[Especial] W – Two Worlds

Senta que vai ter o que falar e elogiar nesse k-drama

Esse drama magnifico – e não existe uma palavra amena para se referir a uma obra de arte dessa – é escrito pela Song Jae-Jung e produto da MBC, o k-drama W – Two Worlds literalmente traduz em sua trama inusual dois mundos coexistentes, da mesma forma que um está contido no outro, ao mesmo tempo são paralelos, o mundo real, representa a realidade em que estamos naturalmente inseridos, nele a protagonista Oh Yeon Joo habita e o mundo digamos literário de um manhwa, em que vive o Kang Chul, esse segundo está inserido no real pela ligação com o criador do manhwa, o Oh Sung Moo.

O mundo real segue normalmente seu fluxo de tempo em torno da estudante de cirurgia cardiotorácica da universidade a Oh Yeon Joo, em Seul, também filha de um autor de manhwa reconhecido e apreciado por sua obra, Oh Sung-Moo, mesmo ela é uma nata apreciadora de sua construção imagética e nutre um apreço pelos personagens de W – uma leitora gente como a gente – e assim como os milhares de fãs da obra, sempre acompanha as atualizações do webtoon, enquanto dentro de W, o tempo segue o fluxo em acordo com as ações do protagonista, ou seja o tempo está ligado a tomada de decisão do Kang Chul e tende a não ter uma cronologia habitual para que priorize momentos que o envolvam e seguindo a narrativa do quadrinho com ele no centro, uma lógica dada para narrativas que se centram em personagens bem definidos em obras que consumimos o que acontece em paralelo ao centro da narrativa só será de conhecimento se o personagem tiver interesse em seja lá o que for, o que também desencadeia os intervalos de capítulo desde que são episódios é necessário finalizar o os episódios do manhwa que no caso leva em consideração o clímax de algum momento para que leve a continuidade da narrativa em ligação com o desfecho anterior.

W em si é o nome do manhwa que levou o autor Oh Sung-Moo de um fracasso familiar para os holofotes coreanos, suas atualizações chegam a parar pessoas para consumir o lançamento. Nesse universo literário é desenvolvida uma trama dramática com doses de emoção e ação – particularmente não é para menos, sendo uma leitora por mim mesma reconheço o apelo atrativo do enredo –, onde o protagonista Kang Chul é o medalhista coreano e campeão mundial de tiro ao alvo, com performances impecáveis em competições. esse fato se tornou sua conquista e sua maldição, após o assassinato de toda a sua família (pai, mãe, irmã e irmão) todos por tiros limpos que indicavam uma inegável habilidade do assassino, ou seja alguém que não seria nada menos do que um especialista em tiro.

Sem álibi e com sua habilidade comprovada por toda a nação, Kang Chul se torna alvo do judiciário, sob a suspeita de matar seus familiares atribuindo a causa a um possível efeito do ego por ser campeão olímpico, acaba sentenciado a pena de morte, entretanto por falta de provas que o insira como nada além de suspeito ele consegue sua liberdade de volta pelo tribunal, mas não sua antiga vida, além de estar sozinho, sua própria fama o torna reconhecível e alvo de hostilidade pública. Em contra-ataque para não ficar acuado por uma barbárie sem solução e em busca do assassino de sua família, ele investe tudo o que tem em estar sempre sob a atenção pública organizando um programa de investigação para casos não solucionados como o que acometeu sua vida e levou a vida de sua família, em algum tempo ele deixa de ser um vilão e é reconhecido como um herói nacional, assim ele assume o lugar como protagonista e “herói” da obra fictícia como um mártir que carrega um passado de sofrimento mas tenta dá a volta por cima com suas próprias mãos, aprendendo artes marciais e usando sua capacidade de analisar as oportunidades.

É em uma visita de sondagem a casa e estúdio de seu pai que Yeon Joo acaba descobrindo mais do que deveria, Chul está prestes a ser morto pelas mãos de seu criador, em choque com um absurdo – quem nunca se apegou a um personagem fictício que atire a primeira pedra – e com o súbito desaparecimento de seu pai, as coisas pioraram quando ela acredita ver o esboço do webtoon se mover pra então ser realmente puxada para dentro da tela e para a Seul fictícia de W, onde é inserida na mesma cena antes desenhada, a diferença é que agora é real e ela pode salvar Chul de uma morte desolada no telhado de um hotel, no que seria um desfecho inconclusivo sobre a trama da vida dele.

É nesse momento que a trama do quadrinho se desenvolve um curso próprio com a inclusão da Yeon Joo e mudando o que teria o final fatídico, ou seja, o autor deixa de ser aquele que controla o espaço-tempo de W e a ideia de que apenas o autor manipula esse universo é abandonada de vez, a intervenção desconexa de Yeon Joo gera suspeita e o fato de ela não ter uma identidade por ser não ser do universo de W a torna uma incógnita para quem entra em contato com ela e Chul desenvolve autonomia em sentir que algo fora do comum está acontecendo ou que está sendo manipulado por algo ou alguém que ele não consegue confrontar, é o momento decisivo onde o personagem deixa de ser apenas um personagem.

Os fatores que designam o drama poderoso e marcante podem ser facilmente pontuados, tais como:

  • Ótimo enredo, a ideia principal por si intriga com a possibilidade dupla de onde termina uma realidade e começa a outra;
  • O desenvolvimento vai além em propôr equilíbrio de fatores, como romance, ação, drama mistério e até mesmo comédia, tendo os próprios momentos e focos apropriados, os personagens não se perdem no caminho, sendo referente a influência que dispõem na trama, eles são desenvolvidos e novos traços de personalidade são trazidos a tona, aliando isso ao carisma que os mesmos exalam;
  • A mescla de um universo real e universo fictício sugere uma criação arriscada pra que o espectador se mergulhe na ideia, as passagens dividas entre traços reais e animados colabora para a construção de dupla realidade, estilo de Uma Cilada para Roger Rabbit;
  • Cada episódio é muito, mas muito, muito bem construído mesmo, em 16 episódios de 43 minutos em média não existe aquela enrolação pra encher, é um fato atrás do outro e pronto pra desencadear mais uma série de acontecimentos e mudar o percurso do universo de W;
  • Uma curiosidade é que o “portal” entre os dois mundos é então a mesa de desenho do Oh Sung-Moo e o próprio Kang Chul, ambos são os que possuem a capacidade de remodelar a realidade do manhwa, através disso que se pode ter acesso a ambos universos, porém não indiscriminadamente, não existe uma plena explicação para o porquê de ser assim, apenas é, assim como os sapatos de Dorothy eram vermelhos e mágicos e o guarda-roupa poderia levar a Nárnia.

Ponha o preconceito de lado, você pode estar perdendo grandes momentos, então olha esse trechinho pra ficar naquela vontade de começar agora 

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[Variedades] Dicas para aproveitar (e muito!) enquanto estuda História

Hoje é dia de dicas (e estudos por que não?)

Quem nunca vive o drama de ter que estudar, tem prova, tem e deve revisar para a tal avaliação, prova ou seja lá o que for, porém a mente está em outro lugar? Outras atividades antes tão banais, agora parecem a melhor realização de todas, olhar pela janela nunca foi tão interessantes, “olha esse céu! Nunca percebi antes, então agora que não tenho para ficar aqui admirando, vou fazer exatamente isso!”

Isso é a procrastinação, para outros, desvio de atenção, mas não tema, sabe a vontade assistir alguma coisa, abrir a Netflix e ficar rolando para cima e para baixo para acabar assistindo nada? Então que tal unir estudo e entretenimento? Quando sua mãe perguntar: “Você não estava estudando?”, você vai simplesmente responder: “Estou aprendendo sobre o reinado britânico da Rainha Elizabeth II”, ou “Mãe, você sabia que o faraó Tutacamôn foi o mais jovem a subir ao trono egípcio?”. Se joga nessa seleção para começar a ver desde já:

TUT

A mini-série que conta com 3 episódios, explora o drama de poder, política, guerra e assassinato, e narra a ascensão do jovem rei Tutancâmon (1333 – 1323 AC) à glória, os seus esforços para governar um império Egípcio caótico e o enigma em torno de sua morte.

A Lista de Schindler

O alemão Oskar Schindler (Liam Neeson) decide usar mão-de-obra judia para abrir uma fábrica na Polônia. Testemunha do massacre aos judeus durante a Segunda Guerra, ele faz da fábrica um refúgio, salvando mais de mil vidas ameaçadas pelo nazismo. Mas para isso é preciso desafiar o regime.

Reign

Narra a história da jovem Mary Stuart da Escócia. Sua chegada à França, aos 15 anos de idade, para formalizar seu noivado com o príncipe Francis e todas as intrigas, lutas pelo poder, forças obscuras e traições que circulam este reinado.

The Crown

Filha do rei George VI (Jared Harris), Elizabeth II (Claire Foy) sempre soube que não teria uma vida comum. Após a morte do seu pai em 1952, ela dá seus primeiros passos em direção ao trono inglês, a começar pelas audiências semanais com os primeiro-ministros ingleses. Ela assume a coroa com apenas 25 anos de idade, mas com grandes compromissos, vêm grandes responsabilidades.

The Tudors

A esplêndida Inglaterra do Século XVIII era reinado de Henrique VIII (Johnathan Rhys Meyers). A série começa quando ele ainda está tentando alcançar o trono, à medida que se distancia de sua esposa e apaixona-se por Ana Bolena (Natalie Dormer). Auxiliado pelo Cardeal Wolsey (Sam Neill), ele chegou ao poder e manteve-se forte apesar das intrigas e armações. Na sua vida privada, ele tenta criar uma maneira de se divorciar de Catarina de Aragão (Marye Doyle Kennedy) para se casar com Ana Bolena, em meio a muitas disputas políticas e esquemas.

Roma – Império de Sangue

Esta mistura de épico histórico e documentário retrata o reinado de Cômodo, o imperador que deu início à derrocada do império romano.

Juana Inés

Juana Inés de la Cruz, uma poderosa freira feminista, se envolve em um caso de amor proibido com uma mulher e encara a opressão no México do século 17.

Shaka Zulu

A minissérie narra o conflito do início do século 19 entre o império britânico em expansão na África e Shaka, líder da grande nação Zulu.


Aproveitem essa chuva de dicas boas!

[Variedades] K-Drama, Dorama… aqui tem!

Você sabe o que é K-Drama? Se sim, o post é todinho para você, se não… é também, óbvio!

Já pensou em embarcar em um novo mundo com muita emoção, adrenalina, oppas lindos de morrer, fantasia, casais para shippar, unnies badass, enredos instigantes, teorias, sofrimento, ilusão… ok não (só um pouquinho), mas tem muito mais e para quem já assiste, tem recomendações maravilhosas para ver desde já e mostrar para os amiguinhos que ainda não conhecem esse universo glorioso, só chega junto que hoje tem!

Ah todas as sinopses a seguir vieram do DramaFever e lá é o portal para encontrar muitas preciosidades, nossa Netflix dos doramas ❤

  • Strong Woman Do Bong Soon

A força de Bong Soon a ajuda a arranjar um emprego. Ela tem que que ser a guarda-costas do arrogante chaebol Ahn Min Hyuk, CEO de uma empresa de jogos. Ahn Min Hyuk sabe jogar todos os tipos de jogos errados. Ele é esquisito, mimado, dominador e muitas vezes mostra um absoluto desrespeito pelas regras e cortesia comum. A personalidade dele bate de frente com a da certinha Do Bong Soon, mas não demora muito tempo para o gelo entre os dois começar a derreter e as coisas começarem a esquentar. Será que o CEO do jogo se tornará uma pessoa melhor e conquistará o coração da nossa mulher forte? Ou será que ela sempre suspirará pelo homem que não gosta da força que a torna única?

  • Lookout

Quando um grupo de pessoas que perderam entes queridos se junta para obter justiça num sistema legal ineficiente, eles ensinam a cada criminoso da cidade o verdadeiro significado da vingança.
Criminosos matam, e são soltos. A história é antiga, mas ainda machuca. Isto é o que acontece com a Jo Soo Ji, uma ex-investigadora da polícia que teve a filha dela brutalmente assassinada, e teve que ver o assassino ser liberado por negligencia da polícia. Para obter justiça, ela junta forças com um grupo que tem contas a resolver com o sistema corrupto judiciário.

  • Hello My Twenties ou Age of Youth (tem na Netflix)

A universitária Yoon Jin Myung vive ocupada enquanto trabalha para pagar seus estudos e ir bem nas provas, tendo muito pouco tempo para o drama que a cerca em seu cotidiano. Infelizmente, as outras quatro garotas com quem vive não a deixam escapar facilmente. A universitária Song Ji Won não deixa que sua bebedeira tire o melhor da sua personalidade. Jung Ye Eun é apaixonada pelo namorado e sempre deixa bem claro o que não gosta. Kang Yi Na tem uma grande popularidade devido ao seu corpo tonificado. Yoo Eun Jae é a mais nova inquilina e se esconde atrás de sua timidez e gosto peculiar em rapazes. Juntas, elas passarão por vários desafios diante da vida, mas para que mais serviriam colegas de quarto?

  • Descendants of the Sun (tem na Netflix)

É amor a primeira vista quando o Capitão das forças especiais Yoo Shi Jin encontra pela primeira vez uma linda médica chamada Kang Mo Yeon. Mas mesmo antes de embarcarem nesse amor, os dois percebem que trabalham com valores opostos – um soldado que tira vidas e uma médica que as salva. Um ano depois do primeiro encontro, uma reunião fatal os leva para Uruk. Será que o amor entre Shi Jin e Mo Yeon será maior que as batalhas travadas em suas vidas?

  • Pinocchio

No meio de vários jovens jornalistas, a nova repórter Choi In Ha está a procura de um furo jornalístico, só que ela se encontra presa em sua síndrome de Pinóquio, em que não pode contar mentiras sem ter vários soluços! Enquanto isso, o repórter Choi Dal Po prova ter uma memória esplêndida e uma habilidade muito boa para mentir. Em um mundo dominado por fatos, o quão longe você consegue ir com uma mentira?

  • Heirs

Kim Tan mora nos EUA e é herdeiro de um dos homens mais ricos da Coreia. Cha Eun Sang mora na Coreia e tem uma vida difícil, tendo que manter vários empregos a fim de se sustentar e ajudar a mãe. Quando Cha Eun Sang vai aos EUA encontrar a irmã, eles acabam se esbarrando, no que parece ser um pequeno sonho na vida de Eun Sang. De volta à Coreia, o destino tratará de uni-los novamente em uma história que, além disso, mostra a vida, os amores e os aprendizados dos grandes herdeiros dos milionários da Coreia que frequentam o Colégio Jeguk.


apreciem essa maravilha!

[Resenha] Outlander – Season 1

51BjwZ3wtWL._SX940_Série: Outlander
Elenco: Caitriona Balfe, Sam Heughan, Tobias Menzies
Criador: Ronald D. Moore
Gênero: Drama, Fantasia, Romance
Emissora: Starz
Ano: 2014 - Atualmente
Sinopse: Claire é uma enfermeira que ajudou na
 Segunda Guerra. Quando volta, ela e seu marido Frank, que é historiador,
 viajam para Escócia para uma reaproximação, pois ficaram anos 
separados por conta da guerra. Durante a viagem Claire é misteriosamente
transportada para o passado, e tenta descobrir um modo de sobreviver
a essa época e voltar. Nesse ambiente, ela conhece o jovem guerreiro
escocês Jamie Fraser e Jonathan Randall, antepassado de Frank.

Oi povo, vim hoje falar de uma série que assumo não me conquistou no piloto, mas depois no segundo episódio eu me viciei de um jeito que não teve volta. Primeiro porque amo viagens no tempo, segundo porque é uma série belíssima, tem um roteiro ótimo, uma fotografia maravilhosa e personagens femininas incríveis.

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PS: Outlander tem uma abertura maravilhosa

Claire é uma enfermeira que foi servir na Segunda Guerra, e quando volta ela e seu marido Frank resolvem ir para a Escócia para pesquisar sobre os antepassados de Frank que é historiador. Nessa viagem porém ao ir a uma colina e tocar eles presenciam um ritual, mais tarde ao tocar na pedras no topo da colina Claire é misteriosamente transportada para 1743.

Perdida em outro século Claire se vê na necessidade de voltar aos braços de seu marido, porém ao invés disso ela esbarra em um ancestral dele, Jack Randall, que é do tipo de pessoa mais repugnante que se possa imaginar, para fugir de Jack que é capitão do exército inglês Claire acaba sendo “resgatada” pelo clã Mackenzie. Eles a tratam como prisioneira pelo medo dela ser uma espiã inglesa.

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Ela tenta se adaptar aos costumes locais para que quando tiver oportunidade voltar às pedras e tentar retornar ao século XX. Porém 1743 não é a melhor época para as mulheres e nem para os Escoceses, em meio a uma troca de farpas entre Inglaterra e Escócia, Claire tenta sobreviver.

Outlander é uma série para quem tem estomago, com cenas fortes e muito sofrimento, essa obra de arte pode pegar de surpresa algum desavisado. Se você tem traumas quanto a violência, não veja, pois essas cenas são feitas de forma  cautelosa e com muita qualidade e as vezes fica até difícil não virar a cara ou fechar os olhos quando elas acontecem. As cenas de violências ao contrário de várias outras séries não são simplesmente jogadas sem propósito,  elas tem função fundamental no roteiro e nos fazem sentir agonia, dor e nojo, como deveria ser com qualquer cena forte, em Outlander não são feitas só para chocar o público, são feitas para entendermos como violência é algo ruim.

Mas não é só de violência e mistério que vive a série, o ponto crucial é o romance, o amor. Nos vemos diante de um triangulo amoroso e apesar de amarmos um casal, ficamos triste pela outra ponta do triangulo. O amor guia as decisões dos protagonistas e por isso acabam se envolvendo em situações delicadas e é aí meus queridos que nós fãs sofremos haha.

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E é isso que a série tem de melhor a qualidade das cenas, do roteiro e da direção. Tudo detalhadamente caprichado, como alguns dizem, feito com carinho. E a qualidade se estende aos atores, Tobias Menzies e Caitriona Balfe são um show à parte, e o elenco se completa de uma maneira lindíssima. Não é a toa que Outlander foi indicada a Melhor Série de Drama no Globo de Ouro.

Se você gosta de séries completas, com reviravoltas interessantes. Se você gosta de romance e se você gosta de sofrer vem pro bonde de Outlander, que você não vai se arrepender.

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Outlander é baseado na séries de livros homônima de Diana Galbadon. A série tem um total de oito livros mas no Brasil alguns desses livros foram divididos em duas partes:

  • A Viajante do Tempo(1991)
  • A Libélula no Âmbar(1992)
  • O Resgate no Mar(1993)
  • Os Tambores de Outono(1996)
  • A Cruz de Fogo(2001)
  • Um Sopro de Neve e Cinzas(2005)
  • Ecos do Futuro(2009)
  • Written in My Own Heart’s Blood(2014) (Ainda sem tradução no Brasil)

 Até a próxima 😉

[Série] Broad City

Olá pessoas!

Hoje quero apresentar a vocês uma série pouco conhecida que eu amo demais e sofro muito por não ter alguém para compartilhar.

Broad City é uma comédia sitcom criada e desenvolvida por  Ilana Glazer e Abbi Jacobson que também são as estrelas e protagonistas. Primeiro era uma web serie, ou seja, era exibida na internet. Mas em 2014 começou a ser exibida na TV pelo canal Comedy Central. A série conta com Amy Poehler como produtora executiva, e chegou a fazer uma participação em um episódio que também dirigiu, a finale da primeira temporada.

"You girls are so pretty you should smile" Broad City answer

Como trama central, Broad City traz duas melhores amigas politicamente incorretas que moram em Nova York e levam a vida mais random possível. Abbi trabalha limpando uma academia, mas o sonho dela é ser treinadora na mesma. Já Ilana trabalha em um escritório onde não faz absolutamente nada e manda no própio chefe. Fora isso, cada episódio é uma aventura que só. É cada situação que elas acabam para conseguir dinheiro ou outra futilidade. E devo dizer, 90% dessa série é elas fumando ou falando sobre maconha.

 That time you discovered you could learn just as much about growing up from the youth as from your elders. | 20 Times "Broad City" Perfectly Described Your 20s

O melhor dessa série sem dúvida é a química entre as duas personagens. Elas não são atrizes, você percebe uma amizade verdadeira e real. O humor da série também é especial, muitas vezes elas usam humor negro, mas não muito carregado. O que prevalece é aquela coisa random e absurda. Os diálogos são geniais. Ilana é extremamente sexual e natural, ela vive fazendo jogos de palavras.

Por enquanto a série conta com 2 temporadas finalizadas, de 10 episódios cada, e 20 min de episódio. E recém voltou com sua 3ª temporada, dia 17/02.

Eu não costumo gostar de séries de comédia, mas Broad City me cativou do primeiro episódio e sou viciado desde então. Por isso espero que vocês assistam e gostem também.

Até mais!

 

[Resenha] Mr. Robot

mrrobot-key-artSérie: Mr. Robot
Elenco: Rami Malek, Christian Slater, Portia Doubleday
Criador: Sam Esmail
Gênero: Drama, Suspense
Emissora: USA Network
Ano: 2015
Sinopse: Elliot é um hacker que ironicamente trabalha em uma empresa de segurança da informação. Certo dia ele é convidado para participar de um grupo de hackers chamado FSociety para destruir uma corporação, então ele se vê dividido já que a empresa onde ele trabalha fornece serviços a esta corporação. 


Fala povo, hoje vim aqui falar sobre a série vencedora do Globo de Ouro, Mr. Robot. Sabe por que tanta gente fala dessa série? Sabe por que ela é premiada? Porque ela é ótima, e essa é uma das poucas séries que me conquistou desde o piloto.

Algumas pessoas podem até não gostar do ritmo lento e meio confuso da série, mas essas pessoas assistiram errado, tem que assistir de novo. A série tem diversos momentos confusos mas isso é proposital, e não é a toa que os fãs criam diversas teorias para desvendar os mistérios de Mr. Robot.

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Na série Elliot tem problemas psicológicos e psiquiátricos, e se consulta frequentemente com uma psiquiatra, além disso ele é um viciado em drogas e como várias cenas da série são a partir da visão dele por isso podem parecer confusas e até meio irreais.

CIT9iiRWcAEvW3GElliot é convidado para se juntar a um grupo de hackers anarquistas, para derrubar a ECorp, conglomerado mais rico e poderoso do mundo, e ele se sente tentado a se juntar ao grupo, pois esta empresa foi responsável pela destruição de  varias famílias, incluindo a dele. Mas também fica dividido pois a ECorp é a maior cliente da AllSafe empresa onde ele e sua melhor amiga trabalham.  E a série se desenvolve entre o hacking do Elliot e seus problemas mentais e psicológicos.

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Porém o melhor dessa série é a crítica a sociedade moderna. Critica como idolatramos pessoas que não são exemplos e como chegamos ao ponto de idolatrar empresas. Como deveríamos lutar contra esse sistema opressor, que mais destrói do que constrói. Como grandes corporações somente se importam com os lucros, explorando seus funcionários e não se importando com um ambiente de trabalho saudável. Como essas grandes corporações dominam e comandam o mundo.

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Mr Robot também têm diversas referências como em um episódio que toca Where Is My Mind do Pixies musica da trilha sonora de O Clube da Luta, e em outro que toca uma musica da trilha de Titanic. Com reviravoltas inesperadas, Mr Robot me fez perder o ar várias vezes e me surpreender com o roteiro bem construído para nos confundir e nos impressionar. Com personagens maravilhosos, coadjuvantes bem utilizados e a maneira como cada um tem sua importância nos faz entender as boas críticas que a série têm.

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 Mr Robot faz rir, refletir, chorar, se chocar e se indignar. É uma série que ninguém esperava muita coisa mas surpreendeu a todos com sua qualidade.


 

Até a próxima 😉

 

[Séries] Scream Queens 1ª Temporada

Olá pessoas!

Como uma das estreias mais esperadas e de mais sucesso do ano, hoje quero falar sobre Scream Queens.

Primeiramente quero enfatizar o fato de que ela foi criada e desenvolvida pelos showrunners  Ian Brennan, Brad Falchuk e Ryan Murphy, responsáveis por séries como Glee, American Horror Story e Nip/Tuck. Só de falar nessas séries de sucesso já sabemos que com Scream Queens não seria diferente.

A série tem um objetivo simples e desafiante: Ressuscitar o gênero trash dos anos 80/começo de 90 da melhor forma possível. E posso dizer que conseguiram. Tem muita morte, bastante sangue, e drama adolescente.

Scream Queens nos apresenta um campus de universidade onde fica a Kappa Kappa Tau, uma irmandade de meninas patricinhas comandadas pela Channel Oberlin (Emma Roberts) e suas seguidoras Channel #2, Channel #3, e Channel #5. Então chega Grace (Skyler Samuels), a mocinha da história que tenta entrar à Kappa para seguir os passos de sua mãe. Assim ela abre as portas para outras meninas que queriam entrar na irmandade mas que seriam rejeitadas por não cumprirem os requisitos. Porém Kappa Kappa Tau começa a ser palco de diversos assassinatos que então viram o foco da trama.

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O que eu mais gosto nessa série é que ela não se leva muito a sério. Eles sabem exatamente o que queremos e não poupam em mortes e sangue. O ‘mistério’ deixa de ser mistério pela metade da temporada, em nenhum momento eles fazem uma grande revelação. Tudo que é drama adolescente eles fazem mega exagerado ao ponto que fica engraçado. E o melhor, as Channels são extremamente estereotipadas e muuuito engraçadas.

Scream Queens conta com um elenco de peso, tanto atores como personagens. O principal destaque e rosto da série é a Emma Roberts, que nasceu para dar vida à Channel Oberlin, patricinha, mimada e irritante, mas que não tem como odiar.  Jamie Lee Curtis (rainha dos filmes trash) é a Dean Munsch, autoridade no campus que na verdade não liga muito para as meninas da KKT. Outro destaque, e minha personagem favorita, é Deneen Tyler, que interpreta Shondell, a policial encarregada de pegar o assasino. Gente essa mulher é HILÁRIA. Skyler Samuels como Grace, a mocinha com seus dramas. Keke Palmer como Zayday Williams, uma personagem que na minha opinião foi desaproveitada pois ela é hilária. Lea Michele, queridinha do Ryan Murphy, faz a Hester (Channel #6), muito bizarra. E outros nomes como Nick Jonas, Ariana Grande, etc.

Na minha opinião a série teve seus altos e baixos. Com um inicio prometedor, logo teve alguns episódios meh, outros retomaram o interesse, pela metade da temporada ficou enrolando, mas na reta final é demais. Quem curte o gênero vai adorar a série, mas não esperem nenhum drama pesado ou suspense. Assistam sem pretensões.

E você, o que achou de Scream Queens? Deixe seu comentário!

Até mais!