The Witcher: 1º Temporada

Título: The Witcher

Temporada:

Produtora: Netflix

Elenco: Henry Cavill, Freya Allan, Anya Chalotra, Joey Batey, Jodhi May, Björn Hlynur, Haraldsson Adam, Levy MyAnna, Buring Mimi, Ndiweni Therica, Wilson Emma Appleton

Sinopse: Geralt de Rivia é um feiticeiro, um mutante com poderes especiais que mata monstros por dinheiro. A Terra está num estado de caos enquanto o império de Nilfgaard procura expandir o seu território. Entre os refugiados desta luta está Cirilla, também chamada Ciri, a Princesa de Cintra, que está sendo perseguida por Nilfgaard. Ela e o Geralt estão destinados um ao outro. Em suas aventuras Geralt também conhece Yennefer de Vengerberg, uma feiticiera.

Resenha: Toda adaptação de livro gera um suspense em alguns, outros torcem os narizes mas, acreditem essa mostrou para que veio. The Witcher é uma série de livros da década de 90, composta por: O Último Desejo (1992), A espada do destino (1993), O sangue dos elfos (1994), Tempo de desprezo (1995), Batismo de fogo (1996), A torre da andorinha (1997), A senhora do lago (1999) e Tempo de tempestade (2013). Todos de autoria do escritor polonês Andrzej Sapkowski que devido ao sucesso dos seus livros, ganhou a medalha de prata Gloria Artis em 2012.

Quase no apagar das luzes de 2019, a Netflix publicou a primeira temporada da adaptação dos livros na sua plataforma de streaming. Antes da resenha dessa primeira temporada eletrizante acalmem os coraçãozinhos que a segunda temporada já foi confirmada, por tanto: “Habemus serie ! 🙏🏻🙏🏻🙏🏻”.

A adaptação assim como o livro começa com a apresentação de Geralt de Rívia, o bruxo que é personagem principal da trama. Porém durante a série a adaptação muda a ordem dos fatos acontecerem. Eu particularmente estou preferindo a cronologia do livro, mas as alterações não prejudicaram em nada o enredo porém confunde os mais desatentos. Quando criança a mãe de Geralt, Visenna (apresentada no episódio 8), decidiu entrega-lo aos bruxos para que ele pudesse passar pelo árduo treinamento de bruxos. Isso aconteceu cerca de 100 anos antes do primeiro episódio, pois neste episódio Geralt já possui quase 1 século de vida.

A série também apresenta Yennefer uma jovem que foi vendida para Tissaia de Vries. Também é apresentado o treinamento de feiticeira, o caso dela com Istredd, sua transformação dolorosa e a sua atuação como feiticeira no reino de Aedirn.

Credito: Netflix/Divulgação. Cena da série The Witcher da Netflix.

Todos esses fatos ocorreram antes da queda de Cintra e da batalha do monte Sodden. Cerca de 20 anos antes da queda de Cintra, Geralt luta contra uma Estrige (ser mitológico) e acaba no meio de um conflito entre o feiticeiro Stregoboor e a princesa Renfri.

No quarto episódio, Geralt já estava acompanhado do bardo Jaskier (2º Episódio). O bardo pede que o bruxo seja o seu guarda-costas em um jantar de escolha do marido de Pavetta, mãe de Ciri. Tudo termina com Geralt invocando a Lei da Surpresa como recompensa por salvar a vida de Duny, se ligando para sempre a filha de Pavetta. Este evento ocorreu antes da queda de Cintra pois Ciri tinha 12 anos.

No episódio 5, Geralt e Yennefer interagem. Em seguida, cerca de cinco anos após a batalha contra o gênio os dois acabam seguindo caminhos distintos e o bardo acaba afastado pelo bruxo. No episódio 7, a série retorna para o primeiro episódio onde Geralt vai até Cintra para cumprir a Lei da Surpresa após Yennefer alerta-lo por se afastar da criança que estava prometida a ele. A partir desse momento as linhas do tempo da série convergem e a de Ciri passa a acontecer simultaneamente às de Geralt e Yennefer.

Com a queda de Cintra, Ciri está fugindo do reino onde nasceu e acaba conhecendo durante a fulga Dara (um elfo). No fim dessa primeira temporada, Geralt encontra as ruínas do acampamento que Ciri ficou no início da temporada. Destino ou não, ele salva a vida de um camponês que é casado com a mulher que ajudou Ciri, no final ele reencontra a criança prometida. No arco de Yennefer a irmandade dos Magos travam uma árdua batalha contra o avanço de Nilfgaard (após a destruição de Cintra). Yennefer acaba destruindo praticamente toda a tropa de Nilfgaard.

Essa primeira temporada é cheia de ação e aventuras. Apesar da bagunça causada pelas linhas temporais divergentes entre os personagens principais, essa série prende a atenção pelo bom enredo, lindas imagens e ótimas atuações. Pode-se dizer que foi um fechamento de ano com chave de ouro rsrsrs. Agora só nos resta ler os livros e sofrer a espera da segunda temporada…

TRAILER

Maria e João: O conto das bruxas, tinha tudo para ser…

Título original: Gretel and Hansel

Direção: Osgood Perkins (II)

Elenco: Sophia Lillis, Alice Krige, Samuel Leakey…

Duração: 1hr 28min

Gênero: Terror

Produção: Orion Pictures

Sinopse: Desta vez, as migalhas nos guiam por um caminho muito mais sombrio e perturbador. Durante um período de escassez, Maria e seu irmão mais novo, João, saem de casa e partem para a floresta em busca de comida e sobrevivência. É quando encontram uma senhora, cujas intenções podem não ser tão inocentes quanto parecem, que eles descobrem que nem todo conto de fadas tem final feliz.

Estreia dia: 20 de Fevereiro de 2020


Uma releitura da história dos irmãos Grimm, o filme Maria e João: O conto das bruxas, veio em 2020 como um suspense inovador. Neste filme, a personagem principal, Maria (Sophia Lillis) e o seu irmão mais novo o João (Sammy Leakey) são obrigados a saírem de casa e buscarem um modo de sobreviver. Dentro do roteiro principal, existe um roteiro secundário de um conto de fadas que acaba sendo pouco trabalhado no longa metragem, mesmo que por diversas vezes seja rememorado pelos pensamentos da personagem principal. Esse conto de fadas descreve a história da bruxa, mostrando um cuidado do diretor de não brotar a bruxa do nada.

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FÚRIA VERMELHA

Livro: Fúria Vermelha (#01)

Autor(a): Pierce Brown

Editora: Globo Livros

Tradutor(a): Alexandre D’Elia

Ano: 2014

Páginas: 465

Sinopse: Fúria Vermelha é o primeiro volume da trilogia Fúria Vermelha, e revive o romance de ficção científica que critica com inteligência a sociedade atual. Em um futuro não tão distante, o homem já colonizou Marte e vive no planeta em uma sociedade definida por castas. Darrow é um dos jovens que vivem na base dessa pirâmide social, escavando túneis subterrâneos a mando do governo, sem ver a luz do sol. Até o dia que percebe que o mundo em que vive é uma mentira, e decide desvendar o que há por trás daquele sistema opressor. Tomado pela vingança e com a ajuda de rebeldes, Darrow vai para a superfície e se infiltra para descobrir a verdade.

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“A morte não é vazia como você afirma ser. Vazia é a vida sem liberdade, Darrow. Vazio é viver acorrentado pelo medo, pelo medo das perdas, pelo medo da morte. Digo que a gente precisa romper essas correntes. Rompa as correntes do medo e você estará rompendo as correntes que prendem a gente aos Ouros, a Sociedade. Você conseguiria imaginar isso?”

 

Enquanto estamos órfãos de grandes produções cinematográficas distópicas que nos fazem ficar anos a espera do próximo filme de alguma saga, a melhor opção para não sentir tanta falta desse gênero, que é um dos meu favoritos, é ler livros. Bom, ler livros é sempre uma opção em qualquer cenário, mas as vezes ficamos tão fissurados em apenas um lado da moeda que esquecemos o outro, que nesse caso seria procurar livros do gênero distópico e se afogar neste mar de variedades e histórias que temos por aí.

Fúria Vermelha, escrito pelo americano Pierce Brown, é o primeiro livro da série (inacabada) Red Rising, onde até hoje tem quatro livros da série publicados com o seu quinto ainda sem data de estréia.

Com uma escrita muito detalhada e por vezes densa, o ínicio dele pode ser meio lento até você pegar o ritmo que o autor usou para escrevê-lo e fazer a história ser desenvolvida, porém, assim que você entende a dinâmica da leitura, Fúria Vermelha é o tipo de livro que você só o coloca para baixo quando o termina de ler.

Dividido em quatro partes, Escravo, Renascido, Ouro e Ceifeiro, nós somos levados a conhecer a história de Darrow, um jovem que se morasse no planeta terra teria sido reconhecido com um minerador, mas esse não é o local onde o Darrow mora. Habitante de Marte, que se tornou um planeta terraTransformado, ou seja, um planeta que se tornou habitável, a profissão de Darrow e que ele leva muito a sério, sendo conhecido com o mais novo a exercer a função e com maestria, dando inveja aos homens mais velhos, é de mergulhador-do-inferno, profissão que denominava os escavadores que perfuravam o solo de Marte para tornar o planeta o mais habitável possível para as gerações futuras. E era com esse propósito que o protagonista se deixa ser levado a trabalhar em condições mais que precárias: transformar Marte em um lugar futuramente melhor de se viver.

Como em quase toda sociedade distópica a população é dividida, em Fúria Vermelha não seria diferente, e o primeiro grupo que conhecemos é o Vermelho, onde o nosso protagonista Darrow faz parte, e, fazendo parte da base piramidal, é o povo que mais sofre e trabalha com a promessa de dias melhores que eles mesmos estão criando. As outras camadas sociais, que também são dividas por cores, são as rosas e marrons, azuis, brancos, obsidianos e por último, o topo da pirâmide, que é ocupado pelos Ouros, que é formado por líderes e guerreiros.

Mas o que é levado em consideração para que as pessoas sejam escolhidas e redirecionadas para esses grupos sociais e ficarem nele pro resto da vida? Genética. Todas as pessoas que moram em Marte tem alguma parte específica do seu corpo modificada geneticamente que a faz se enquadrar em alguns dos nichos, ou seja, é impossível você querer se passar por ser uma pessoa de outra camada social, porque alguma característica sua, quer seja cor de cabelo, cor dos olhos ou cabelo, sempre irá te dedurar. Uma vez nascido em uma camada você estará sempre ligado a ela.

Darrow e sua família estão no nível mais baixo da sociedade, e ele parece estar bem com isso. As pessoas ao seu redor parecem estar bem com isso, ele só não imaginava que a sua doce esposa Eo, com sua pouca idade, escondia dentro dela a chaminha necessária para se começar uma revolução e mudar o estado deles de escravos, que quase ninguém via assim. Eo estava cansada da maneira que viviam, e estava cansada que o seu marido fosse tão cego, e, em uma tentativa de faze-lo acordar para a realidade do seu povo, durante uma escapada para uma área onde o povo vermelho era proibido de passear, Eo e Darrow foram presos e a partir desse momento a vida de Darrow iria mudar drasticamente e ele não tinha outra opção a não ser abrir os olhos para a sua realidade e tentar muda-la.

Se juntando a um outro grupo de revolucionários, Darrow descobre um mundo muito maior do que aquele que as camadas sociais mais abastadas o faziam saber conhecer, e se antes ele se sentia orgulhoso de ser um mergulhador-do-inferno, uma profissão que ele acreditava ser importante para a vida em Marte, hoje ele sabe que toda a sua vida não passou de uma grande mentira. A vida em Marte já estava acontecendo. Só a dele que não.

Como dito antes, a leitura de Fúria Vermelha pode ser maçante nas primeiras duas partes do livro, onde o autor faz questão de detalhar todos os cenários, mas isso é uma situação mais do que necessária e indispensável quando um autor está começando uma saga em um mundo completamente novo para nós, leitores. Então é válido nós lermos todo esse início denso de características para que a gente não se perca mais a frente do livro, onde as cenas de ação e mais movimentadas, com muitos cenários novos e personagens também, são vistas constantemente.

A única coisa que eu não gostei do livro e que me incomodou um pouco no início, e que isso é uma constante para mim em livros distópicos ou de fantasia, é o fato de que alguns autores parecem não saber como escrever adolescentes salvadores da pátria. Tudo bem que estamos lendo um mundo e uma sociedade que não existem, mas a adultização desses adolescentes de 16 anos, a forma como eles dialogam e como são escritas suas ações e reações não condizem com sua idade, e por mais que fatores como ter que crescer mais cedo que o normal e serem expostos ao trabalho desde a idade de 13 anos, deletar todo e qualquer traço de como um adolescente normalmente lidaria com algumas situações é um defeito que eu não consigo deixar de passar, em nenhum tipo de gênero.

Notícias que de Fúria Vermelha estava sendo adaptado para as telonas pelo próprio autor surgiram na internet, e foram confirmadas pelo mesmo, no ano de 2015, porém, depois de anos sem uma informação nova fomos atualizados ano passado de que os planos haviam mudados, e que agora o interesse deles era de adaptar o livro para uma série.

Enquanto esperamos notícias concretas serem liberadas online sobre o filme ou a possível série, temos como comprar e entrar mais nesse mundo lendo o resto dos livros  série Red Rising: Filho Dourado, Estrela da Manhã e Iron Gold (sem tradução brasileira ainda).

Independência ou morte

Filme: Aves de Rapina – Arlequina e sua emancipação fantabulosa

Título original: Birds of Prey (And the Fantabulous Emancipation of One Harley Quinn)

Direção: Cathy Yan
Elenco: Margot Robbie; Mary Elizabeth Winstead; Jurnee Smollett-Bell…
Duração: 1hr 49min
Gênero: Ação, Aventura
Distribuição: Warner Bros.
Sinopse: Arlequina (Margot Robbie), Canário Negro (Jurnee Smollett), Caçadora (Mary Elizabeth Winstead), Cassandra Cain e a policial Renée Montoya (Rosie Perez) formam um grupo inusitado de heroínas. Quando um perigoso criminoso começa a causar destruição em Gotham, as cinco mulheres precisam se unir para defender a cidade.

Estreia dia: 06 de fevereiro de 2020


O calendário do cinema 2020 finalmente abre as portas, alguns filmes já estão em cartaz mas nenhum com o forte financiamento e comentários sociais quanto o filme “solo” da Arlequina ao qual teve sua primeira aparição lá atrás em 2016 com o Esquadrão Suicida (David Ayer) não tão bem produzido e preteritamente esquecido por toda crítica por seu baixo faturamento e desempenho.


Longe de se ater a um passado longínquo, a Margot Robbie ao pé da letra entra em seu papel, a personagem carismática e divertida de uma Gotham nada saudável aparentemente foi feita para sua atuação, referências básicas de sua história nas HQs permanecem no roteiro, o que com toda certeza da desenvolvimento a protagonista e dita ao público alvo o motivo de estarmos ali (O chamado Fan servirce, muito bem atribuído por sinal). A Arlequina conhecida por ser dupla do Coringa separa-se do seu parceiro, com motivos não tão bem descritos e tem o dever de emancipar do chamado rótulo de assistente para alguém capaz de cuidar de si mesma, ser independente e enfrentar os males que vem com a solidão. Narrada pela mesma, a história tem seus acontecimentos atemporais, distinto de um momento específico entre um filme e outro que coincidentemente diz a todos, essa não é uma sequência, esqueçam o Jared Leto (Antigo coringa e péssimo ator por sinal) por que ele está morto. Além de relatar sobre si mesma e seus gostos peculiares, Arlequina introduz as outras personagens e suas respectivas carreiras e suas histórias pessoais estabelecendo uma conexão do motivo da derrocada do vilão principal sendo a propulsora de todas as confusões vistas por sua loucura indomável, o que garante um desejo do público para o retorno das personagens envolvidas, quem sabe… Em um filme solo ou unidas.

Existe um patamar gigante sobre o quanto esse filme é engraçado e ele é galgado cena a cena, desde a câmera lenta diante de um sanduíche de ovos a uma hiena com o nome de Bruce (pausa para a referência sobre o Batman) todo esse espetáculo é montado de maneira muito leve e colorida, o que peca talvez é a pouca ilustração a nossa querida Gotham maltrapilha, mostrada com charme de uma Paris em pleno outono. Jurnee Smollett (canário negro) define seu espaço com glória, beleza e perícia na sua desenvoltura como heroína. Dentro e fora dos quadros definir lutas corporais em grupo é árduo e quase sempre são cenas cortadas, temos um exemplo perfeito de conjunção e trabalho em grupo para aplaudir a produção.


Com loucura demasiada, um coração partido e um grupo de garotas fortes, autônomas e aptas para definir o quanto as mulheres não precisam de homem nenhum para mandar nelas sobre o que fazer, harmônico, sagaz e bem dirigido, Aves de Rapina sabe o âmbito em que se encontra e bem pra onde seguir, seja ela onde quiser.

Nós andamos juntos, nós morremos juntos

Filme: Bad boys para sempre

Título original: Bad Boys For life


Direção: Adil El Arbi, Bilall Fallah

Elenco: Will Smith; Martin Lawrence; Vanessa Hudgens; Paola Nunez…

Duração: 2hr 04min

Gênero: Ação, comédia

 

Distribuição: Sony Pictures

Sinopse: Terceiro episódio das histórias dos policiais Burnett (Martin Lawrence) e Lowrey (Will Smith), que devem encontrar e prender os mais perigosos traficantes de drogas da cidade.

Estreia dia: 30 de janeiro de 2020



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Minha Pátria Era Um Caroço de Maçã

Livro: Minha Pátria Era Um Caroço de Maçã

Autora: Herta Müller

Editora: Biblioteca Azul

Ano: 2019

Páginas: 215

Sinopse: Em uma profunda conversa autobiográfica com a jornalista austríaca Angelika Klammer, Herta Müller conta sobre o que a levou à literatura e o que determinou sua vida como autora, desde a infância campesina na Romênia, passando pelo despertar da consciência política até a concessão do Prêmio Nobel de Literatura, em 2009.

Em Minha pátria era um caroço de maçã, Herta Müller imprime uma diálogo franco a respeito de sua vida e de uma produção artística em que a só a força da palavra pode dar conta de uma realidade marcada pela brutalidade, que a leva a desconfiar do Estado e dos amigos mais íntimos com igual intensidade. Uma obra que percorre os caminhos de sua vida e obra, tanto para quem já conhece seus livros como para quem toma contato com a autora pela primeira vez.

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Herta Müller, ganhadora do Nobel de Literatura em 2009, discorre sobre memórias a cerca de sua infância e sua formação enquanto autora em entrevistas a sua editora Angelika Klammer nessa obra mais recente publicada no Brasil.

O serviço secreto invadia relações estreitas e íntimas através de pessoas de confiança.

Nascida em 1953, Herta recorda durante as 215 páginas sua infância no interior da Romênia, a pobreza e a ditadura vivida naquela época, sua mudança de país para Alemanha, até chegarmos na consagração de seus textos no prêmio Nobel.

Como a escrita, também as colagens se transformam com o tempo. Elas tinham, sem exceção, imagens em preto e branco e palavras de papel de jornal, sem rimas.

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Mulher, ambição e poder!

Filme: O Escândalo

Título original: Bombshell

Direção: Jay Roach

Elenco: Charlize Theron, Nicole Kidman, Margot Robbie

Duração: 1hr 49min

Gênero: Biografia/Drama

Produção: Bron Studios Inc

Distribuição: PARIS FILMES

Sinopse: Um gigante do telejornalismo e antigo CEO da Fox News, Roger Ailes (John Lithgow) tem seu poder questionado e sua carreira derrubada quando um grupo de mulheres o acusam de assédio sexual no ambiente de trabalho.

Estreia dia: 16 de Janeiro de 2020


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