[AlêNews] Ebooks gratuitos para passar a Quarentena

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Um estudo em Charlotte: Você nunca viu Watson e Holmes desse jeito antes (Charlotte Holmes Livro 1) – por Brittany Cavallaro: https://amzn.to/3dnsBdt

Sem coração – por Marissa Meyer: https://amzn.to/3bldi3i

Cinder (As crônicas lunares Livro 1) – por Marissa Meyer: https://amzn.to/2WywKFz

Apenas um toque – por M.S. Fayes: https://amzn.to/3dmRqGy

Absoluto (Trilogia da Lei Livro 1) – por M. S. Fayes: https://amzn.to/2xlqhTD

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O Retrato da Condessa: ( Com cenas Bônus) – por M.S. Fayes: https://amzn.to/2QAdLqg

Mares Tempestuosos: Spin-off de “O Retrato da Condessa” – por M. S. Fayes: https://amzn.to/2UdaIGT

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MATHEUS FERRARO: Nada é o que parece. – por LM Gomes: https://amzn.to/2UbRrpf

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Seduzida pelo Perigo – por JC Ponzi: https://amzn.to/2QAld4I

O ENTREGADOR: Série Acasos – por JC Ponzi: https://amzn.to/3dpW4U0

Desde Sempre, Para Sempre: Uma amizade que parece sempre ter existido. Um amor que surge para nunca ser esquecido. – por JC Ponzi: https://amzn.to/2QFJIgT

Esperança – por JC Ponzi: https://amzn.to/3bm9VJ8

Fonte: Twitter

Invisível – Para sair das sombras, basta encontrar uma razão

Livro: Invisível – Para sair das sombras, basta encontrar uma razão
Autores: Tarryn Fisher
Tradução: Monique D’Orazio
Ano: 2020
Editora: Faro Editorial
Páginas: 256
Sinopse: Margô mora em uma casa caindo aos pedaços, num bairro abandonado, com sua mãe que a ignora há dois anos. Ela se sente invisível, até que a amizade com Judah, seu vizinho cadeirante, muda suas perspectivas e a desperta.
Quando uma criança de sete anos desaparece em seu bairro, Margô resolve investigar o caso com a ajuda de Judah e o que ela descobre a transforma por completo.
Agora, determinada a encontrar o mal, caçar todos os molestadores de crianças, torna-se a razão de sua vida.
Com o risco de perder tudo, inclusive sua própria alma, Margô embarca num caminho sem volta…
E o que isso diz a ela sobre si mesma? Por que decidiu fazer justiça? O que a tornou tão invisível?

Hoje é dia de re-se-nha!

Margô não vê muitos motivos pra felicidade plena em sua vida, vivendo em um bairro ameaçador habitado por pessoas desunidas, de caráter duvidoso e também longe de serem amigáveis pra ela, poderia ser o suficiente, afinal ela só se tornaria uma reclusa da vizinhança, mas em casa sua vida é uma gaiola de espinhos, seu relacionamento com a mãe sequer pode ser chamado disso, desde que aquela que representa a sua figura materna pouco caso faz da filha e os abusos são constantes, Margô está presa num desalento de acordar e dormir num inferno.

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Os Manuscritos Perdidos de Charlotte Brontë

Livro: Os Manuscritos Perdidos de Charlotte Brontë
Autora: Charlotte Brontë
Editora: Faro Editorial
Ano: 2019
Páginas: 176
Sinopse: Resgatado de um naufrágio e perdido por quase dois séculos, este livro tem uma história tão incrível quanto as escritas pela família Brontë.
Viajando por quase duzentos anos entre o Velho e o Novo Mundo, os manuscritos passaram por diversas mãos e sobreviveram até a um naufrágio. Mais do que os primeiros rascunhos do que viria a se tornar a obra de Charlotte, o material revela detalhes da vida de uma das famílias mais talentosas da literatura mundial.
Tudo teve início em 1810, quando Maria Branwell, que se tornaria mãe das famosas irmãs Brontë, obteve um livro, em sua terra natal. Dois anos depois, ela se mudou e o exemplar estava entre seus bens que naufragaram em um navio.
O livro foi recuperado intacto e tornou-se precioso para toda a Família Brontë, sendo não apenas uma fonte de leitura, mas também de anotação pelas irmãs Charlotte, Emily, Anne, seu irmão Branwell e seu pai, Patrick.
Em 1861, o livro foi vendido em um leilão depois da morte de toda a família. E, nos anos seguintes, passou por diversos donos, eventualmente, viajando para a América, onde permaneceu em uma coleção particular até 2015.
Comprado pela Brontë Society, descobriu-se joias literárias e históricas escondidas entre suas páginas. Isso inclui anotações, esboços e dois textos nunca publicados de Charlotte Brontë.
Mas este trabalho vai além: especialistas foram convidados a examinar os documentos e apresentam muitas reflexões, incluindo uma sobre a inspiração de Emily Brontë para um dos maiores livros da história: O morro dos ventos uivantes.

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Um livro resgatado de um naufrágio viria a se tornar um objeto de extrema importância para uma das principais famílias da literatura inglesa. Em “Os Manuscritos Perdidos de Charlotte Brontë” vamos acompanhar uma análise sobre o exemplar de The Remains of Henry Kirke White, pertencente a família Brontë, uma obra que hoje se encontra repleta de anotações e pequenos textos escritos pelos irmãos Brontë no começo de suas carreiras.

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FÚRIA VERMELHA

Livro: Fúria Vermelha (#01)
Autor(a): Pierce Brown
Editora: Globo Livros
Tradutor(a): Alexandre D’Elia
Ano: 2014
Páginas: 465
Sinopse: Fúria Vermelha é o primeiro volume da trilogia Fúria Vermelha, e revive o romance de ficção científica que critica com inteligência a sociedade atual. Em um futuro não tão distante, o homem já colonizou Marte e vive no planeta em uma sociedade definida por castas. Darrow é um dos jovens que vivem na base dessa pirâmide social, escavando túneis subterrâneos a mando do governo, sem ver a luz do sol. Até o dia que percebe que o mundo em que vive é uma mentira, e decide desvendar o que há por trás daquele sistema opressor. Tomado pela vingança e com a ajuda de rebeldes, Darrow vai para a superfície e se infiltra para descobrir a verdade.

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“A morte não é vazia como você afirma ser. Vazia é a vida sem liberdade, Darrow. Vazio é viver acorrentado pelo medo, pelo medo das perdas, pelo medo da morte. Digo que a gente precisa romper essas correntes. Rompa as correntes do medo e você estará rompendo as correntes que prendem a gente aos Ouros, a Sociedade. Você conseguiria imaginar isso?”

 

Enquanto estamos órfãos de grandes produções cinematográficas distópicas que nos fazem ficar anos a espera do próximo filme de alguma saga, a melhor opção para não sentir tanta falta desse gênero, que é um dos meu favoritos, é ler livros. Bom, ler livros é sempre uma opção em qualquer cenário, mas as vezes ficamos tão fissurados em apenas um lado da moeda que esquecemos o outro, que nesse caso seria procurar livros do gênero distópico e se afogar neste mar de variedades e histórias que temos por aí.

Fúria Vermelha, escrito pelo americano Pierce Brown, é o primeiro livro da série (inacabada) Red Rising, onde até hoje tem quatro livros da série publicados com o seu quinto ainda sem data de estréia.

Com uma escrita muito detalhada e por vezes densa, o ínicio dele pode ser meio lento até você pegar o ritmo que o autor usou para escrevê-lo e fazer a história ser desenvolvida, porém, assim que você entende a dinâmica da leitura, Fúria Vermelha é o tipo de livro que você só o coloca para baixo quando o termina de ler.

Dividido em quatro partes, Escravo, Renascido, Ouro e Ceifeiro, nós somos levados a conhecer a história de Darrow, um jovem que se morasse no planeta terra teria sido reconhecido com um minerador, mas esse não é o local onde o Darrow mora. Habitante de Marte, que se tornou um planeta terra Transformado, ou seja, um planeta que se tornou habitável, a profissão de Darrow e que ele leva muito a sério, sendo conhecido com o mais novo a exercer a função e com maestria, dando inveja aos homens mais velhos, é de mergulhador-do-inferno, profissão que denominava os escavadores que perfuravam o solo de Marte para tornar o planeta o mais habitável possível para as gerações futuras. E era com esse propósito que o protagonista se deixa ser levado a trabalhar em condições mais que precárias: transformar Marte em um lugar futuramente melhor de se viver.

Como em quase toda sociedade distópica a população é dividida, em Fúria Vermelha não seria diferente, e o primeiro grupo que conhecemos é o Vermelho, onde o nosso protagonista Darrow faz parte, e, fazendo parte da base piramidal, é o povo que mais sofre e trabalha com a promessa de dias melhores que eles mesmos estão criando. As outras camadas sociais, que também são dividas por cores, são as rosas e marrons, azuis, brancos, obsidianos e por último, o topo da pirâmide, que é ocupado pelos Ouros, que é formado por líderes e guerreiros.

Mas o que é levado em consideração para que as pessoas sejam escolhidas e redirecionadas para esses grupos sociais e ficarem nele pro resto da vida? Genética. Todas as pessoas que moram em Marte tem alguma parte específica do seu corpo modificada geneticamente que a faz se enquadrar em alguns dos nichos, ou seja, é impossível você querer se passar por ser uma pessoa de outra camada social, porque alguma característica sua, quer seja cor de cabelo, cor dos olhos ou cabelo, sempre irá te dedurar. Uma vez nascido em uma camada você estará sempre ligado a ela.

Darrow e sua família estão no nível mais baixo da sociedade, e ele parece estar bem com isso. As pessoas ao seu redor parecem estar bem com isso, ele só não imaginava que a sua doce esposa Eo, com sua pouca idade, escondia dentro dela a chaminha necessária para se começar uma revolução e mudar o estado deles de escravos, que quase ninguém via assim. E o estava cansada da maneira que viviam, e estava cansada que o seu marido fosse tão cego, e, em uma tentativa de faze-lo acordar para a realidade do seu povo, durante uma escapada para uma área onde o povo vermelho era proibido de passear, Eo e Darrow foram presos e a partir desse momento a vida de Darrow iria mudar drasticamente e ele não tinha outra opção a não ser abrir os olhos para a sua realidade e tentar muda-la.

Se juntando a um outro grupo de revolucionários, Darrow descobre um mundo muito maior do que aquele que as camadas sociais mais abastadas o faziam saber conhecer, e se antes ele se sentia orgulhoso de ser um mergulhador-do-inferno, uma profissão que ele acreditava ser importante para a vida em Marte, hoje ele sabe que toda a sua vida não passou de uma grande mentira. A vida em Marte já estava acontecendo. Só a dele que não.

Como dito antes, a leitura de Fúria Vermelha pode ser maçante nas primeiras duas partes do livro, onde o autor faz questão de detalhar todos os cenários, mas isso é uma situação mais do que necessária e indispensável quando um autor está começando uma saga em um mundo completamente novo para nós, leitores. Então é válido nós lermos todo esse início denso de características para que a gente não se perca mais a frente do livro, onde as cenas de ação e mais movimentadas, com muitos cenários novos e personagens também, são vistas constantemente.

A única coisa que eu não gostei do livro e que me incomodou um pouco no início, e que isso é uma constante para mim em livros distópicos ou de fantasia, é o fato de que alguns autores parecem não saber como escrever adolescentes salvadores da pátria. Tudo bem que estamos lendo um mundo e uma sociedade que não existem, mas a adultização desses adolescentes de 16 anos, a forma como eles dialogam e como são escritas suas ações e reações não condizem com sua idade, e por mais que fatores como ter que crescer mais cedo que o normal e serem expostos ao trabalho desde a idade de 13 anos, deletar todo e qualquer traço de como um adolescente normalmente lidaria com algumas situações é um defeito que eu não consigo deixar de passar, em nenhum tipo de gênero.

Notícias que de Fúria Vermelha estava sendo adaptado para as telonas pelo próprio autor surgiram na internet, e foram confirmadas pelo mesmo, no ano de 2015, porém, depois de anos sem uma informação nova fomos atualizados ano passado de que os planos haviam mudados, e que agora o interesse deles era de adaptar o livro para uma série.

Enquanto esperamos notícias concretas serem liberadas online sobre o filme ou a possível série, temos como comprar e entrar mais nesse mundo lendo o resto dos livros  série Red Rising: Filho Dourado, Estrela da Manhã e Iron Gold (sem tradução brasileira ainda).

Independência ou morte

Filme: Aves de Rapina – Arlequina e sua emancipação fantabulosa
Título original: Birds of Prey (And the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)
Direção: Cathy Yan
Elenco: Margot Robbie; Mary Elizabeth Winstead; Jurnee Smollett-Bell…
Duração: 1hr 49min
Gênero: Ação, Aventura
Distribuição: Warner Bros.
Sinopse: Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade.
Estreia dia: 06 de fevereiro de 2020

O calendário do cinema 2020 finalmente abre as portas, alguns filmes já estão em cartaz mas nenhum com o forte financiamento e comentários sociais quanto o filme “solo” da Arlequina ao qual teve sua primeira aparição lá atrás em 2016 com o Esquadrão Suicida (David Ayer) não tão bem produzido e preteridamente esquecido por toda crítica por seu baixo faturamento e desempenho.


Longe de se ater a um passado longínquo, a Margot Robbie ao pé da letra entra em seu papel, a personagem carismática e divertida de uma Gotham nada saudável aparentemente foi feita para sua atuação, referências básicas de sua história nas HQs permanecem no roteiro, o que com toda certeza da desenvolvimento a protagonista e dita ao público alvo o motivo de estarmos ali (o chamado Fan service, muito bem atribuído por sinal). A Arlequina conhecida por ser dupla do Coringa separa-se do seu parceiro, com motivos não tão bem descritos e tem o dever de emancipar do chamado rótulo de assistente para alguém capaz de cuidar de si mesma, ser independente e enfrentar os males que vem com a solidão.

Narrada pela mesma, a história tem seus acontecimentos atemporais, distinto de um momento específico entre um filme e outro que coincidentemente diz a todos, essa não é uma sequência, esqueçam o Jared Leto (Antigo coringa e péssimo ator por sinal) por que ele está morto. Além de relatar sobre si mesma e seus gostos peculiares, Arlequina introduz as outras personagens e suas respectivas carreiras e suas histórias pessoais estabelecendo uma conexão do motivo da derrocada do vilão principal sendo a propulsora de todas as confusões vistas por sua loucura indomável, o que garante um desejo do público para o retorno das personagens envolvidas, quem sabe… Em um filme solo ou unidas.

Existe um patamar gigante sobre o quanto esse filme é engraçado e ele é galgado cena a cena, desde a câmera lenta diante de um sanduíche de ovos a uma hiena com o nome de Bruce (pausa para a referência sobre o Batman) todo esse espetáculo é montado de maneira muito leve e colorida, o que peca talvez é a pouca ilustração a nossa querida Gotham maltrapilha, mostrada com charme de uma Paris em pleno outono. Jurnee Smollett (canário negro) define seu espaço com glória, beleza e perícia na sua desenvoltura como heroína. Dentro e fora dos quadros definir lutas corporais em grupo é árduo e quase sempre são cenas cortadas, temos um exemplo perfeito de conjunção e trabalho em grupo para aplaudir a produção.

Com loucura demasiada, um coração partido e um grupo de garotas fortes, autônomas e aptas para definir o quanto as mulheres não precisam de homem nenhum para mandar nelas sobre o que fazer, harmônico, sagaz e bem dirigido, Aves de Rapina sabe o âmbito em que se encontra e bem pra onde seguir, seja ela onde quiser.

Nós andamos juntos, nós morremos juntos

 

Filme: Bad boys para sempre
Título original: Bad Boys For life
Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah
Elenco: Will Smith; Martin Lawrence; Vanessa Hudgens; Paola Nunez…
Duração: 2hr 04min
Gênero: Ação, comédia
Distribuição: Sony Pictures
Sinopse: Terceiro episódio das histórias dos policiais Burnett (Martin Lawrence) e Lowrey (Will Smith), que devem encontrar e prender os mais perigosos traficantes de drogas da cidade.
Estreia dia: 30 de janeiro de 2020



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Minha Pátria Era Um Caroço de Maçã

Livro: Minha Pátria Era Um Caroço de Maçã
Autora: Herta Müller
Editora: Biblioteca Azul
Ano: 2019
Páginas: 215
Sinopse: Em uma profunda conversa autobiográfica com a jornalista austríaca Angelika Klammer, Herta Müller conta sobre o que a levou à literatura e o que determinou sua vida como autora, desde a infância campesina na Romênia, passando pelo despertar da consciência política até a concessão do Prêmio Nobel de Literatura, em 2009.Em Minha pátria era um caroço de maçã, Herta Müller imprime uma diálogo franco a respeito de sua vida e de uma produção artística em que a só a força da palavra pode dar conta de uma realidade marcada pela brutalidade, que a leva a desconfiar do Estado e dos amigos mais íntimos com igual intensidade. Uma obra que percorre os caminhos de sua vida e obra, tanto para quem já conhece seus livros como para quem toma contato com a autora pela primeira vez.

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Herta Müller, ganhadora do Nobel de Literatura em 2009, discorre sobre memórias a cerca de sua infância e sua formação enquanto autora em entrevistas a sua editora Angelika Klammer nessa obra mais recente publicada no Brasil.

O serviço secreto invadia relações estreitas e íntimas através de pessoas de confiança.

Nascida em 1953, Herta recorda durante as 215 páginas sua infância no interior da Romênia, a pobreza e a ditadura vivida naquela época, sua mudança de país para Alemanha, até chegarmos na consagração de seus textos no prêmio Nobel.

Como a escrita, também as colagens se transformam com o tempo. Elas tinham, sem exceção, imagens em preto e branco e palavras de papel de jornal, sem rimas.

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