[Resenha] Bruto e Apaixonado

Livro: Bruto e Apaixonado

Autor: Janice Diniz

Editora: Harlequin

Páginas: 258

Ano: 2018

Sinopse: Mário Lancaster e Natália Esteves parecem não ter nada a ver um com o outro: ele é um ex-peão de rodeio e ela, uma empresária sofisticada de uma metrópole. Ela deve demitir funcionários da maior fábrica local, e ele é o responsável por convencê-la a mudar de ideia.

Eles estão em lados opostos, mas a química entre os dois é impossível de ignorar. Bruto e Apaixonado é o primeiro volume da série Irmãos Lancaster e uma história irresistível de amor, superação, sedução e, claro, caubóis atraentes e possessivos.


Mário Lancaster já foi um dos maiores peões de rodeio do Brasil. Mas após um acidente em um desses rodeios, o peão ficou seriamente machucado e afastado das arenas, retornando para a fazenda de sua família, na cidadezinha de Santo Cristo, no interior de Cuiabá.

A história da família Lancaster e a cidade de Santo Cristo é muito antiga, o pai de Mário, Breno Lancaster, foi um dos fundadores e prefeitos da cidade. A pessoa a qual todos procuravam em situações de dificuldade, e agora os moradores da cidade esperam que Mário siga os passos do pai, e ajude eles a superarem um problema que promete abalar a vida de muitos moradores.

A Fábrica local, foi vendida a uma multinacional que pretende uma demissão em massa e uma transição comercial, e cabe a Natália Esteves realizar todo esse processo. Natalia é uma das melhores executivas da TWE, e dedica sua vida a empresa, mas parece que nada disso é suficiente para o seu pai e dono da empresa.

Agora Natália se vê sozinha em uma cidade com uma população claramente hostil, e cercada por um peão de tirar o juízo de qualquer um.

Bruto e Apaixonado, é o primeiro romance da Janice Diniz publicado pela Harlequin, uma história cativante, apaixonante e de tirar o fôlego com a brutalidade desse peão.

Vamo lá que vocês sabem que comigo as coisas são muito as claras, e bem sinceras como os Lancasters.

Eu gostei bastante do livro, a escrita da Janice é bem desenvolvida e a história se constrói de uma forma que prende o leitor, deixando ele ansioso por mais do romance do Mário e da Natália. Mas eu senti falta de alguns elementos que desenvolvessem mais a história de fundo da trama.

Senti falta de manobras corporativas que atrapalhe o casal, interferência do pessoal de Santo Cristo de forma mais incisiva para impedir a transição comercial… Algo que satisfizesse essa lacut que ficou durante a leitura.

Mas fora isso, o livro é maravilhoso. As cenas quentes são de tirar o fôlego de qualquer um, e nos fazer desejar loucamente um Lancaster para chamar de meu. A Harlequin fez um trabalho muito caprichoso com o livro, não só na arte de capa, mas em todo o cuidado de revisão e diagramação interna do livro, como também na campanha de divulgação.

Ja estamos aqui muito ansiosos pelos próximos livros da série!

Um cheiro e até a próxima!

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[Resenha] Bem Safado

Livro: Bem Safado

Autor: Lauren Blakely

Tradutor: Elenice B. Araújo

Editora: Faro Editorial

Ano: 2018

Páginas: 240

Sinopse: O empreiteiro Wyatt é bem-sucedido, inteligente, engraçado, bem… servido, mas nada organizado! Para lidar com a burocracia do negócio e ajudar na expansão de sua empresa, ele contrata a super eficiente Natalie.

Os dois tem uma forte atração sexual, mas mantêm a relação apenas no âmbito profissional…. SEMPRE LEVO AS MULHERES À LOUCURA, SEJA NAS OBRAS QUE CUIDO OU DEBAIXO DOS LENÇÓIS.Isso até eles se verem num bar de Las Vegas e receberem uma notícia desastrosa. Para salvar a noite eles resolvem curtir tudo que a cidade do pecado tem a oferecer… desde uma certa montanha-russa até uma capela para casamentos rápidos. E o problema é que o que aconteceu em Vegas, não ficou em Vegas…E a cada dia me sinto mais tentado a mudar o status do meu relacionamento com a Natalie. Não sei se a trato como minha ex-esposa ou se coloco um anel de verdade no dedo dela.

O QUE NÃO TENHO DÚVIDAS É QUE NINGUÉM DEIXA MINHAS FERRAMENTAS EM PONTO DE BALA COMO ELA… E ISSO É ASSUSTADORAMENTE DELICIOSO.


Wyatt Hammer é um dos melhores marceneiros de Nova York. Ele sabe como manejar todos os instrumentos, inclusive o próprio. Com seu corpo enorme e muito bem definido, Wyatt poderia conquistar qualquer mulher que quisesse, mas a mulher que ele realmente quer, infelizmente é sua funcionária. E todo mundo que não se deve se apaixonar pela sua assistente, não é?

Natallie já passou por inúmeros empregos, muitos deles até inusitados, mas foi na WH Manutenção e Construção onde ela finalmente se sentiu satisfeita com o trabalho. Mas o problema é seu chefe. Não que ele seja feio, chato e mal amado, a verdade é que Wyatt Hammer é o cara mais gostoso e gente boa que ela já conheceu.

Com a empresa se desenvolvendo cada vez mais, Natallie e Wyatt se vêem em uma viagem de negócios a Las Vegas, onde uma viagem que tinha tudo para ser tranquila, acaba com os dois bêbado e cheios de tesão se casando em uma capela 24h na cidade do pecado.

Divido entre sentimentos conflitantes, a história de Wyatt e Natallie é o enredo de “Bem Safado” novo título da autora Lauren Blakely.

Manos, eu amo esse série num nível que não sei nem descrever em palavras. A cada novo livro, a cada novo casal, a Lauren Blakely consegue fazer com que o leitor se apaixone perdidamente pelos seus personagens e pelas suas histórias. E com “Bem Safado” não seria diferente.

Desde “Mister O” que eu tinha grandes expectativas sobre o livro do Wyatt, irmão gêmeo do Nick. Algo no personagem me fazia ansiar pela sua história, e não fui decepcionado em um único momento. Para falar a verdade eu terminei o livro chorando um pouquinho com o segundo epílogo.

Mas agora vamos falar de um ponto importante sobre essa publicação, e antes de entrar no tema eu queria falar com vocês sobre escolhas.

Um livro pode ser levado do topo ao ponto mais baixos das listas de acordo com as escolhas feitas pela editora. A escolha de uma capa, de um título, do vocabulário utilizado no texto da tradução, tudo isso pode influenciar nas vendas da obra.

Não que seja o caso, mas é preciso que os leitores saibam disso e tenham isso em mente. Você com certeza já deixou de comprar um livro, por conta de uma dessas características, não é?

Então vamos ao caso: para aqueles que não sabem, o título original do livro é Well Hung, que pode ser traduzido dentro desse contexto de duas formas (Bem Dotado ou Bem Safado), sendo que por opção da editora, eles escolheram traduzir como Bem Safado.

Todas as capas da série, já são por si só muito apelativas, como a da maioria dos romances do gênero, que optam por homens sem camisa para estampar a história. Porém se você unir, uma capa naturalmente chamativa, com um título que induz a vulgaridade, cria um contexto duvidoso sobre o romance. Quem não tem nenhuma ideia da série e compre um livro que te transmite tal contexto, espera nada menos que um filme pornô dos anos 90, em sua maneira mais escrachada, sendo que os livro da Lauren são comédias românticas, que apesar de serem bastante sensuais, ainda assim possuem mais romance que erotismo.

Na minha opinião, a escolha do título não só foi de mal gosto, como a editora perdeu uma forte ligação com a história, na qual em praticamente todos os 36 capitulos, o personagem principal faz um trocadilho de como ele é Bem Dotado, tanto de habilidades profissionais, quanto se referindo a seu desempenho na cama.

Tirando esse ponto, a edição da Faro fica cada vez melhor a cada novo livro, e é necessário darmos os parabéns a toda a equipe de revisão e diagramação, que fizeram mais um trabalho maravilhoso com esse livro.

No próximo dia 09/08 a autora Lauren Blakely, vai estar em Salvador para uma sessão de autógrafos e encontro com os fãs, as 19h na Livraria Leitura do Shopping Bela Vista. Eu não vou perder e se fosse você não iria ficar de fora desse evento!

[Resenha] O Rei das Cinzas

Livro: O Rei das Cinzas

Autor: Raymond E. Feist

Tradutor: Ana Cristina Rodrigues

Editora: Harper Collins Brasil

Ano: 2018

Páginas: 508

Sinopse: O mundo de Garn já foi composto de cinco grandes reinos, até que o rei da Itrácia foi derrotado e todos os membros de sua família foram executados por Lodavico, o implacável rei de Sandura, um homem com ambições de dominar o mundo. A família real de Itrácia eram os lendários Jubardentes, e representavam um grande perigo para os outros reis. Agora restam quatro grandes reinos, que estão à beira de uma guerra.
Mas há rumores de que o filho recém-nascido do último rei de Itrácia sobreviveu, levado durante a batalha e acolhido pelo Quelli Nacosti, uma sociedade secreta cujos membros são treinados para infiltrar e espionar os ricos e poderosos de Garn. Com medo de isso ser verdade, e a criança crescer com um coração cheio de desejo de vingança, os quatro reis oferecem uma enorme recompensa pela cabeça da criança.
Na pequena vila de Oncon, Declan é um aprendiz de ferreiro, aprendendo os segredos da produção do fabuloso aço do rei. Oncon está situada na Covenant, uma região neutra entre dois reinos. Desde que a área de Covenant foi declarada, a região existiu em paz, até a violência explodir com traficantes de escravos indo até a vila capturar jovens homens para serem soldados em Sandura. Declan precisa escapar, para levar seu conhecimento precioso para o barão Daylon Dumarch, comandante de Marquensas, talvez o único homem que pode derrotar Lodavico de Sandura, que agora se aliou à fanática Igreja do Deus Único e está marchando pelo continente, impondo sua forma extrema de religião sobre a população e queimando descrentes pelo caminho.
Enquanto isso, na ilha de Coaltachin, o domínio secreto da Quelli Nacosti, três amigos estão sendo instruídos nas artes mortais de espionagem e assassinato: Donte, filho de um dos mais poderosos mestres da ordem; Hava, uma menina séria com habilidades de luta que poderiam derrubar qualquer oponente; e Hatu, um rapaz estranho e conflituoso no qual fúria e calma lutam constantemente, e cujo cabelo é de um tom brilhante e ardente de vermelho.


A muito tempo a terra de Garn era formada por cinco poderosos reinos. Até o dia em que quatro Reis, se sentiram ameaçados pelo poder de Itrácia, e juntos destruíram o reino e todos seus descendentes. Ou era o que pensavam…

Lorde Dylon, que sempre se culpou por ter se unido aos traidores, encontrou aquilo poderia ser a esperança para o futuro: o último herdeiro dos Jubardentes. Em uma tentativa de corrigir seu erro, no futuro ele envia o jovem par ser treinado longe dali com um grupo dos maiores assassinos e espiões de toda Garn, os Quelli Nascoti, para que ficasse protegido e longe do Rei Ludovico.

Dezessete anos depois, dois jovens não fazem ideia que as vidas as quais estão habituados estão prestes a mudar completamente. Hatu, cresceu órfão nas ilhas do leste, em Coaltchin, treinado por um clã de assassinos, bandidos e espiões, o jovem passou todos os dias de sua vida, sentindo raiva e ódio queimando dentro de si, sem saber o real motivo. E agora prestes a terminar seu treinamento, com seus melhores amigos, Hava e Donte, ele não sabe que toda sua vida foi uma mentira.

O treinamento de Dyclan também está chegando ao fim. Logo ele se tornará um mestre ferreiro, e também não faz ideia de que tem uma longa jornada pela frente.

Raymond E. Feist, mais uma vez presenteia seus leitores com uma fantasia de alta qualidade que a muito não era encontrada no mercado. Uma história de aventura, intrigas, crescimento e mistério, sem precisar se focar e se perder em romances, O Rei das Cinzas, primeiro livro da Saga dos Jubardentes, prende o leitor a cada capítulo, nos dando mais perguntas do que respostas e deixando o leitor ávido pelo próximo livro da série.

Minhas experiências com fantasias recentemente não foram as melhores. A maioria das que li, nos últimos meses deixaram a desejar, se perdendo em triângulos, quadrados e hexágonos românticos, fazendo com a aventura ficasse perdida no meio do caminho.

Quando a Harper Collins Brasil, me enviou a news comunicando o lançamento do novo do Raymond, eu soube que não iria me decepcionar. O autor escreve fantasias que nos fazem querer viver suas histórias, interagir com seus personagens, e nos manter presos até o próximo livro.

A edição também contribuiu muito para experiência que foi a leitura, com um trabalho de revisão e diagramação muito bem executados. Esperamos que muito em breve possamos ter não só a continuação da série como novos títulos do autor. Muito obrigado Harper, por mais esse hino de publicação! E vocês meus amigos amantes de histórias fantásticas, se estão procurando um dica de fantasia, você não podem deixar de conferir “O Rei das Cinzas”!

[Resenha] Sem Coração

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LIVRO: Sem Coração

AUTOR (a): Marissa Meyer

EDITORA: Rocco

TRADUTOR (A): Regiane Winarski

ANO: 2018

PÁGINAS: 416

SINOPSE: Um dos principais nomes no concorrido segmento de literatura jovem atual, Marissa Meyer recria o passado da famosa Rainha de Copas, personagem do clássico Alice no País das Maravilhas, no aguardado lançamento Sem coração. Conhecida pela série Crônicas Lunares, na qual reconta tradicionais contos de fadas como Cinderela e Branca de Neve com uma abordagem futurista e inusitada, Marissa Meyer alcançou o topo da lista dos mais vendidos do The New York Times com Sem coração, e a preferência dos leitores com suas tramas de ritmo ágil e final surpreendente. Com uma narrativa cinematográfica, Meyer oferece uma visão do País das Maravilhas diferente de qualquer outra já imaginada até aqui ao contar a história de Catherine, garota cheia de personalidade que sonhava ser uma confeiteira famosa e só queria viver seu primeiro amor, mas que diante dos golpes do destino acabou se tornando a temida Rainha de Copas. Marissa Meyer é um dos nomes confirmados para participar da 25ª Bienal Internacional do Livro de São Paulo, que acontece de 3 a 12 de agosto.

Hello hello hello, essa semana temos uma viagem maravilhosa ao país das maravilhas mais uma vez e quem nos leva é Marissa Meyer, com Sem Coração

Nessa história conhecemos Cath, que se empenha muito para construir seu império, ou sua confeitaria. Ela sempre teve esse fraco para o lado dos doces e através deles busca agradar quem os coma. Naquela época o mais comum eram os casamentos arranjados e com Lady Pinkerton não seria diferente. Seus pais só tinham olhos para o Rei, e quem não teria, não é mesmo?!

“O Coelho Branco, que tinha ido atrás do Rei, limpou a garganta.

– Sua Majestade Real gostaria de pedir a mão de Lady Catherine para a primeira dança.

Ela arregalou os olhos.

– Nossa, obrigada, Vossa Majestade. Seria uma honra. – Catherine fez uma terceira reverência. (…)”

O Rei não era o melhor exemplo de altura. Seus dois palmos abaixo de Catherine, completavam sua imagem. E de repente uma onda de tremor se instaura na garota quando, por Cheshire, seu gato, acaba descobrindo que o Rei de Copas vai pedi-la em casamento. Isso não pode acontecer, ela não quer ser rainha! Ela só precisa de uma solução e ela vem.

“A respiração dele formou cristais no ar. Botas ecoaram, batendo em caminhos de cascalho. Acima, o Corvo soltou um grasnido de aviso. Jest a segurou de repente e esmagou sua boca com a dela. Cath passou os braços pelo pescoço dele, adorando a forma como o coração se expandiu, como se pudesse consumir os dois.”

Jest, o bobo da corte, parecia a solução perfeita para seu problema, ela não se casaria, não se tornaria rainha e viveria um amor com quem realmente queria. Mas, essa história, caros amigos, infelizmente, não é de um amor puro e feliz. É de como a doce, porém astuta, Catherine foi corrompida e se transformou na Rainha de Copas que conhecemos quando Alice caiu no País das Maravilhas. Por adversidades ela termina ganhando o título tão temido, no entanto, até chegarmos nesse ponto, a garota termina se transformando de uma maneia que ninguém imaginava.

sem coração

QUE FELICIDADE!!!! Por vários motivos, mas o principal é voltar a esse mundo mágico, que a muito tempo tinha visitado. E melhor ainda é voltar conhecendo o que existe por trás de uma das personagens mais icônicas: a Rainha de Copas. Afinal, quem imaginaria que aquela mulher fria e impiedosa, em sua juventude foi só uma menina com um sonho de abrir sua confeitaria e viver um amor de verdade!? Pois é, ninguém.

É aquela velha história: o meio corrompe. As situações pelas quais ela viveu para tentar se libertar daquelas amarras, aparentemente, inevitáveis, mexeram de uma forma avassaladora com os sonhos da menina transformando-a em uma mulher amarga e sem um coração de verdade (rsrs).

Para mim a experiência com esse livro foi maravilhosa e serviu como uma alivio para o meu cérebro, que vocês não têm nem noção. A autora tem uma habilidade para escrever essa história que me deixou passada e sem folego em algumas partes, é um mundo mágico, encantado, então é de extrema importância o trato com a escrita pra que não vire algo sem noção, e felizmente Marissa Meyer tem esse pode, de te levar, pela mão, junto com ela, para a história de Catherine para nós, Cath para os íntimos e Rainha, para os súditos.

Com perdas e transformações, eu, definitivamente, recomendo esse hin.. ops livro pra quem quiser.

Enfim, espero que tenham gostado, até a próxima.

Xoxo,

Nath.

AH! Quase ia esquecendo!!!

“– Corte-lhe a cabeça!”

[Resenha] Contos de Areia e Mar

Livro: Contos de Areia e Mar
Autora
: Alwyn Hamilton
Tradução: Eric Novello
Ano: 2018
Editora: Seguinte
Páginas: 64
Sinopse: Em “O carregamento roubado”, acompanhe uma aventura de Jin e Ahmed em alto-mar, antes de voltarem ao país e darem início à rebelião. Em “A garota do mar”, veja como duas mulheres se conheceram no harém do sultão e fizeram de tudo para escapar da opressão que sofriam.
Em “A lenda do herói Attallah e da princesa Hawa”, conheça em detalhes a história mítica desse casal unido na vida e na morte. Por fim, em “O djinni e a fugitiva”, saiba como Zahia, mãe de Amani, se apaixonou pelo verdadeiro pai da garota.

Antologias sempre são uma correnteza de emoções

E Alwyn volta com uma coletânea de contos do universo de A Rebelde do Deserto, dessa vez ela emociona ao expor fatos passados que formaram contos e criaram os rebeliões de Mirajin, desde sempre fica claro que ali nada acontece por acaso e o passado não é alheio ao futuro, mas o farol que guiou a ele. Dividindo em quatro contos, a obra inicia com o passado dos príncipes irmãos Jin e Ahmed enquanto viviam e arriscavam a vida para sobreviver em Xicha, munidos de coragem, ousadia e o desejo de libertar pessoas de destinos que eles conhecem de perto, os irmãos demonstram esperteza e novamente os traços de personalidade que já os fez divergir em momentos cruciais se tornam claros, enquanto Jin é ousado e até mesmo inconsequente, Ahmed prefere manter a prudência e garantir que as consequências sejam previstas para anteceder a qualquer desastre, ou seja, um prefere agir e o outro planejar.

E mais uma vez ela se sentiu partida ao meio. Só que agora era seu luto em conflito com sua determinação. Ela não deixaria aquela criança morrer. Não permitiria que a morte de Nadira fosse em vão.

Em sequência, a história trágica da garota do mar e do deserto, Lien que após perder sua família é vendida para o palácio para ser mais uma no harém do odioso sultão, onde conhece sua amiga e irmã do deserto, a sultima Nadira, como já se sabe a sultima perde a vida, por isso se trata de um conto triste, porém conhecer a conexão das duas que partilham um tenebroso destino, presas aos muros do palácio, ao mesmo tempo em que o apoio silencioso entre ambas se torna o companheirismo de que precisavam para resguardar alguma felicidade, tanto Lien quanto Nadira se tornaram a família que já não possuíam e pela qual ansiavam, mesmo que para Lien, Nadira fosse apática à sua gaiola dourada.

Hawa pensava que, se Attallah morresse, seu coração se despedaçaria de forma irreparável, e ela também partiria. Mas ao ver seu amor cair da muralha, foi o coração do guerreiro que se partiu, e ele morreu com a espada em punho.

Alguns fatos que foram brevemente inseridos principalmente em A Traidora do Trono sob formas de reflexões são redigidos agora, no conto sobre o herói Atallah e a princesa Hawa, a questão de interpretação sobre a origem das capacidades de Hawa de trazer o sol consigo e a origem da ligação de vida entre humanos e demdjis, os dons sobrenaturais de Hawa escondidos por séculos, se tornaram lendários, porém escondiam a verdade da filha do primeiro sultão de Mirajin.

Lá fora, a menina ergueu a arma. Apontou para uma lata e disparou um tiro mirado com perfeição, que a mandou girando para a areia.
Zahia soube na mesma hora como aquilo terminaria. Sua filha imprudente e ousada segurando uma arma. Ela se defenderia e seria enforcada por isso.

Ao mesmo tempo no conto sobre a fugitiva da Vila da Poeira, Zahia, é uma jovem em seus 19 anos, buscando sua liberdade e sobrevivência ao fugir desse lugar inóspito de qualquer empatia e bons sentimentos e ao mesmo tempo de um casamento fadado a causar sua destruição, todavia, no caminho de escapar encontra uma estranha figura que embora presa e incapacitada não demonstra sinais de aflição, sua aura sobrenatural e sua fraqueza perante o ferro delatam sua existência mágica, Bahadur, pai de Amani. Enfim o momento em que Zahia mudou toda a roda do destino e que Bahadur outra vez interveio na história de Mirajin, mostrando sua eminente afeição aos humanos, àqueles a quem os djinnis moldaram para salvá-los da ruína de uma escuridão absoluta.


Duas palavras: Quero mais!

[Alê News] Lançamento – Editora Valentina

Hey Migos!

Já sabem da novidade? Agora somos parceiros da Editora Valentina 🎉🎇

E vamos trazer todos os meses os releases dos lançamentos da editora!


OPOSTOS (Saga Lux, Livro 5)
Jennifer L. Armentrout
O apocalipse vai começar!
SINOPSE
Katy sabe que o mundo mudou desde a noite da chegada dos Luxen.

Ela não consegue acreditar que Daemon tenha se juntado à sua própria raça ou que vá ficar de braços cruzados enquanto esses novos Luxen tentam varrer todos os seres humanos e híbridos da face da Terra. No entanto, as linhas entre o bem e o mal não são mais tão nítidas, e o amor se tornou uma emoção que poderá destruí-la — na verdade, destruir a todos.

Daemon fará o que for preciso para proteger aqueles que ama, mesmo que para isso…

Eles terão que se aliar a um inimigo improvável se quiserem ter qualquer chance de resistir à invasão. Mas à medida que se torna cada vez mais difícil distinguir entre aliados e adversários, e com o mundo prestes a desmoronar, eles talvez tenham que abrir mão de tudo que lhes é mais precioso para garantir a sobrevivência de seus amigos… e da humanidade.

A Terra está em guerra e, qualquer que seja o resultado, o futuro jamais será o mesmo para aqueles que conseguirem sobreviver.

Máscaras
FML Pepper
SINOPSE
E se você descobrisse que a grande verdade ainda não foi revelada? Que pode estar enganado a respeito de muitos personagens?
É chegada a hora de arrancar as máscaras, ver e viver na pele — e na alma — as revelações guardadas a sete chaves sobre a Trilogia Não Pare!
E se surpreender com o que jamais imaginou!
Máscaras…
Para camuflar as fraquezas do mais forte dos guerreiros… Richard.
Para distorcer as certezas de uma lenda amaldiçoada… Guimlel.
Para acobertar as cicatrizes de uma sina maldita… Ismael.
Para esconder os sentimentos de uma garota desprezada… Samantha.
Para proteger fanáticos atrás de tronos… Kaller.
Para ocultar gigantes sob sutis envergaduras… Zymir.
Para disfarçar um exército cruel e traiçoeiro… Von der Hess.
Para sufocar os desejos mais íntimos da híbrida… Nina.
Máscaras…
Para dar luz às mentiras e obscurecer as verdades.
Para encantar a vida e, talvez…
Enganar a Morte!


E aí, ansiosos para as novidades?

[FILMES] TODO DIA

0861070.jpg-r_1280_720-f_jpg-q_x-xxyxxDireção: Michael Sucsy
Data de Lançamento: 26 de Julho 2018
Elenco: Angourie Rice, Debby Ryan, Justice Smith, Lucas Jade Zumann, Owen Teague
Gênero: Drama/Fantasia/Romance
Duração: 1h40m
Sinopse: Baseado no aclamado best-seller do The New York Times de David Levithan, “Todo Dia” conta a história de Rhiannon, uma garota de 16 anos que se apaixona por uma alma misteriosa chamada “A” que habita um corpo diferente todos os dias. Sentindo uma conexão incomparável, Rhiannon e A trabalham todos os dias para encontrar um ao outro, sem saber o que ou quem o próximo dia irá reservar. Quanto mais os dois se apaixonam, mais as realidades de amar alguém que é uma pessoa diferente a cada 24 horas afeta eles, levando o casal a enfrentar a decisão mais difícil que eles já tiveram que tomar.

 

O amor tem várias formas e intensidades, as vezes dura anos as vezes dura semanas. As vezes vem de maneira exagerada onde é fácil se confundir com outros sentimentos, como posse ou ciúmes, as vezes é quase imperceptível, mas ainda está lá. O amor pode ser inúmeras coisas para umas pessoas e uma coisa completamente diferente para outra, mas no final o amor, quase sempre, o amor tem o mesmo significado. Isso é uma das coisas que o diretor Michael Sucsy tenta transparecer em Todo dia, filme baseado nos livros Todo Dia e Outro Dia do americano David Levithan lançado em 2012.

Todo Dia conta a história de “A”, uma pessoa que durante 24h entra no corpo de um indivíduo qualquer, contato que tenha a mesma idade e more perto do anterior, e nunca fica no mesmo corpo mais de uma vez. “A” tenta levar essa vida com o máximo de cautela e o mínimo de intromissão possível na vida de seu hospedeiro do dia, apenas vivendo o seu cotidiano normal, até que numa manhã ele conhece Rhiannon, namorada de seu hospedeiro, e eles decidem mudar um pouco suas rotinas, fazendo daquele ser um dia inesquecível para ambos.

Rhiannon e Justin, hospedeiro de “A”, já namoram a meses, mas a relação deles é de puro desejo da parte dele e de necessidade da parte dela, e ela acredita cegamente, ou quer acreditar, que ele a ama da maneira dele e que eles estão bem, quando na verdade é puro comodismo mútuo. O dia acaba e “A” tem que voltar para sua casa, ou a de Justin, pois às 00h ele/ela irá trocar de corpo e seu hospedeiro precisa estar em um ambiente conhecido para que tudo passe despercebido no dia seguinte.

 

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Como estamos falando de um romance adolescente, “A” não consegue tirar Rhiannon da cabeça e nos dias seguintes ele volta a procurar ela e enfim decide contar toda a verdade, de modo que ela acredite em tudo o que ele/ela diz e que eles possam começar algo.

E é aí que o meu problema, tanto com o livro quanto como o filme, entra: a rapidez com que o relacionamento dos dois é construído.

Amores adolescentes são mundialmente conhecidos por serem efêmeros, mas aqui estamos falando de um tipo de amor nunca visto, tanto pelos personagens como por nós, e que gera mais dúvidas e questionamentos do que certezas, e escrevendo isso, talvez eu perceba que seja esse o porque da paixão avassaladora que ambos os protagonistas começam a sentir um pelo outro e faz a história deles se desenvolver, mas ainda assim da um sentimento de que poderia ter mais um pouco de desenvolvimento.

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Já envolvidos, os problemas reais começam a interferir pro casal, como o fato de “A” ter que mudar de corpo todos os dias restringe o relacionamento deles ao dia, ou em quatro paredes, sozinhos. Restringe a Rhiannon não poder contar isso a ninguém, restringe a vida social dela se resumir a encontrar “A”, ou os inúmeros obstáculos que eles podem encontrar como um compromisso do hospedeiro, ou um problema físico, ou por estarem muito longe um do outro, e por mais que eles tentem encontrar alguma maneira de ambos ficarem juntos no futuro, no fundo eles sabem que isso é impossível e que só trará mais problemas do que soluções.

Baseado nos dois livros do David, o filme foca todo no ponto de vista da Rhiannon, que é mais trabalhado no segundo livro do autor, Outro Dia, e podemos ver mais do dia a dia dela e de sua família, que é outro ponto que eu acho que poderia ter sido um pouco mais trabalhado pelo roteiro, como por exemplo a dificuldade que Rhiannon tem em se relacionar com o pai após um episódio que aconteceu com ele no passado e que afetou toda a família. O filme faz parecer que a garota doce e compreensiva com os problemas de “A” é totalmente a par da situação do pai, e isso as vezes gera um certo desconforto do porque ela estar tratando, ou não tratando, o pai dessa maneira.

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Um dos muitos pontos positivos do filme é a maneira que ele trabalhou as multifacetas dos hospedeiros de “A”, mostrando a diversidade da adolescência tanto entre meninos e meninas, alto ou baixo, gordo ou magro, de diferentes etnias, mostrando problemas reais que os hospedeiros possam estar passando e até diferentes gêneros, que também existe no livro. Eu senti falta apenas de alguns momentos do livro que não foram trabalhados no filme, como alguns momentos onde é perceptível o receio que a Rhiannon tem de ter que se relacionar com uma mulher, ou algum garoto acima do peso. Isso não demonstra que ela seja preconceituosa no livro, mas sim mostra que ela está aberta para conversar sobre a pluralidade do amor, não importa quem seja no exterior e sim o que está dentro.

Todo Dia estreia dia 26 de julho nos cinemas de todo o país, o que também te dá tempo suficiente para ler os dois livros no qual ele foi baseado.

Confira o trailer do filme logo abaixo: