[FILMES] Don’t Think Twice

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Direção: Mike Birbiglia
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Keegan-Michael Key, Gillian Jacobs, Mike Birbiglia, Kate Micucci, Chris Gethard e Tami Sagher
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 92 minutos
Sinopse: A amizade entre membros de um grupo de improvisação de Nova Iorque é colocada em teste quando um deles consegue um programa de TV.

 

 

“Eu sinto que quando estamos na casa dos 20 anos é tudo sobre esperança e quando você está nos 30 é apenas sobre o quão estúpido era você ter esperança”

Como esse é um daqueles tipos de filme que nós normalmente não o veríamos no nosso país, ou na internet sendo promovido, encontrar esse filme sem querer (na verdade eu o encontrei graças a minha mais nova paixonite pela Gillian Jacobs) foi uma das melhores descobertas que eu já fiz e eu preciso dizer: eu nem estou na faixa etária das pessoas que compõe o filme, mas ele me deixou pensando por muitos minutos sobre o momento atual em que eu estou na minha vida.

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Dirigido, roteirizado e atuado (ufa!) pelo Mike Birbiglia, Don’t Think Twice (Não Pense Duas Vezes) fala sobre um grupo de amigos que há anos se conhecem e fazem teatro improvisado. A dinâmica deles é muito boa, a amizade deles é algo recíproca para todos mas algo parece estar errado quando um membro do grupo, chamado The Commune, consegue uma vaga em um show televiso que todos os outros membros também almejavam, e junto com isso, uma preocupação maior nasce quando o local que eles fazem os shows foi vendido e eles estão sendo despejados.

O filme fala sobre a dificuldade de criar e manter um trabalho coletivo onde todos são ouvidos e importantes ao mesmo tempo em que todos estão buscando aquela chance de poder brilhar – e o que até onde eles iriam para poder conseguir. No grupo temos aquele que, por culpa da pressão do trabalho, acaba traindo os amigos, tem aquele que acha que por ter ensinado a todos tem a obrigação de também estar na televisão. Tem aqueles que estão trabalhando juntos e sozinhos para conseguir a chance, tem aquela que está trabalhando na mesma coisa, porém escondida. E tem aquela que está muito bem onde se encontra e não quer mudar sua vida.

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Don’t Think Twice é um filme engraçado sem fazer esforço, com um roteiro original e bem simples, com atores que são tão bons no que fazem que nos faz sentir que estamos ali, vivenciando e sentindo tudo o que eles estão sentindo. Um filme que nos faz sorrir nos momentos que temos que sorrir e sentir as preocupações que cada um dos personagens estão sentindo em momentos diferentes. É um ótimo filme para se assistir quando se quer ter apenas um momento para relaxar.

Confira o trailer do filme abaixo:

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[Mangá] Ghost in the Shell

O mangá cyberpunk Ghost in the shell, é uma trama intricada de ficção científica a frente de seu tempo, como seu nome sugere, “fantasma na casca”, em que interpretando o contexto se trata de consciência em um corpo sintético, ghost, a consciência é aquela em que os humanos possuem e o sintético, shell, fica por conta da máquina, do inorgânico.

major gifPor volta de 1989, a autor Masamune Shirow idealizou o mundo em 2029, onde a tecnologia seria parte do ser humano e não somente um criação da humanidade, em que partes do corpo podem ser facilmente substituídas por peças inorgânicas, aprimoradas, as pessoas possuem a capacidade de fazer transferência e leitura de dados por dispositivos instalados na região da cabeça e nuca. Contudo, como todo grande avanço, existe o nascimento de um novo risco, os hackers estão com mais espaço e crimes cibernéticos podem levar a morte direta, sem falar na possibilidade de invasão do cérebro alheio e manipulação de memórias de qualquer um, basta ter o acesso, por outro lado “surge” novos indivíduos, os mais singulares em aprimoramento, os ciborgues.

Como o título sugere, a consciência em um corpo robótico, é um ciborgue, na obra, especificamente a protagonista, Motoko Kusanagi, mais conhecida como Major e a mais impiedosa investigadora e resolutora de crimes cibernéticos – o terrorismo do futuro -, ou até mesmo rebeliões das mais avançadas produções tecnológicas, em que o temor a se tornar berserk (produto ultrapassado) afeta a inteligência de alguns robôs e reações agressivas podem pôr em risco o equilíbrio raso de humanidade e tecnologia (para referência, a obra Eu, Robô, possui basicamente essa premissa).

Somente com sua consciência humana em um corpo totalmente aprimorado, Motoko é uma unidade que supera as máquinas e os humanos, a combinação de força de uma máquina e raciocínio humano a tornam letal, a sua falta de tato sentimental a torna fria para muitos, porém a característica calculista dela a põe a frente, para se afeiçoar a ela como um leitor exige mais dedicação do que em um personagem usual, a Major é como uma união de comandos, mas é quando sua insegurança quanto ao seu encaixe no mundo que a torna mais tangível surgem na superfície, que ela demonstra sua humanidade, além de suas interações com o sempre presente companheiro de equipe Batou, que junto a Aramaki sempre marca presença na obra junto a Kusanagi, mesmo nas produções baseadas nesse enredo.

Mais um ponto muito positivo para o mangá são os personagens, que por sua vez são bem construídos e se envolvem na trama com suas características próprias de forma a equilibrar a própria personalidade da Kusanagi. Como citei o Batou acima, ele é humano e possui aprimoramento nos olhos, as poucas vezes em que ela demonstra certa redutibilidade é na presença dele, por vê-lo como o mais próximo de um amigo, Shirow não só criou uma personagem feminina sólida, como também desenvolveu personagens secundários marcantes, um universo completo que após escapar da influência de se tornar uma obra com fan service desnecessário como vemos em muitas HQ’s, se eternizou também como inspiradora para a saga Matrix, isso é poder, meus caros!

Nunca existiram relatos de dores de barriga, ou outro tipo de condição médica relacionados com o fato de alguém engolir o seu próprio orgulho. – Daisuke Aramaki, Ghost in the shell – 1995

O sucesso do sci-fi foi tal que conta com uma vasta seleção de produções, adaptadas ou baseadas no enredo de Shirow, segue a impressionante lista:

  • Ghost in the shell – 1995 (Filme)
  • Ghost in the Shell 2: Innocence – 2004 (Filme)
  • Ghost in the shell 2.0 – 2008 (Filme)
  • Ghost in the Shell: Stand Alone Complex – 2002 a 2003 (Anime)
  • Ghost in the Shell: Stand Alone Complex 2nd GIG -2005 (Anime)
  • Ghost in the Shell: Stand Alone Complex – Solid State Society – 2006 (OVA)
  • Ghost in the Shell: Arise – Border:1 Ghost Pain – 2013 (Filme)
  • Ghost in the Shell: Arise – Border:2 Ghost Whispers – 2013 (Filme)
  • Ghost in the Shell: Arise – Border:3 Ghost Tears – 2014 (Filme)
  • Ghost in the Shell: Arise – Border:4 Ghost Stands Alone – 2014 (Filme)
  • Ghost in the Shell: Arise – Alternative Architecture – 2015 (Anime)
  • Ghost in the Shell – 2015 (Filme)
  • A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell – 2017 (Filme)

Versoes da MajorAcha que está pouco? Calma, pois o estúdio Production I.G anunciou a produção de mais um anime para o universo de Masamune Shirow, sob direção de Kenji Kamiyama (Ghost in the Shell: Stand Alone Complex) e Shinji Aramaki (Captain Harlock e Appleseed).

Live-action A Vigilante do Amanhã: Ghost in the Shell:

No longa de 2017, a produção não decepciona – mesmo após o escândalo envolvendo whitewashing – Scarlet é apresentada como a ciborgue que faz parte do Setor 9, Miura, Major Miura, setor responsável pelo combate de crimes cibernéticos, que em suas memórias tem um passado turbulento que a fez perder sua família e seu corpo orgânico.

Com uma boa dose de referências retiradas da animação original de 1995, o filme retoma a faceta de uma protagonista durona, sem meios termos e direta, em companhia da equipe de membros da Seção 9 que trabalha junto com ela, com destaque bastante assertivo em Batou, o mais próximo dela e capaz de trazer à tona reações emotivas da Major, desde que a personalidade sólida e rígida da personagem remete a condição de ciborgue da mesma, sendo o seu ghost ainda não o bastante para lhe conferir mais humanidade nas reações, menos ainda nas ações, o andar se destaca pela artificialidade dos trejeitos.

As divergências mais explícitas do mangá para o filme de 2017 ficam por parte da centralidade do enredo, enquanto Ghost in the shell mantém o foco no drama político em contraposição aos avanços cibernéticos, em A Vigilante do Amanhã, é a própria tecnologia que assume esse papel como trama principal. A citação como Motoko Kusanagi, nome original da personagem só vem a tona em meio ao desenvolvimento da trama, o que convenientemente serviu como uma forma de justificar a troca na nacionalidade da atriz que interpreta a Major

Major 2017O cenário do filme com certeza merece toda a atenção, desde que um futuro “surrealista” compõe tudo o que perpassa do mundo da trama, os efeitos convencem e deslumbram – principalmente uma pessoa como eu que não é uma expert em CGI – pela boa representação, desde aos anúncios tecnológicos, como a realidade virtual que faz parte da rotina humana. Cenas marcantes como o uso da tecnologia de camuflagem termo-ótica, são presenças marcantes no filme e claro tem todo o seu destaque como um grande marco de presença da Major.

Pessoalmente, fiquei surpresa com o filme, não esperava que fosse ser bom, no entanto me vi fissurada pelos marcos da trama original surgindo e da animação de 1995, o filme não só foi bem construído no termo geral, como a produção teve o cuidado de adaptar a concepção do mundo intelectualizado de Shirow em 1989, o cenário mais tangível com o realidade tecnológica atual permeou uma reflexão magistral, recomendo o filme para quem é fã do mangá, do filme de 95 também, é um deleite de lembranças e para os curiosos, se tiver aquela companhia que já viu o original ainda melhor, vai ser uma troca magnânima com toda a certeza.

[Resenha] Logan

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Diretor: James Mangold

Ano: 2017

Elenco: Hugh Jackman, Patrick Stewart, Boyd Holbrook, 
Dafne Keen

Sinopse: Logan mais velho e amargurado se vê com a missão 
de levar uma garota em segurança até a fronteira para que 
ela possa ter uma vida melhor.

PESADO. Essa é a palavra que vem em minha cabeça quando penso nesse filme, pesado. Depois de Deadpool a Fox resolveu investir em outro filme com classificação indicativa mais alta, aqui no Brasil é de 16 anos, e acertou em cheio. Com um filme mais adulto, mais violento e mais dramático Logan tem grande chances de ser o melhor filme de herói do ano e com certeza é um dos melhores dos últimos tempos.

Eu sempre me incomodei com a falta de sangue em filmes de herói, a maioria dos filmes por serem para um público mais infantil deixa de mostrar a violência que existe nos quadrinhos. Como esse monte de herói bate, atira e joga diversos tipos de poderes nos inimigos mas ninguém perde um membro, ninguém sangra muito, ninguém tem os miolos espalhados pelo chão? Bom em Logan tem tudo isso e mais. O filme tem a classificação indicativa mais alta com razão então eu não recomendo levar crianças para assisti-lo, pois tem muita violência, palavrões e até nudes (mas não do Hugh Jackman já vou logo avisando).

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Nesse filme vemos um Logan velho e um Charles Xavier bem deteriorado que tentam juntos levar a pequena Laura até um local seguro. O Wolverine está bem depressivo e raivoso nesse filme, ele já não tem mais a força e vitalidade de antes mas sempre precisa usar sua força, que não é mais a mesma, para ajudar os outros. E é ai que nos apaixonamos pela pequena Laura, ela é tão raivosa quanto o Logan mas como é nova ela tem mais energia e consegue ajudar nas lutas. Lutas essas que são bem feitas e dão agonia por conta da violência.

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O filme é bem dramático apesar do filme nem nos dar tempo de chorar, porque depois de uma desgraça acontecia outra e outra, e você se sente angustiado.
Logan é aquele filme que depois que você assiste você fica sem palavras e só consegue pensar ” menina senti o impacto”.

[FILMES] A Chegada

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Direção: Denis Villeneuve

Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Amy Adams, Jeremy Renner, Forest Whitaker
Gênero: Drama, Mistério, Sci-Fi
Duração: 1h56min
Sinopse: Naves alienígenas chegaram às principais cidades do mundo. Com a intenção de se comunicar com os visitantes, uma linguista e um militar são chamados para decifrar as estranhas mensagens dos visitantes.

Esse era apenas mais um dos filmes que estava na minha lista de filmes para assistir, mas foi apenas depois que um amigo me disse que eu ficaria sem ar após assisti-lo que resolvi colocá-lo como prioridade, afinal, adoro ficar com dificuldades de funcionamento normal após assistir um filme inteligente e bem estruturado. E foi dito e feito: após ele ter terminado e enquanto estava escrevendo esta resenha, eu ainda estava procurando entender o que havia acabado de assistir, enquanto simultaneamente tentava lembrar quais eram os movimentos básicos da inspiração e expiração tão importantes para a nossa vida na terra.

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Em uma sinopse rápida e superficial (BEM superficial) o filme fala sobre a chegada de seres de outro planeta na terra e o caminho que a Doutora linguística Louise Banks e o cientista matemático Ian Donnelly percorrem para tentar decifrar e descobrir o real motivo para esses aliens estarem na terra. Mas não esperem por grandes cenas de ação e sangue como outros filmes de mesmo gênero nos trouxeram nos anos anteriores. Arrival é pura e simplesmente uma ficção onde o seu objetivo é: mostrar o quanto a nossa capacidade de nos comunicarmos é quase que inexistente e que essa falta de comunicação é o que causa brigas e o que causou as grandes guerras e disputas mundiais.

O diretor Villeneuve simplesmente pintou uma tela em forma de filme. Prestando bem atenção na coloração do filme, podemos perceber, principalmente em uma das cenas finais da Louise na festa, como ele acompanha o estado de espírito dela, onde mostrava uma época feliz para ela e outro uma época triste. A música também, como plano de fundo, que nos acompanha desde o início do filme até o final, fazendo com que a intensidade e a tensão permaneçam em cada segundo da película.

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O objetivo principal dos protagonistas desse longa é descobrir e estabelecer um ponto único de comunicação entre eles e os aliens para responder a pergunta do milhão: Qual é o seu propósito na terra? Enquanto a Doutora Louise tenta descobrir, ela ao mesmo tempo tem que provar que a sua teoria para conseguir se comunicar com eles é válida enquanto é desacreditada pela maioria das pessoas que estão no comando, o caos está instaurando pela população aterrorizada e sem respostas concretas sobre o que está acontecendo e a tensão política está no seu auge ameaçando começar uma guerra mundial entre as grandes potências e os aliens – que até então, não fizeram absolutamente nada contra o bem estar dos humanos.

Ficou bem claro no decorrer do filme que a ignorância, talvez pelo medo, e a necessidade de sempre estar usando a violência como propósito para conseguir algo é sempre o causador dos grandes problemas sociais que tivemos ao longo dos anos causados, novamente, pela falta de comunicação que nós temos dentro da raça humana. Visto pelo fato de que os aliens não fizeram nada para machucar ninguém ou deram a entender que iriam, como se foi achado quase que o filme inteiro, mas mesmo assim as grandes cabeças das nações queriam usar de seu poder bélico e acabar com os pobres aliens. Reposta rápida para um problema novo sem pensar no futuro.

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Enfim, A Chegada estreou e entrou para a lista das melhores ficções-científicas com um enredo bem escrito, com um início e um final, uma fotografia de tirar o fôlego, atuação espetacular digna de indicação ao Oscar da nossa Amy Adams (que como sabemos, foi totalmente boicotada na edição deste ano mas, não importa Amy, você ganhou um Oscar nos nossos corações) assim como uma atuação boa pelo resto dos atores, uma boa estruturação e a certeza de que filmes deste gênero, quando bem feitos, chegam para nos trazer um grande paradoxo entre total maravilhamento e o-que-eu-acabei-de-assistir?

Eu não quero falar muito mais sobre o filme e suas teorias, senão eu falaria sobre tudo o que o filme aborda e isso transformaria a viagem de vocês para entender esse filme não tão emocionante quanto deve ser.

E como o filme terminou, deixo aqui uma pergunta que, até hoje, não sei a resposta ao certo: Se você pudesse ver a sua vida inteira do início ao fim, você mudaria algo?

Confira o trailer do filme logo abaixo:

Deixo também um link para, após assistirem o filme, vocês entenderem mais um pouco sobre o que foi abordado nele, cientificamente e explicado:

[FILMES] Short Term 12

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Direção: Destin Cretton
Ano de Lançamento: 2014
Elenco: Brie Larson, John Gallagher Jr., Keith Stanfield, Kaitlyn Dever, Rami Malek
Gênero: Drama
Duração: 1h36min
Sinopse: Grace (Brie Larson) é uma jovem com passado familiar complicado, que começa a trabalhar como assistente social em um lar que acolhe crianças órfãs ou com problemas em suas famílias. Enquanto se adapta à dura realidade das pessoas acolhidas, Grace conhece Mason (John Gallagher Jr.), outro assistente com quem passa a ter um relacionamento.

Eu já havia comentando anteriormente em uma outra resenha que eu sei que quando um filme é bom, eu termino ele dando um longo e profundo suspiro, absorvendo tudo o que tinha assistido. No caso do filme de hoje, eu perdi as contas de quantos suspiros eu dei ao longo dele. Ele é simplesmente um dos filmes mais bonitos, complicados e reais que eu assisti nos últimos tempos – e olha que eu assisto bastante filme.

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Short Term 12 nos traz a minha mais nova obsessão como atriz, a fantástica Brie Larson (a que ganhou um Oscar em 2016 por sua atuação inspiradora em Room e a nossa futura Capitã da Marvel) em um papel que, sem via de dúvidas, sem o filme fosse um pouco mais divulgado na época de seu lançamento, iria trazer muito mais reconhecimento para a Brie e  muitas pessoas estariam descobrindo uma das obras mais bonitas lançadas em 2014.

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Brie faz o papel da jovem assistente social Grace, que trabalha em uma casa para jovens em situações delicadas quem tem o mesmo nome do filme. Em seu trabalho, Grace tenta levar alegria e mudar de fato a vida daquelas crianças que estão naquela situação. Em resumo, Grace é uma pessoa maravilhosa e é fácil nos apaixonarmos por ela, por sua leveza e paixão que leva no seu trabalho. O filme também nos traz o John Gallagher Jr, que faz o papel do Mason, que também trabalha como conselheiro na Short Term 12 e é namorado de longa data de Grace.

O filme começa nos mostrando um diálogo entre os três assistentes e voluntário que trabalham no lar, até que um dos adolescentes tenta fugir do local e Grace e Mason saem correndo atrás dele e ao alcança-lo, o tentam acalmar. É a partir desse momento que nós sentimos a intensidade e a complexidade do filme, e nos sentimos totalmente dentro do filme – não se passaram 5 minutos. Então, a chegada de uma menor na casa, Jayden, que foi vivida brilhantemente pela jovem Kaitlyn Dever, faz com que lembranças dolorosas do passado de Grace voltem novamente.

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Grace, que a altura do campeonato havia sido pedida em casamento, tem que lidar com a volta do seu passado enquanto tenta dar um pouco de alegria a vida daqueles adolescentes e tentar tocar sua vida pessoal com Mason, mas algumas atitudes podem pôr o seu relacionamento em risco – assim como sua vida e seu trabalho.

Short Term 12 me fez rir algumas vezes, chorar outras, quando, por exemplo, eles exploravam as histórias de alguns adolescentes no decorrer do filme, mas, principalmente, ele deixou o meu coração cheio de amor e esperança de que, de fato, existem pessoas, muitas pessoas no mundo que querem e estão fazendo mudanças, mesmo que tragam consigo um passado doloroso

Confira o trailer do filme logo abaixo:

[FILMES] Tumbledown

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Direção:  Sean Mewshaw
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Rebecca Hall, Jason Sudeikis, Dianna Agron
Gênero: Romance, Drama
Duração: 1h43m
Sinopse: Anos após a morte do seu marido que era um cantor famoso, Hannah (Rebecca Hall) ainda não aceitou por completo a vida sem ele na pequena cidade onde mora. Andrew (Jason Sudeikis) é um escritor de Nova York que está na cidade para escrever uma biografia sobre o falecido marido de Hannah. Com ideias divergentes sobre a morte do cantor, os dois passam a se conhecer melhor e cooperar para lembrar a história dele.

Tumbledown é um daqueles filmes que você encontra por acaso enquanto passa horas decidindo o que assistir e ele acaba sendo a melhor das descobertas. E como geralmente nós apenas assistimos aqueles filmes que são mainstream ou que foram indicados por alguém, você muito provavelmente nunca ficaria sabendo sobre ele, então de nada. Ele realmente vale a pena ser assistido.tumbledown-press-2015-billboard-650

O filme foca no relacionamento entre Hannah e Andrew. Hannah, uma jovem viúva moradora do interior do estado do Maine, nos EUA, e que após a morte precoce de seu marido, um compositor e cantor famoso na área em que eles viviam, tentar viver a vida. Mas não pense que ela fica aos quatro cantos da casa chorando por sua perda – pelo contrário, ela está escrevendo uma biografia dele para eternizar sua história, mas está tendo um pouco de dificuldade para desenvolve-la. Já o professor universitário Andrew, que, fascinado pela história de Hunter e acreditando que ele foi muito mais do que apenas um cantor desconhecido, viu o talento incrível que o Hunter tinha de fazer sua poesia se transformar em melodia, e decide ir atrás de Hannah para descobrir um pouco mais sobre a vida de seu marido para também deixar sua história perpetuado.

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Logo de cara podemos perceber que Hannah e Andrew tem duas versões diferentes sobre a morte de Hunter, ainda que o filme não deixe isso claro entre os personagens. É como se fosse um convidativo para nós vermos o filme para saber aonde isso vai levar o relacionamento dos dois, que aos poucos, ao longo de quase duas horas, ele irá explorar.

Tumbledown é um filme gostoso e delicado de se assistir, que nos traz personagens inteligentes e divertidos que tem uma química muito boa na frente das telas. E, apesar do tema da morte do Hunter estar presente em quase todo o filme, ela não deixa a obra ser uma experiência triste para os que estão assistindo, e passa uma mensagem muito boa no final sobre superação e em como a vida deve seguir deixando o nosso passado para trás, mas necessariamente não signifique ter que esquece-lo.

Confira o trailer do filme logo abaixo:

[FILMES] Resenha Crítica de La La Land

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Direção: Damien Chazelle
Ano de Lançamento: 2017
Elenco: Ryan Gosling, Emma Stone, Rosemarie DeWitt, John Legend
Gênero: Musical
Duração: 2h08m
Sinopse: Um pianista se apaixona por uma atriz em ascensão em Los Angeles

AVISO: Spoilers a frente. Caso não tenha assisto La La Land ainda, não leia. Ou leia. Fica a seu critério.

Antes do filme começar eu solto um longo e pesado suspiro, como se eu tivesse me preparando para o que eu irei assistir pelas próximas duas horas de filme. Só de ter visto o trailer eu já estava encantada. Com as cores, a música de plano de fundo, as atuações, os enquadramentos, Los Angeles. E assim como o meu encantamento, as minhas expectativas pelo filme estavam proporcionalmente iguais. E ainda bem que permaneceram assim.

Num ambiente onde os musicais que são exaltados são os de anos atrás, e onde nenhum musical conseguiu superar as grandes produções, como Mary Poppins, Singin in The Rain e The Sound Of Music, como meros exemplos, tenho a impressão que La La Land poderá se juntar a essas grandes produções e entrar para a história dos melhores musicais já produzidos por Hollywood.

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Roteirizado e produzido pelo jovem e brilhante Damien Chazelle, que já nos havia surpreendido com o intenso filme de 2013 Whiplash, que contava a história de um jovem ascendente baterista que dava seu suor e sangue – literalmente – para se tornar o melhor baterista da faculdade de música que ele frequentava, La La Land não apenas superou sua produção anterior como marcou para sempre o nome de Damien na história dos diretores de musicais.

Mas vamos falar do filme que já começa com uma cena em que muitos carros estão parados no trânsito e de repente, todos começam a cantar e dançar, já nos trazendo para o mundo colorido e dançante que, normalmente, são os musicais. Logo quando acaba, La La Land nos traz as histórias de Mia e Sebastian, dois jovens artistas que lutam para sobreviver no meio de seus respectivos e competitivos ramos. Mia se mudou para LA para seguir seu sonho de ser atriz e vive fazendo testes. Sebastian, um musicista que é apaixonado por Jazz e está com medo do futuro deste gênero, sonha em abrir um bar onde só se tocaria, como ele mesmo se referiu, o puro Jazz. Os caminhos desses dois sonhadores se cruzam algumas vezes no decorrer de uma semana, mas eles de fato só criam um laço afetivo após eles se reencontrarem em uma festa.

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La La Land usa e abusa de tons em pastéis para ajudar na composição de uma cena e dos personagens. Podemos ver, como exemplo, o desenvolvimento da Mia no decorrer do filme pelas roupas que ela usa, de início com tons divertidos, claros e coloridos, uma vibe anos 20, até chegar nas firmes e sólidas cores, dando um ar de amadurecimento. Damien também brincou com as estações do ano e o estágio do relacionamento entre Mia e Sebastian. O filme começa no inverno, onde ambos não se conheciam ainda, até que chegou a primavera e o relacionamento dos dois começa a florir. Verão eles estão em um relacionamento estabilizado e no auge, no outono, as folhas e flores começam a cair até que chega o inverno novamente.

As referências do filme foram outro ponto alto dele. O diretor para escrever o roteiro se inspirou em diversos musicais, entre americanos e franceses, e como se fizesse uma homenagem para todos eles em sua grandeza e importância para esse gênero de filmes, os colocou em La La Land sem retirar nenhum pouco a originalidade dele. Foi apenas uma adição a todo essa celebração a musicais que o filme basicamente é.

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Quanto ao final que vimos muita gente reclamando, eu posso afirmar que não entendo o clamor das pessoas para sempre quererem que protagonistas em geral fiquem juntos no final. A rima não foi de proposito, mas uma coisa que as pessoas têm que entender é: alguns relacionamentos não acabam porque foram um fracasso, alguns deles foram um sucesso no tempo em que existiu, mas aquelas pessoas que estavam envolvidas simplesmente não davam para ficar mais juntas. A vida tem dessas pegadinhas. Assim como Mia e Sebastian, e devo dizer que eles só tiveram ganhos com o término: ambos puderam amadurecer no tempo que tiveram juntos e seguir os seus sonhos graças ao suporte e apoio que um deu ao outro – mesmo após o término. E relacionamento também são sobre isso: amadurecimento mútuo

Eu já era fã da Emma Stone desde de Easy A (A Mentira, de 2009) e não esperava menos da atuação impecável dela em La La Land. Quanto ao Ryan Gosling, confesso que senti que a Emma deu mais de si mesma nos números musicais, mas nada que atrapalhasse no conjunto da obra, e falando neles, eles conseguiram me deixar completamente imersa com suas músicas bem feitas e que grudam na cabeça. Em algum momento você irá se pegar cantarolando City of Stars, eu tenho certeza. Cada segundo é muito poético. Seja pela troca de olhares, pelos passos de sapateado, pelas cores e música do plano de fundo, seja por uma árvore. La La Land é uma poesia em forma de filme.

E em um ano onde os filmes indicados ao Oscar estão com temáticas profundas e que nos fazem chorar de emoção, La La Land veio com sua leveza e a certeza de que quando estivermos fazendo a nossa maratona com as películas indicadas a melhor filme, poderemos relaxar e ficar de frente com uma obra que veio para mudar a nossa visão de musicais.

Clique aqui para conhecer as referências musicais de La La Land.

Confira o trailer do filme logo abaixo:

[FILMES] O Diário de Anne Frank

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Direção: Hans Steinbichler
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Lea van Acken, Martina Gedeck, Ulrich Noethen, Stella Kunkat
Gênero: Drama
Duração: 2h09m
Sinopse: Anne Frank ganha um diário como presente de seu aniversário de 13 anos. Quando os nazistas ocupam a Holanda, ela se esconde com sua família e outros judeus em Amsterdã. Durante esse tempo ela escreve todos os pensamentos sobre a situação em que ela se encontra no seu diário. Mais tarde, os judeus são traídos e levados para campos de concentração.

Hoje eu trago um filme – e uma leitura – obrigatória para todas as idades, afinal, alguns passados tem que ser relembrados diariamente para que eles nunca mais venham a acontecer novamente, e, sem dúvidas, O Diário de Anne Frank é uma das obras mais reais que nos contam sobre o período vergonhoso e imperdoável que nós vivemos na II Guerra Mundial.

Para aqueles que leram o diário assim como eu, lhes dou uma dica: não fiquem chateados com as diferenças que podemos notar do filme para o livro, ou dos momentos que a Anne escreveu que ou foram apressados ou foram subtraídos. Olhem para essa obra como um todo e percebam que, no final, ela passa o mesmo objetivo que a Anne teve ao escrever o seu diário: relatar os horrores da guerra em paradoxo a tentar viver o seu cotidiano como uma adolescente de 14 anos.

O Diário de Anne Frank (Das Tagebuch der Anne Frank) foi filmado em 2015 em Cologne, na Alemanha e lançado no ano passado, dirigido pelo alemão Hans Steinbichler. O diário já foi inspiração para alguns filmes e documentários, mas esse é o mais recente – e o único que eu assisti. O filme começa mostrando o cotidiano da família Frank no meio de uma já iniciada Segunda Guerra e em como eles tentam e conseguem viver, marcados no peito com a Estrela de Davi (símbolo judaico), em meio a dedos apontados e privação de ir a certos lugares onde apenas pessoas de puro sangue (como Hitler acreditava que os alemães fossem) pudessem circular.

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Após Margot, irmã de Anne, receber uma carta de aviso, seu pai decide que chegou a hora deles se esconderem, e é nesse lugar que eles vivem por quase 2 anos e meio, juntamente com a família Van Daan e o doutor Friedrich Pfeffer. Anne então passa a escrever em seu diário, que ganhou de aniversário de 13 anos, quase que diariamente, relatando todos os seus medos, anseios, felicidades, descobertas e raivas. Detalhando o que acontecia na guerra, – e em como ela ansiava mais do que tudo quando ela acabasse e em todas as atividades que ela poderia voltar a fazer – como funcionava o Anexo Secreto (local em que ela apelidou carinhosamente a casa em que eles moraram) e em como ela se relacionava com todos.

Comentava sobre todos os problemas que eles tinham que lidar diariamente, como as idas aos banheiros, os silêncios que pareciam intermináveis que eles tinham que viver a grande maior parte da semana, sobre como ela estava virando uma moça morando e tendo que lidar com pessoas que ela nunca havia visto na vista. Mas sempre e nunca perdendo a fé de que eles sairiam daquele local vivos e seguros para poder retornar as duas vidas como era antes.

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Como comentei mais acima, sim, eu senti falta de alguns momentos que a Anne sempre descrevera em seu diário, sobre como ela estava estudando francês (que no filme foi algo muito vago e houve apenas uma cena de alguns segundos), sobre como ela adorava estudar sobre outras culturas (inclusive ela já havia lido sobre o Brasil e nosso sistema de café e em como a nossa sociedade da época era majoritariamente analfabeta). Também me incomodei um pouco sobre como eles apressaram o relacionamento dela com o Peter e em como eles romantizaram ao extremo algo que no diário, era meramente infantil.

Mas novamente, como disse acima, a obra como um todo é uma obra que merece ser vista e conhecida. Com uma escolha de atores maravilhosa que fizeram jus a como Anne descrevera todos em seu diário. Em como o Anexo Secreto estava bem produzido e detalhado assim como ela fizera em suas anotações. Em como os relacionamentos eram estabelecidos, principalmente com o seu pai.

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O Diário de Anne Frank é um filme que você tem que estar preparado para assistir e tem que saber o que irá vir pela frente. É uma obra sensível e direta contada pelos olhos e entendimentos de uma adolescente em seu período de descobrimento pessoal e do mundo.

É definitivamente uma história que o mundo todo já ouviu falar, mas que, mais do que nunca, precisam assistir e refletir, pois, mudando os personagens e os ambientes, estamos vivendo a mesma coisa no nosso país. A diferença era que lá na Alemanha de Hitler era algo escancarado. Aqui no Brasil é maquiado.

Confira o trailer do filme logo abaixo:

[FILMES]: How To Be Single

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Direção: Christian Ditter
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Dakota Johnson, Leslie Mann, Rebel Wilson e Alison Brie
Gênero: Comédia Romântica
Duração: 1h50m
Sinopse: Um grupo de mulheres navega ao encontro do amor e relações na cidade de Nova Iorque.

 

 

 

Facilmente uma das melhores comédias românticas lançadas no ano passado, How To Be Single entrou definitivamente para a minha lista de melhores filmes de comédia romântica dessa década.

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Com um elenco maravilhoso e um enredo que te faz ficar preso(a) do início ao fim, o filme nos trás a história de Alice, vivida pela adorável Dakota Johnson, que decide dar um tempo no seu relacionamento de 4 anos com seu atual namorado por que ela acha que precisa ter certeza de que quer ficar com ele pra sempre. E ela acha que irá conseguir ter certeza dando um tempo na relação. Whatever. E para além da história de Alice, o filme nos traz em paralelo a vida de outros 3 personagens Lucy (Alison Brie), Meg (Leslie Mann) e Robin (Rebel Wilson  – dando vida a melhor amiga da Alice, e tendo a Rebel no cast, eu acho meio impossível o filme não ser engraçado o suficiente pra você ficar com falta de ar de tanto rir.)

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Pode parecer confuso e de início, o filme pode parecer mais uma daquelas comédias românticas onde a mocinha quer se descobrir no mundo e quer ter certezas de suas escolhas, bom, no início é isso mesmo, mas o filme trata sobre tantos outros temas que toda pessoa de vinte e poucos anos está tendo que lidar neste momento. Complicações entre relacionamentos, sejam eles amorosos ou familiares, o dia a dia no trabalho, as festas, e as bebidas que nós acordamos no dia seguinte desejando não tê-las bebido (se você não experimentou isso ainda, não se preocupe, você irá). Enfim, o filme retrata as situações normais que temos no nosso cotidiano e no fim, percebemos o quanto seu plot é muito maior do que nós achávamos – e o iremos ama-lo por isso. Ele não apenas nos traz personagens reais e que podemos nos conectar bem de pertinho, ou temos algum conhecido que é exatamente igual a um dos personagens, ele também nos traz convívios reais e relacionamentos reais.

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Fora todo o lado cômico do filme e dos ambientes apaixonantes localizados em Nova Iorque, How To Be Single nos traz também ado decorrer do filme várias mensagem que as vezes esquecemos no nosso corrido dia a dia. Como em se conhecer antes de entrar em algo relacionamento ou como devemos manter as pessoas que amamos ao redor para sempre lembrarmos o quanto somos sortudos. Ou para aproveitarmos a nossa juventude, com limites claro, porque a netflix e a nossa cama nunca sairão sozinhas por aí.

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Enfim, se eu fosse vocês e tivesse tendo um daqueles dias insuportáveis que a gente só quer sentar na frente dum computador e dar um pouco de risada, eu baixaria How To Be Single neste exato momento. Eu te garanto que ele tornará o seu dia muito melhor.

Confira o trailer logo abaixo:

[Filmes] La La Land – Cantando Estações

mv5bmzuzndm2nzm2mv5bml5banbnxkftztgwntm3ntg4ote-_v1_ux182_cr00182268_al_Filme: La La Land Cantando Estações
Ano:2016
Diretor: Damien Chazelle
Elenco: Emma Stone, Ryan Gosling, John Legend
Resumo: Ao chegar em Los Angeles o pianista de jazz 
Sebastian (Ryan Gosling) conhece a atriz iniciante Mia 
(Emma Stone) e os dois se apaixonam perdidamente. 
Em busca de oportunidades para suas carreiras na 
competitiva cidade, os jovens tentam fazer o 
relacionamento amoroso dar certo enquanto perseguem fama 
e sucesso.

source

La La Land é o grande favorito a ganhar o Oscar de Melhor Filme de 2017 e ja ganhou vários prêmios no Globo de Ouro. Esse aclamado filme se passa em Los Angeles, cidade onde fica os grandes estúdios de cinema e Hollywood e por conta disso Mia, que sonha em ser atriz, se muda para la. Ela trabalha como garçonete para se sustentar enquanto faz teste atrás de teste em busca de uma chance de atuar. Já Sebastian é músico e trabalha como pianista em restaurantes mas seu grande sonho é abrir um bar de jazz.
O filme mostra o caminho que diversos artistas famosos percorreram até alcançarem o estrelato. Com muitas portas fechadas, muitos nãos e muitos tropeços na esperança de que uma oportunidade apareça.

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Com uma fotografia magnífica, e direção impecável La La Land te cativa desde o começo. É um musical colorido e cheio de referências que faz uma bela homenagem ao meio artístico.
Emma Stone entrega a sua melhor atuação e me surpreendeu com sua linda voz nas músicas. Já Ryan não me agradou muito como cantor mas ele está ótimo como ator. O casal principal tem uma química impressionante, Emma e Ryan ja fizeram outros filmes antes mas nesse eles têm uma sintonia incrível. E fazem você torcer muito pela Mia e Sebastian.
As cenas musicais são bem executadas e dão vontade de sair dançando junto, além de não atrapalharem nem um pouco no andamento do filme e nem deixarem mais difícil de entender as cenas. Mas eu confesso que queria mais músicas ainda. Achei pouco.
O filme é leve e inspirador. Um dos melhores musicais dos últimos tempos. E qualquer prêmio que receber é merecido.

Mesmo que você não goste de musicais assista La La Land porque é um belo filme.

City of Stars are you shinning just for me?

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