêmia. Ele solicita os serviços do detetive para resolver as chantagens que vem recebendo.

“-Vossa majestade possui algo que para mim seria de valor maior ainda. – disse Holmes.

– Basta dizer o que é.

– Esta fotografia!

O rei o encarou com espanto.

– A fotografia de Irene! – gritou ele. – Claro, se é o que deseja.”

Em A liga dos ruivos, é contada a história de uma associação que admitia somente homens ruivos. Porém, ao contratar um comerciante ruivo, o intuito não seria somente de ter mais um membro na associação, mas sim executar o plano de roubar o banco, que passava por baixo da loja do tal comerciante.

Em O ritual Musgrave, o detetive é solicitado, por Reginald Musgrave, para solucionar o mistério envolta do desaparecimento de seu mordomo e de sua empregada. Particularmente, esse tipo de conto é o clássico conto policial que te prende e te faz criar trocentas teorias.

O tratado naval, conta a história de um crime ambientado em Londres e envolvendo o sumiço de documentos de Percy Phelps, sobrinho do ministro de relações exteriores londrino, daí a importância dos documentos e porque tanta ênfase no mistério.

O problema final, relata a perseguição do Professor Moriaty a Holmes. Mas porque perseguição? O detetive queria pegar o professor e a única forma disso acontecer seria se tornar um fugitivo e atrair a atenção do criminoso.

Com o fim do conto anterior, em A casa vazia, Holmes, após fugir para se proteger e deixarem pensar que estava morto, decide voltar e se adiantar com relação ao possível ataque que sofrerá dos capangas de Professor Moriaty, colocando um busto seu na janela de uma casa vazia.

IMG-20180405-WA0007

Os seis napoleões traz mais um caso que instigará tanto Sherlock quanto o leitor, ao deparar-se com o pensamento do detetive acerca do caso, aparentemente simples, porém tão complexo quanto todos os outros.

O pincenê dourado conta como Sherlock foi solicitado para resolver um assassinato do assistente de professor Coran. Este foi encontrado com um ferimento de faca e um penci- nez de ouro na mão. E, meus amigos, um assassino pode estar mais perto que se imagina.

Em o cliente ilustre o amor é o grande obstáculo do detetive, na verdade um amor cego e tóxico da Violet Merville com o assassino barão Gruner. Para solucionar, o detetive contara com uma arma bastante poderosa para destruição, quando destinada a isso: uma ex.

“O coração e a mente das mulheres são quebra-cabeças insolúveis para um homem. Um assassinato pode ser perdoado ou explicado. Do mesmo modo que uma pequena ofensa pode se tornar grave.”

O vampiro de sussex, conta a história de uma mãe acusada de cometer atos vampirescos (tipo morder o pescoço) com seu bebê. A mulher não é flor que se cheire e isso todo mundo sabe, inclusive o marido que procura a ajuda de Holmes para ajudá-lo com as atitudes da esposa.

A ponte de Thor com uma personagem brasileira e recheado de estereótipos com os latinos, o conto narrado por Watson (como os outros), que inicia instigando o leitor sobre as outras histórias não contada de Sherlock, tem a vingança como seu prato principal e no fim ainda faz o detetive duvidar de suas habilidades.

Os planos de Bruce-Partington, conta com documentos roubados mais uma vez, e agora referentes ao submarino bruce-partington. Infelizmente esse é mais um caso da culpa ir para o inocente, que não tem tempo para se defender, mas o detetive dá seu jeito e prova a inocência de Cadogan West.

Em O detetive agonizante Holmes usa mais uma vez de sua grande mente para validar um disfarce afim de capturar um assassinato. O que chama atenção nesse conto é o pensamento lógico do detetive, que desvenda o caso sem nem sair de casa.

IMG-20180405-WA0006

O pé do diabo, conta com nem em suas férias Sherlock descansa, ao deparar-se com um evento numa cidade com um quê de sobrenatural, por parte dos moradores, que antes de morrerem sofrem alucinações, colocando em prova também no conto a amizade, aparentemente inabalável de Holmes e Watson

E por fim Seu último conto- um epílogo de Sherlock Holmes, como o nome já denuncia esse é o último conto antes da definitiva aposentadoria do detetive, além do último trabalho registrado dele com seu fiel amigo Watson, então não perde a essência Sherlock, mas acrescenta nela um pouco de melancolia e saudades.

UFA! São tantos contos, tantas histórias que te envolvem e te fazem pensar, raciocinar acerca dos crimes e mistérios contados de forma perfeita por Arthur Conan Doyle, que não te farão nunca esquecer do emblemático Sherlock Holmes. Se você ainda não tinha lido nada do detetive, nunca é tarde para começar e a minha sugestão é essa.

Realmente espero que tenham gostado (da mesma forma que eu gosto de Holmes) e até semana que vem.

Xoxo,

Nath.

Anúncios

[AlêNews] Paris Filmes anuncia parceria com o Ministério dos Direitos Humanos

COM O LANÇAMENTO DO FILME “EU SÓ POSSO IMAGINAR”, DISTRIBUIDORA DIVULGARÁ AO PÚBLICO CANAIS DE DENÚNCIAS

Em parceria com o Ministério dos Direitos Humanos, a Paris Filmes anuncia que o lançamento do filme “Eu Só Posso Imaginar (I Can Only Imagine) será acompanhado por uma ação inédita e colaborativa entre a distribuidora e o órgão federal.

Com estreia oficial agendada para 31 de maio e sessões de pré-estreias pagas nos dias 18, 19, 20, 25, 26 e 27 de maio, as exibições do longa-metragem protagonizado por Dennis Quaid e J. Michael Finley serão precedidas por uma vinheta do Ministério, com 30 segundos, que convida os espectadores a denunciar violações contra crianças e adolescentes, pessoas idosas, pessoas com deficiência, população LGBT, pessoas em situação de rua e discriminação racial. Para conferir a vinheta, acesse: https://www.facebook.com/ParisFilmesBR/videos/1850431675018378/.

Os canais divulgados no vídeo são o Disque 100, o aplicativo Proteja Brasil, e o site Humaniza Redes(http://www.humanizaredes.gov.br/). Nos Estados Unidos, a Lionsgate, responsável pela distribuição do filme no país, promoveu uma ação semelhante com o Chat About Faith (https://chataboutfaith.com/), um canal idealizado para auxiliar pessoas em situação de risco pessoal e social.

Dirigido pelos irmãos Andrew Erwin e Jon Erwin (de “Mamãe: Operação Balada”), Eu Só Posso Imaginar” retrata a história de Bart Millard [J. Michael Finley], um jovem que viveu uma infância conturbada aos ser deixado pela mãe aos 11 anos de idade e sofreu com o pai abusivo, interpretado por Dennis Quaid.

Criada por Bart Millard, a música ‘I Can Only Imagine’ é o single de maior sucesso do grupo e exprime sua jornada autobiográfica de superação e fé. A produção narra a conturbada relação de Bart com sua família e seu encontro com a fé por meio da música. Enquanto Millard se distancia do convívio com seu pai, ele persegue o sonho de cantar e usa sua dor como inspiração para desenvolver sua carreira. Nesta missão, o artista reencontra o amor, e é surpreendido por ensinamentos de fé, que irão ajudá-lo a perdoar e transformar seu pai.

A canção que inspirou o filme ganhou dois Dove Awards em 2002, dos quais um foi na categoria “Música Pop/Contemporânea do Ano” e outro na categoria “Música do Ano”. Millard também ganhou na categoria “Compositor do Ano”. No Brasil, artistas como Ana Paula Valadão, Chris Duran, Eduardo e Silvana e Dayan Paiva já regravaram a música.

Sobre o Disque 100
O Disque 100 é o maior serviço brasileiro de recepção de denúncias de violações de direitos humanos. O canal é gratuito e mantém o sigilo dos denunciantes. Além de receber denúncias, a central encaminha os casos para uma rede de proteção composta por entidades que possam ajudar a evitar e interromper as violações, como o Ministério Público, instituições de assistência social e de segurança pública. Em 2017, o Disque 100 recebeu mais de 142 mil denúncias.

O Ministério dos Direitos Humanos está nas redes sociais, nos canais: facebook.com/direitoshumanosbrasil, instagram.com/min_direitoshumanos e twitter.com/dhumanosbrasil.

Fonte: Espaço Z MKT