{Resenha} Elle (2016)


Filme: Elle
Elenco: Isabelle Huppert, Laurent Lafitte,
Anne Consigny, Charles Berling, Judith Magre
Direção: Paul Verhoeven
Gênero: Drama
Ano: 2016
Sinopse: Michèle (Isabelle Huppert) é a 
executiva-chefe de uma empresa de videogames, 
mas sua rotina é quebrada quando ela é atacada 
por um desconhecido, dentro de sua própria casa. 
No entanto, ela decide não deixar que isso a abale.
O problema é que o agressor misterioso ainda não
 desistiu dela. (fonte: filmow.com)

Hello, hello, hello!

A temporada de premiações começou! E hoje vamos falar de um dos concorrentes mais fortes à categoria de Filme Estrangeiro e à corrida acirrada de atriz principal.

Elle é um drama dirigido por Paul Verhoeven, adaptação do livro “Oh…” de  Philippe Djian. A história começa com o estupro de Michèle Leblanc, chefe de uma empresa desenvolvedora de games. Porém percebemos que sua reação é peculiar. Após o acontecido, Michèle simplesmente levanta, arruma sua casa do estrago que o confronto causou e continua com  sua vida. Apenas dias depois ela decide revelar o abuso para seu ex-marido e amigos em um jantar. Também deixa bem claro que não vai reportar nada à polícia pois acha desnecessário.

Mas Michèle não esquece o acontecido. Ela passa a observar com mais atenção as pessoas ao seu redor e procura se proteger mais. Seu agressor também não a esquece, e a ataca novamente. Assim, a história vira um jogo de gato e rato repleto de violência e suspense.

O melhor do filme, com certeza é a personagem principal. O longa é apenas um estudo sobre ela e como ela lida com o incidente. Michèle é uma pessoa fria, distante e calculadora. Ela repara em tudo e em todos e sempre está um passo a frente e um degrau acima da outra pessoa. Em nenhum momento ela tenta conquistar a empatia do espectador, mesmo sendo a vítima da história você não se pega em nenhum momento com dó.

A interpretação de Isabelle é maravilhosa, minimalista e incrível de assistir. Ela nunca deixa sua personagem parecer fraca ou indefesa, nem deixa o espectador penetrar em outras camadas.

Elle é um filme sobre vingança, violência, prazeres ocultos, traição e um pouco mais. Doentio mas ao mesmo tempo realista. Recomendo muito que vocês assistam e já estou na torcida por Isabelle Huppert, que ganhou minha admiração junto com muitos prêmios, incluindo o Globo de Ouro.

Até mais, e obrigado pelos peixes!

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[Filmes]: Like Crazy (Loucamente Apaixonados)

like-crazy-movie-poster-2011-1020711001Direção: Drake Doremus

Ano de Lançamento: 2011

Elenco: Felicity Jones, Anton Yelchin, 
Jennifer Lawrence, Alex Kingston

Gênero: Drama/Romance

Duração: 90m

Sinopse: A inglesa Anna (Felicity Jones) está estudando 
nos Estados Unidos quando conhece Jacob (Anton Yelchin), um jovem americano. 
Eles apaixonam-se e vivem uma breve história de amor. A 
jovem ultrapassa o limite de estadia, violando o visto de estudos para ficar com 
o amado, e é expulsa do país. 
Morando em continentes diferentes, eles tentam manter uma relação à distância e 
lutam para ficar juntos outra vez.

Eu poderia falar sobre filmes romance um dia inteirinho se me autorizassem, portanto, sou meio suspeita para falar sobre eles. E quando se tem uma das minhas atrizes favoritas do momento, Felicity Jones, eu falaria por 1 mês sem pestanejar. Mas vamos falar sobre o filme.

Cativante. Sensível e intenso.

Se eu pudesse definir Like Crazy em três palavras seriam unicamente essas. O filme conseguiu captar todos aqueles momentos que existem relacionamentos que eu não havia visto em nenhum outro filme, e provavelmente vocês também não.

A obra (drama/romance) fala sobre a estudante britânica, aspirante a jornalista, Anna (Felicity Jones), que está passando um tempo nos EUA fazendo uma especialização, e do, também estudante, designer de móveis Jacob (Anton Yelchin), ambos se conhecem na faculdade e após Anna mostrar uma de suas escritas para Jacob e colocar no para-brisa do seu carro, eles começam um apaixonante relacionamento de cumplicidade e vários obstáculos.

No desenvolver do filme e após um momento de rebeldia, Anna resolve passar mais dois meses nos EUA com o visto vencido, e por culpa dessa decisão ela é impedida de voltar para o país por estar banida temporariamente, mas ainda a milhares de quilômetros de distância, ambos tentam manter a mesma relação, o que acaba não funcionando muito. Anna então sugere que eles tentem outros relacionamentos, o que também acaba não sendo a melhor ideia pois, por mais que tentem, eles não conseguem tirar um ao outro da cabeça, e a partir dessas dificuldades e do amor que um sente pelo outro que a história de desenrolará.

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Like Crazy nos prende do início ao fim, com suas falas curtas e com as várias cenas entre os protagonistas onde não ouvimos nada, apenas vemos as trocas de olhares e conseguimos quase palpar toda a apreensão e a necessidade que eles têm de ficar juntos, fora o amor que eles sentem um pelo outro. O filme nos mostra em detalhes tudo aquilo que passamos em relacionamentos, curtos ou longos, os momentos em silêncio, as brincadeiras, os momentos que queremos ficar à sós, as inseguranças e as certezas.

Com seus diálogos improvisados, atuações impecáveis (temos também a participação da atriz Jennifer Lawrence), Like Crazy ganhou em 2011, ano de seu lançamento, o Prêmio do Júri do Festival Sundance de Cinema e definitivamente acabou de entrar na lista dos meus filmes favoritos.

Confiram o trailer logo abaixo:

Beijinhos e tchau!

[Utilidades] 5 coisas que todo mundo precisa saber ao ir para uma Bienal do Livro

É o seguinte Galera: de 26 de agosto – 04 de Setembro vai acontecer a 24ª Bienal do Livro de São Paulo, e nós estaremos lá cobrindo tudo para vocês.

Como essa não é a primeira Bienal do blog (e com fé não será a última), separamos 5 dicas que todo mundo precisa saber antes de ir para uma bienal:

1- NADA DE DESFILE DE MODA: O IMPORTANTE É O CONFORTO

Todos sabemos o quão importante é a primeira impressão, mas quando se trata de bienal, você pode muito bem deixar os seus Louboutin em casa, e pagar aquele Adidas que você usa para academia (vai por mim. Eles serão bem mais úteis).

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Em bienal, muitas pessoas (eu inclusive), ficam desde a abertura dos portões, por volta das 8h da manhã, até a sirene de encerramento as 22h da noite. Então se você ainda não fez suas malas, esse é o momento de separar aquelas roupas bem confortáveis, que suportam um dia inteiro de caminhadas, filas intermináveis e lutas por autógrafos.

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2 -“OLHA, OLHA, OLHA, OLHA A ÁGUA MINERAL”

Você vai virar uma sereia de tanta água que você vai querer beber.

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Beber água é super importante. Afinal, o tanto que você irá andar dentro do evento, pode ate ser comparado com a jornada do anel até Mordor. São 408 expositores, espalhados por 60 mil m², fora o numero mínimo esperado de 700 mil visitantes. Então estejam preparado para o calor humano e as horas de caminhada.

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3-SENHOR: SUA COMPRA NÃO FOI EFETUADA, POR FALTA DE SINAL NA MÁQUINA DO CARTÃO DE CRÉDITO

É sério. Isso acontece de verdade.

No ultimo ano, diverso stands tiveram problemas com vendas por cartões de crédito e débito, devido a ausencia de sinal de internet, ou rede para poder aprovar as compras. Algo que gerava filas gigantescas e transtornos infinitos. Por isso, opte por compras em dinheiro, que além de facilitar para os stands, você se permite um controle maior de gastos.

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4- COME QUE TEU MAL É FOME

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Que saudades de pagar o equivalente a um órgão vital, por um hambúrguer pequeno ❤

Uma das coisa mais caras na bienal, na minha opinião é a comida. Os stands cobram por vezes valores muito mais alto que os valores dos livros, e os foodtrucks que são mais em conta vivem com filas enormes. Então se possivel leve algum lanche como biscoitos, barrinhas de cereal, ou uma fruta. Coisa que além de te alimentar, te deem energia para enfrentar o dia.

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5- O IMPORTANTE É SE DIVERTIR

Porque assim: se não for para me divertir eu nem vou!

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O mais importante de tudo é a diversão. Foi dentro de bienais que conheci alguns dos meus melhores amigos e principais parceiros. Afinal esse é o principal intuito do evento. Não é só comprar livros ou pegar autógrafos, é estar perto de pessoas que amam os mesmos livros que você, pessoas que conhecem de livro tanto ou até mais do que você, te proporcionando momentos incríveis. E para deixar a experiência ainda mais divertida, convidamos os nossos amigos do blog Somente o Necessário para nos ajudarem a montar a nossa playlist especial #CurtindoABienal la no Spotify:

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Clique aqui

Então é isso galera! Nos vemos em SP!

Um Cheiro e até a Bienal!

[Eventos] Ninguém precisa dormir em Agosto!

Fala Galera!!!

Agosto é um mês muito corrido para nós do #OGL. São cerca de 6 eventos promovidos pelo blog, fora os tantos que somos convidados para fazer cobertura e ainda tem a Bienal!! (alguém me ensina como não surtar nesse meio tempo?)

Para ficar por dentro de todos os detalhes e acompanhar de pertinho os bastidores de tudo isso, basta nos seguir no snapchat (outrogaroto) e instagram (@blogoutrogarotolendo), mas para vocês terem uma ideia de todos, aqui vocês vão encontrar todas as datas e informações para não ficarem de fora dos nossos encontrinhos!

Continuar lendo “[Eventos] Ninguém precisa dormir em Agosto!”

[Resenha] Warcraft – Livro do Filme Oficial

 

Eu sou Adriano, irmão do Alê, tenho 15 anos, e meu mano me convidou para aqui falar de Warcraft! (PELA ALIAAANÇA!)

Meu irmão não é lá muito ligado nessas paradas de jogos e livros baseados em jogos, então quando ele me deu o livro de Warcraft eu pirei! Me amarro muito nesse jogo, acompanho desde 2005, fiquei muito feliz quando soube que teria o filme e mesmo sem gostar muito de ler eu precisava ler esse livro!

Essa é a primeira vez que estou resenhando algo, então não me julguem, um dia eu pego o jeito!

WARCRAFT_1461188434579574SK1461188434BLivro: Warcraft - Livro do Filme Oficial

Autor: Christie Golden

Ano: 2016

Páginas: 266

Editora: Record

Sinopse: A novelização do aguardado filme de ação e fantasia Warcraft.
Há muito Azeroth está em paz. Após expulsar os trolls, com a ajuda de Medivh, Guardião do reino, humanos vivem em paz com os vizinhos elfos e anões. Mas um novo mal desponta no horizonte, e a guerra ameaça engolfar mais uma vez os domínios do justo rei Llane. 
Uma raça temerária de invasores, os guerreiros orcs, insuflados pelo feiticeiro Guldan e liderados pelo monstruoso Mão Negra, fogem de seu mundo agonizante em busca de caça e oportunidades. Com a ajuda da vileza, a mais cruel das magias, Guldan criou um portal capaz de transportar sua Horda até Azeroth. 
A maré verde, de orcs dominados por esse mal, toma de assalto as terras humanas. Morte e destruição ameaçam destruir a tudo e a todos. Então, de lados opostos, dois heróis surgem, em uma rota de colisão que decidirá o destino de sua família, seu povo e seu lar.
Durotan, o líder honrado do clã Lobo do Gelo, quer apenas uma chance para seu filho recém-nascido. Lothar, o Leão de Azeroth, busca redenção. E assim começa uma espetacular saga sobre poder e sacrifício, na qual a guerra tem muitas facetas e todos lutam por algo.

Existem dois mundos: Azeroth e Draenor, no primeiro vivem os Humanos, Elfos e Anões, em Draenor, os Orcs . Devido a magia do bruxou Guldan o mundo de Draenor esta apodrecendo. O bruxo Guldan convence a Horda de orcs que eles precisam abandonar sua terra, e conquistar um novo mundo, o que os leva a invadir Azeroth. Do outro lado, o mago Hadgar, avisa a Aliança que sua amada Azeroth corre riscos desconhecidos. O Rei Llane, envia o exercito de Lothar (seu melhor General), com a ajuda de Hadgar e do Guardião de Azeroth, Medivh para uma missão de reconhecimento. Durante a viagem eles encontram o Orc Durotan, que discorda do pensamento do bruxo Guldan, e resolvem se com a Aliança para impedir uma magia antiga que vem influenciando não só o orc Guldan como também o mago Medivh, na tentativa de libertar um mal milenar.

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O livro para mim funcionou como um grande complemento para o filme, servindo para revelar e aprofundar mais alguns laços entre os personagens que talvez não pudessem ser bem desenvolvidos no filme por conta do roteiro. O livro é extremamente fiel ao filme, como se estivessemos com o reteiro com anotações do diretor em mãos. Não teve um unico momento durante a leitura que eu não mentalizasse as cenas do filme na minha cabeça. A edição está bem legal, com a capa identica ao poster do filme, e muito bem trabalhada.

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A autora Christie Golden, tem vários outros livros de warcraft publicados pela Record (aceito de presente mano!), e se você é apaixonado pelo jogo assim como eu, com certeza você vai se sentir dentro de uma partida de WoW como eu me senti, lendo o livro e assitindo ao filme.

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É isso ai, galera. Foi bem divertido falar com vocês desse livro, espero que vocês curtam para caramba a leitura!

 

Valeu!!

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[Texto] Aos meus 3 mil amigos

Não faz muito tempo, eu era só outro garoto lendo. Fosse no carro, na escola, em casa, no shopping… Eu era outro garoto lendo. Um dia, cansado de tanto ler e não ter com quem conversar eu tive a bizarra ideia de criar um blog. Uma forma de expor minhas idéias e minhas opiniões para outros garotos e garotas que liam independente do lugar onde estivessem (claro que não estou falando desse blog. Mas do meu primeiro.). Onde eu poderia imaginar que hoje eu seria o Outro Garoto Lendo?

Lembro que quando completei 50 seguidores com aquele blog de layout grotesco, vários erros na construção das resenhas e uma linguagem nada apropriada, eu comemorei com como se tivesse ganhado 50 novos amigos.

Cinco anos se passaram. Desde aquele dia, já passei por 6 blogs, 10 fanpages e 3 Instagram. Mas o sentimento é o mesmo de quando consegui aqueles 50 amigos. Porém hoje o número é muito maior, o blog é algo maior.

Nos últimos 9 meses, conquistei 3 mil novos amigos na nossa pagina do facebook, um numero que graças as forças que comandam o universo, não para de crescer. Para vocês isso pode ser algo bobo, banal, ou não afetar em nada na sua vida. Mas para mim, que escolhi fazer isso por amor pelo resto da vida, isso não tem preço.

Por isso, aos meus meus 3 mil AMIGOS, deixo aqui o meu muito obrigado! Vocês são parte da minha vida, e uma das mais importantes. Que enquanto você estiver lendo esse texto, você se sinta devidamente abraçado, com todo o meu carinho e gratidão.

O que eu posso fazer para agradecer é muito pouco. É mandar todo o amor do meu coração para o de vocês.

Um cheiro especial (cheio de amor e gratificação), e até a próxima!

Do seu amigo,

Alê.

[Resenha] 10 Cloverfield Lane (2016)

Filme: 10 Cloverfield Lane 
(Rua Cloverfield, 10) 
Elenco:  Mary Elizabeth Winstead, 
John Gallagher Jr., John Goodman
Direção: Dan Trachtenberg
Gênero: Suspense, Sci-Fi
Ano: 2016
Sinopse: Uma jovem (Mary Elizabeth Winstead), 
após um grave acidente de carro, acorda no 
porão de um desconhecido (John Goodman). 
O homem diz ter salvado sua vida de um ataque
químico que deixou o mundo inabitável, e, 
por isso, a manterá presa no local.

Hello, hello, hello!

Como havia mencionado no meu último post, um dos filmes que eu mais estava ansioso para assistir este ano era 10 Cloverfield Lane, e a espera acabou. E não podia faltar uma resenha.

O filme, dirigido por Dan Trachtenberg pode ser confudido com Cloverfield, longa de 2008 do diretor Matt Reeves. Os dois foram produzidos por J. J. Abrams, que leva mais destaque que os diretores, inclusive. Mesmo sendo filmes diferentes, o tema abordado vem a ser o mesmo. Um mundo pós-apocalíptico  devido à invasão de alienígenas na Terra.

Começamos a história com Michelle fazendo as malas e saindo de casa pois terminou seu relacionamento. Na estrada, ela sofre um acidente e acorda presa em uma cela. Assim ela conhece Howard, um aposentado da Marinha que lhe explica a situação.  Ele conta que a Terra foi atacada por alienígenas e todo o ar foi contaminado. Porém, ele estava preparado e contruiu um bunker (típico dos EU) para sobreviver o tempo necessário até poder sair à superfície.

Claro que a princípio Michelle não acredita na história de Howard, nem o espectador. Ela se sente presa e confusa. Logo descobre que tem uma terceira pessoa, Emmett. Ele é um rapaz que ajudou Howard a construir o bunker e se refugiou com ele. Assim, Michelle vai  fazer o possível para tentar escapar.

A atmosfera do filme é muito bem feita, com bastante suspense, mistérios e alguns sustos. Nada do que acontece é uma certeza e você se pega duvidando da própria sombra, assim como Michele duvida de tudo o que vê. Howard é um poço de mistérios e ela não se sente segura com aquela situação, nem acredita que o ar realmente está contaminado.  A fotografia também é muito boa junto com a trilha sonora.

Quanto às atuações, o destaque vai para Mary Elizabeth Winstead. Nossa personagem principal transborda  girl power, ela toma controle da situação e do plano de fuga e o executa praticamente sozinha. John Gallagher Jr também está ótimo e irreconhecível comparado a seu trabalho em Hush (resenha aqui). E John Goodman sabe transitar muito bem de ameaçador a sensível. Sinistro.

A melhor coisa do filme deixo como surpresa, que é o final. Particularmente gostei bastante, e vocês?

 

[RESENHA] Capitão América: Guerra Civil

565528cf83e51Filme: Capitão América: Guerra Civil
Elenco:  Chris Evans , Robert Downey Jr.,
Chadwick Boseman, Anthony Mackie,Scarlett Johansson,
 Tom Holland, Daniel Brühl, Sebastian Stan
Direção: Anthony Russo e Joe Russo
Gênero: Ação, Fantasia
Ano: 2016
Sinopse: Após os eventos catastróficos causados por Ultron, 
e após algumas destruições causadas por membros dos Vingadores,
diversos políticos da Terra se reuniram para propor um 
tratado aos heróis, para que eles se responsabilizem
pelos seus atos, pois eles impactam em muitas pessoas.
 Porém nem toda a equipe dos Vingadores concorda com esse tratado, e é aí 
que se começam os conflitos que desencadeiam uma guerra entre os heróis.

Olha quem voltou, isso mesmo euzinha para celebrar a semana do orgulho nerd. E como nessas ultimas semanas assisti dois dos mais aguardados filmes de heróis do ano resolvi fazer resenha dos dois. Vou começar falando sobre Guerra Civil, filme muito aguardado pois esta é uma adaptação de uma das histórias mais famosas das HQs.

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Guerra Civil começa com o Capitão América numa missão junto a outros heróis. Um deles é a Feiticeira Escarlate que ainda esta se habituando a essa vida de missões e salvamentos. Porém o que era para ser uma simples perseguição acaba tomando grandes proporções e muita coisa da errado, e com isso alguns civis morrem. Esses acontecimentos junto com a destruição causada pelo Ultron (no filme Vingadores 2), foram o estopim para que lideres mundiais se reunissem a fim de cobrar os heróis mais responsabilidade pelos seus atos e criar um acordo dos heróis junto ás Nações Unidas, que foi chamado de Tratado de Sokóvia.

Mas, todavia, entretanto nem todos os membros dos Vingadores concordaram com o acordo e assim eles acabam se dividindo e entrando em conflito.

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O filme têm muita história para contar e por isso fica a sensação de que não deram muito foco ao tratado. Na verdade o filme teve mais cenas de tentativas de salvar o Bucky Barnes do que qualquer outra coisa. Eu acho que seria ótimo se o filme focasse no questionamento da responsabilidade dos atos dos heróis mas mesmo assim ver isso no filme foi algo incrível.

O lado bom do filme é que ele abre um leque de duvidas mas que no final todas as pontas soltas são resolvidas. Mas preciso falar que Guerra Civil mas é um filme muito bom porém não é o melhor filme da Marvel, ainda acho Soldado Invernal e Guardiões da Galáxia melhores.

Enquanto o mundo se dividia entre TeamIronMan e TeamCap, no filme quem rouba a cena e o coração dos espectadores são os coadjuvantes, o Homem Aranha (melhor Spider de todos os tempos) e o Pantera Negra são espetaculares, o Homem Formiga continua divertidíssimo e o Falcão também. A maneira como os diversos personagens do filme se relacionam entre si  é um dos pontos altos desta película.

As cenas de ação são boas e as sequencias de luta maravilhosas. Mas a Guerra Civil que deveria falar sobre ser contra ou a favor do Tratado de Sokóvia acabou virando uma luta sobre Bucky Barnes, que como sabemos é o Soldado Invernal, ele sofreu diversas lavagens cerebrais para agir como um assassino, e há divergências entre Tony Stark e Steve Rogers sobre como Bucky deveria ser tratado. Ele deveria ser tratado como um assassino cruel ou como uma vitima da Hydra?

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Ou seja as motivações dos personagens para cometerem certos atos não são tão convincentes e o filme tenta em alguns momentos nos convencer a ter empatia por um lado para depois nos convencer a ter empatia pelo outro lado.

A conclusão que cheguei foi que Guerra Civil segue a formula de fazer filmes da Marvel, que vem dando certo. Sequencias ótimas de ação, piadas esporádicas e a tentativa de criação de um elo emocional entre personagem e público. Ou seja nada de muito novo no Universo Cinematográfico da Marvel. Mas o filme é bom e vale o ingresso.

OBS: Continuo sendo TeamCap


Até a próxima 😉tumblr_o7qfvoBXvz1vv58ejo1_500.gif

[Resenha] Hush (2016)

Filme: Hush (Hush - A morte Ouve) 
Elenco: Kate Siegel, John Gallagher Jr., 
Samantha Sloyan, Michael Trucco
Direção: Mike Flanagan
Gênero: Suspense
Ano: 2016
Sinopse: Depois de perder sua audição 
quando adolescente, Maddie Young viveu 
uma vida de isolamento totalmente recuada 
em seu mundo silencioso. Porém, quando o
rosto mascarado de um assassino psicótico 
aparece na janela de sua casa ela deve 
ultrapassar seus limites físicos e 
psicológicos para poder sobreviver uma 
noite.

Olá pessoas!

Esse ano promete ser ótimo para os fãs de suspense e terror  como eu. Um gênero que vem apresentando seus altos e baixos nos últimos anos. Vamos voltar a ver a dupla de Invocação do Mal no seu segundo filme, o suspense que promete Rua Cloverfield, 10 entre outros. E hoje quero falar de um filme que foi lançado pela Netflix, Hush.

O diretor é o Mike Flanagan, e anotem esse nome porque vai surgir novamente no cenário de filmes de terror. Em 2014 ele fez Oculus, que pessoalmente gostei bastante. E esse ano ele ainda vai trazer Before I Wake, com Jacob Tremblay no elenco. Flanagan também leva crédito pelo roteiro de Hush, junto com a protagonista Kate Siegel.

A premissa de Hush é simples, um suspense/terror com um assassino que pretende matar nossa personagem principal por algum motivo random. Nada novo sob o Sol. Mas eis seu diferencial: Maddie, a protagonista, é surda-muda devido a uma meningite aos 13 anos. Ela é escritora e mora sozinha e afastada, com apenas um casal de vizinhos. Uma noite, após a visita de sua vizinha, um homem misterioso e emascarado aparece e ameaça matá-la.

Mesmo parecendo clichê, o filme é uma grande surpresa. Principalmente porque a personagem é muito inteligente, diferente do normal em filmes de terror. Ela não desiste em nenhum momento. E o ambiente do filme dá uma sensação de vulnerabilidade maior, porque a casa é cheia de portas de vidro. Mesmo assim o assassino não parte para matá-la imediatamente.

O roteiro do filme é bastante inteligente também. O fato de Maddie ser escritora não é esquecido e ser surda-muda não se torna um problema. Ela tem uma técnica em que escreve vários finais alternativos antes de escolher um, e isso é usado ao decorrer da história. Outro recurso é o pouco uso de sons e música, há momentos que apenas ouvimos algo abafado representando Maddie, o que nos faz estar mais na pele dela. 

A escolha da atriz principal não podia ser melhor. Kate Siegel traz um show de atuação. Ela não precisa falar ou emitir som nenhum para passar suas emoções, em cada momento fica claro o que Maddie está sentindo. Sua linguagem corporal é excelente e apenas com os olhos consegue passar tudo o que se passa na mente da personagem. Todos os sentidos de Maddie são explorados. Também vale ressaltar a atuação de John Gallagher Jr. A frieza do personagem é muito bem executada e você nunca se pergunta por que ele quer matar ela, sendo que nunca é explicado. Ele simplesmente tem cara de psicopata.

Resumindo, gostei demais do filme e recomendo a todos os fãs do gênero. E vocês, o que acharam? Corre pra Netflix!

[RESENHA] Batman vs Superman

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Filme: Batman vs Superman - A Origem da Justiça
Elenco:  Ben Affleck, Henry Cavill, Amy Adams, Jesse Eisenberg
Direção: Zack Snyder
Gênero: Ação, Fantasia
Ano: 2016
Sinopse: A luta entre Superman e General Zod deixou um rastro de destruição por Metropolis e isso causou dúvidas sobre a índole do Homem de Aço. E uma das pessoas que não confiam e não concorda com as ações do Superman é o Batman, indignado com a destruição causada pelo herói alienígena, Bruce começa a buscar formas de como detê-lo. O Batman descobre então que ele não e o único que quer derrotar o Superman.  

 

 

Oi povo, hoje vou falar sobre um dos filmas mais aguardados dos últimos anos e que rendeu uma polêmica por conta das críticas negativas. E vou começar falando sobre isso, o filme tem diversas falhas mas não é esse horror que algumas pessoas estão falando, BvS é um filme bom e vale sim o preço do ingresso.  Então para vocês entenderem melhor como um filme com falhas pode ser bom vou separar os pontos positivos e negativos do filme:

Negativos:

– Muito longo: O filme tem cerca de 2h e meia e é arrastado, o que da a impressão de ser mais longo ainda.

– Confuso: No filme temos momentos que são sonhos e outros momentos que são realidade. Mas em alguns pontos fica difícil saber se tal trecho foi real ou fantasia. E apesar de eu não gostar muito creio que esse era o objetivo do diretor confundir.

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– Demora para chegar na ação: o filme só vai ter lutas boas no fim, mas o começo é fundamental para se entender o porquê das lutas acontecerem, porém demoraram demais pra começarem a luta e elas foram muito curtas.

– Atores mal utilizados: com um elenco maravilhoso desse é normal que alguém fique subutilizado, mas poderiam ter dado mais espaço para uns e menos para outros.

– Lois sendo a mocinha que sempre precisa ser salva: olha não tem problema o Superman amar a Lois e querer salvá-la de qualquer perigo, porém (a própria Lois se poê em perigo) colocaram a Lois em situações de perigo desnecessárias.

Positivos:

– Atuações: como eu já disse o elenco de Batman vs Superman é maravilhoso e graças a isso temos ótimas atuações nesse filme. O Batman do Ben Affleck é maravilhoso, ele já tem 20  anos de estrada é mais experiente, luta bem e é super expressivo. Muita gente não gostou do Lex Luthor mas eu achei ele um dos pontos altos do filme,  apesar de que poderiam ter mostrado ele fazendo o planejamento de seus planos ardilosos. A Gal Gadot como Mulher Maravilha calou a minha boca, inicialmente eu não tinha gostado da escalação dela, mas ela me surpreendeu nesse filme e pelos gritos na sala de cinema na hora em que ela aparece como Wonder Woman não foi só a mim quem ela agradou. Amy Adams é sempre ótima e até o Henry Cavill me surpreendeu.

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– Mulher Maravilha: ela é uma das melhores coisas do filme, e ela está tão bem que você sai da sala do cinema com uma super vontade de ver o filme solo dela.

– A aparição dos membros da Liga da Justiça: apesar de curtas as cenas do Flash e do Aquaman são suficiente para deixar qualquer fã em polvorosa. Aliás já amei o Flash do Ezra Miller.

– Cenas de luta: as cenas de luta do Batman são espetaculares, e quando Batman e Superman se enfrentam é uma sequencia maravilhosa de cenas ótimas de luta. E apesar de não serem cenas muito longas elas são bem executadas, e arrepiam.

 

– Batcaverna: a batcaverna é grandiosa como se espera. Quero um filme solo do Batman para poder admirar mais a batcaverna desse mundo da DC.

 

– Reviravoltas: apesar de muitos, inclusive eu, reclamarem do roteiro embaralhado do filme, coisa que pode ter sido culpa da edição, ele tem diversas reviravoltas inesperadas e surpresas pelo caminho. Quem acha que o trailer mostrou o filme todo está muito enganado.

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– Trilha sonora: a trilha é bem eficiente te deixa tenso no momento certo. Mas não é esperado nada diferente de Hans Zimmer responsável pela trilha, o cara simplesmente é responsável pela trilha sonora de O Rei Leão, O Gladiador, Trilogia O Cavalheiro das Trevas, Interestelar, A Origem, Pearl Harbor, Megamente e vários outros filmes.

– Seriedade: muitos críticos reclamaram que o filme não é engraçado mas meus amigos o filme não tinha intenção nenhuma de ser engraçado e acho isso ótimo. A origem da Justiça não tem piadinhas fora de hora, e isso é ótimo.

Conclusão algumas pessoas implicaram com o filme por pura birra. Implicam porque já enjoaram de filmes de super herói ou implicam porque não é parecido com a Marvel. Polêmicas a parte vá assistir o filme e tire suas próprias conclusões.

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Adorei o filme, ele é bom, um dos melhores filmes de herói já feito. E mal posso ver a hora de ver os outros filmes da DC. Que venha Esquadrão Suicida, Mulher Maravilha, Liga da Justiça, Flash e os outros.

PS: Quero live action de Jovens Titãs, ou pelo menos quero ver a Ravena nas Telonas. Providencia isso ai DC Comics.


 Até a próxima 😉

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