[RESENHA] SHAZAM!

Filme: Shazam!

Direção: David F. Sandberg

Elenco: Zachary Levi; Asher Angel; Mark Strong; Djimon Hounsou; Jack Dylan Trazer; Grace Fulton; Ian Chen; Faithe Hermon.

Duração: 2hr 12min

Gênero: Ação, Fantasia

Produção: Warner Bros.

Sinopse: Billy Batson (Asher Angel) tem apenas 14 anos de idade, mas recebeu de um antigo mago o dom de se transformar num super-herói adulto chamado Shazam (Zachary Levi). Ao gritar a palavra SHAZAM!, o adolescente se transforma nessa sua poderosa versão adulta para se divertir e testar suas habilidades. Contudo, ele precisa aprender a controlar seus poderes para enfrentar o malvado Dr. Thaddeus Sivana (Mark Strong).

Estreia dia: 4 de Abril de 2019


Para quem tem acompanhado a evolução da DC na cenografia dos últimos filmes talvez fique um pouco surpreso com o modelo adotado nessa obra, desde que o estúdio precisou se reinventar para alcançar o público e o sucesso nas bilheterias (lembrando de alguns fiascos dirigido pelo Zack Snyder, que alavancou consideravelmente as críticas negativas) tem ofertado uma nova imersão nos valores e essências carregados por cada super-herói.

O David Sandberg (Anabelle 2, Quando as luzes se apagam) elaborou seu discernimento para trabalhar em um projeto tão inovador para o seu âmbito de carreira, o roteiro desempenha toda a questão imatura de um adolescente e seus desafios e sequentemente o impacto sofrido diante do crescimento instantâneo de um super-homem. O enredo fragmenta-se em toda a sua comédia extravagante e jogadas paralelas a ação. Fazendo o telespectador sofrer com cada mudança de quadro que no fim não dá em nada.

Billy (Asher Angel) recebe de um velho mago a estranha capacidade de se transformar em um herói ao gritar a palavra Shazam! desenrolando todo o aprendizado de seus poderes dentro de uma aventura, a comédia é toda intrínseca a sua forma atual, trazendo as referências e citações a outros super-heróis. O que nos traz ao vilão Thaddeus Sivana (Mark Strong) ressentido pela família e seus fracassos, todo herói tem o seu vilão. A trama tem uma conexão quanto ao abandono sofrido por ambos dando a sincronia a todo o prólogo até às cenas finais. Os personagens são irreverentes e marcam por sua singularidade, o Zachary Levi internalizou a ideia juvenil de seu personagem tracejando a troca dos atores em etapas diferentes característico da representação que esperávamos.

Ainda assim, a comédia falou mais alto e a ação em falta está, a história é simples e bem adaptada da série em quadrinhos, bom para a classificação indicativa que apresenta, da para apreciar o bom humor e a dramaticidade retratado, mas nos faz repensar se o jogo do acerta menos e erra mais da DC vai continuar.

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair /  Alterar )

Foto do Google

Você está comentando utilizando sua conta Google. Sair /  Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair /  Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair /  Alterar )

Conectando a %s