[Variedades] Os melhores apelidos românticos para se inspirar!

Ah, o amor está no ar!

Já pensou em como demonstrar carinho pela pessoa que você ama? A companhia que você gosta, está ao seu lado e lhe faz bem, não precisa se prender aos apelidos clichês – pode é claro, aqui o amor é permitido -, usar algo único para se referir a quem você gosta é uma forma de carinho – quando ela gosta, vale ressaltar – remete a ideia de que algum momento do seu dia foi investido para pensar no quão bem aquela pessoa lhe faz.

É pensando nisso que recapitulei meus casais fictícios, selecionei os apelidos mais fora do comum e nas mais distintas línguas para inspirar a sua mente a criar, pesquisar ou utilizar aquela referência para quem ama e melhor ainda, incitar a curiosidade para ler esses livros (a verdadeira intenção aqui é conquistar mais fãs, confesso):

  • Desejo à meia noite – Monisha e beija-flor

desejo a meia noiteA irmã mais velha da família Hathaway protagoniza Desejo à meia noite, o primeiro livro da série dos 5 irmãos mais… excêntricos da sociedade inglesa, mas o foco aqui é o quanto a personalidade de Amelia Hathaway de proteger sua família a leva de encontro com o rom Cam Rohan, o meio-cigano de postura felina, olhar aguçado e fala mansa conquista a sempre determinada Amelia, que aprende aos poucos sobre a cultura dos ciganos em seu romance com Cam, entre isso a forma como ele se refere a ela, um em referência a sua linguagem cigana, seus costumes ciganos, monisha e o outro, beija-flor, devido a natureza impetuosa dela.

– O que essa palavra quer dizer?
Monisha? É um tratamento carinhoso. – Ele mal conseguia raciocinar. – Os rons dizem isso para a mulher com quem têm intimidade.

  • Série A Maldição do Tigre – Priya, Bilauta, Rajkumari, Priyatama (Iadala, Chittaharini, Prema… a lista é extensa)

a maldicao do tigreNa adorada série sobre tigres, misticismo indiano e magia, Collen Houck criou dois príncipes que parecem um sonho encarnado, literalmente, os irmãos Rajaram, Dhiren – Ren para os íntimos – e Kishan foram condenados a uma maldição que perdura por séculos até então, quando Kelsey Hayes desenvolve um laço afetivo único com um tigre branco de circo, a chave para a quebra da maldição parece estar ao alcance, assim como um sem fim de aventuras e seres sobrenaturais, com um bônus (e tanto!) de novas palavras em hindu, com doses generosas de carinho e encanto dos príncipes irmãos.

Rajkumari, quero lhe dizer obrigado. Obrigado por ficar e me ajudar. Você não sabe quanto isso significa para mim.
– De nada – sussurrei. – E o que significa rajkumari?
Ele me lançou um sorriso branco luminoso e habilmente mudou de assunto.

a garota do calendarioA série A Garota do Calendário, retrata os 12 meses da trajetória de Mia como acompanhante de luxo, com os mais diversos homens, em diferente situações e nacionalidades, no segundo volume, que retrata Fevereiro, o par de Mia é um artista francês, com sua forma aberta de pensar e se expressar, ele contratou Mia para ser sua musa, mas não obstante, a forma como ele se refere a ela não deixa pendência, é linda forma dele de valorizar uma pessoa querida, Jolie é a forma em que ela é vista aos olhos do francês.

— Esta noite, ma jolie, foi muito maior do que qualquer coisa que eu já fiz. Estar com você é… é como ter um lugar especial no mundo. Nunca mais vou ter isso de novo. Eu quero que você saiba que tudo isso tem um significado muito forte para mim.

a furia e a auroraNa trama de Renné Ahdieh, conhecemos a trama de Sherazade, a cidadã de Khorasan que assim como todos, sabe da trágica e revoltante realidade do califa, o rei dos reis, que além de jovem é conhecido pelos inexplicáveis assassinatos de inúmeras esposas, para vingar sua melhor amiga, Sherazade arma uma ardilosa trama para conquistar a confiança e então destruir o califa, ela porém não esperava ser também conquistada pela conflituosa e silenciosa personalidade de Khalid, ficando cada vez mais impossível resistir a esses sentimentos e ao carisma do califa, que cada vez mais cativa pela seus carinhosos gestos.

Joonam. Ele já a chamara assim. Meu tudo.
Como na noite em que ela contara a história de Tala e Mehrdad, por que isso tinha um halo de verdade? 

  • Ligeiramente Seduzidos – Chérie

ligeiramente seduzidosNo quarto volume da série dos irmãos Bedwyns da Mary Balogh, a Bedwyn a protagonizar a trama é a Morgan, a beldade da família e a mais nova entre os irmãos, após o seu debute, Morgan acompanha a melhor amiga e família para Bruxelas, em conta da iminente guerra, em meio a permanente tensão e aos suntuosos eventos da alta sociedade, Morgan conhece Gervase, conde de Rosthorn, o inglês com sangue e vivência francesa que parece flertar descaradamente com ela, que por sua vez tenta a todo tempo ler as entrelinhas das ações do conde, enquanto ele utiliza o charme para tentar deleitar a perspicaz Bedwyn.

Gervase estava encostado na parede de pedra, em um dos lados da entrada da gruta, de braços cruzados.
– Chérie – disse, em um tom suave –, você concordou em me dar uma última oportunidade de convencê-la a não me abandonar, a não partir meu coração.

  • A Transformação de Raven – Cassita 

Em paralelo com a série Inferno de Gabriel, Sylvain decidiu se superar e criar a Noites em Florença, que além de conter essência sobrenatural convém a agraciar os leitores não só com a sagacidade do autor em inserir habilmente teorias bem embasadas e uma lógica fenomenal (super fã aqui!), nessa trama o submundo de Florença ganha um novo tom e a encantadora cidade cativa os sentidos pelos olhos de Raven e William, um enredo enriquecido com as personalidades de dois seres distintos, mas companheiros e um romance tenro, ao mesmo tempo cheio de sensualidade,  uma mulher tenaz e um homem misterioso protagonizam essa trama cheia de suspense e de um romance acalentador, Will surpreende com sua habilidade com o latim e sua carinhosa forma de ver Raven.

– Noé soltou o corvo, e o corvo retornou. Se eu fosse capaz de ter esperança, torceria para você voltar para mim. Boa noite, Cassita.

Em Play, o segundo título da série que retrata sobre os músicos mais hilariantes (e quentes) de todos, a Stage Dive, Malcolm Ericsson, o baterista inveterado da banda é conhecido por seu charme e a sua fama de conquistador o precede, porém o destaque da personalidade dele é o humor, ainda não inventaram um ser tão seguro de si e engraçado como Mal, quem descobre isso de forma inesperada é Anne Rollins, que passa a conviver com a personalidade agitada e cheia de humor do homem das formas mais distintas possíveis, todas elas cheias de risadas, o apelido que Malcolm usa para Anne na versão original é abóbora, entretanto a versão nacional em seu lugar é utilizado moranguinho, por uma escolha da editora acredito, no meu coração vai ser sempre abóbora.

— Você a chama de sua abóbora? — A voz de minha irmã estava cheia de temor. — Será que ela realmente responde?
— Bem, ela finge odiá-lo. Mas, secretamente, eu sei que ela adora. O rosto dela fica todo suave e tudo mais.

  • Nove Regras a Ignorar antes de se apaixonar – Imperatriz

nove regras Em Números do Amor, a Sarah persuade deliciosamente o leitor com um jogo sensual e ao mesmo tempo bem humorado com os números, o primeiro narra a trajetória para descobrir os prazeres proibidos ao público feminino no contexto através de Calpúrnia, uma lady cheia de ousadia, porém retraída, em um momento de dar um ‘basta’ nessa monotonia que se tornou sua vida, Callie decide fazer uma lista escandalosa de atividades para cumprir, mesmo pondo sua reputação em risco, ela toma todas as devidas precauções, para cumprir o primeiro item de sua lista, ela vai em busca do homem mais angelicamente devasso de Londres, o marquês de Ralston, Gabriel é um homem cheio de lábia e em um momento de reflexão histórica referente ao nome de Callie, decide lhe chamar de Imperatriz.

– Ainda não desistiria dessa parte dela, Imperatriz.
Callie prendeu a respiração diante do apelido, que trazia consigo uma lembrança difusa de muito tempo atrás.

  • Nuts – Ervilha

nutsProtagonizado pela Roxie, Nuts retrata a trajetória da chef que após um incidente envolvendo manteiga – isso mesmo, você leu certo! –  e atendendo o pedido de sua mãe, ela retorna para Bailley Falls, sua cidade natal e lugar que ela temia retornar, mas quando a vizinhança é boa, algumas decisões podem ser bem… repensadas, isso acontece ao conhecer o mais quente agricultor da região, Leo, um interlúdio envolvendo os dois é promissor, melhor ainda quando ele habilmente sabe como incitar a chef com um exótico apelido.

— Me chame disso de novo e eu estarei cancelando a aula de picles — Corri minhas mãos pelo seu cabelo e couro cabeludo, obtendo um gemido satisfeito em resposta.
— Ervilha? Isso te excita? — Perguntou, e eu inclinei a cabeça para cima em sinal de rebeldia.

A noiva do capitaoNo terceiro volume da série Castles Ever After, Maddie cria um noivo perfeito que lhe escreve cartas de seu contingente do exército, o capitão Logan Mackenzie –  ou MacFajuto como ela gostava de brincar nas cartas que ela escrevia para ele – um escocês que se encontra em meio aos combatentes do exército como um apreciado capitão, todavia a mentira tem perna curta, pior ainda, para Maddie tem pernas longas, usa kilt, tem olhos azuis e os mais escandalosos trunfos na manga, mais conhecidos como correspondências, sim! O capitão de Maddie existe e foi em busca de sua noiva, que havia lhe matado (?) heroicamente em suas cartas, afim de dar um fim ao seu passado comprometedor, mas o seu passado sabe como ser persuasivo e encantador com seu gaélico bem aplicado.

— Não sou nenhum fantasma, mo chridhe. Só um homem. De carne e osso.
Mo chridhe. Ele ficava usando essas palavras… Maddie não era fluente em gaélico, mas ao longo dos anos ela aprendeu algumas palavras aqui e ali. Ela sabia que mo chridhe significava “meu coração”.


Tem algum para acrescentar a lista? Conta para mim!

[Resenhista Convidado] O Feiticeiro de Terramar

o_feiticeiro_de_terramar_1470088093571388sk1470088093bLivro: O Feiticeiro de Terramar (Ciclo de Terramar #1)

Autora: Ursula K. Le Guin

Ano: 2016

Editora: Arqueiro

Páginas: 176

Sinopse: Há quem diga que o feiticeiro mais poderoso 
de todos os tempos é um homem chamado Gavião. 
Este livro narra as aventuras de Ged, o menino que um 
dia se tornará essa lenda.
Ainda pequeno, o pastor órfão de mãe descobriu seus poderes e foi para uma 
escola de magos. Porém, deslumbrado com tudo o que a magia podia lhe proporcionar,
Ged foi logo dominado pelo orgulho e a impaciência e, sem querer, libertou um 
grande mal, um monstro assustador que o levou a uma cruzada mortal pelos mares 
solitários.
Publicado originalmente em 1968, O feiticeiro de Terramar se tornou um 
clássico da literatura de fantasia. Ged é um predecessor em magia e rebeldia de 
Harry Potter. E Ursula K. Le Guin é uma referência para escritores do gênero como
Patrick Rothfuss, Joe Abercrombie e Neil Gaiman.

“Conheci” a Úrsula K. Le Guin através de um discurso que fez ao receber premiação, exibido em um evento da Aleph sobre ficção científica. Fiquei encantada!… Este, O feiticeiro de Terramar, não tinha ainda sido publicado pela Editora Arqueiro. Ganhei meu exemplar de presente, com direito a dedicatória, na Bienal de 2016!.. Obrigada, May!!

Questionava-me… Como mencionar minha afeição pelo Ged, pelo Vetch/Estarriol… – Sim, quando ele confidenciou seu nome verdadeiro ao amigo confiou em mim também!

“(…) Aquele que sabe o nome de um homem tem a vida desse homem nas mãos.” p.71

Ged nasceu Dune, na Ilha de Gond, apelidado de Gavião. A mãe morreu antes que completasse um ano de vida, os seis irmãos ganharam o mundo e o pai… um bruto. Assim cresceu: sem carinho, selagem, ágil, barulhento, de gênio forte – bela apresentação! Descobre seu poder “sem querer”, ao ouvir algo e repetir para rebanho… E em pouco tempo salva a vila em que mora, sofrendo consequências do abuso do poder e conhecendo seu mestre: Ogion, o Silencioso. Ironia para um barulhento?.. ☺

A impaciência o leva para aprendizados com outros mestres, após primeiro embate proporcionado pela vaidade.

Parte para a cidade de Thwil, onde frequenta escola. Lá forma outro laço forte: amizade com o Vetch.

“… ele tinha uma habilidade maior, que não se ensina: a bondade.” p.47

(Já o Jaspe…)

Mestre Malabar suavemente adverte contra o perigo… escuridão; Mestre dos nomes, sr. Kurremkarmerreck… necessidade do equilíbrio. Mestre Nemmerle esgota sua força vital ao intervir em uma situação…

Ao “libertar sombra”, mudança… Tudo muda.

“Cicatriz”. Estudo. Formação. Cajado. Aprendizagens. Nova partida. Dragão – dragões. (E que capa LINDA!!…) Mata maioria dos filhotes, “domina a mãe” com seu nome verdadeiro. Amarração. – Promessa e oferta recusada. Sabe como dragões são..! Nova partida… A Jornada do Herói…

A Úrsula nos leva a lugares, apresenta pessoas, seres, fazemos amizades como o Ged, afeiçoamo-nos ao Oath, aceitamos a viagem de descoberta/captura, lidamos com seres, adentramos fortalezas, conhecemos pedra falante e recebemos nova oferta. Porém, sabemos: o que vem fácil não tem tanto valor e pode custar alto. Precisamos das buscas próprias, enfrentar nossos monstros, cuidar das nossas palavras…

“…Para a palavra ser dita deve haver o silêncio…”p.153

Tomamos outras formas buscando escapar… Contudo, sabemos: é necessário enfrentar.

“Mestre (…) Eu voltei para o senhor da mesma forma que parti: um tolo.” p.121

Temos que decidir entre sermos caça e fugirmos, ou caçadores, e adentrar a mata, buscar, solucionar.

E o que fazer para enfrentar as Sombras?

Você pode me responder que lançar luz forte, em ângulo correto… Pode sugerir “desligar o interruptor” – no escuro a sombra não propaga… E quando esta não se relaciona diretamente com luz ou ausência da mesma, mas algo inerente?…

“…Em silêncio, homem e sombra se encontraram frente a frente e pararam.” p.166

Ursula, agradeço por ter aceito o pedido do editor e ter escrito a boa e velha fantasia, pura, sem misturá-la com ficção fientífica”(p.172), em 1968! Aguardo ansiosa nosso reencontro no livro dois! 😉

Um abraço,

Carolina.

[TAG] E Os Bridgertons viveram felizes para sempre…

Hoje é dia de grandes surpresas!

Essa TAG é o marco para o fim cheio de nostalgia da série com a família mais truculenta e incrível de todas: Os Bridgertons, o blog Silêncio Contagiante bolou essa forma sutil de tortura e diversão com o conjunto mais excêntrico da sociedade londrina, e o resultado? Vocês já podem ver:

1. Essa é difícil: quem é seu Bridgerton favorito?

Anthony e Colin, algo totalmente suspeito desde que comecei a série pelo O Visconde que me Amava, mas mesmo assim segue sendo os irmãos que protagonizaram a mais épica cena de todas, Anthony, nosso amado visconde e o diabólico, Colin, a sugestão de uma dose de cicuta ainda me provoca boas risadas e uma profunda nostalgia.

2. Mergulhei nas páginas: qual é seu livro favorito?

Ah! Como expor o quanto amo O Conde Enfeitiçado… seria um exagero afirmar que amo todo o livro, desde a capa, a cor da fonte, até a circunstância em que o adquiri? Pode ser, entretanto é a mais pura verdade, o fator impactante provém de a Julia maravilhosa Quinn ter dados as caras por aqui em uma tour de promoção do lançamento desse livro e piro até hoje de saber que ela tocou nesse livro – e alguns outros, mas esse é o especial!

3. Feitos um para o outro: quem merece o título de casal perfeito?

Essa tem um sério empate, depois de esperar por anos por seu amor, tanto Sophie e Benedict, quanto Francesca e Michael se encontraram aos olhos e sentimentos mútuos, apesar das desavenças e os momentos que hilariantes – que de forma alguma abro mão! –  os casais quando de uniram foi só emoção, nunca vibrei tanto, Michael em seu solidificado amor não correspondido e Benedict, que leva um ponto extra no quesito se apaixonar, afinal se apaixonar duas vezes pela mesma mulher aquece o meu coração de romântica voraz!

4. Me abana: quem é seu protagonista masculino predileto?

MICHAEL, posso gritar a plenos pulmões isso, o Devasso Alegre seduz como respira e seu inegável charme me conquista desde o primeiro momento, se reafirmando com o seu agudo senso de humor, afinal, mesmo em meio a uma crise de malária o homem mantém o senso de humor e consegue transformar até sua trágica circunstância em piada, sempre imagino o quanto a aposentada Lady Whistledown não teria se banqueteado com as peripécias desse homem ~suspiros~.

5. Estilo mulher maravilha: quem é sua protagonista feminina predileta?

Em um quase empate, Kate leva essa, a sagacidade do narciso chamuscado e a língua ferina da nova viscondessa me remete a ninguém menos que Elizabeth Bennet, se sobrepondo a arrogância de Anthony que acredita controlar tudo.

Imaginem o embate que tive em ter que escolher entre Kate e Penélope, esta última responsável pela maior façanha de todas e causa dos mais suculentos mexericos e boatos?!

A familia6. Roubou a cena: quem é seu coadjuvante predileto?

Ok que ela teve seu momento de protagonista, mas a coadjuvante de todos os livros e a maior matrona casamenteira de todas: Violet Bridgerton leva de lavada!  O que seria dessa prole sem essa mãe para beliscar esse grupo insano e trazer a realidade? Portanto a mãezona que queria e não queria ter leva com louvor essa!

Violet Bridgerton é uma mulher excepcionalmente astuta, afinal, e logo pode descobrir que Hyacinth está se apaixonando.
Provavelmente até mesmo antes de Hyacinth.

7. Sai daqui: quem é o pior personagem na sua opinião?

Poderia facilmente ser as detestáveis madrasta e meia-irmã de Sophie, Aramita e Rosamund, mas uma criatura vil que me causou desespero é o tio de Lucy, Robert, em A Caminho do Altar o suspense foi tal que o final feliz de Gregory e Lucy foi posta em prova, bem como os meus nervos, o homem testou minha paciência, me levou ao limite da fúria!

8. Melhor cenário: qual lugar que você adoraria conhecer?

A casa de campo Bridgerton, Aubrey Hall, é onde o cenário de uma grande desavença familiar, bem antes de O Visconde que me Amava, em que aquela abelhinha – trocadilho totalmente proposital – ficou na orelha instigando a curiosidade sobre os jacintos que inspiram Violet, o campo de guerra de Pall Mall e é claro o lago, lar da finada bola vermelha.

9. Final perfeito: quem teve o melhor e viveram felizes para sempre?

Como definir os picos de emoção e adrenalina com A Caminho do Altar? Pois é, o livro foi puro desespero, um evento mais conflitante que o outro, quase acreditei que a Julia deixou de gostar de “finais felizes” e Lucy e Gregory não ia ter o seu tão sonhado juntos e melosos, foi sofrido, mas tão sofrido que realmente me deixou aquele gosto de “não há tempestade que dure para sempre”, eles juntos enfim foi a realização e quase me levou a beira das lágrimas.


Desafio vocês a responderem a TAG e se desdobrarem para escolher o que se encaixa mais em cada!

[Resenha] Escândalo de Cetim

capa escandalos de cetimLivro: Escândalos de Cetim - As Modistas 2
Autora: Loretta Chase
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Páginas: 272
Sinopse: Irmã do meio entre as três proprietárias de um refinado ateliê de Londres, Sophia Noirot tem um talento inato para desenhar chapéus luxuosos e um dom notável para planos infalíveis. A loura de olhos azuis e jeito inocente é na verdade uma raposa, capaz de vender areia a beduínos. 
Assim, quando a ingênua lady Clara Fairfax, a cliente mais importante da Maison Noirot, é seduzida por um lorde mal-intencionado diante de toda a alta sociedade londrina, Sophia é a pessoa mais indicada para reverter a situação.
Nessa tarefa, ela terá o auxílio do irmão cabeça-dura de lady Clara, o conde de Longmore. Alto, musculoso e sem um pingo de sutileza, Longmore não poderia ser mais diferente de Sophia. 
Se a jovem modista ilude as damas para conseguir vesti-las, ele as seduz com o intuito de despi-las. Unidos para salvar lady Clara da desonra, esses charmosos trapaceiros podem dar início a uma escandalosa história de amor... se sobreviverem um ao outro.

Se existe algo que não canso é romance de época!

De volta com outra  obra digna de suspiros apaixonados e risadas histéricas da Loretta Chase, Escândalo de Cetim é uma escandalosa harmonia de ousadia e vontades, onde madame Sophia Noirot e o conde Longmore, Harry Fairfax trocam deliciosas farpas e as mais questionáveis amabilidades, um desfrute desde o interlúdio fascinante de Clevedon com Marcelline, atualmente duque e duquesa de Clevedon.

Desde o explosivo encontro de Sophia e Longmore no escritório do duque de Clevedon, a conexão entre dois agentes tão distintos se tornou questionável e especulativa, como o mais requintado cetim e a mais detalhada renda, o conde e a madame Noirot são uma dupla inconsequente. O aparente interesse de Longmore o leva a descobrir as múltiplas identidades da enigmática Sophia, que se questiona quanto a sórdida falta de sagacidade do conde e eficiência dos seus disfarces. Mesmo com suas diferenças ambos de unem com o objetivo de salvar Lady Clara Fairfax de uma decisão catastrófica consequência  da recém descoberta auto confiança de Clara lhe leva a uma aventura em busca de sua liberdade.

– Até que enfim alguma coisa positiva. Abandonamos a imitação da ignorante de Lancashire.
– O senhor tem ideia do que aconteceria se eu fosse descoberta?
– E o que lhe importa? Sua irmã é casada com um duque – retrucou Longmore.
– Eu me importo, seu… seu grande paspalho

Sophia, a irmã do meio das denominadas três bruxas de Macbeth, responsável pelos tons dramáticos e rico em detalhes publicados pelo jornal desaforado Morning Spetacle, possui uma mente incensurável e uma imaginação vasta para malícias, que incluem o conde Longmore, o exemplar de beleza masculina mais atordoante que já cruzou o caminho da esperta modista.

Em seguida, agarrou Sophia pela mão e a puxou para cima de maneira tão abrupta que ela voou em direção ao corpo dele.
Os braços de Longmore a envolveram. Ele soltou mais alguns impropérios e se afastou, como se ela estivesse contaminada.
– Aposto que a senhorita está fazendo isso para me enlouquecer.

Longmore é o perfeito macho alfa, que acredita que quase qualquer coisa pode ser resolvida com os punhos e a lábia de um sedutor malicioso, entretanto ao acabar se aproximando de uma das irmãs e modistas Noirot, a bela loira Sophia, o conde se sente instigado a retirar as camadas que se ocultam na personalidade da modista,  o levando a descoberta de que uma mente brilhante pode levá-lo a nocaute.

Longmore passou por ela, mas não saiu. Em vez disso, bateu a porta na cara do lacaio. Ele jogou no chão as luvas e o chapéu, e a tomou nos braços.
– Ah, não, não vai, não – disse ela. – Você não vai bancar o macho dominador em cima de mim, seu miserável. – Sophia bateu no peito de Longmore. – Ponha-me no chão! 

É a caminho para ajudar Lady Clara e ao mesmo tempo salvar seu negócio de mais uma fratura, que Sophia usa de suas artimanhas para resolver a situação e garantir um final satisfatório, embora envolver-se com o irmão da jovem lady fosse uma comedida entrega ao desejo, para Harry, a modista com aparência de anjo e astúcia de um demoníaca Hedonê permeia entre uma mútua lembrança para uma marca permanente em sua consciência e o maior desafio que ele já enfrentou está posto: atravessar as barreiras de Sophia e conquistar mais do que seu corpo, como sua mente e coração, enquanto ela resiste ao avanços devassos do conde pecaminoso.

O segundo livro da série As Modistas assim como primeiro conquista pela capa logo de cara, em seguida pela astúcia bem aplicada da narrativa da Loretta e claro por enredo leve, cheio de suntuosos bordados de comédia, romance e suculentos momentos, mais uma vez a Arqueiro conquista esta fã eloquente que vos fala.


 Como não ficar escandalizada com ritmo delicioso dessa obra?romance

[Resenha] Sedução da Seda

capa seducao da sedaLivro: Sedução da Seda - As Modistas 1
Autora: Loretta Chase
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Páginas: 304
Sinopse: Talentosa e ambiciosa, a modista Marcelline Noirot é a mais velha das três irmãs proprietárias de um refinado ateliê londrino. 
E só mesmo seu requinte impecável pode salvar a dama mais malvestida da cidade: lady Clara Fairfax, futura noiva do duque de Clevedon.
Tornar-se a modista de lady Clara significa prestígio instantâneo. 
Mas, para alcançar esse objetivo, Marcelline primeiro deve convencer o próprio Clevedon, um homem cuja fama de imoralidade é quase tão grande quanto sua fortuna. 
O duque se considera um especialista na arte da sedução, mas madame Noirot também tem suas cartas na manga e não hesitará em usá-las. 
Contudo, o que se inicia como um flerte por interesse pode se tornar uma paixão ardente. E Londres talvez seja pequena demais para conter essas chamas.

Depois do sucesso que se tornou O Príncipe dos Canalhas e posteriormente O Último dos Canalhas, aqui no Brasil, com personagens femininas vibrantes e destemidas, a Arqueiro prosseguiu e nos agraciou com a série As Modistas da Loretta Chase, que não cansa de surpreender com seus enredos cheios de encantos, malícia e com ainda mais personalidade e casais em potencial com um atrito de ideais vigoroso e eloquente.

As três temidas irmãs Noirot, Marcelline, Sophia e Leonie são detentoras de um tato peculiar para lidar com o próprio negócio, afinal mulheres como lojistas não era de bom tom, ainda mais com uma descendência francesa, somando a isso o fato de suas produções serem voltadas a valorizar a mulher, a esculpir o corpo feminino envoltos em belos tecidos e os mais finos espartilhos e acessórios, as mesmo tempo moldando a auto estima de suas clientes com beleza e requinte.

Cada uma das irmãs é dotada de um dom peculiar para gerir o negócio, Leonie é a ruiva e a mais nova, é também excepcional com cálculos, dinheiro e possibilidades, enquanto isso Sophia a loira e irmã do meio, tem a destreza de manipular através de ações e principalmente de palavras, uma pena é uma arma na mão dela. Para serem lojistas, as criações devem possuir um tom único e esse dom é atribuído a irmã mais velha e morena, Marcelline, que assim como todas as outras sabe como tirar proveito das situações, sendo autora das obras de arte produzidas pelas Noirot, afiada no desenho, Marcelline é o gênio responsável não só por criar vestidos, como por manter a loja nos eixos.

– Se o senhor queria um animalzinho domesticado, Vossa Graça, deveria ter escolhido outra mulher.
Ela se enfiou no meio da multidão, a renda preta e os laços vermelhos flutuando sobre a cintilante mistura de ouro e rosa do vestido.

A carreira de modistas esconde o passado sombrio das Noirot e a verdadeira descendência delas, além dos inúmeros obstáculos superados até a presente, além de possuir uma mente vasta para criar e desenhar. Os modos refinados e a fala macia são pontos fortes das irmãs e principalmente de Marcelline, que assume a responsabilidade de vestir e desfilar os mais belos trajes, atraindo novas clientes, enquanto assume riscos, como fofocas – habilmente manipuladas por Sophia – e convence os clientes mais inalcançáveis, desde enfadonhas ladies até os maridos, cujo os bolsos cheios de dinheiro são prioridade para ascender as Noirot como as melhores modistas de Londres, ou melhor do mundo.

– Talvez você não possua o conjunto usual de escrúpulos, moral e ética e coisas assim, mas não engana suas clientes.
– Eu as manipulo. Quero o dinheiro delas. 

Gervaise é o notável duque de Clevedon, além do vigor, beleza, charme, arrogância e notável dom para sedução, Clevedon é noivo a anos de Lady Clara Fairfax, que através do aperto do irmão da jovem lady e melhor amigo do duque, Harry, conde de Longmore viabiliza uma euforia quanto a proximidade de realização do esperado matrimônio. Um casamento vantajoso para modistas que desejam destaque no mercado, afinal vestir a futura duquesa é vigorar o status de modistas conceituadas e detentoras do privilégio grandioso de vestirem um ícone da sociedade, contudo para atrair a Clara, quem acaba como é alvo é ninguém menos que o duque, que como um aristocrata até então despreocupado não sabe as artimanhas e a lábia de uma mulher obstinada como madame Noirot.

– Às favas com o vestido! – exclamou Longmore. – Você anda ingerindo ópio? Bebendo absinto? Contraiu uma febre? Gonorreia? Pelo que sei, ela sobe para a cabeça. Aquela costureira…
– A qual delas você se refere? Temos três aqui.
– Não brinque comigo – retrucou Longmore. – Por Deus, você sozinho é uma provação para a paciência de todos os santos e mártires juntos. 

O primeiro volume da intrigante série das Modistas de Loretta é um bordado intrincado de desejo, sedução e uma acalentadora narrativa com detalhes minuciosos dos mais diversos vestidos, um banquete à imaginação, além de uma leitura deliciosa e de deixar as pernas bambas com um sem fim de acontecimentos surpreendentes e um enredo com aquele gosto de quero mais.


se enredem na sensualidade desmedida das modistas!

[Resenha] E Viveram Felizes Para Sempre

capa felizes para sempreLivro: E Viveram Felizes Para Sempre
Autora: Julia Quinn
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Páginas: 256
Sinopse: Era uma vez uma família criada por uma autora de romances históricos...
Mas não era uma família comum. 
Oito irmãos e irmãs, seus maridos e esposas, filhos e filhas, sobrinhas e sobrinhos, além de uma irresistível matriarca. 
Esses são os Bridgertons: mais que uma família, uma força da natureza.

Aquele limiar entre felicidade e tristeza!

A obra, brilhantemente envolvida no suntuosa dedicação da Editora Arqueiro, reúne uma coletânea de segundos epílogos de cada um dos Bridgertons, para quem não se saciou com essa família, o livro é uma dádiva deliciosa, recheada de bons momentos e lembranças, desde que Julia decidiu que não era o bastante e concluiu que os fãs tinham razão, os Bridgertons não haviam finalizado, afinal quando enfim seria o dito fim? O fim propriamente dito não existe, mas essa é uma promessa deliciosa de um futuro sem fim.

Em cada um dos contos um pequeno momento se desenvolve e dúvidas são sanadas – outras nascem, não existe contentamento quando se trata dessa família – com um toque todo especial dos momentos em família de cada Bridgerton, incluindo a matrona de todos os tempos, Violet Bridgerton. Com Daphne e Simon a paternidade traz um novo significado 17 anos depois do nascimento do filho mais novo, David – herdeiro do ducado -,  junto a aflição de Colin e Penelope com a similaridade do filho mais novo com o duque de Hastings, retomando a infância deste, a gagueira ainda o acompanha e o pequeno Georgie parece refletir esse passado, o que leva Simon a pensar sobre o seu laço com seu pai, trazendo a tona, o fantasma das cartas que foram deixadas anos atrás aos cuidados de Daphne.

O visconde da família, Anthony, ainda vive em delicioso conflito com a sua enlouquecedora esposa Kath, antes símbolo da família Bridgerton, o Pall Mall tornou-se tradição desde a última reunião peculiar no campo – aquela na qual uma abelha casamenteira entrou em cena. Enquanto isso, remetendo ao conto da Cinderela, Sophie – e Benedict – agora cedem espaço para a irmã postiça de Sophie, Posy Reiling, que aos 25 anos continua sendo Srta. Reiling, o que para a Bridgerton é uma injustiça, desde que se alguém merece um par é Posy, é momento do interlúdio amoroso de Posy com um empurrão – nada leve – de sua irmã Sophie.

Realmente era como se ela não estivesse ali, pensou Sophie.
– Como gosta do seu chá? – perguntou Posy.
– Do que jeito que a senhorita quiser.
Ah, isso já era de mais. Nenhum homem caía tão cegamente de amor que não tinha mais preferências em relação ao chá. Estavam na Inglaterra, Santo Deus. Na Inglaterra, falando de chá. 

Colin nunca seria acusado de não ser um Bridgerton, voltando no tempo para o casamento de Eloise, o Bridgerton tenta a todo custo provocar sua amada esposa com o segredo de sua dupla identidade – uma certa colunista teria uma ou duas palavras a dizer sobre isso. Pulando alguns anos, a mesma Eloise já superou o fatídico sensor humor de Colin e a maternidade lhe deu um novo desafio, afinal os gêmeos Oliver e Amanda já possuem idade de casar e é Amanda que narra esse momento, além dos mais é seu possível matrimônio a brilhar no horizonte, enquanto relembra dos momentos com suas duas mães e o quanto a felicidade está no simples fato de poder ser Amanda amada.

Inegavelmente Francesca e Michael Stirling foram o epítome de uma curiosidade sem fim, afinal foram agraciados com a paternidade que tanto desejavam? Michael convive pacificamente com a malária? Bem, no decorrer desse epílogo podemos ter uma clara visão de um alívio, mesmo que a resposta positiva só é comprovada para o primeiro caso (~suspense~), o conde não perdeu o encanto e todos os argumentos levam a conclusão de que Michael e Francesca podem conquistar toda a Escócia, ela com sua beleza e astúcia, ele com a beleza e charme irresistível, em conjunto com seus rebentos.

– Fiquei sabendo que estive envolvido na geração dele também, mas ainda não vi nenhuma prova – disse Michael, brincando.
Francesca olhou para ele com tanto amor que quase deixou Violet sem fôlego.
– Ele tem o seu charme – disse ela. 

 O mistério enfrentado por Hyacinth St. Clair – e já posto de lado por Gareth – ainda remete as misteriosas jóias, herança da avó de Gareth, todavia, os nervos da Bridgerton de nascença estão sendo testados por sua filha, Isabella, que para tormento da Hyacinth – e deleite de Violet – possui o mesmo gênio da mãe e um faro para mistérios, envolvendo os até então desconhecidos diamantes desaparecidos. Com Lucy e Gregory o decorrer é turbulento, afinal são pelo que sabe são nove filhos, com nomes que homenageiam os irmãos do Bridgerton e a anfitriã da festa em que os dois se conheceram e pelas palavras da Julia, com um pouco de drama um final feliz é ainda mais encantador, então Gregory começa a sofrer o peso de um futuro e uma paternidade inesperados, enquanto Lucy sofre pela possibilidade de ser cortada desse futuro

Para finalizarmos, é a vez dela, Violet Elizabeth Ledger, agora reconhecida e valorizada como a eterna viscondessa Violet Bridgerton, é descrita uma parte conturbada da sua infância, graças ao tal Edmund Bridgerton, que anos depois a reencontra e parece continuar mexendo com o emocional da jovem Violet, uma desavença de infância se transforma em admiração e reage perfeitamente com amor. O obscuro momento da viuvez de Violet, sintoniza os sentimentos do leitor com o sofrimento e a perda da família, posso ter deixado cair uma, dez ou umas vinte lágrimas com essa passagem emocionante, mas só posso registrar aqui: “Ah! Vale a pena cada momento”, que as palavras dessas páginas iluminem sorrisos e façam generosas lágrimas umedecerem suas sensações, afinal Julia nos deixou aquecidos com tanto carinho dessa família tão barulhenta e deslumbrante.

– Não fiz uma promessa, nem nada tão formal. Suponho que, se a oportunidade tivesse surgido, e o homem certo tivesse aparecido, eu poderia ter…
– Se casado com ele – completou Daphne por ela.
Violet olhou de lado para ela.
– Você realmente é uma puritana, Daphne.


 Uma olhadinha do qual vasta essa família se tornou!

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[Resenha] A Caminho do Altar

capaLivro: A Caminho do Altar
Autora: Julia Quinn
Ano: 2016
Editora: Arqueiro
Páginas: 320
Sinopse: Ao contrário da maioria de seus amigos, Gregory Bridgerton sempre acreditou no amor. Não podia ser diferente: seus pais se adoravam e seus sete irmãos se casaram apaixonados. 
Por isso, o jovem tem certeza de que também encontrará a mulher que foi feita para ele e que a reconhecerá assim que a vir. E é exatamente isso que acontece.
O problema é que Hermione Watson está encantada por outro homem e não lhe dá a menor atenção. 
Para sorte de Gregory, porém, Lucinda Abernathy considera o pretendente da melhor amiga um péssimo partido e se oferece para ajudar o romântico Bridgerton a conquistá-la.

Em retorno a nossa interrompida #8WeeksofBridgertons e para enaltecer a maravilhosa Julia Queen (trocadilho proposital) ^^

Como uma escritora consagrada no coração dos leitores e uma romântica incurável, Julia Quinn não deixa de surpreender, com uma narrativa radiante e cheia de altos e baixos. Não menos importante e ainda mais evidente, o carinho com que a Arqueiro trata cada um de seus lançamentos, conquistando nós fãs, pelo conteúdo e por trabalho editorial detalhista e envolvente, em A Caminho do Altar é definitivo, a combinação de romance e detalhes é tão homogênea inserindo aventura, tensão e a promessa de um grande amor, com uma cálida sensualidade.

O sétimo dos singulares irmãos Bridgertons e, portanto, o último homem, Gregory é um romântico, o fato de todos os seus irmãos – incluindo sua irmã mais nova Hyacinth – tenham um matrimônio com uma sólida base de amor, Gregory mal pode aguardar o seu grande momento, ele tem consciência de que sua metade está por aí, mas como encontrá-la?

Com 26 anos, a pressão que essa demora faz sobre o rapaz é desalentadora, superando até mesmo o constante sermão de seu irmão mais velho, o visconde Anthony, que insiste na – segundo o próprio Gregory – ladainha de que o irmão mais novo deveria ter alguma visão para o futuro, mal sabendo ele que a maior ambição do mais novo é o casamento, mas por amor, para chegar ao ápice de sua existência, o que ele acredita estar próximo de alcançar ao conhecer a encantadora Srta. Hermione Watson e consequentemente a sagaz Srta. Lucy Abernathy.

Era estranho, assustador e, acima de tudo, desconfortável, porque ela não era a Srta. Hermione Watson.
Aquela era Lady Lucinda Abernathy, não a mulher com quem ele pretendia passar o resto de sua vida

Lucinda Abernathy é a filha do falecido conde de Fennsworth, sendo agora irmã do herdeiro do título, a pacata e analítica Lucy se mantém cômoda quanto ao seu futuro, ao contrário de sua amiga Hermione, um casamento proveitoso para ela é o suficiente, afinal amor não sustenta uma família e para a sempre ajuizada, o amor não está nas cartas. O fato de se ver como uma garota mediana e comum a faz se manter sempre em segundo em plano, com a amizade de anos com a ofuscante Hermione.

Lucy assiste um homem atrás do outro cair aos pés da beleza inigualável da amiga, mesmo que esta já parece ter entregue seu coração a um candidato um tanto improvável, sendo o enlace entre dois ainda para mais improvável, então envolvida na ideia de fazer a amiga mudar de ideia e convencida pelo charmoso Gregory Bridgerton, Lucinda embarca na missão de unir os dois, o que ela não esperava é que o vazio de seu futuro a amedrontasse e ao contrário do que sempre acreditou, o amor se mostra atraente e tivesse nome e face tão suntuosos.

Lucy flutuara. E sentira frêmitos. Experimentara todas as sensações que Hermione dissera ter experimentado com o Sr. Edmonds – e com Richard também.
Tudo isso com uma pessoa.
Ela estava apaixonada por ele. Estava apaixonada por Gregory Bridgerton. Não poderia ser mais claro… ou mais cruel.

Como o próprio título sugere, A Caminho do Altar retrata os momentos essenciais para a união de um casal, até a chegada definitiva ao altar, Lucy e Gregory percorrem um perigoso caminho, ultrapassando inúmero obstáculos, três deles quase intransponíveis, o tio e tutor de Lucy, Robert, o provável futuro sogro de Lucy, o conde Davenport – incrivelmente não o visconde de Haselby, mas o próprio conde – e por último, o casamento iminente da Srta. Abernathy – porém não com o querido Bridgerton.

Lucy assentiu. A faca dele pressionava suas costelas cada vez mais forte, a lâmina roçando o tecido duro de seu corpete.
Ele a levou pelo corredor e desceu as escadas. Gregory estava ali, Lucy dizia a si mesma. Estava ali e iria encontrá-la.

Com uma série de tirar o fôlego e uma síntese de descobertas improváveis, Julia mais uma vez renova o amor incondicional por suas criações, os Bridgertons são mais que uma família e isso fica claro, afinal um Bridgerton é petulante, mas juntos são uma força da natureza. Como uma força da natureza, a irresistibilidade dos Bridgertons é um fator inegável, afinal essa acalentadora tempestade é tão suave quanto uma brisa de verão e uma chuva de primavera.


A fanart  com todos os irmãos e seus CÔNJUGES

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[Utilidades] 5 coisas que todo mundo precisa saber ao ir para uma Bienal do Livro

É o seguinte Galera: de 26 de agosto – 04 de Setembro vai acontecer a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, e nós estaremos lá cobrindo tudo para vocês.

Como essa não é a primeira Bienal do blog (e com fé não será a última), separamos 5 dicas que todo mundo precisa saber antes de ir para uma bienal:

1- NADA DE DESFILE DE MODA: O IMPORTANTE É O CONFORTO

Todos sabemos o quão importante é a primeira impressão, mas quando se trata de bienal, você pode muito bem deixar os seus Louboutin em casa, e pagar aquele Adidas que você usa para academia (vai por mim. Eles serão bem mais úteis).

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Em bienal, muitas pessoas (eu inclusive), ficam desde a abertura dos portões, por volta das 8h da manhã, até a sirene de encerramento as 22h da noite. Então se você ainda não fez suas malas, esse é o momento de separar aquelas roupas bem confortáveis, que suportam um dia inteiro de caminhadas, filas intermináveis e lutas por autógrafos.

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2 -“OLHA, OLHA, OLHA, OLHA A ÁGUA MINERAL”

Você vai virar uma sereia de tanta água que você vai querer beber.

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Beber água é super importante. Afinal, o tanto que você irá andar dentro do evento, pode ate ser comparado com a jornada do anel até Mordor. São 408 expositores, espalhados por 60 mil m², fora o numero mínimo esperado de 700 mil visitantes. Então estejam preparado para o calor humano e as horas de caminhada.

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3-SENHOR: SUA COMPRA NÃO FOI EFETUADA, POR FALTA DE SINAL NA MÁQUINA DO CARTÃO DE CRÉDITO

É sério. Isso acontece de verdade.

No ultimo ano, diverso stands tiveram problemas com vendas por cartões de crédito e débito, devido a ausencia de sinal de internet, ou rede para poder aprovar as compras. Algo que gerava filas gigantescas e transtornos infinitos. Por isso, opte por compras em dinheiro, que além de facilitar para os stands, você se permite um controle maior de gastos.

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4- COME QUE TEU MAL É FOME

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Que saudades de pagar o equivalente a um órgão vital, por um hambúrguer pequeno ❤

Uma das coisa mais caras na bienal, na minha opinião é a comida. Os stands cobram por vezes valores muito mais alto que os valores dos livros, e os foodtrucks que são mais em conta vivem com filas enormes. Então se possivel leve algum lanche como biscoitos, barrinhas de cereal, ou uma fruta. Coisa que além de te alimentar, te deem energia para enfrentar o dia.

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5- O IMPORTANTE É SE DIVERTIR

Porque assim: se não for para me divertir eu nem vou!

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O mais importante de tudo é a diversão. Foi dentro de bienais que conheci alguns dos meus melhores amigos e principais parceiros. Afinal esse é o principal intuito do evento. Não é só comprar livros ou pegar autógrafos, é estar perto de pessoas que amam os mesmos livros que você, pessoas que conhecem de livro tanto ou até mais do que você, te proporcionando momentos incríveis. E para deixar a experiência ainda mais divertida, convidamos os nossos amigos do blog Somente o Necessário para nos ajudarem a montar a nossa playlist especial #CurtindoABienal la no Spotify:

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Clique aqui

Então é isso galera! Nos vemos em SP!

Um Cheiro e até a Bienal!

[Vigens] Vamos para Bienal?

Se tem uma das coisas que eu amo fazer é viajar!

Pode ser dentro ou fora do país, para o litoral ou para o interior. Se tiver a companhia de amigos é ainda melhor!

Vocês devem saber o que é a bienal do livro não é mesmo? Mesmo assim eu vou explicar:

O evento é palco para o encontro das principais editoras, livrarias e distribuidoras do país, cerca de 480 marcas apresentando seus mais importantes lançamentos para aproximadamente 700 mil visitantes em um espaço total de 60 mil m².
(Fonte:Bienal do Livro São Paulo)

Sentiu? Esse ano o evento acontece de 26 de agosto – 04 de setembro, já estão confirmados grandes nomes internacionais como Jennifer Niven (Companhia das Letras), Marian Keys (Grupo Editorial Record), Tarryn Fisher (Faro Editorial, Grupo Editorial Record), Jen Sterling (Faro Editorial), Ava Dellaria (Companhia das Letras), Lucinda Riley (Arqueiro) e Becky Albertalli (Intrínseca), Amy Ewing (LeYa). E é claro, os nossos amados autores nacionais.

E nós não iríamos perder isso por nada!

De 26 – 29 de agosto, estaremos em São Paulo para o evento! Durante esse período o blog e as nossas redes sociais irão passar por uma programação especial para levar a vocês o melhor da nossa experiência na bienal:

No Instagram (@outrogarotolendo): Fotos com os nossos amigos, parceiros e autores favoritos. E é claro com vocês nossos leitores amados e melhores amigos do mundo!

No Snap (outrogaroto): Fotos e videos em tempo real. Palestras, bate-papo, encontrinhos, promoções, menor preço. Tudo isso com as melhores caras e bocas e piadas sem graça que só o eu sei fazer.

No Facebook (facebook.com/outrogarotolendooblog): Um resumo de cada dia de evento e todas as nossas aventuras por São Paulo. 

No Blog: Ao final da nossa viagem um resumo completo de como foi nossa estadia, com direito um vlog dos nosso final de semana. Vocês vão encontrar também aqueles que foram nossos locais favoritos na cidade, recomendação de hotel, entre outras super dicas na nossa coluna de viagens.

Estamos contando os dias e as horas para nossa viagem! Se vocês forem para bienal, e/ou quiserem encontrar com o nosso time de viajantes deixa aqui nos comentários! Estaremos esperando vocês com abraços quentinhos e marcadores exclusivos para o evento!

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Um Cheiro e até a Bienal de São Paulo!

[Variedades] A Caminho do Altar

livro 8Livro: On the Way to the Wedding (no Brasil, A Caminho do Altar)
Autora: Julia Quinn
Sinopse: Algo cômico aconteceu...
A diferença da maioria dos homens que conhece, Gregory Bridgerton acredita no amor verdadeiro. E está convencido de que quando encontrar à mulher de seus sonhos, saberá em um instante que ela é a única. E isso é exatamente o que ocorreu. Exceto...
Ela não era a única. De fato, a deslumbrante senhorita Hermione Watson está apaixonada por outro. Mas sua amiga, a sempre prática Lucinda Abernathy, quer salvar Hermione de uma desastrosa aliança, assim se oferece para ajudar Gregory a convencê-la. Mas no processo, Lucy se apaixona. Por Gregory! Exceto...
Lucy está comprometida. E seu tio não está disposto a voltar atrás com o enlace, ainda quando Gregory recupera o juízo e se dá conta que é Lucy, com seu agudo engenho e seu risonho olhar quem faz cantar seu coração. E agora, no caminho do casamento, Gregory deve arriscar tudo para assegurar-se que quando chegar o momento de beijar à noiva, ele seja o único homem que esteja de pé no altar.

Hoje infelizmente não tem resenha, mas ainda é a nossa semana com os Bridgertons e dessa vez é o Gregory!

Ao invés de ser uma resenha por motivos de: não deu para mim e quero o livro da Arqueiro, que só tem previsão de lançamento para junho deste ano (tô esperando solenemente), mas para não deixar a semana passar em branco, então teremos alguns trechos que envolvem o Gregory.

Enquanto Simon era realmente apresentado a todo o clã Bridgerton em O Duque e Eu, ele também foi agraciado com a língua ferina dos mais novos, dentre eles, Gregory:

Finalmente, Hyacinth, que estava sentada à direita de Daphne, encarou-o e disse:
– O senhor não é de falar muito, né?
Violet engasgou com o vinho.
– O duque – disse Daphne à irmã mais nova – está sendo muito mais educado do que todos nós, que interrompemos uns aos outros a todo momento, como se tivéssemos medo de não sermos ouvidos.
– Eu não tenho medo de não ser ouvido – argumentou Gregory. – Trecho de O Duque e Eu

Em O Visconde que me Amava, uma passagem logo no início do livro em que se revela um diálogo entre Kate, a futura viscondessa e Colin Bridgerton, demonstra que Gregory ainda jovem, já possuía grande fama – apesar de que não o favorecesse – entre seus entes queridos:

– A senhorita – continuou ele em um tom divertido – precisa conhecer meu irmão.
– O visconde? – indagou com desconfiança.
– Bem, a companhia de Gregory também lhe agradará – admitiu –, mas, como eu disse, ele tem apenas 13 anos e é provável que coloque um sapo em sua cadeira.
– E o visconde?
– Acho que não colocará um sapo em sua cadeira – falou, com uma expressão muito séria.
Kate não soube como conseguiu prender a risada. Totalmente séria, respondeu:
– Entendo. Ele tem algo muito importante a seu favor, nesse caso.
Colin sorriu. – Trecho de O Visconde que me Amava

Como esquecer quando em Um Perfeito Cavalheiro, os únicos irmãos solteiros disponíveis eram somente os dois do meio, Benedict e Colin. Lady Whistledown, fez questão de assinalar que Gregory ainda não estava disponível ao negócio mais importante da época, o matrimônio:

(…)
Nenhum dos tópicos mencionados acima, no entanto, é nem de longe tão interessante quanto os dois irmãos Bridgertons solteiros, Benedict e Colin. (Antes que alguém diga que há um terceiro, esta autora pode assegurar que tem plena consciência da existência de Gregory Bridgerton. Ele, no entanto, tem 14 anos e, portanto, não é pertinente a esta coluna em particular, que trata, como todas as outras, do mais sagrado dos esportes: a caça a maridos.) – Crônicas da Sociedade de Lady Whistledown, 31 de Maio de 1815
Trecho de Um Perfeito Cavalheiro

 

Em Os Segredos de Colin Bridgerton, o próprio Colin se dá conta do quanto o tempo passou e o garoto que colocava sapos em cadeiras alheias cresceu, agora em Cambridge, Gregory já se a assemelha à um ótimo partido para o matrimônio:

Colin devolveu a toalha a Wickham, que a olhou como se fosse um imenso inseto.
– Não a incomodarei, então. Quando ela terminar a conversa com Francesca, apenas lhe avise que estou aqui.
Wickham assentiu.
– Gostaria de trocar de roupa, Sr. Bridgerton? Creio que temos alguns trajes de seu irmão Gregory no quarto dele.
Colin sorriu. Gregory estava terminando o último período letivo em Cambridge. Era onze anos mais novo que Colin e era difícil acreditar que pudessem usar as mesmas roupas, mas talvez fosse chegada a hora de aceitar o fato de seu irmão mais novo ter finalmente crescido. – Trecho de Os Segredos de Colin Bridgerton

Para Sir Phillip, Com Amor, representou a grande entrada de Gregory, depois de anos, ele reapareceu e fez isso de uma forma não menos do que maravilhosamente hilária, com um salve a Eloise que não se deixa levar pelo irmão, afinal, ele é o mais novo:

Eloise fuzilou o irmão com o olhar
– O que você está fazendo aqui?
– Protegendo a honra da minha irmã – disparou ele
– Como se eu precisasse da sua proteção. Você não tem nem 20 anos!
Ah, pensou Phillip, ele devia ser o irmão cujo o nome começava com G. George? Não, não era isso. Gavin? Não…
– Tenho 23 – rebateu o jovem, com toda a irritação de um irmão mais novo
– E eu tenho 28 – respondeu ela – Não precisava da sua ajuda quando você usava fraldas e não preciso agora. – Trecho de Para Sir, Phillip Com Amor

Com tantos ocorridos, em O Conde Enfeitiçado, Gregory é citado somente uma vez, em frente a dúvida de Francesca sobre o noivado de seu irmão mais velho, Colin, porém, já se pode ter uma noção de que o irmão mais novo não deixa de ser um possível romântico, um prato cheio para nós amantes de um romance de dar suspiros ~expectativa~:

– Seu irmão ficou noivo.
– Colin? – perguntou ela, surpresa.
O irmão se dedicara de tal maneira à vida de solteiro que ela não estranharia se Michael lhe dissesse que o rapaz de sorte era, na verdade, o caçula, Gregory, embora ele fosse dez anos mais novo que Colin.
Michael fez que sim. – Trecho de O Conde Enfeitiçado

Em Um Beijo Inesquecível, Gregory demonstra o que seria uma faceta esperada: inconveniente, até compreensível em parte, já que a única em que ele pode se impor como irmão mais velho é a Hyacinth:

– Hyacinth, o que você está fazendo?
Ela quase morreu de susto.
– Desculpe – disse Gregory, seu irmão, não parecendo lamentar nem um pouco.
Estava de pé bem atrás dela, com os cabelos castanho-avermelhados bagunçados pelo vento e cortados só um pouco longos demais.
– Não faça isso – reclamou ela, pondo a mão no peito, como se pudesse apaziguar o coração.
Ele se limitou a cruzar os braços e a apoiar um dos ombros na parede.
– É o que faço de melhor – replicou ele com um sorriso.
– Eu não me gabaria de algo assim. – Trecho de Um Beijo Inesquecível

Para finalizar sobre On the Way to the Wedding (A Caminho do Altar), temos:

  • On the Way to the Wedding, 8º livro dos Bridgertons, ganhou o prêmio RITA (Romance Writers of America) de Melhor Romance Histórico de 2006;
  • O livro também ficou 4 semanas, chegando ao 6º lugar na lista de best-sellers do The New York Times, por seis semanas no USA Today;
  • Ficou quatro semanas no Publishers Weekly, chegando a 7ª colocação do ranking;
  • Eleito um um dos melhores romances no Top 10 Melhores Romances da Amazon.com, em 2006.

E é isso, pessoal, espero que assim como eu, vocês estejam ansiosos pelo lançamento de A Caminho do Altar, aqui no Brasil!


Espaço ‘Você Sabia?’

O segundo filho da família, Benedict Bridgerton, protagoniza o 3º volume da série, Um Perfeito Cavalheiro, em uma passagem Benedict faz a seguinte afirmação:

O Sr. Crabtree assentiu.
– Já está pronto, Sr. Bridgerton. Vimos seus cavalos no estábulo quando voltamos da casa de nossa filha agora de manhã, e a Sra. Crabtree começou a preparar o desjejum no mesmo instante. Ela sabe que o senhor adora ovos.
Benedict se virou para Sophie e lhe deu um sorriso conspiratório.
– Adoro mesmo. – Trecho de Um Perfeito Cavalheiro

Sabendo da existência de ovos Benedict, logo… isso é uma grande referência!