[Resenha] F*ck Love – Louco Amor

fuck_love__louco_amor_1498760271679228sk1498760272bLivro: F*ck Love – Louco Amor

Autor (a): Tarryn Fisher

Editora: Faro Editorial

Ano: 2017

Páginas: 288

Sinopse: Helena Conway se apaixonou. Contra sua vontade. Perdidamente. Mas não sem motivo. Kit Isley é o oposto dela desencanado, espontâneo, alguém diferente de todos os homens que conheceu. Ele parece o seu complemento. Poderia ser tão perfeito… se Kit não fosse o namorado da sua melhor amiga. Helena deve desafiar seu coração, fazer a coisa certa e pensar nos outros. Mas ela não o faz…

Tentar se afastar da pessoa amada é como tentar se afogar. Você decide fugir da vida, pulando na água, mas vai contra a natureza não buscar o ar. Seu corpo clama por oxigênio sua mente insiste que você precisa de ar. Então você acaba subindo à superfície, arfando, incapaz de negar a si mesma essa necessidade básica de ar. De amor. De desejo ardente. Você pode pensar que já viu histórias parecidas, mas nunca tão genuínas como essa. Tarryn, a escritora apaixonada por personagens reais, heroínas imperfeitas, mais uma vez entrega algo forte, pulsante, que nos faz sofrer, mas também nos vicia. Depois dela, todas as outras histórias começam a parecer como contos de fadas.

Se você não quer se viciar, não leia a primeira página.

Convidamos a Ju do Blog Papeletas para falar com vocês sobre o livro “F*ck Love – Louco Amor” dos nossos parceiros da Faro Editorial.

Será que vale tudo no amor e na guerra? Até mesmo perder uma amizade de longos anos? Sabe quando você termina um livro e não sabe se gostou ou não?

Esse é o lado ruim de ser jovem. Você não faz ideia de todas as mudanças que estão por vir. E quando elas enfim chegam, não importa o quanto as pessoas o tenham avisado, você fica de fato surpreso.

Pois bem, esse foi o meu sentimento com Fuck Love. Ele despertou emoções um tanto contraditórias em mim. E em diversos momento me coloquei na pele de Helena e até mesmo Della, apesar do livro ser todo narrado por Helena. É impossível o leitor não se colocar na pele da melhor amiga também.

O que não pode faltar na bolsa da blogueira? A) Óculos de sol B) Câmera de Vlog C) Livro D) Todas as alternativas ————– Helena Conway se apaixonou. Contra sua vontade. Perdidamente. Mas não sem motivo.Kit Isley é o oposto dela desencanado, espontâneo, alguém diferente de todos os homens que conheceu. Ele parece o seu complemento. Poderia ser tão perfeito… se Kit não fosse o namorado da sua melhor amiga. Helena deve desafiar seu coração, fazer a coisa certa e pensar nos outros. Mas ela não o faz… Tentar se afastar da pessoa amada é como tentar se afogar. Você decide fugir da vida, pulando na água, mas vai contra a natureza não buscar o ar. Seu corpo clama por oxigênio sua mente insiste que você precisa de ar. Então você acaba subindo à superfície, arfando, incapaz de negar a si mesma essa necessidade básica de ar. De amor. De desejo ardente. Você pode pensar que já viu histórias parecidas, mas nunca tão genuínas como essa. www.outrogarotolendo.wordpress.com ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Quer divulgar com a gente? Entre em contato: outrogarotolendo@gmail.com #books #book #read #reading #reader #page #pages #paper #instagood #livro #livros #leitura #autor #bestoftheday #bookworm #readinglist #love #photooftheday #vidadeblogueiro #plot #blogger #blog #literatura #literate #stories #words #text #tumblr #tumblrboy #tumblrgirl

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Então amores, Fuck Love vai nos mostrar a história de Helena, uma jovem contadora que acaba sendo uma amiga fura olho, quando se apaixona pelo namorado de sua melhor amiga, Della. Sua vida, era um tanto sem graça, antes de se apaixonar perdidamente por Kit. Ela estava acostumada a mesmice do seu relacionamento com Neil e sua vida era completamente ofuscada pelas vontades de sua melhor amiga. O envolvimento desse triangulo amoroso tem tudo para dar errado desde o início e as reviravoltas que a trama vai tomando nos leva a uma crescente gostosa e um pouco frustrantes. Juro que queria entrar na história e dá uns bons tapas nos personagens e principalmente na Helena. Que criatura viu.

Tenho medo é do que estamos nos tornando. Nosso relacionamento está lentamente ficando em segundo plano, e alguma outra coisa está crescendo e ganhando evidência. Costumávamos olhar uma para a outra e encontrar solidariedade mútua devido ao nosso entrosamento e familiaridade. Agora os nossos olhares são prescrutadores.

Tarryn, consegue entregar uma história bem escrita e envolvente, ela não deixa o romance ser o fator principal no livro, muito pelo contrário. Fuck love, é também um livro sobre descoberta, sobre paixões Não podemos esquecer de falar da edição desse livro. Umas das mais bonitas que já vi. O livro possui pequenos erros que passam despercebidos para alguns leitores (menos eu – hahaha).   Enfim vale a pena parar um dia e ler Fuck love, daqui a uns meses irei reler para mudar os sentimentos iniciais que os personagens provocaram.

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[Resenha] Quinze Dias

quinze_dias_1494438332678885sk1494438332bLivro: Quinze Dias

Autor: Victor Martins

Editora: Globo Alt

Ano: 2017

Páginas: 208

Sinopse: Felipe está esperando por esse momento desde que as aulas começaram: o início das férias de julho. Finalmente ele vai poder passar alguns dias longe da escola e dos colegas que o maltratam. Os planos envolvem se afundar nos episódios atrasados de suas séries favoritas, colocar a leitura em dia e aprender com tutoriais no YouTube coisas novas que ele nunca vai colocar em prática.

Mas as coisas fogem um pouco do controle quando a mãe de Felipe informa que concordou em hospedar Caio, o vizinho do 57, por longos quinze dias, enquanto os pais dele estão viajando. Felipe entra em desespero porque a) Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e existe uma grande possibilidade dessa paixão não ter passado até hoje) e b) Felipe coleciona uma lista infinita de inseguranças e não tem a menor ideia de como interagir com o vizinho.

Os dias que prometiam paz, tranquilidade e maratonas épicas de Netflix acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, que obrigarão Felipe a mergulhar em todas as questões mal resolvidas que ele tem consigo mesmo.

 

As férias de Felipe finalmente chegaram e, junto com elas, a liberdade de toda a opressão da escola. Ele planejou passar todos os dias maratonando séries e filmes no Netflix e apenas existindo, só que o seu vizinho gato sexy maravilhoso com umas pernas incríveis e que fica lindo de pijama e fabuloso de sunguinha vai dormir na sua casa, ou melhor: NO SEU QUARTO durante quinze dias e, além de lidar com suas próprias inseguranças, o protagonista vai aprender a lidar com o mundo e, não só um romance bobo, mas este livro é uma baita jornada em busca da autoaceitação. Que hino, meus amigos, que HINO!

“—Pode deitar, se quiser — eu digo e me dou conta de que isso parece o convite para sexo mais estranho de todos os tempos.”

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Este livro é do Vitor Martins, o booktuber em figura de gente, ele parece um artistão da porra, criativo e simpático, mas na verdade ele é muito, muito mais que isso. Sim, eu amo o canal do Vitor e assim que ele anunciou o seu primeiro livro com a capa + prólogo maravilhosos eu adicionei nos desejados do Skoob. Ou seja: ALTAS EXPECTATIVAS, o que pode ser tão perigosíssimo feito a espada de um samurai na hora de ler algo, mas que, quando o livro é tão bom quanto o esperado, a satisfação é ainda melhor do que seria se não tivesse expectativas. E bem, esse livro é MUITO BOM!

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“Da maneira que as coisas mudaram quando Caio disse ‘eu sou gay’, elas mudam quando eu falo ‘eu sou gordo’. Porque ‘gordo’ é o tipo de palavra que as pessoas tentam esconder a qualquer custo. Todo mundo diz ‘fofinho’, ou ‘forte’, ou ‘grande’, ou ‘cheiinho’, mas nunca GORDO. Gordo é uma palavra sem volta. Quando você afirma uma coisa, por mais que ela esteja clara para todo mundo, ela se torna real.”

Eu notei bastante de My Mad Fat Diary na história. Tanto o protagonista (Felipe, que nome lindo, hein? Tá, é o mesmo nome que o meu, mas é maravilhoso mesmo assim…) com a sua narrativa sarcástica, quanto toda a trama de uma personagem com baixo estima descobrindo o amor próprio, o amor romântico e o amor de simplesmente viver a vida sem se odiar. E tem tantas referências que o Capitão América ficaria no chão. Eu amei muito o seriado e o livro, aliás, se você gosta de um recomendo fortemente o outro e (quantos “e”) MDS é impossível ler essa história e não se tornar um(a) fujoshi (pessoas, geralmente mulheres, mas que shipam loucamente casais gays, amo/sou).

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No fim das contas, Quinze Dias é aquele tipo de livro que você termina sorrindo e sai saltitando pela casa pensando em como a vida pode ser bonita, chega de fotos em preto e branco e de chorar ouvindo Linkin Park, ai tu decide contar pro mozão que amou o livro e percebe que não tem mozão, que a vida é uma vadia cruel e que MDS Caio-Felipes cadê vocês no mundo real? Mas aí a bad acaba porque a mãe do Felipe é muito maravilhosa os dias de semana com atividades temáticas é muito incrível e AHHH é tudo tão bonitinho fofinho lindinho arco íris gifs de gatinho. Sério, é um livro muito aquecedor de coraçõezinhos.

“E então, para quebrar o silêncio, eu digo a verdade. Porque quem diz a verdade abre o caminho para as coisas boas. Acho que foi a minha mãe que disse isso uma vez. Ou Dumbledore.”

Resumindo: FABULOSO DEMAIS! Tudo se passa em Quinze Dias mas eu li o livro em três, e se tivesse com menos preguiça de existir provavelmente teria lido em um, porque a escrita é tão gostosa que passa voando, sabe? E OS PERSONAGENS SÃO MUITO AMORZINHO, tipo, já quero conto deles em um e-book na Amazon pra ontem.

Beijos de Sereia.

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[Resenha] Fique Onde Está e Então Corra

fique_onde_esta_e_entao_corra_1397490343bLivro: Fique Onde Está e Então Corra

Autor: John Boyne

Ano: 2014

Editora: Seguinte

Páginas: 222

Sinopse: Em meio às tragédias da Primeira Guerra Mundial, o amor é a única arma de um garoto para curar seu pai.

Alfie Summerfield nunca se esqueceu de seu aniversário de cinco anos. Quase nenhum amigo dele pôde ir à festa, e os adultos pareciam preocupados — enquanto alguns tentavam se convencer de que tudo estaria resolvido antes do Natal, sua avó não parava de repetir que eles estavam perdidos, estavam todos perdidos. Alfie ainda não entendia direito o que estava acontecendo, mas a Primeira Guerra Mundial tinha acabado de começar.

Seu pai logo se alistou para o combate, e depois de quatro longos anos Alfie já não recebia mais notícias de seu paradeiro. Até que um dia o garoto descobre uma pista indicando que talvez o pai estivesse mais perto do que ele imaginava. Determinado, Alfie mobilizará todas suas forças para trazê-lo de volta para casa.

 

É triste que algo tão horrível já tenha acontecido na história do mundo, como a primeira guerra mundial, mas é uma tristeza bela que os humanos capazes de tanta destruição podem fazer arte.

Alfie é uma criança de cinco anos quando o seu pai, George, vai para a guerra. Anos se passam sem que ele volte, vivo ou morto, e a mãe de Alfie sempre diz para ele que o seu pai está em uma missão secreta para o governo. Mas Alfie não é bobo, ele sabe que algo mais está acontecendo, então resolve embarcar na sua própria missão secreta. Ele salvará o seu pai.

Essa é uma história sobre personagens, que é o tipo de livro que mais amo. Mesmo que tenha uma aventura interessante como plano de fundo, tem algo ainda mais profundo no crescimento do Alfie e da forma inocente como ele enxerga o mundo decadente de Londres na primeira guerra.

Cada pessoa na estória tem a sua função, mas todos cumprem os seus deveres na narrativa de uma forma completamente natural. Apesar de ser o meu primeiro livro do Boyne, já ficou claro pra mim que ele é um autor bastante talentoso, arquitetando os personagens na trama de forma impecável. De uma forma real.

No fim, não cheguei a chorar (tanto, tá bom, fiquei com o olho marejado) como imagino que irei chorar quando ler The Boy in the Striped Pajamas (O Menino do Pijama Listrado, o livro de maior sucesso do autor, uma das minhas próximas leituras), mas é tudo tão encaixadinho que terminei de ler com aquela sensação de assistir um filminho enrolado em edredons em um dia muito chuvoso e friozinho enquanto como pipoca e tomo um café quentinho: a mais pura satisfação.

Como escrevi anteriormente: Alfie enxerga o mundo com muita inocência, o que acaba rendendo uma escrita leve e bem dinâmica. O tema é pesado, e até pode ser um gatilho para pessoas (com parentes que) vivenciaram uma guerra ou tragédia semelhante, mas é sem dúvidas um livro incrível, para crianças, adultos e seres humanos no geral.

Abraços.

[Resenha] Um Acordo de Cavalheiros

Vocês sabem que eu não sou fã de romance de época. E se um romance de época foi para mim  o melhor livro do ano, é por que ele com certeza é muito bom!!

um_acordo_de_cavalheiros_1494016665677677sk1494016665bLivro: Um Acordo de Cavalheiros

Autora: Lucy Vargas

Editora: Bertrand Brasil

Ano: 2017

Páginas: 350

Sinopse: Tristan Thorne, o Conde de Wintry, não é um homem para brincadeiras. Com uma vida de segredos, amado e odiado na sociedade, ele não é o parceiro ideal para uma dama. Dorothy Miller não sabe o que há por trás de suas motivações, apenas que ele é bastante intenso. Os jornais dizem que ele bebe demais, joga demais e ama escandalosamente. E até mata. Como uma dama determinada a ser dona do próprio destino como Dorothy Miller acaba em um acordo com um homem como Lorde Wintry? Você teria coragem de guardar um segredo com o maior terror dos salões londrinos? Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

Dorothy Miller não consegue acreditar, que mesmo com todo o vinho do mundo, elá um dia iria parar na cama do Conde de Wintry. Logo ela, uma dama que mesmo após tantas temporadas ainda buscava por um pretendente a altura de sua reputação exemplar, iria se entregar ao Lord Demoniaco.

Thristan Thorne é o completo oposto de Dot (pelo menos é o que dizem os boatos), um libertino de primeira linha, destruidor de corações e reputações por onde quer que ele passe, ficou completamente encantado com dama que não resistiu as suas habilidades orais e desmaiou em seus braços. E assim começa um jogo de gato e rato entre a dama com uma das melhores reputações de Londres e um dos lords mais depravados da  cidade.

Seria um acordo de cavalheiros a solução para o problema dos dois?

– Um caso. Sexo consensual e prazeroso por mais de uma noite. Eu espero que seja por muitas noites, mas não quero que apague outra vez. Temos que chegar até o final . Gostei muito de lhe proporcionar prazer, Dot, mas um bom sexo é feito de reciprocidade e muito prazer compartilhado.

Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

– Tão inocente e tão canalha… – Ele balançou a cabeça para ela, claramente sem acreditar, então estendeu a mão. – Temos um acordo de cavalheiros ou não?

Eu não possuo o habito de ler romances de época, conheço muitos, li poucos, mas nunca me diverti tanto com uma leitura do gênero como dessa vez. Lucy vargas é uma das grandes promessas da literatura. Por várias vezes durante a leitura me peguei pensando: “Seria a Lucy a Julia Quinn brasileira?”, e de todo coração eu espero que sim.

Diferente dos outros livros do gênero que eu já li, “Um Acordo de Cavalheiros” nos traz uma protagonista de época diferente das outras, e diante da sua época bastante empoderada. O livro tem uma escrita muito leve fluída, que garante ao leitor cenas muito intensas, sejam elas de comedia, erotismo, romance ou drama.

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Com personagens humanos em seus pensamentos e sensações, Lucy Vargas presenteia os leitores com um romance acima da média, em um gênero característico de livros clichês e de formulas repetitivas, com um grande destaque para a protagonista consciente de sua sexualidade e suas vontades, e um protagonista que por mais devasso e libertino, sabe como tratar e respeitar uma mulher.

Você é uma bela de uma vigarista. Deve ser por isso que a quero tanto

“Um Acordo de Cavalheiros” é um prato cheio para as fãs de romance de época se deliciarem do começo ao fim, e não se arrependerem de se entregar ao Tristan Thorne.

Nos próximos dias 02, 08 e 09 de Julho, a autora irá sair em turnê por três cidades junto com a editora, apresentando o “Chá da Record”, um evento criado para os fãs de romances de época conhecerem os lançamentos da editora e participarem da sessão de autógrafos com a autora:

02/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017Rio
08/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017Salvador
09/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017SP

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Um cheiro e até a próxima!

[Resenha] Sociedade J. M. Barrie

sociedade_j_m_barrie_1489760137663529sk1489760137bLivro: Sociedade J. M. Barrie

Autor (a): Barbara J. Zitwer 

Editora: Novo Conceito

Ano: 2017

Páginas: 288

Sinopse: Após passar por altos e baixos na vida, Joey ­ finalmente tem uma grande oportunidade: a empresa de arquitetura onde trabalha decidiu mandá-la para Inglaterra para supervisionar a restauração de uma antiga casa. A Stanway House é o lugar onde J. M. Barrie teria escrito Peter Pan, o livro favorito de Joey. Entretanto, a tarefa se mostra mais difícil do que ela imaginava. Até que um dia, enquanto corria pelo parque, Joey conhece um grupo de alegres octogenárias. Elas são membros da Sociedade de Natação de Senhoras J.M. Barrie. O desafio delas é nadar nas águas geladas do lago. A cada dia de Natal, desde 1864, os membros da Sociedade fazem uma competição ao ar livre. J.M. Barrie era o patrono e deu aos participantes um troféu, agora conhecido como Troféu Peter Pan. Essa sociedade, adorável e divertida, transforma a vida de Joey, e marca o início de uma amizade que a mudará de maneira inesperada. Encontrar o amor é muitas vezes apenas um mergulho em nós mesmos.

Desculpem o atraso. Digerir o prato nacional da Escócia feito pelo Ian demandou tempo… Se quiserem a receita, está nas páginas 146-7. A Joey torceu o nariz mas, quando na degustação, diferia da leitura dos ingrediente.  😉

Joey trabalha na Apex Group há sete anos.

“…sua estratégia profissional – ser melhor que qualquer outra pessoa e, quem sabe, alguém notaria isso – começava a parecer equivocada.” p.13

Até que um imprevisto faz com que apresente o projeto de Stanway, e sua dedicação, bem como o amor à história do Peter Pan (a propriedade foi a casa na qual J. M. Barrie passava as férias, onde se inspirou e conviveu com a família Llwelyn Davies) fazem não apenas com que o projeto seja aprovado pela empresa britânica, como que ela seja a responsável por tocá-lo adiante.

WOW!

Propriedade (142):

– capela, hall, antigo refeitório onde os monges faziam refeições, dezesseis quartos, doze banheiros, biblioteca, seis salas semiprivadas, sala de refeições, enorme cozinha, lavanderia e outros doze cômodos que serviram a vários propósitos ao longo dos séculos;

– estábulo;

– edifício de pedra para guardar 1/10 da colheita doado para a igreja;

– chalés de hóspedes;

– dormitório de pedra onde os monges de Tewkesbury Abbey dormiam.

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Um grande trabalho; uma grande oportunidade de explorar ao máximo seu potencial e se destacar, certamente! Para a “intimidação inicial” da Joey o ex dela que trabalha na empresa (bom, sem detalhes deste, não é mesmo?!?…) ficou presente durante a apresentação que deu a ela a oportunidade. (E com “sorrisinho”! Aff!)

Esse é o pontapé inicial. O motivo da viagem da Joey e da sua cachorrinha Tink – Sim, Tink! – de Nova York para Cotswolds. Seu mundo amplia… e o foco principal parece alterado. Ela conhece “as garotas perdidas”: Aggie, Viv, Gala, Meg e Lilia – garotas de aproximadamente 80 anos.

“Se fechar os olhos e for uma pessoa de sorte”, disse o nosso amado senhor Barrie, “deve ver às vezes um lago sem forma, de incríveis cores claras, suspenso na escuridão; então, se olhar bem, o lago começará a ter forma, e as cores ficarão tão vivas que, se olhar bem de novo, devem estar pegando fogo.” Tenho certeza de que falava do nosso lago.p.267

Você mergulharia em um lago congelado?… Se tiver tal “coragem”, após o primeiro impacto térmico (aprendi), que será excruciante, o euforismo será revigorante! Mas não ultrapasse os quinze minutos, mais ou menos, ou pode ter hipotermia. Segredo: dosagem.

Cinco mulheres experientes, corajosas, garotas perdidas… Que nunca deixaram a amizade esvanecer. Sorte?!? NÃO!

“Isso não tem nada a ver com sorte, querida. Decidimos ser amigas e continuar amigas, na alegria e na tristeza.” p.81.

Um tipo cada vez mais raro de amizade, não? Empecilhos não fazem desistir. Eram garotas quando formaram tal laço. Porque o trocadilho com os de Barrie?!…

“Talvez para você, Joey, seja difícil de acreditar, mas cada uma de n´s esteve perdida. Algumas durante meses; algumas durante anos.” p.266.

A briga com a Sarah, sua amiga/irmã de infância que mora há anos na Inglaterra (casada, 4 filhos, com quem tinha perdido contato também enquanto trabalhava e se relacionava “em segredo” com o  Alex), a abalou e Aggie conversou com ela. A “culpa” pela mudança não é do filho dela, Henry, marido da Sarah, mas da criação que ele teve (cuidadores, colégios internos, família tradicional…). Sim, Aggie é sogra da Sarah… Parece que está tudo “em família”? É uma cidade pequena… (Mesmo que morem em Londres.) rs.

A viagem a trabalho possibilitaria o reencontro das amigas, mas as diferenças ocorridas como tempo causam descompassos e estranhamentos. Sim, trabalho! Mas a vida não é apenas isso…

Carol, é sobre a reforma de Stanway, garotas perdidas, amizade ou o quê?!?…

Acalmem-se que nem falei do responsável pela propriedade e genro da Lilia, pai da Lily (adolescente que quer ser atriz, morar em Nova York…rs), o Ian McCormack!

Vida. Escolhas. Perdas e reencontros. A sociedade de natação J. M. Barrie, laços fortes que não podem ser desfeitos com brigas, rompantes, tristezas, discordâncias, diferenças, tempo. Vida compartilhada… apoio… chocolate especial (Chocolate Branco Quente Russo) ou whisky, ou torradas, ou chá… Estar, ser, poder contar. Ter uma Terra do Nunca.

“A liberdade pode ser solitária.” p.135.

Criar laços… Cativar… Ser cativado.

Amigo disse que não era sobre o Peter apesar do Barrie… Não é. É. Pode ser. Tudo muda consoante o olhar. Você decide percorrer a jornada e regressa diferente de quando partiu. Poderia ter decidido não regressar…

Uma língua presa pode transformar “my friend” em “my fwendy” e ser homenageada eternamente, tornando-se Wendy…

Como não embarcar?… Emocionar… Convido-os!

 

Um abraço, Carolina.

[Resenha] Isolados – O Enigma

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Livro: Isolados - O Enigma

Autor: Babi Tatto

Editora: Novo Conceito

Páginas: 144

Ano: 2017

Sinopse: Bibi Tatto retorna ao Minecraft para uma 
aventura ainda mais eletrizante! 

É o último dia de férias e Bibi acaba de retornar 
de viagem com sua família. Já dentro de casa, ela 
e seu irmão, Gagui, logo se sentem entediados, 
fato que não passa desapercebido pelos seus pais. 
Quando Bibi decide aceitar a sugestão deles e 
acessar o Novo Mundo que criou no primeiro livro, 
ela tem uma surpresa: o avatar do Gagui foi 
sequestrado e agora ela precisará descobrir em que 
lugar do universo do Minecraft ele está preso.

Porém, não será tão simples. O Novo Mundo foi 
invadido por um hacker que se autointitula como 
Intruso. Ele construiu uma série de desafios pelo 
caminho, que juntos compõem um grande enigma, para 
que Bibi tente adivinhar as respostas e alcançar o 
seu objetivo que é salvar o avatar do seu irmão, 
antes que o vilão apague tudo que ela criou. 
E se na primeira aventura Bibi corria contra o 
tempo, agora é a paciência do Intruso que pode 
acabar a qualquer instante...

 

Aproveitando a técnica utilizada pela autora no livro, intercalando o jogo, os passos para a resolução do enigma para libertar o avatar do irmão no Novo Mundo (lugar que criou no livro anterior) e lembranças, pensamentos, confissões da sua vida pessoal e profissional como youtuber, farei confissões:

 

1 – Não a conhecia. – COMO ASSIM?!? –

  Não costumo acompanhar canais, exceto o do meu amigo, o Alê Ribeiro. Apenas acesso quando necessito, através de pesquisa no Google, ou postagens importantes recomendadas por colegas e amigos do face, relacionados a minha área – não acesso todas – ou, raramente, para músicas.

 

2 – MINECRAFT?!?… Nunca joguei ou vi alguém jogando.

  Sei que alguns alunos gostam e jogam; Sei que há livros (os quais ainda não li) e, ainda, os “Diário de um  Zumbi do Minecraft”… Destes, li um ou dois, para indicar ou não compra para atividade de incentivo à leitura em uma das escolas, evento que ocorre anualmente, em outubro.

 

* Ainda: deem um desconto para mim!…

– Sim, trabalho 3 turnos! (E por vezes em casa)

– E tenho livros a ler, filmes e séries! Rsrsrs

 

Como esse livro veio parar na minha mão?.. Adivinha!!… Pergunta para o Alê! – Kkkk!

Ele virou com o famoso: Mana, você é professora e seus alunos gostarão de ler!…

 

O livro traz dados biográficos (o que me fez conhecer a Bibi) misturados aos desafios propostos por um “Intruso” no mundo que a autora criou no Minecraft. (terei que ler mais sobre… rs). Eles envolvem lógica numérica, charadas… Por que ela se submete ao Intruso? Além de tentar libertar o avatar do irmão, impedir que destrua o mundo que ela criou. Obviamente, não contarei “qual é a de mesmo” desse Intruso ou “perde a graça”.

 

Trechos que particularmente destaco estão nas páginas 57, 73 e 113. Alguns dirão: “Ah, fala sério! E o lance com os números nos tijolos, lógica, apresentados ao leitor nas páginas 27, 52 e 79?… As charadas?…”

 

Tá! São interessantes para alunos mas, veja, algo que repito para eles desde… SEMPRE?:

“…Preciso sempre ter muito cuidado com as fontes de pesquisa, se são confiáveis etc. Porque tem muita informação errada por aí! Já imaginaram se estou fazendo um trabalho para o colégio?”

 

Na 73 ela fala sobre a expressão “presente de grego”, citando a história (resumida, claro!) do Cavalo de Tróia! ❤

 

113: bullying – o diferente é feito de “chacota” mas, particularmente, a reação perante isso:

“…aprendi que ninguém pode zoar a gente quando você mesmo brinca com suas falhas.”

 

Tá, não falo assim! Digo para ignorarem, o que dá no mesmo. Afinal, tentar “zoar” quem não ouve a “zoeira”, que graça tem?!?.. É a presença de um público, de alguém que mostre ser atingido, que estimula a continuidade, não é mesmo?!?..

 

Admito que tiveram trechos que eu, devido minhas confissões acima, fiquei: “Hãh?!?”

– Kkk! – Mas gostei da leitura! Pensei em como meus alunos reagiriam, como poderia ser usado… Porque, bem sabem, a gente falar é uma coisa; já alguém com quem eles se identificam falar… Podem parar para ouvir, não é mesmo? A própria srta. Tatto disse que busca dar exemplo positivo, afinal, muitos dos milhões de seguidores são crianças. Gostei deste pensamento dela! 😉

 

Aproveito, já me despedindo, a oportunidade de conhecer um pouco da pessoa que, certamente, é seguida por alguns dos meus alunos; saber que eles tem um exemplo positivo dentre tantos negativos dos quais são cercados diariamente é um “bálsamo”…

 

“Vlw!”

E até mais!

 

Um abraço,

Carolina.

[Resenha] O Lado Bom de ser Traída

o_lado_bom_de_ser_traida_1470741030410696sk1470741030bLivro: O Lado Bom de Ser Traída

Autora: Sue Hecker

Editora: Haper Collins Brasil

Ano: 2016

Páginas: 400

Sinopse: Bárbara é uma profissional de sucesso. 
Noiva há cinco anos de Caio, um empresário no ramo 
de telecomunicações, sua vida é completa e plena. 
Porém, ao ver uma foto dele ao lado de uma mulher que se intitula também 
sua noiva, o mundo de Bárbara desmorona. 
Decidida a não se entregar à decepção, ela resolve dar a volta por cima. 
Com o visual renovado, começa a adotar outras posturas, afastando de vez a 
depressão. Para a sua surpresa, o destino coloca em sua vida Marco, um juiz
extremamente sexy. Bastou um olhar para que ambos fossem tomados por uma 
alucinante tensão sexual. Resta saber se, de fato, Bárbara mudou o 
suficiente para se entregar sem amarras.

Eu nunca imaginaria que fosse existir algum lado bom ser traído. Na verdade, a primeira coisa que vem a minha cabeça quando fico sabendo que alguém foi traído, é que com certeza essa pessoa deve estar sofrendo, ou muito triste. E a Barbara realmente viveu isso. Durante cinco dias ela sofreu toda a dor após descobrir que seu noivo de cinco anos, tinha uma outra noiva.

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Mas ela não era mulher de sofrer por quem claramente não a merece. Após os seus cinco dias de sofrimento, ela secou os olhos, mudou os cabelos, se deu um  banho de loja e tomou a melhor decisão para quem não quer viver sofrendo: Viver a vida. Quando estamos solteiros, um novo mundo de possibilidades se abre, e quando Barbara encontra com o juiz Marco, claramente uma química explosiva cresce entre eles. Depois de um encontro inesperado em uma Road Trip, os corpos se unem e fica claro para ambos que por mais que tentem e o universo conspire contra, o destino de ambos já está entrelaçado.

O Lado Bom de Ser Traída, é primeiro livro da Série Mosaico, da autora Sue Hecker, um livro envolvente e muito sensual, com personagens tão humanos que poderiam ser qualquer pessoa ao redor. O livro é um prato cheio para quem assim como eu AMA um livro hot, com cenas bem quentes, sensuais e um plano de fundo diferente do que já li até hoje, a Sue nos conduz pelas vidas de Barbara e Marco.

2829d8f3-bfb6-4840-a495-394c00c67621E como se não bastasse estar apaixonado pela série, também estou completamente apaixonado pela autora. Há algumas semanas tive a oportunidade conhecer a Sue que se mostrou uma das pessoas mais animadas das quais já conheci na vida!

A série  Mosaico é composta de 12 livros (sendo 6 ebooks e 6 físicos), e até o momento 4 livros já foram lançados (2 ebooks e 2 físicos), com a promessa de mais um livro físico até o final do ano. Os livros são publicados pela Harper Collins Brasil, com artes de capas maravilhosas e uma campanha de marketing muito bem trabalhada. (até uma linha de batons foi desenvolvida para a divulgação dos livros).

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Um cheiro e até a próxima!

[Especial dia do Blogueiro] Frases que todo blogueiro não aguenta mais ouvir.

Hoje dia 20 de Março, é o dia do blogueiro. E para comemorar resolvi  fazer um post, com todas as frases que nós não aguentamos mais ouvir.

1- Nossa você ganha tantos, acho injusto, tem que sortear tudo!

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Ahan. Senta lá Cláudia.

2- Nossa, além do livro, você ainda ganha brindes da editora… Que SORTE a sua…

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Muita Sorte mesmo! Mas no caso eu chamo isso de trabalho ao invés de sorte.

3- Mas você ganha dinheiro também ou só livro?

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Não miga. Eu pago a conta de luz com livro, a de água com marcador e internet com bottons.

4- Mas, vem cá, isso é um trabalho de verdade?

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Não, to brincando de trabalhar, ta vendo não?

5- Mas você ganha livro de graça, não tem que reclamar de nada!

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Dependa dos Correios para fazer seu trabalho e você vai me entender.

6- Nossa, eu te enviei meu livro por conta própria, e até agora você não resenhou ele, falta de comprometimento a sua hein…

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Querido autor,

Se eu não solicitei seu livro e você me enviou porque quis, eu também tenho o direito de só ler quando eu quiser.

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7- Ser blogueiro deve ser só ler o dia todo e tirar fotos né?

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Vem cá criar conteúdo todo dia para você ver!

8- Nossa, me da um livro, você ganha vários de graça!

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Eu to com cara de que sou seu pai?!

9- Também vou ser blogueiro para ganhar coisas de graça.

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Antes aprende a diferenciar “Mas” e “Mais” querida.

10- Quando é que você vai arrumar um emprego de verdade.

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E quando é que você vai cuidar da sua vida?

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[Resenha] Todos de pé para Perry Cook

todos_de_pe_para_perry_cook_1484044383643481sk1484044383bLivro: Todos de pé para Perry Cook
Autor: Leslie Connor
Editora: Harper Collins Brasil
Ano: 2017
Páginas: 288
Sinopse: Perry Cook, aos 11 anos, só conheceu uma casa:
o Instituto Penal Misto Blue River. 
Mas apesar de ter nascido e sido criado em uma 
penitenciária, ele não deseja viver em nenhum outro 
lugar; lá ele tem a mãe, a benevolente diretora e 
um grupo de prisioneiros divertidos e bondosos que lhe 
ensinam lições valiosas todos os dias. 
Quando, porém, o novo promotor descobre a permanência 
irregular de Perry em Blue River, ele resolve 
libertar o menino, mesmo contra a vontade dele. 
Em sua jornada para se reunir com a mãe, Perry vai mergulhar não só em uma 
investigação sobre o crime que a levou à prisão mas também em uma jornada 
emocionante e divertida, perfeita para fãs de Extraordinário e 
O menino do pijama listrado.

O mundo de Perry se resume a sua escola, seus amigos, sua mãe e a prisão onde eles moram. Isso mesmo. Perry nasceu dentro de um presidio no Nebraska, na pequena cidade de Surprise. Amado por todos ali dentro, o pequeno Perry já possui uma noção das coisas ao seu redor e do certo e errado. Todos os dias ele levanta, e antes de ir a escola faz os anúncios matinais do presidio porque acredita que um pouco de carinho pode mudar o dia das pessoas. Jessica Cook, mãe de Perry, cumpre pena por homicídio culposo (quando não a intensão de matar), e já cumpriu sua pena por tempo suficiente para em alguns meses pedi sua liberdade provisoria. Porém, o processo de Jessica foi adiado e um promotor descobre a situação de Perry, separando o menino do lar que ele sempre conheceu.

Perry nos passa uma visão muito inocente e pura de tudo que acontece ao seu redor, e sempre com uma esperança de que tudo vai dar certo. O livro nos estimula a pensar qual é o real conceito de um “Lar Adequado”. Seria uma casa perfeita, com pessoas que você não conhece e não ama? Seria em um presidio de segurança minima com as pessoas que você conhece por sua vida inteira e que te amam cada uma delas a sua forma?

Todos de pé para Perry Coook é um livro que promete lhe incomodar, lhe forçando a pensar sobre o que é familia, o que é o lar e até onde é certo a lei separar um criança de seu convivo para lhe proporcionar uma vida melhor quando ela já está mais do que feliz com a sua vida. A Harper Collins nos presenteia com esse livro incrivel tanto em enredo,  quanto em edição.

Contar suas vitórias não quer dizer que você não sabe quais são suas derrotas. Você sabe.

 

[FILMES] Conheça os filmes que inspiraram La La Land

AVISO: Se você ainda não viu La La Land, recomendo não ler esse post pois ele tem um pouco de spoilers.

Eu não me canso de falar sobre La La Land, (e espero que muitos de vocês também não) pois além de ser uma das maiores surpresas que tivemos em 2017, temos uma obra de arte sensível, colorida, perfeitamente roteirizada e dirigida, mas não poderíamos esperar outra coisa do  Damien Chazelle, que também foi diretor do premiado e intenso Whiplash (2014). Mas vocês sabiam que para escrever o roteiro de La La Land o Damien buscou referências e inspirações em alguns musicais clássicos, outros nem tanto, mas que ajudaram a montar essa obra de arte que é o filme?

Hoje nós iremos mostrar todos os filmes que o Damien utilizou para usar como inspiração para La La Land e, quem sabe, fazer você se apaixonar um pouquinho mais pelo mundo dos musicais.

12) Les Demoiselles de Rochefort (1967)

Na cidade francesa de Rochefort a Festa do Mar é o evento ideal para encontros e reencontros entre irmãs, velhos amigos e novos conhecidos. De acordo com o diretor, o que mais importa no filme é o sentimento apaixonante e eufórico pelo qual este filme está carregado. Damien usou uma cena desse filme como inspiração para o início de La La land.

11) Grease (1978)

Quem nunca assistiu ou ouviu falar sobre um dos musicais mais famosos de todos os tempos? Com tanta fama era óbvio que Grease não ficaria de fora das inspirações que o Damien usou para escrever uma das cenas do filme. A take escolhida nesse caso é a cena em que Rizzo tira sarro da Sandy imitando-a, mas pro filme o Damien apenas fez referência as amigas da Mia se arrumando para sair, nada de chacota.

10) West Side Story (1961)

Este musical, oriundo da Broadway, se tornou um filme de grande sucesso em 1961 se passando em Nova Iorque em 1950, e explora a rivalidade entre os Jets e os Sharks, duas gangues de rua adolescentes com diferentes origens étnicas. O diretor de La La Land usou umas das cenas na fábrica de tecidos para, também, fazer referência as a Mia e as amigas se preparando para sair.

9) Sweet Charity (1969)

Também usado para a cena em que Mia e suas amigas estão saindo, esse musical do final dos anos 60 fala sobre Charity, uma dançarina de cabaré que sempre se apaixona pela homem errado, e que, ao ir numa palestra, se apaixona por um homem desajeitado e faz com que sua vida mude totalmente de rumo.

8) Singin’ In The Rain (1952)

Sendo conhecido como o maior musical americano de todos os tempos, assim como Grease, seria meio óbvio que Singin’ In The Rain ocupasse um lugarzinho especial no roteiro do Damien. E ele não aparece apenas uma vez como inspiração no filme, o diretor usa diversas takes que fazem referência a La La Land, mas o momento de maior inspiração é com certeza quando o personagem do Gene Kelly dança segurando em um poste de luz, no qual o Sebastian o faz quando ele e Mia estão cantando A Lovely Night.

7) Shall We Dance (1937)

A inspiração usada na cena em que Mia e Sebastian estão cantando A Lovely Night veio do filme de 1937 Shall We Dance. O musical conta a história de Petrov Peters, que é um dançarino que viaja pelo Oceano Atlântico porque deseja ficar perto da famosa estrela de musicais Linda Keene.

6) The Band Wagon (1953)

Mais um filme que inspirou na cena de A Lovely Night e mais um filme de Fred Astaire, baseado em um musical da Broadway, The Band Wagon se tornou um filme em 1953 e é considerado por muitos críticos um dos maiores musicais de todos os tempos, juntamente com Singin’ In The Rain. Ele conta a história de Tony Hunter, uma estrela do teatro que está preocupado que sua carreira possa estar em declínio, e então seus amigos escrevem uma peça que acreditam que salvará a carreira de seu amigo.

5) Moulin’ Rouge (2001)

Talvez um dos musicais mais recentes dessa lista, Moulin Rouge foi indicado a vários festivais e recebeu uma ótima crítica de quem o assistiu e da mídia. Sua história conta a vida de um jovem poeta chamado Christian que, contra a vontade dos pais, se muda para Paris e lá passa a frequentar o Moulin Rouge, um salão de dança, um clube noturno e um bordel, e se apaixona pela bela Satine.

4) Funny Face (1957)

Trazendo a famosa Audrey Hepburn e novamente o Fred Astaire, esse musical de 1957 nos fala sobre a busca do fotógrafo Dick Avery a encontrar sua modelo perfeita, Jo Stockton. A cena inspirada é a de quase no final do filme, quando eles nos mostram Mia em uma sessão de fotos.

3) An American in Paris (1951)

Damien se inspirou nesse musical para compôr a cena final de La La Land, que nos mostra como o relacionamento da Mia e do Sebastian poderia ter sido. O filme em questão se passa após a Segunda Guerra, quando um soldado americano resolve tentar a sorte como pintor em Paris. Ele é descoberto por uma mulher rica, que tem outros interesses além de seus quadros, mas se apaixona por Lise, que está noiva de outro homem.

2) Les parapluies de Cherbourg (1964)

Esse musical francês de 1964 retrata a vida da jovem Geneviève, que vive com sua mãe e trabalha em sua loja de guarda-chuvas. Ela é apaixonada por Guy que tem que ir para o exército para lutar pela França por tempo indeterminado, quando descobre que está gravida dele e fica na dúvida se espera ou não por ele, ao mesmo tempo sua mãe tenta a convencer a se casar com Roland, um homem rico que está apaixonado por ela e pretende se casar com ela. A cena que Damien usou como inspiração compõe a cena que do final de La La Land.

1) Broadway Melody of 1940 (1940)

Tendo como última referência em seus filme, e mais um filme com o ícone Fred Astaire (até aqui você já deve ter percebido o quanto o Fred era famoso es sua época, não?), Broadway Melody of 1940 fala sobre Johnny Brett e King Shaw, que vêm tentando fazer sucesso como uma dupla de dança em Nova York. O Damien se inspirou neste filme na cena em que Mia e Sebastian parecem que estão dançando entre as estrelas.

 

Confira o vídeo que usamos para fazer esse post contendo todas as referências de La La Land: