[FILMES] SOBRENATURAL: A ÚLTIMA CHAVE

2

Direção: Adam Robitel
Ano de Lançamento: 18 de Janeiro de 2018
Elenco: Lin Shaye, Leigh Whannell, Spencer Locke, Angus Sampson e Josh Stewart
Gênero: Suspense
Duração: 1h e 43min
Sinopse: Neste quarto filme da franquia Sobrenatural, a doutora Elise Rainier (Lin Shaye) é chamada para resolver o caso de uma assombração no Novo México, localizada justamente na casa em que ela passou a infância.

 

Em 2010 fomos apresentados a uma das sagas de filmes de terror que iria mudar significamente esse gênero nos filmes hollywoodianos, e que hoje, 8 anos depois, ainda continua a fazer um trabalho muito bom usando todos os artifícios para produzir um filme de terror de qualidade.

Dirigido por Adam Robitel e escrito por Leigh Whannell (que dirigiu o filme anterior e escreveu o roteiro de toda a série), o 4º filme da saga, Sobrenatural: A Última Chave nos coloca mais perto da agora protagonista Elise, vivida pela Lin Shaye que apresenta a sua melhor forma nesta personagem, aprofundando sua história nos mostrando sua origem desde a infância e a fazendo enfrentar de perto o horror que a marcou quando pequena.

3

Isso acontece após o novo morador da casa em que ela viveu quando mais nova a chama para ela ajudá-lo a se livrar dos espíritos que continuam a assombrar o local, fazendo com que ela tenha que lidar e relembrar momentos traumáticos de sua infância e descobrir uns segredos de família. Todos os acontecimentos conseguem casar bem para resumir o que temos como a Elise hoje e o que fez ela ser uma personagem tão importante para a saga, mas algumas coisas, talvez por ter histórias demais, não conseguem chegar em um equilíbrio completo fazendo com que, por vezes, o filme fique um pouco dramático demais.

1

O filme, que é uma pré-sequência do 3º capítulo desta saga, apesar de trazer uma história talvez um pouco mais carregada que o habitual, nada atrapalha a experiência de assisti-lo e não foge do seu tema, já que os produtores souberam usar (como em todos os filmes) muito bem a construção do suspense, os diálogos, os cenários e um dos mais importantes: os efeitos sonoros para completar as cenas e fazer o básico de qualquer filme de suspense/terror acontecer: os sustos dos telespectadores. O trabalho com o movimento das câmeras também não deixou nada a desejar, fazendo com quem estiver assistindo dentro de uma sala de cinema saia no final quase borrado.

Sendo um dos filmes de suspense mais aguardados do ano, esta obra talvez não agrade a todos os amantes da saga, mas ela irá definitivamente agradar como um todo alguém que goste deste gênero e da maneira que o filme foi construído.

Confira o trailer do filme legendado logo abaixo:

Anúncios

[FILMES] CALL ME BY YOUR NAME

3

Direção: Luca Guadagnino
Ano de Lançamento: 18 de Janeiro de 2018
Elenco: Armie Hammer, Timothée Chalamet, Michael Stuhlbarg, Amira Casar, Esther Garrel
Gênero:  Drama, Romance
Duração: 2h11min
Sinopse: O sensível e único filho da família americana com ascendência italiana e francesa Perlman, Elio (Timothée Chalamet), está enfrentando outro verão preguiçoso na casa de seus pais na bela e lânguida paisagem italiana. Mas tudo muda quando Oliver (Armie Hammer), um acadêmico que veio ajudar a pesquisa de seu pai, chega.

 

Você não consegue simplesmente assistir a qualquer filme de Luca Guadagnino. Você imerge nas histórias que ele quer contar e só percebe que passou o dia pensando nela minutos depois, assim como A Bigger Splash (2015), uma de suas últimas obras. Ao assistir a nossa resenha de hoje você se sentirá dentro de uma memória de um estranho qualquer, uma memória de um momento da vida dele que foi tão bom que continua vivo e ardente, e que você estranhamente se identifica.

Um livro escrito pelo egípcio André Aciman e adaptado pelo realizador de cinema James Ivory, Call Me By Your Name se passa preguiçosamente no meio de uma cidadezinha qualquer no nordeste da Itália (assim como o próprio filme descreve), num local ensolarado na medida certa, com cara de verão amigável, cheio de passeios de bicicletas, idas a praia, festas e cochilos tirados à beira da piscina. Podemos ver tudo isso pela belíssima fotografia que o filme nos presenteia, com paisagens apaixonantes e um verão capaz de fazer você se apaixonar por uma estação.

4

É neste pequeno vilarejo italiano que o Professor Perlman (Michael Stuhlbarg) passa todas as suas férias com a sua mulher e seu filho de 17 anos Elio (Timothée Chalamet), em uma casa multicultural onde se fala inglês, francês e italiano e se tocam múltiplos instrumentos. Nessas férias, porém, eles irão receber a companhia do estudante americano Oliver (vivido por Armie Hammer), que aceita o convite do Mr. Perlman, um especialista em cultura grego-romana,  para ajudá-lo em suas pesquisas. Elio e Oliver, em um movimento consciente, começam a se conhecer melhor e se aproximar, assim como nós a eles.

Call Me By Your Name é um filme de aprendizado e amadurecimento, afinal Elio está começando a sua vida adulta. É um filme sobre amor e sobre como aprender a viver o momento, sobre como cada instante deve ser vivido ao máximo. A obra é uma pintura da vida real, sem grandes reviravoltas e vilões, mas a vida no cotidiano, onde o que vemos na grande tela é algo que já aconteceu com a gente, ou que irá acontecer, mas que nunca será distante da realidade. Ele põe em exibição nua e crua o amor com o seu significado real em todos os tipos de relacionamentos. E o Luca faz um trabalho incrível em escancarar isso tudo sutilmente e subjetivamente, a gente só percebe isso quando ele acaba, é quase como se fosse uma escapatória para esse mundo louco que estamos vivendo.

A trilha sonora não consegue passar despercebida com suas músicas escolhidas cuidadosamente a dedo, se casando harmonicamente em grande parte das cenas, fazendo com que toda a experiência de assistir a ele seja muito mais imersa. (Você consegue ouvir toda a playlist no Spotify).

2

A paixão por todos os envolvidos nele também pode ser notada em cada cena, tendo como grande destaque do filme o (não tão) novato Timothée Chalamet. O americano de apenas 22 anos, que também faz uma participação em outro filme aclamado pela crítica, Lady Bird, ganhou uma atenção especial pelo trabalho incrível que fez na obra, onde apenas precisou aprender a falar italiano, tocar violão e piano. Sua química quase que palpável sem esforço com o Hammer é tão delicada e sensível, que a sexualidade e sensualidade trabalhadas no filme são esquecidas e apenas aparecem no filme por que fazem parte do universo deles naquele momento.

Call Me By Your Name não passou despercebido em nenhum dos festivais ao qual esteve além de marcar presença em premiações importantes como o BAFTA, Golden Globes e Critics Choice Awards, sendo indicado a categorias como Melhor Filme, Melhor Protagonista e Melhor Antagonista, sendo todas essas indicações apenas um aquecimento para a cereja do bolo, a grande cerimônia dos Oscars.

Call Me By Your Name veio para fazer história e logo se tornará um clássico, onde graças as suas performances memoráveis e ótimo roteiro, quando olharmos para trás e nos lembrarmos dele, iremos querer assisti-lo novamente. E não ouse tirar a bunda da cadeira antes dos créditos terminarem e se preparem para ver umas das cenas pós-créditos mais bem feitas que eu já vi em filmes.

Confira o trailer abaixo:

[FILMES] CORRENDO ATRÁS DE UM PAI

4

 

Direção: Lawrence Sher
Data de Lançamento: 18 de janeiro de 2018
Elenco: Owen Wilson, Christopher Walken, Glenn Close, J.K. Simmons e Ed Helms.
Gênero: Comédia
Duração: 113 minutos
Sinopse: Quando descobrem que sua mãe está mentindo para eles sobre o suposto falecimento de seu pai biológico, dois irmãos decidem pegar a estrada para procurar o senhor e reparar o feito do passado. 

 

 

Trazendo um elenco de peso como Glenn Close, J.K. Simmons, Christopher Walken e Owen Wilson, Correndo Atrás de um Pai tinha bastante material para se tornar um filme de comédia memorável, mas no final acaba sendo apenas simpático.

Estrelando Owen Wilson e Ed Helms como os gêmeos mais diferente que você já viu em Hollywood, Kyle e Peter, a história começa no dia do casamento de sua mãe, quando ambos descobrem que a figura paterna que eles tiveram em mente durante todas as suas vidas na verdade era apenas um amigo de sua mãe, e, após essa descoberta, decidem atravessar os EUA para descobrir a identidade desse pai.

1

Fica difícil entender durante o filme qual sua proposta final, se é uma comédia sobre dois irmãos que não se dão bem indo juntos numa aventura que no final irá deixá-los mais próximos e perceber as coisas importantes da vida, ou se é um filme com uma história com uma carga dramática onde dois homens saem em busca de uma figura paterna para completar suas vidas, que graças a sua mãe – com um motivo bem superficial, que inclusive continua mentindo sobre o pai deles até mesmo após nos acharmos que ela falou a verdade – eles nunca tiveram. Mas no final não importa qual o gênero do filme. Ele não se encaixa em nenhum de qualquer jeito.

2

Com tentativas que não funcionam de trazer reviravoltas durante o filme para tentar prender a atenção do telespectador, personagens aleatórios que aparecem do nada e nada adicionam e algumas piadas que parecem que foram feitas para nos obrigar a rir, como uma cena onde Wilson faz xixi em uma criança em um banheiro de estrada, ou piadas envolvendo as bolas de um gato ou até mesmo incesto, Correndo Atrás de um Pai no final acaba sendo apenas um filme que assistimos para passar o tempo, mas daqueles que nos fazem questionar o porquê dos atores terem escolhido esses papéis.

Confira o trailer do filme abaixo:

{Resenha} Elle (2016)


Filme: Elle
Elenco: Isabelle Huppert, Laurent Lafitte,
Anne Consigny, Charles Berling, Judith Magre
Direção: Paul Verhoeven
Gênero: Drama
Ano: 2016
Sinopse: Michèle (Isabelle Huppert) é a 
executiva-chefe de uma empresa de videogames, 
mas sua rotina é quebrada quando ela é atacada 
por um desconhecido, dentro de sua própria casa. 
No entanto, ela decide não deixar que isso a abale.
O problema é que o agressor misterioso ainda não
 desistiu dela. (fonte: filmow.com)

Hello, hello, hello!

A temporada de premiações começou! E hoje vamos falar de um dos concorrentes mais fortes à categoria de Filme Estrangeiro e à corrida acirrada de atriz principal.

Elle é um drama dirigido por Paul Verhoeven, adaptação do livro “Oh…” de  Philippe Djian. A história começa com o estupro de Michèle Leblanc, chefe de uma empresa desenvolvedora de games. Porém percebemos que sua reação é peculiar. Após o acontecido, Michèle simplesmente levanta, arruma sua casa do estrago que o confronto causou e continua com  sua vida. Apenas dias depois ela decide revelar o abuso para seu ex-marido e amigos em um jantar. Também deixa bem claro que não vai reportar nada à polícia pois acha desnecessário.

Mas Michèle não esquece o acontecido. Ela passa a observar com mais atenção as pessoas ao seu redor e procura se proteger mais. Seu agressor também não a esquece, e a ataca novamente. Assim, a história vira um jogo de gato e rato repleto de violência e suspense.

O melhor do filme, com certeza é a personagem principal. O longa é apenas um estudo sobre ela e como ela lida com o incidente. Michèle é uma pessoa fria, distante e calculadora. Ela repara em tudo e em todos e sempre está um passo a frente e um degrau acima da outra pessoa. Em nenhum momento ela tenta conquistar a empatia do espectador, mesmo sendo a vítima da história você não se pega em nenhum momento com dó.

A interpretação de Isabelle é maravilhosa, minimalista e incrível de assistir. Ela nunca deixa sua personagem parecer fraca ou indefesa, nem deixa o espectador penetrar em outras camadas.

Elle é um filme sobre vingança, violência, prazeres ocultos, traição e um pouco mais. Doentio mas ao mesmo tempo realista. Recomendo muito que vocês assistam e já estou na torcida por Isabelle Huppert, que ganhou minha admiração junto com muitos prêmios, incluindo o Globo de Ouro.

Até mais, e obrigado pelos peixes!

[Filmes]: Like Crazy (Loucamente Apaixonados)

like-crazy-movie-poster-2011-1020711001Direção: Drake Doremus

Ano de Lançamento: 2011

Elenco: Felicity Jones, Anton Yelchin, 
Jennifer Lawrence, Alex Kingston

Gênero: Drama/Romance

Duração: 90m

Sinopse: A inglesa Anna (Felicity Jones) está estudando 
nos Estados Unidos quando conhece Jacob (Anton Yelchin), um jovem americano. 
Eles apaixonam-se e vivem uma breve história de amor. A 
jovem ultrapassa o limite de estadia, violando o visto de estudos para ficar com 
o amado, e é expulsa do país. 
Morando em continentes diferentes, eles tentam manter uma relação à distância e 
lutam para ficar juntos outra vez.

Eu poderia falar sobre filmes romance um dia inteirinho se me autorizassem, portanto, sou meio suspeita para falar sobre eles. E quando se tem uma das minhas atrizes favoritas do momento, Felicity Jones, eu falaria por 1 mês sem pestanejar. Mas vamos falar sobre o filme.

Cativante. Sensível e intenso.

Se eu pudesse definir Like Crazy em três palavras seriam unicamente essas. O filme conseguiu captar todos aqueles momentos que existem relacionamentos que eu não havia visto em nenhum outro filme, e provavelmente vocês também não.

A obra (drama/romance) fala sobre a estudante britânica, aspirante a jornalista, Anna (Felicity Jones), que está passando um tempo nos EUA fazendo uma especialização, e do, também estudante, designer de móveis Jacob (Anton Yelchin), ambos se conhecem na faculdade e após Anna mostrar uma de suas escritas para Jacob e colocar no para-brisa do seu carro, eles começam um apaixonante relacionamento de cumplicidade e vários obstáculos.

No desenvolver do filme e após um momento de rebeldia, Anna resolve passar mais dois meses nos EUA com o visto vencido, e por culpa dessa decisão ela é impedida de voltar para o país por estar banida temporariamente, mas ainda a milhares de quilômetros de distância, ambos tentam manter a mesma relação, o que acaba não funcionando muito. Anna então sugere que eles tentem outros relacionamentos, o que também acaba não sendo a melhor ideia pois, por mais que tentem, eles não conseguem tirar um ao outro da cabeça, e a partir dessas dificuldades e do amor que um sente pelo outro que a história de desenrolará.

file_558008_likecrazyreview_10272011_204921

Like Crazy nos prende do início ao fim, com suas falas curtas e com as várias cenas entre os protagonistas onde não ouvimos nada, apenas vemos as trocas de olhares e conseguimos quase palpar toda a apreensão e a necessidade que eles têm de ficar juntos, fora o amor que eles sentem um pelo outro. O filme nos mostra em detalhes tudo aquilo que passamos em relacionamentos, curtos ou longos, os momentos em silêncio, as brincadeiras, os momentos que queremos ficar à sós, as inseguranças e as certezas.

Com seus diálogos improvisados, atuações impecáveis (temos também a participação da atriz Jennifer Lawrence), Like Crazy ganhou em 2011, ano de seu lançamento, o Prêmio do Júri do Festival Sundance de Cinema e definitivamente acabou de entrar na lista dos meus filmes favoritos.

Confiram o trailer logo abaixo:

Beijinhos e tchau!

[Utilidades] 5 coisas que todo mundo precisa saber ao ir para uma Bienal do Livro

É o seguinte Galera: de 26 de agosto – 04 de Setembro vai acontecer a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, e nós estaremos lá cobrindo tudo para vocês.

Como essa não é a primeira Bienal do blog (e com fé não será a última), separamos 5 dicas que todo mundo precisa saber antes de ir para uma bienal:

1- NADA DE DESFILE DE MODA: O IMPORTANTE É O CONFORTO

Todos sabemos o quão importante é a primeira impressão, mas quando se trata de bienal, você pode muito bem deixar os seus Louboutin em casa, e pagar aquele Adidas que você usa para academia (vai por mim. Eles serão bem mais úteis).

3.

Em bienal, muitas pessoas (eu inclusive), ficam desde a abertura dos portões, por volta das 8h da manhã, até a sirene de encerramento as 22h da noite. Então se você ainda não fez suas malas, esse é o momento de separar aquelas roupas bem confortáveis, que suportam um dia inteiro de caminhadas, filas intermináveis e lutas por autógrafos.

21btdh4

2 -“OLHA, OLHA, OLHA, OLHA A ÁGUA MINERAL”

Você vai virar uma sereia de tanta água que você vai querer beber.

giphy

Beber água é super importante. Afinal, o tanto que você irá andar dentro do evento, pode ate ser comparado com a jornada do anel até Mordor. São 408 expositores, espalhados por 60 mil m², fora o numero mínimo esperado de 700 mil visitantes. Então estejam preparado para o calor humano e as horas de caminhada.

bobao

 

3-SENHOR: SUA COMPRA NÃO FOI EFETUADA, POR FALTA DE SINAL NA MÁQUINA DO CARTÃO DE CRÉDITO

É sério. Isso acontece de verdade.

No ultimo ano, diverso stands tiveram problemas com vendas por cartões de crédito e débito, devido a ausencia de sinal de internet, ou rede para poder aprovar as compras. Algo que gerava filas gigantescas e transtornos infinitos. Por isso, opte por compras em dinheiro, que além de facilitar para os stands, você se permite um controle maior de gastos.

raw

4- COME QUE TEU MAL É FOME

anigif_enhanced-buzz-25150-1369005797-9

Que saudades de pagar o equivalente a um órgão vital, por um hambúrguer pequeno ❤

Uma das coisa mais caras na bienal, na minha opinião é a comida. Os stands cobram por vezes valores muito mais alto que os valores dos livros, e os foodtrucks que são mais em conta vivem com filas enormes. Então se possivel leve algum lanche como biscoitos, barrinhas de cereal, ou uma fruta. Coisa que além de te alimentar, te deem energia para enfrentar o dia.

hamster-comendo

5- O IMPORTANTE É SE DIVERTIR

Porque assim: se não for para me divertir eu nem vou!

tumblr_nj0g7eZiPY1rzgy8no1_500

O mais importante de tudo é a diversão. Foi dentro de bienais que conheci alguns dos meus melhores amigos e principais parceiros. Afinal esse é o principal intuito do evento. Não é só comprar livros ou pegar autógrafos, é estar perto de pessoas que amam os mesmos livros que você, pessoas que conhecem de livro tanto ou até mais do que você, te proporcionando momentos incríveis. E para deixar a experiência ainda mais divertida, convidamos os nossos amigos do blog Somente o Necessário para nos ajudarem a montar a nossa playlist especial #CurtindoABienal la no Spotify:

spotify_logo_rgb_green
Clique aqui

Então é isso galera! Nos vemos em SP!

Um Cheiro e até a Bienal!

[Eventos] Ninguém precisa dormir em Agosto!

Fala Galera!!!

Agosto é um mês muito corrido para nós do #OGL. São cerca de 6 eventos promovidos pelo blog, fora os tantos que somos convidados para fazer cobertura e ainda tem a Bienal!! (alguém me ensina como não surtar nesse meio tempo?)

Para ficar por dentro de todos os detalhes e acompanhar de pertinho os bastidores de tudo isso, basta nos seguir no snapchat (outrogaroto) e instagram (@blogoutrogarotolendo), mas para vocês terem uma ideia de todos, aqui vocês vão encontrar todas as datas e informações para não ficarem de fora dos nossos encontrinhos!

Continuar lendo “[Eventos] Ninguém precisa dormir em Agosto!”

[Resenha] Warcraft – Livro do Filme Oficial

 

Eu sou Adriano, irmão do Alê, tenho 15 anos, e meu mano me convidou para aqui falar de Warcraft! (PELA ALIAAANÇA!)

Meu irmão não é lá muito ligado nessas paradas de jogos e livros baseados em jogos, então quando ele me deu o livro de Warcraft eu pirei! Me amarro muito nesse jogo, acompanho desde 2005, fiquei muito feliz quando soube que teria o filme e mesmo sem gostar muito de ler eu precisava ler esse livro!

Essa é a primeira vez que estou resenhando algo, então não me julguem, um dia eu pego o jeito!

WARCRAFT_1461188434579574SK1461188434BLivro: Warcraft - Livro do Filme Oficial

Autor: Christie Golden

Ano: 2016

Páginas: 266

Editora: Record

Sinopse: A novelização do aguardado filme de ação e fantasia Warcraft.
Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane. 
Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth. 
A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.
Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Existem dois mundos: Azeroth e Draenor, no primeiro vivem os Humanos, Elfos e Anões, em Draenor, os Orcs . Devido a magia do bruxou Guldan o mundo de Draenor esta apodrecendo. O bruxo Guldan convence a Horda de orcs que eles precisam abandonar sua terra, e conquistar um novo mundo, o que os leva a invadir Azeroth. Do outro lado, o mago Hadgar, avisa a Aliança que sua amada Azeroth corre riscos desconhecidos. O Rei Llane, envia o exercito de Lothar (seu melhor General), com a ajuda de Hadgar e do Guardião de Azeroth, Medivh para uma missão de reconhecimento. Durante a viagem eles encontram o Orc Durotan, que discorda do pensamento do bruxo Guldan, e resolvem se com a Aliança para impedir uma magia antiga que vem influenciando não só o orc Guldan como também o mago Medivh, na tentativa de libertar um mal milenar.

t9kfnptiisrjs2skw282

O livro para mim funcionou como um grande complemento para o filme, servindo para revelar e aprofundar mais alguns laços entre os personagens que talvez não pudessem ser bem desenvolvidos no filme por conta do roteiro. O livro é extremamente fiel ao filme, como se estivessemos com o reteiro com anotações do diretor em mãos. Não teve um unico momento durante a leitura que eu não mentalizasse as cenas do filme na minha cabeça. A edição está bem legal, com a capa identica ao poster do filme, e muito bem trabalhada.

tumblr_o8ooc76gEv1tcqzbio1_500

A autora Christie Golden, tem vários outros livros de warcraft publicados pela Record (aceito de presente mano!), e se você é apaixonado pelo jogo assim como eu, com certeza você vai se sentir dentro de uma partida de WoW como eu me senti, lendo o livro e assitindo ao filme.

1507510363193415596

É isso ai, galera. Foi bem divertido falar com vocês desse livro, espero que vocês curtam para caramba a leitura!

 

Valeu!!

tumblr_o83rjxGH8y1sk8j96o1_500

Continuar lendo “[Resenha] Warcraft – Livro do Filme Oficial”

[Texto] Aos meus 3 mil amigos

Não faz muito tempo, eu era só outro garoto lendo. Fosse no carro, na escola, em casa, no shopping… Eu era outro garoto lendo. Um dia, cansado de tanto ler e não ter com quem conversar eu tive a bizarra ideia de criar um blog. Uma forma de expor minhas idéias e minhas opiniões para outros garotos e garotas que liam independente do lugar onde estivessem (claro que não estou falando desse blog. Mas do meu primeiro.). Onde eu poderia imaginar que hoje eu seria o Outro Garoto Lendo?

Lembro que quando completei 50 seguidores com aquele blog de layout grotesco, vários erros na construção das resenhas e uma linguagem nada apropriada, eu comemorei com como se tivesse ganhado 50 novos amigos.

Cinco anos se passaram. Desde aquele dia, já passei por 6 blogs, 10 fanpages e 3 Instagram. Mas o sentimento é o mesmo de quando consegui aqueles 50 amigos. Porém hoje o número é muito maior, o blog é algo maior.

Nos últimos 9 meses, conquistei 3 mil novos amigos na nossa pagina do facebook, um numero que graças as forças que comandam o universo, não para de crescer. Para vocês isso pode ser algo bobo, banal, ou não afetar em nada na sua vida. Mas para mim, que escolhi fazer isso por amor pelo resto da vida, isso não tem preço.

Por isso, aos meus meus 3 mil AMIGOS, deixo aqui o meu muito obrigado! Vocês são parte da minha vida, e uma das mais importantes. Que enquanto você estiver lendo esse texto, você se sinta devidamente abraçado, com todo o meu carinho e gratidão.

O que eu posso fazer para agradecer é muito pouco. É mandar todo o amor do meu coração para o de vocês.

Um cheiro especial (cheio de amor e gratificação), e até a próxima!

Do seu amigo,

Alê.

[Resenha] 10 Cloverfield Lane (2016)

Filme: 10 Cloverfield Lane 
(Rua Cloverfield, 10) 
Elenco:  Mary Elizabeth Winstead, 
John Gallagher Jr., John Goodman
Direção: Dan Trachtenberg
Gênero: Suspense, Sci-Fi
Ano: 2016
Sinopse: Uma jovem (Mary Elizabeth Winstead), 
após um grave acidente de carro, acorda no 
porão de um desconhecido (John Goodman). 
O homem diz ter salvado sua vida de um ataque
químico que deixou o mundo inabitável, e, 
por isso, a manterá presa no local.

Hello, hello, hello!

Como havia mencionado no meu último post, um dos filmes que eu mais estava ansioso para assistir este ano era 10 Cloverfield Lane, e a espera acabou. E não podia faltar uma resenha.

O filme, dirigido por Dan Trachtenberg pode ser confudido com Cloverfield, longa de 2008 do diretor Matt Reeves. Os dois foram produzidos por J. J. Abrams, que leva mais destaque que os diretores, inclusive. Mesmo sendo filmes diferentes, o tema abordado vem a ser o mesmo. Um mundo pós-apocalíptico  devido à invasão de alienígenas na Terra.

Começamos a história com Michelle fazendo as malas e saindo de casa pois terminou seu relacionamento. Na estrada, ela sofre um acidente e acorda presa em uma cela. Assim ela conhece Howard, um aposentado da Marinha que lhe explica a situação.  Ele conta que a Terra foi atacada por alienígenas e todo o ar foi contaminado. Porém, ele estava preparado e contruiu um bunker (típico dos EU) para sobreviver o tempo necessário até poder sair à superfície.

Claro que a princípio Michelle não acredita na história de Howard, nem o espectador. Ela se sente presa e confusa. Logo descobre que tem uma terceira pessoa, Emmett. Ele é um rapaz que ajudou Howard a construir o bunker e se refugiou com ele. Assim, Michelle vai  fazer o possível para tentar escapar.

A atmosfera do filme é muito bem feita, com bastante suspense, mistérios e alguns sustos. Nada do que acontece é uma certeza e você se pega duvidando da própria sombra, assim como Michele duvida de tudo o que vê. Howard é um poço de mistérios e ela não se sente segura com aquela situação, nem acredita que o ar realmente está contaminado.  A fotografia também é muito boa junto com a trilha sonora.

Quanto às atuações, o destaque vai para Mary Elizabeth Winstead. Nossa personagem principal transborda  girl power, ela toma controle da situação e do plano de fuga e o executa praticamente sozinha. John Gallagher Jr também está ótimo e irreconhecível comparado a seu trabalho em Hush (resenha aqui). E John Goodman sabe transitar muito bem de ameaçador a sensível. Sinistro.

A melhor coisa do filme deixo como surpresa, que é o final. Particularmente gostei bastante, e vocês?