[Resenha Estrangeira] Buns

Livro: Buns (Hudson Valley #3)
Autora
: Alice Clayton
Ano: 2017
Editora: Gallery Books
Páginas: 320
Sinopse: Clara Morgan está vivendo o sonho, se pode chamar renovar hotéis que estão desesperados por uma nova vida e realizar qualquer tipo de maratona como um sonho. Que ela faz. Mas a carreira que ama e a competição de resistência mantêm a adrenalina e ocupada demais para criar raízes. Crescer em um orfanato, não a fez capaz de estabelecer suas próprias tradições, o que pode ser o motivo pelo qual é fascinada pelos rituais que os resorts familiares por gerações são conhecidos. Está especialmente interessada no Bryant Mountain House, e não apenas por sua receita secreta dos pãezinhos gostosos, pegajoso, Hot Cross Buns, que nunca são suficientes…
Archie Bryant, o homem dos Buns, é a quinta geração e dono do charmosa Bryant Mountain House em Bailey Falls, Nova York. Está determinado a salvar o legado de sua família da bola de demolição à moda antiga – ranger os dentes e fazer o que precisa ser feito. Não há como Archie ser influenciado pela nova especialista em renovação de hotel que seu pai trouxe para transformar cento e cinquenta anos de tradição em uma atração para uma multidão mais acelerada, mais jovem e mais astuta. Mas quando algumas das ideias de Clara começam a atrair novos clientes pagantes, Archie não pode negar que pode apenas dar a ele uma chance de manter seu resort aberto.
É complicado, é uma bagunça, é fofo, é Buns.

Adoro livros que são sensuais e engraçados

A Alice nunca decepciona em criar enredos sensuais, porém com uma naturalidade perceptível, aliando com personagens bem construídos e naturalmente hilariantes, mais uma vez a leitura se torna suave e quente na medida certa pra incitar o melhor da imaginação. É fácil de interpretar na construção da autora – o que é certo nos seus livros – que ela tenta conciliar o sexo e o humor, tecendo um imaginário mais descontraído, com a concepção de o sexo não precisa sempre ter aquela atmosfera de sedução sólida, que pode naturalmente ser duas pessoas aproveitando o melhor de um momento compartilhado.

Clara Morgan é uma executiva especialista em revitalizar negócios hoteleiros, além de ótima no que faz, a melhor parte é: ela sabe disso, então não acontece nada de se pôr em dúvida ou se deixar subestimar. Deixada pra cuidar de si desde criança, sua determinação aos 18 de assumir a responsabilidade sobre si, de não precisar de ninguém e deixar bem claro isso a tornou implacável, portanto que não deixe as cicatrizes da falta de alegria da infância e os traumas da negligência tomarem conta do seu presente, Clara empunha sua determinação como uma armadura blindada dos seus sentimentos e da sua dor passada mas então presente, assumindo sua confiança e argumentando para tirar o melhor que um hotel pode oferecer e que ela sabe que pode tornar realidade, o que demonstra sempre é sua capacidade incontestável de persuasão, se apenas sua análise profissional não é crível o suficiente, ela coloca os fatos sobre a mesa sem temer.

“Sou graduada em Gestão hoteleira e trabalho para umas das maiores empresas de restruturação de Hotéis na Nova Inglaterra, transformado diversos hotéis e quer que eu pinte ovos?”
“Baseado no que acabou de dizer, precisa de um pouco de humildade. Também entrou no meu hotel, jogou tudo para o ar e para fora, para não mencionar que me deixou meio louco não só com essa boca mandona, mas com os sons incríveis que faz quando beijo essa boca mandona, e agora, por Deus, é a minha vez de fazer você participar de uma das tradições mais antigas aqui na Bryant Mountain House. Pinte alguns ovos.”

Archibald Bryant, diretamente é Archie – ainda bem, nomes de família não costumam soar atraentes de forma alguma – o herdeiro e defensor do hotel Bryant Montain House, ao contrário de seu pai Jonathan que está disposto a revitalizar o lugar e encher os quartos com hóspedes, Archie é atrelado a tradições, o que pode ser mais fiel como preso ao passado por assim dizer, ser exposto a possibilidade de mudar e apagar lembranças colhidas por anos pelo hotel o põe em uma defensiva espinhosa, porém para sua irritação o fato de que Clara é eficiente e usa argumento como uma espada o deixa a beira de uma explosão, entretanto o bom senso lhe confere a capacidade analisar por alto que para refrescar o ambiente antiquado do hotel não é preciso levar abaixo toda a história que possui, a conquista de sua colaboração é um caminho para a conquista do respeito de Archie.

Sem pensar, pego o telefone e ligo. Ligo para Roxie e ela liga para Natalie. E nós temos uma chamada com as três.
“Meninas, algo está errado com meus olhos,” digo minha voz rouca.
“Quanto vinho você tomou?” Natalie pergunta.
“Duas garrafas.” Dou uma fungada. “Mas não coloquei nos meus olhos.”

Desde o primeiro livro da série, Nuts, que a autora se dedicava a incluir cada personagem que fosse ter seu próprio momento, Clara se mostrava distante, realmente uma personagem que se escondia mesmo das melhores amigas, Roxie e Natalie, em Buns ela se revela tenaz e quando o que parece o maior desafio de sua carreira, o último degrau para o patamar de seu sucesso, ela conclui que o Bryant é o melhor que poderia fazer para se desafiar tanto o hotel quanto o Bryant em pessoa.

Archie ao contrário da expectativa preconizada por personagens de óculos, não é submisso, o homem é um inferno de uma presença e para infeliz – nem tão infeliz assim – conclusão de Morgan, o óculos é apenas o começo de um belo conjunto de astúcia, os dois se envolvem mais do que o necessário, porém bem longe do que precisam, ambos desafiados e intrigados, o desenvolver da atração dos dois é explosiva porém cheia de apelos sedutores, Morgan é uma mulher disposta a tomar o que quer, Archie é um lobo em pele de carneiro.

“Você é irritante,” ele diz, sua voz de aço aquecida. “E é muito baixa.” E com isso, ele me pega contra ele, minhas pernas envolvem desajeitadamente em torno de seus quadris enquanto me segura contra a torre.
Agora, com o nível dos olhos com ele, olho. “Sou exatamente a altura certa.” E enquanto pressiona seus lábios contra meu pescoço, sua língua pula para lamber e chupar minha pele, deixo minha cabeça cair contra a pedra com um baque. “E você é um idiota.”

Mesmo não tendo se aprofundado no drama de abandono da infância da Morgan, até porque não parece ser a proposta principal da Alice discorrer sobre o tema, porém ela não arranha a superfície e sim concilia a personalidade da Morgan com o drama de seu passado, permitindo concluir que uma parte não é todo, assim como no caso do próprio Archie que mesmo sendo uma dor na bunda devido a sua ligação com a tradição, a sua comodidade é testada e refrescada por novos pensamentos, de um lado Morgan é puxada pelo passado, do outro Archie é que precisa se divorciar do seu próprio passado.


Se serve de dica para dar umas risadas deliciosas, recomendo muito os livros da Alice

Anúncios

[Resenha Estrangeira] Cream of the Crop

cream of the crop capaLivro: Cream of the Crop (Hudson Valley #2)
Autora: Alice Clayton
Ano: 2016
Editora: Gallery Books
Páginas: 336
Sinopse: A garota sensação de Manhattan, Natalie Grayson, tem tudo: ela é uma executiva quente de uma empresa líder de publicidade, conhecida por toda a indústria por suas campanhas desafiantes e nervosas.Ela tem um grande círculo de amigos, 
uma família que a ama muito, e seu cartão de dança está sempre cheio com solteiros bonitos.
O que mais uma moderna garota da cidade poderia desejar? A resposta, claro, é... Queijo.
A parte favorita de Natalie, a cada semana, é gastar todo sábado de manhã na Union Square Farmer’s Market, onde ela se entrega ao seu amor sobre todas as coisas com creme triplo.
Seu estande favorito também satisfaz o seu amor por todas as coisas bonitas. Oscar Mendoza, proprietário do Bailey Falls Creamery e fornecedor dos melhores queijos artesanais que Hudson Valley tem para oferecer, é alto, sombrio, misterioso e um pouco distraído.
Ou assim ela pensa. Mas isso não impede Natalie de fantasiar sobre o tamanho da sua, aham, leiteira. 
O romance está produzindo, paixão está queimando, e algo incrível está subindo para o topo. Poderia ser... Amor?

Vamos de Alice Clayton hoje porque necessito dessa série aqui!!!

Cream of the Crop é um hot engraçado, sobre duas pessoas que se envolvem sem compromissos e se sentem confortáveis em levar o tempo delas em uma relação e se isso ainda contenha muitas sessões de sexo, melhor ainda, um orgasmo é bom, ainda mais intenso se compartilhado.

Natalie Grayson é um sonho de mulher, uma inspiração – minha então, nem se se fala – livre, independente e segura de si, o seu número 48 não reprimem sua autoestima, ser uma plus size não lhe incomoda como outrora, muito pelo contrário, é uma proporção vasta e muito bem aproveitada. Ninguém preenche um jeans como ela e ela sabe disso, a garota de negócios e socialite sabe como usar o seu talento e charme, trabalho não necessariamente precisa estar isolado do prazer.

“Eu preciso voltar ao celeiro para fazer o almoço.”
“Ótimo! Estou morrendo de fome!” Eu anunciei, puxando para baixo a minha gola, ansiosa para varrer essa coisa toda sob o jipe.
“Um almoço que Oscar está participando.”
“Eu ainda estou cheia com o café da manhã.” Subi a gola alta da blusa para cima. 

Oscar Mendonza é o leiteiro e sonho quente de garoto homem, ele é todo homem da fazenda, com seu cabelo mais longo e sua personalidade calma, o seu potencial está em toda a sua altura magnífica e o jeito enigmático e calado que dá ganas de saber mais a seu respeito – muito, muitíssimo mais.

“Então, aqui está a coisa, Oscar. Posso te chamar de Oscar?”
“Meu nome é Oscar.” ele disse, soando um pouco divertido. 

Sem delongas os dois se encontram no prazer um do outro, Natalie não é uma mulher de inibições, Oscar não é falador, mas sim um homem de ações, surpreendendo uma Natalie beligerante quanto as capacidades dw flertar dele, a melhor surpresa que ela poderia ter – e nem estou falando da fartura em todos os sentidos do rapaz. Oscar é simples, em contraposição com Natalie, uma mulher da selva de asfalto e botas Prada, que sabe fazer as pessoas comerem em sua mão – principalmente seus parceiros sexuais.

Eu sinto falta de sua boca
Sinto falta do seu gosto
Traga a sua grande vírgula bunda grande de volta para cá para que eu possa mordê-la

Alice Clayton sutilmente faz uma conexão entre séries, Mia da série Redhead faz sua aparição logo no primeiro livro, como uma celebridade de L.A. e sua amiga e chef Roxie Callahan, mas a conexão real foi ainda mais marcante nesse livro com a série Cocktail – lançada nacionalmente como série Wallbanger – as três amigas loucas Caroline, Sophia e Mimi, são em essência, Roxie, Natalie e Clara, respectivamente, as personalidades se encontram tão bem que não há como não desejar que a Alice criasse enredos voltados para a Sophia e a Mimi também!


Sabe um sonho? Ser a Natalie!

[Resenha Estrangeira] Nuts

nuts capaLivro: Nuts (Hudson Valley #1)
Autora: Alice Clayton
Ano: 2016
Editora: Gallery Books
Páginas: 320
Sinopse: Roxie Callahan é a chef particular de algumas das mais ricas e mais sórdidas esposas contadoras de calorias de Hollywood. Porém, após um desastre com laticínios, sua carreira cuidadosamente trabalhada foi por água abaixo, e ela encontra-se agora de volta para sua casa no interior de Nova York, resgatando sua mãe hippie e tomando conta do restaurante da família. Quando o lindo fazendeiro local, Leo Maxwell, oferece-lhe um monte encantador de nozes orgânicas, Roxie se pergunta se um verão de volta em casa é realmente uma ideia tão ruim, afinal. Leo está fortemente envolvido no movimento de comida sustentável, e ele gosta de tomar seu tempo lentamente. Em todas as coisas. Roxie está determinada a voltar para a costa oeste assim que o verão terminar, mas a atração por preguiçosos vaga-lumes e seu próprio Almanzo Wilder, será suficiente para mantê-la bem em casa? Salgado. Picante. Doce. Nozes? Vá em frente, pegue um punhado.

Vamos unir forças para alguma editora lançar esse livro aqui!

Quando a Alice decide escrever tem algo de imutável: vai ser engraçado! Todos os enredos criados por ela trazem personagens mais próximos da realidade e sinceros, além possuírem um carisma magnético, no primeiro livro da série Bailley Falls é exatamente isso que se encontra, uma protagonista que poderia chamar de amiga e ter boas conversas rindo de toda a extravagância da vida dela.

Roxie Callahan está tentando se afirmar como Roxie, chef profissional, apenas Roxie, não a filha de alguém, ou namorada de outro alguém e para se libertar ela vive em LA, um sonho para alguns e para ela, uma realização, de ser a chef Roxie Callahan, somente ela e marcar seu destaque com seu esforço e talento – que só de ler já dá água na boca!

E eu choraminguei quando ele deixou um rastro de beijos de boca aberta enquanto descia pelo centro das minhas costas e depois lambia minha coluna no caminho de volta para cima.
Ele. Lambeu. Minha. Coluna.

É em meio a um monte de ervilhas que Roxie conhece de forma escandalosa, Leo, o agricultor que ela gostaria de estar mais que familiarizada com seu trabalho em campo e no quarto é claro, Leo é um Maxwell, membro de uma família de elite responsável pela companhia bancária Maxwell, porém Leo é um agricultor na fazenda Maxwell em Bailley Falls, um mistério para Roxie. Embora a população pouco saiba a respeito do passado dele, para Roxie o conjunto que o compõe é o suficiente para ela sonhar com a colheita dos pepinos.

Como se soletra alívio?
M-A-S-T-U-R-B-A-Ç-Ã-O.
Bom, uma menina tem que fazer o que precisa ser feito… 

Além de ser um Maxwel, Leo é um homem com uma cicatriz determinante em seu passado, uma que ele omitiu até o inevitável momento da descoberta por Roxie. Saber que Leo não está sozinho mexe com Roxie, pior ainda, o fato de estar mais emocionalmente envolvida do que imaginava com o agricultor quente reacende um antigo temor de como é estar em um relacionamento além do sexual, afinal deixando no simples não vem com nenhuma bagagem extra.

Os personagens secundários atraem holofotes, já no começo a autora faz conexão com a Série Redhead – lançada pela Universo dos Livros nacionalmente – com a participação da Grace Sheridan e do Jack, indo além com o destaque de Trud, a mãe de Roxie, é a mãe do ano no quesito “língua solta” e muito extrovertida, destaque especial ganhou a Natalie, uma das melhores amigas de Roxie junto a Clara, a mulher é um arraso e tece um super discurso sobre as vantagens de um coelho e de um oral bem dado!

Mas para ficar ainda melhor? A autora planta aquela semente da curiosidade com a atração de Natalie, a socialite autoconfiante, arrasadora de corações e Oscar, o produtor de leite de Bailley Falls, o homem ultrapassa os limites e leva o significado de “produtor de leite” a um novo patamar e para Natalie que é uma queijo-maníaca fã exacerbada de queijo, é um prato cheio de tesão.

“Quem é esse?”, sussurrei.
“Qual?”
“O cara Game of Thrones lá atrás.” Apontei para alto, moreno e totalmente fodível homem. Leo olhou, então bufou.
“Oh, ele vai adorar isso. Esse é Oscar, o produtor de leite ao lado.”

Alice mais uma vez consegue criar um livro carismático, engraçado, cheio de metáforas engraçadas e melhor de tudo, narrado por uma mulher livre e que reconhece sua libido, junto a um homem que reflete a personalidade dela com uma maneira extrovertida de ser. Mais que um livro, é uma experiência deliciosa, cheio de sensualidade que vai abrir o apetite do leitor, recomendo esse livro para quem gostar de uma narrativa leve, engraçada e sensual na medida certa para aquecer o clima de Bailley Falls.


[Variedades] Os melhores apelidos românticos para se inspirar!

Ah, o amor está no ar!

Já pensou em como demonstrar carinho pela pessoa que você ama? A companhia que você gosta, está ao seu lado e lhe faz bem, não precisa se prender aos apelidos clichês – pode é claro, aqui o amor é permitido -, usar algo único para se referir a quem você gosta é uma forma de carinho – quando ela gosta, vale ressaltar – remete a ideia de que algum momento do seu dia foi investido para pensar no quão bem aquela pessoa lhe faz.

É pensando nisso que recapitulei meus casais fictícios, selecionei os apelidos mais fora do comum e nas mais distintas línguas para inspirar a sua mente a criar, pesquisar ou utilizar aquela referência para quem ama e melhor ainda, incitar a curiosidade para ler esses livros (a verdadeira intenção aqui é conquistar mais fãs, confesso):

  • Desejo à meia noite – Monisha e beija-flor

desejo a meia noiteA irmã mais velha da família Hathaway protagoniza Desejo à meia noite, o primeiro livro da série dos 5 irmãos mais… excêntricos da sociedade inglesa, mas o foco aqui é o quanto a personalidade de Amelia Hathaway de proteger sua família a leva de encontro com o rom Cam Rohan, o meio-cigano de postura felina, olhar aguçado e fala mansa conquista a sempre determinada Amelia, que aprende aos poucos sobre a cultura dos ciganos em seu romance com Cam, entre isso a forma como ele se refere a ela, um em referência a sua linguagem cigana, seus costumes ciganos, monisha e o outro, beija-flor, devido a natureza impetuosa dela.

– O que essa palavra quer dizer?
Monisha? É um tratamento carinhoso. – Ele mal conseguia raciocinar. – Os rons dizem isso para a mulher com quem têm intimidade.

  • Série A Maldição do Tigre – Priya, Bilauta, Rajkumari, Priyatama (Iadala, Chittaharini, Prema… a lista é extensa)

a maldicao do tigreNa adorada série sobre tigres, misticismo indiano e magia, Collen Houck criou dois príncipes que parecem um sonho encarnado, literalmente, os irmãos Rajaram, Dhiren – Ren para os íntimos – e Kishan foram condenados a uma maldição que perdura por séculos até então, quando Kelsey Hayes desenvolve um laço afetivo único com um tigre branco de circo, a chave para a quebra da maldição parece estar ao alcance, assim como um sem fim de aventuras e seres sobrenaturais, com um bônus (e tanto!) de novas palavras em hindu, com doses generosas de carinho e encanto dos príncipes irmãos.

Rajkumari, quero lhe dizer obrigado. Obrigado por ficar e me ajudar. Você não sabe quanto isso significa para mim.
– De nada – sussurrei. – E o que significa rajkumari?
Ele me lançou um sorriso branco luminoso e habilmente mudou de assunto.

a garota do calendarioA série A Garota do Calendário, retrata os 12 meses da trajetória de Mia como acompanhante de luxo, com os mais diversos homens, em diferente situações e nacionalidades, no segundo volume, que retrata Fevereiro, o par de Mia é um artista francês, com sua forma aberta de pensar e se expressar, ele contratou Mia para ser sua musa, mas não obstante, a forma como ele se refere a ela não deixa pendência, é linda forma dele de valorizar uma pessoa querida, Jolie é a forma em que ela é vista aos olhos do francês.

— Esta noite, ma jolie, foi muito maior do que qualquer coisa que eu já fiz. Estar com você é… é como ter um lugar especial no mundo. Nunca mais vou ter isso de novo. Eu quero que você saiba que tudo isso tem um significado muito forte para mim.

a furia e a auroraNa trama de Renné Ahdieh, conhecemos a trama de Sherazade, a cidadã de Khorasan que assim como todos, sabe da trágica e revoltante realidade do califa, o rei dos reis, que além de jovem é conhecido pelos inexplicáveis assassinatos de inúmeras esposas, para vingar sua melhor amiga, Sherazade arma uma ardilosa trama para conquistar a confiança e então destruir o califa, ela porém não esperava ser também conquistada pela conflituosa e silenciosa personalidade de Khalid, ficando cada vez mais impossível resistir a esses sentimentos e ao carisma do califa, que cada vez mais cativa pela seus carinhosos gestos.

Joonam. Ele já a chamara assim. Meu tudo.
Como na noite em que ela contara a história de Tala e Mehrdad, por que isso tinha um halo de verdade? 

  • Ligeiramente Seduzidos – Chérie

ligeiramente seduzidosNo quarto volume da série dos irmãos Bedwyns da Mary Balogh, a Bedwyn a protagonizar a trama é a Morgan, a beldade da família e a mais nova entre os irmãos, após o seu debute, Morgan acompanha a melhor amiga e família para Bruxelas, em conta da iminente guerra, em meio a permanente tensão e aos suntuosos eventos da alta sociedade, Morgan conhece Gervase, conde de Rosthorn, o inglês com sangue e vivência francesa que parece flertar descaradamente com ela, que por sua vez tenta a todo tempo ler as entrelinhas das ações do conde, enquanto ele utiliza o charme para tentar deleitar a perspicaz Bedwyn.

Gervase estava encostado na parede de pedra, em um dos lados da entrada da gruta, de braços cruzados.
– Chérie – disse, em um tom suave –, você concordou em me dar uma última oportunidade de convencê-la a não me abandonar, a não partir meu coração.

  • A Transformação de Raven – Cassita 

Em paralelo com a série Inferno de Gabriel, Sylvain decidiu se superar e criar a Noites em Florença, que além de conter essência sobrenatural convém a agraciar os leitores não só com a sagacidade do autor em inserir habilmente teorias bem embasadas e uma lógica fenomenal (super fã aqui!), nessa trama o submundo de Florença ganha um novo tom e a encantadora cidade cativa os sentidos pelos olhos de Raven e William, um enredo enriquecido com as personalidades de dois seres distintos, mas companheiros e um romance tenro, ao mesmo tempo cheio de sensualidade,  uma mulher tenaz e um homem misterioso protagonizam essa trama cheia de suspense e de um romance acalentador, Will surpreende com sua habilidade com o latim e sua carinhosa forma de ver Raven.

– Noé soltou o corvo, e o corvo retornou. Se eu fosse capaz de ter esperança, torceria para você voltar para mim. Boa noite, Cassita.

Em Play, o segundo título da série que retrata sobre os músicos mais hilariantes (e quentes) de todos, a Stage Dive, Malcolm Ericsson, o baterista inveterado da banda é conhecido por seu charme e a sua fama de conquistador o precede, porém o destaque da personalidade dele é o humor, ainda não inventaram um ser tão seguro de si e engraçado como Mal, quem descobre isso de forma inesperada é Anne Rollins, que passa a conviver com a personalidade agitada e cheia de humor do homem das formas mais distintas possíveis, todas elas cheias de risadas, o apelido que Malcolm usa para Anne na versão original é abóbora, entretanto a versão nacional em seu lugar é utilizado moranguinho, por uma escolha da editora acredito, no meu coração vai ser sempre abóbora.

— Você a chama de sua abóbora? — A voz de minha irmã estava cheia de temor. — Será que ela realmente responde?
— Bem, ela finge odiá-lo. Mas, secretamente, eu sei que ela adora. O rosto dela fica todo suave e tudo mais.

  • Nove Regras a Ignorar antes de se apaixonar – Imperatriz

nove regras Em Números do Amor, a Sarah persuade deliciosamente o leitor com um jogo sensual e ao mesmo tempo bem humorado com os números, o primeiro narra a trajetória para descobrir os prazeres proibidos ao público feminino no contexto através de Calpúrnia, uma lady cheia de ousadia, porém retraída, em um momento de dar um ‘basta’ nessa monotonia que se tornou sua vida, Callie decide fazer uma lista escandalosa de atividades para cumprir, mesmo pondo sua reputação em risco, ela toma todas as devidas precauções, para cumprir o primeiro item de sua lista, ela vai em busca do homem mais angelicamente devasso de Londres, o marquês de Ralston, Gabriel é um homem cheio de lábia e em um momento de reflexão histórica referente ao nome de Callie, decide lhe chamar de Imperatriz.

– Ainda não desistiria dessa parte dela, Imperatriz.
Callie prendeu a respiração diante do apelido, que trazia consigo uma lembrança difusa de muito tempo atrás.

nutsProtagonizado pela Roxie, Nuts retrata a trajetória da chef que após um incidente envolvendo manteiga – isso mesmo, você leu certo! –  e atendendo o pedido de sua mãe, ela retorna para Bailley Falls, sua cidade natal e lugar que ela temia retornar, mas quando a vizinhança é boa, algumas decisões podem ser bem… repensadas, isso acontece ao conhecer o mais quente agricultor da região, Leo, um interlúdio envolvendo os dois é promissor, melhor ainda quando ele habilmente sabe como incitar a chef com um exótico apelido.

— Me chame disso de novo e eu estarei cancelando a aula de picles — Corri minhas mãos pelo seu cabelo e couro cabeludo, obtendo um gemido satisfeito em resposta.
— Ervilha? Isso te excita? — Perguntou, e eu inclinei a cabeça para cima em sinal de rebeldia.

A noiva do capitaoNo terceiro volume da série Castles Ever After, Maddie cria um noivo perfeito que lhe escreve cartas de seu contingente do exército, o capitão Logan Mackenzie –  ou MacFajuto como ela gostava de brincar nas cartas que ela escrevia para ele – um escocês que se encontra em meio aos combatentes do exército como um apreciado capitão, todavia a mentira tem perna curta, pior ainda, para Maddie tem pernas longas, usa kilt, tem olhos azuis e os mais escandalosos trunfos na manga, mais conhecidos como correspondências, sim! O capitão de Maddie existe e foi em busca de sua noiva, que havia lhe matado (?) heroicamente em suas cartas, afim de dar um fim ao seu passado comprometedor, mas o seu passado sabe como ser persuasivo e encantador com seu gaélico bem aplicado.

— Não sou nenhum fantasma, mo chridhe. Só um homem. De carne e osso.
Mo chridhe. Ele ficava usando essas palavras… Maddie não era fluente em gaélico, mas ao longo dos anos ela aprendeu algumas palavras aqui e ali. Ela sabia que mo chridhe significava “meu coração”.


Tem algum para acrescentar a lista? Conta para mim!