[RESENHA] PISTAS SUBMERSAS

Pistas Submersas - 9788595811027 - Livros na Amazon BrasilLivro: Doggerland – Pistas Submersas
Autora: Maria Adolfsson
Tradução: Fábio Alberti
Ano: 2020
Editora: Faro Editorial
Páginas: 366
Sinopse: Na manhã seguinte ao grande festival das ilhas de Doggerland, norte da Escandinávia, a detetive Karen Hornby acorda em um quarto de hotel com uma ressaca gigantesca, mas não maior que os arrependimentos da noite anterior. Na mesma manhã, uma mulher foi encontrada morta, quase desfigurada, em outra parte da ilha. As notícias daquele crime abalam a comunidade. Karen é encarregada do caso, algo complexo pelo fato de a vítima ser ex-esposa de seu chefe. O homem com quem Karen acordou no quarto de hotel… Ela era o seu álibi. Mas não podia contar a ninguém. Karen começa a seguir as pistas, que vão desenrolando um novelo de segredos há muito tempo enterrados. Talvez aquele evento tenha origem na década de 1970… Talvez o seu desfecho esteja relacionado a um telefonema estranho, naquela primavera. Ainda assim, Karen não encontra um motivo para o assassinato. Mas, enquanto investiga a história das ilhas, descobre que as camadas de mistérios daquelas terras submersas são mais profundas do que se imagina.

 

Pista Submersa faz parte de uma série de livros que se passa dentro do mesmo território geográfico, a Doggerland, que como dito no livro, é uma nação formada por grande extensão de terras onde hoje a maior parte estão submersas e que restam apenas três ilhas, que estão localizadas em algum lugar entre o Reino Unido e os países nórdicos. 

Karen Eike Hornby. Inspetora detetive das ilhas Doggerland. Dona de um segredo que, se antes a consumia, hoje ela apenas tenta o suportar no dia a dia usando-o como propósito para fugir dele mergulhando no seu trabalho enquanto, ao mesmo tempo, foge de responsabilidades afetivas, um dia acorda na cama de seu chefe, não se lembrando como chegou lá. Mas não que ela não se lembre pois foi levada à força, ela não se lembra graças ao tanto que bebeu ontem a noite, e graças a uma série de erros que ela vive em manter fazendo, mesmo sem querer.

Com sua cidade em festa devido a comemoração mais importante dela, o Festival da Ostra,  inspetora só desejava passar o resto do seu final de semana tranquila em sua casa depois do erro cometido no sábado à noite, quando ao menos esperar recebe uma ligação de um assassinato brusco que ocorreu a ninguém menos do que com a ex-mulher do seu chefe, que foi assassinada quando eles eles estavam juntos. 

Escolhida para ser a pessoa designada para desvendar o caso, a detetive irá passar por um verdadeiro momento de superar seus próprios medos enquanto cava e procura por provas que à leve ao possível assassino, sem saber que isso a levaria a abrir as suas próprias feridas que ela passou a vida toda escondendo de tudo e todos, até mesmo de sua própria consciência. 

A autora descreve com riqueza tudo para que possamos ter uma imagem detalhada dos personagens e dos locais,  o que faz com que a investigação por vezes aconteça de forma lenta, visto que, talvez, por ser o primeiro livro da saga a autora queira detalhar mais a cidade e sua história, mas isso nada impede o desenvolvimento do livro e o interesse que criamos por ele já nas primeiras páginas do mesmo. 

Desenvolvimento esse, inclusive, que nos faz começar a descobrir que esse assassinato está ligada a segredos muito mais obscuros e maiores, que envolve várias pessoas da cidade e a criação de uma comunidade envolvendo a vítima, o que leva à lista de suspeitos maior do que a detetive gostaria, pois motivos eram o que não faltavam para a morte da vítima.

Com capítulos escritos no presente e outro no passado, a autora sueca Maria Adolfsson não nos conta uma história linear, cronológica, e é isso o que prende a atenção no livro. Essa intercalação nos faz conhecer melhor os habitantes desta pequena ilha, são duas histórias contadas concomitantes que de alguma forma se entrelaçam para contar uma história com um recorte maior, e talvez essa seja uma das melhores tacadas do livro, pois você sempre fica querendo saber o que irá acontecer depois e depois.

Sendo do gênero thriller, prender a atenção do leitor é sinônimo de que a história sendo contada está sendo boa, bem desenvolvida, mas isso nem sempre significa que o final irá abraçar as expectativas que tivemos ao ler, o que é difícil, principalmente em um livro tão grande e com uma história que quanto mais lemos e a entendemos mais complexa ela fica, mas por sorte, ou talento mesmo, não é isso que encontramos no final do livro ao finalmente resolvemos o mistério, o que deixa o livro, sem dúvidas, muito mais irresistível para ler. Afinal, quem não gosta de um bom livro investigativo bem escrito?

Eu Nunca….

Never Have I Ever (TV Series 2020– ) - IMDb

Título: Eu Nunca… (Never Have I Ever)
Temporada:
Plataforma: Netflix
Criador: Mindy Kaling
Produtora: Netflix
Elenco: Maitreyi Ramakrishnan, Jaren Lewison, Poorna Jagannathan, Lee Rodriguez, Ramona Young, Richa Moorjani
Sinopse: Ela teve um ano complicado. Agora, tudo que essa jovem quer é melhorar seu status social. Será que os amigos, a família e seus sentimentos vão ajudar?

 

 

 

Essa semana, mais precisamente 27 de Abril, a Netflix lançou mais uma série adolescente colegial que fala sobre os problemas cotidianos de adolescentes e seu grupo de amigos enquanto tentam vencer o inferno que é o ensino médio. 

Dando esse pequeno resumo sem dizer muita coisa, quantas séries adolescentes da Netflix vem em sua cabeça? Na minha veio umas 5 diferentes, e por conta desse motivo que eu não estava muito animada para assistir, até que eu vi o trailer e encontrei algo completamente diferente do que eu esperava. A começar pela protagonista e suas duas melhores amigas. A protagonista Devi, uma das melhores alunas de sua escola que sonha em entrar em uma das faculdades Ivy (oito das faculdades mais prestigiadas dos EUA), Fabiola, também uma das garotas mais inteligentes da escola, mas mais focada na ciência e robótica, e por fim Eleanor, uma amante das artes. O que as três tem em comum além de ser três nerds? Todas são mulheres de cor.

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Enquanto estamos acostumados e esperamos ver elencos….brancos, e séries que se passam em colégios com histórias no mínimo muito difíceis de acontecer em uma realidade normal (alô Elite, Alô Riverdale), encontrar uma série adolescente com atores que se parecem adolescentes, com problemas adolescentes sendo resolvidos de maneiras que seres humanos de 16 anos iriam resolver (sempre criando outros problemas juntos), Eu Nunca (Never Have I Ever) é um sopro relaxante dentro desse gênero que eu não imaginava que a Netflix deveria ter.

A trama principal é focada na Devi, que nasceu em Los Angeles mas que cresceu dentro de uma família e de uma cultura altamente indiana, com seus dois pais vindo da Índia para trabalhar no país americano e a criando o mais próximo de sua cultura o possível, uma coisa que, obviamente, Devi não gosta muito. 

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Não somos imersos na cultura de Bollywood inteiramente, mas conseguimos conhecer um pouco mais dessa cultura, não apenas pela Devi, mas também por sua prima Kamala, que está terminando os estudos nos EUA morando com sua tia e prima, enquanto sua família lá na Índia está procurando um pretendente para o seu casamento arranjado, coisa que Kamala não está muito animada. Então, para além dos dramas adolescentes que vimos em todos os capítulos, também podemos acompanhar um pouco da trajetória da Kamala enquanto ela trava uma luta com ela mesma entre querer seguir com a tradição de sua cultura ou seguir seu coração.

Eu Nunca, criado, executado e produzido pela incrível Mindy Kaling (The Office, The Mindy Project) é uma série curta de 10 episódios, cada um com em torno de 25 minutos, que dá pra maratonar em um dia e rir e chorar enquanto vemos adolescentes passando por situações e problemas genuínos de pessoas dessa idade.

Segue trailer abaixo:

Sony Pictures anuncia novas datas para seus lançamentos no Brasil

A Sony Pictures anuncia novas datas para seus próximos lançamentos no Brasil. A decisão estratégica tem como prioridade encontrar o melhor cenário para o variado line-up do estúdio, equilibrando os lançamentos entre 2020 e 2021, em consideração às mudanças no panorama global.

Para nós, a experiência de assistir a um filme na sala de cinema lotada é a melhor maneira de vivenciar essas histórias. Após uma cuidadosa análise do momento atual, reorganizamos as datas de lançamento mantendo algumas das nossas maiores apostas em 2020, como ‘Monster Hunter’, ‘Super Conectados’ e um projeto Sony/ Marvel. Antecipamos também a estreia de ‘Fatherhood’, estrelado por Kevin Hart, para outubro deste ano, com a confiança de que o hábito de ir ao cinema vai voltar com força total, e estaremos lá para apoiá-lo com grandes filmes”, afirma André Sala, diretor-geral da Sony Pictures Brasil e VP sênior de distribuição na América Latina.

O novo calendário de estreias do estúdio fica:

Monster Hunter – 3 de setembro de 2020

Projeto Sony/ Marvel – 1 de outubro de 2020

Super Conectados – 8 de outubro de 2020

Fatherhood – 29 de outubro de 2020

Escape Room 2 – 7 de janeiro de 2021

Happiest Season – 14 de janeiro de 2021

Projeto Cinderella – 4 de fevereiro de 2021

Peter Rabbit 2 – O Fugitivo – 11 de fevereiro de 2021

Ghostbusters – Mais Além – 4 de março de 2021

Morbius – 18 de março de 2021

Vivo – 15 de abril de 2021

Projeto Sony/ Marvel – 15 de julho de 2021

Uncharted – 7 de outubro de 2021

Sequência Sony Animation – 6 de janeiro de 2022

Fonte: Espaço Z Marketing