[Variedades] Você conhece a série “O Doador”?

Você conhece a série O Doador?

(Teve o primeiro livro adaptado para filme com o título O doador de memórias.)

Ela foi escrita pela premiada autora Lois Lowry e é composta de quatro volumes, todos já publicados nos E.U.A. e três no Brasil.

. The Giver – O Doador

. Gathering blue – A escolhida

. Messenger – O Mensageiro

. Son

O Doador, lançado pela Sextante em 2012, foi relançado pelo selo da própria editora, Arqueiro, no ano da adaptação, 2014, com a capa e o título do filme.

  • O doador:

Http://profcarolinalivros.blogspot.com.br/2017/03/o-doador-o-doador-de-memorias.html

https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/03/20/resenha-o-doador-de-memorias-de-lois-lowry-por-carolina/

  • A escolhida:

https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/03/22/resenha-a-escolhida-de-lois-lowry-por-carolina-silva/

  • O Mensageiro:

https://silenciocontagiante.wordpress.com/2017/04/07/resenha-o-mensageiro-de-lois-lowry-por-carolina-silva/

E enquanto aguardamos ansiosamente o lançamento do quarto livro, que tal conhecermos um pouquinho das personagens?

O Doador. Muita responsabilidade. Já foi Recebedor. O conhecimento do qual se vale para orientar o Conselho de Anciãos quando solicitado não provém apenas dos livros os quais dispõe (INÚMEROS!) mas também das memórias do passado do Homem. Memórias belas… memórias dolorosas… “Falhou” com pessoa escolhida como Recebedora anteriormente, que não suportou uma memória de perda e pediu dispensa. O Doador mora sozinho, em um “anexo”. Teve uma filha chamada Rosemary.

Jonas. Escolhido cmo novo Recebedor. Dentre as regras que recebe: Não pode pedir dispensa. (Ele consegue “ver além”…) Após um ano de “treinamento” com o Doador, encantos, belezas, cores, sentimentos… Guerra, perda, morte, dor, “horrores”, planeja junto ao seu “mestre” sua fuga, para que cidadãos, quem sabe, voltem a ter memórias e consigam compartilhar fardo e sentimentos. Tem seus planos antecipados devido ao conhecimento da dispensa do Gabe.

Gabe. Bebê com problemas para dormir no Centro de Criação. O pai do Jonas ,que trabalha lá, pede autorização para leva-lo durante as noites para a sua casa. Tem olhos claros como os do Jonas e do Doador e consegue tranquilidade para a noite de sono após  Jonas passar fragmentos de memórias para ele. Quando decidem no Centro dispensá-lo na manhã seguinte Jonas antecipa seus planos e foge com ele.

Kira. De outra comunidade. Nasceu cm deficiência em uma das pernas, o que faria cm que fosse “deixada para as feras”, mas a mãe (e avô, que participava d Conselho) não deixou (deixaram). Ela anda com cajado, “meio que se arrastando”. Tem um dom, que se expressa através dos bordados que faz. Este se manifesta enquanto acompanhando a mãe, acometida repentinamente por “algum mal desconhecido”, que a mata. Órfã, perde casa da família (o pai, disseram, tinha sido “morto pelas feras” antes dela nascer) e é levada para morar no prédio do Conselho. Continuará o trabalho da mãe na túnica da História do cantor do Hino da Ruína do Mundo.

*Poderes*. Visão além… Bordado que ganha vida por minuto após feito… Madeira talhada que “mostra”… Voz que deixa quem escuta feliz… e outros mais. Desconhecidos da maioria; conhecidos, apropriados, por outros…

Matt(y). Um menino sem limites, “selvagem”, amigo da Kira, morou no brejo. Ajuda a amiga, que gostaria de encontrar a cor azul para a tintura das suas linhas. Parte além das fronteiras da floresta e encontra o outro vilarejo, citado pela senhora que ensinou as pigmentações para a Kira. Leva a cor azul e outra surpresa para a amiga. Depois parte pro outro vilarejo, onde passa a morar com o Vidente, tornado espécie de pai para ele. Deixa os delitos, mas não o amor pela floresta, animais e sensação de liberdade.

Vidente. Como a maioria da população do vilarej, não nasceu lá, mas chegou extremamente ferido, com olhos inutilizados. Chamava-se Christopher antes do Líder “batizá-lo” com seu “nome verdadeiro”: Vidente. Perdeu a vida anterior que tinha quando quase perdeu a vida, esposa, criança ainda não nascida… Sente/vê coisas pelas vozes, comportamento, etc. Adotou o Matty como filho e sente saudades da criança que conheceu escondido, anos depois, sua filha.

Floresta. Organismo vivo. Provedora, porém não acolhe a todos igualmente. Transeuntes não tão bem-vindos são machucados, “enxotados” por seus galhos, espinhos, relva. Sempre acolheu Matty como seu, dando caminho, fornecendo alimento, água límpida, quando ele viajava para lá e cá com mensagens. Fica estranha, passa a agredi-lo também, rios-lamas, odor de putrefação, lodos… Adoece e ataca. Fere a Escolhida. Fere o Mensageiro. Morrendo… e matando.

Negociador. Diz-se que antes a feira de troca era alegre… Como grande parte da população do vilarejo, ele é um forasteiro que foi bem acolhido, como todos sempre foram. Há algo por trás das negociações que conduz, os registros no grande caderno, bem como cobranças que faz pessoalmente, depois, de casa em casa. O que quer? O que dará em troca? A família do Ramon, amigo do Matty, está com uma máquina de jogos que “dá doces”… o amigo dele, adoeceu. Que será?!?

Por favor, querida Arqueiro, teremos “presente” nesta Bienal?!?… Deixarei espaço na mala. 😉

 

Um abraço,

Carolina.

[Resenha] Isolados – O Enigma

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Livro: Isolados - O Enigma

Autor: Babi Tatto

Editora: Novo Conceito

Páginas: 144

Ano: 2017

Sinopse: Bibi Tatto retorna ao Minecraft para uma 
aventura ainda mais eletrizante! 

É o último dia de férias e Bibi acaba de retornar 
de viagem com sua família. Já dentro de casa, ela 
e seu irmão, Gagui, logo se sentem entediados, 
fato que não passa desapercebido pelos seus pais. 
Quando Bibi decide aceitar a sugestão deles e 
acessar o Novo Mundo que criou no primeiro livro, 
ela tem uma surpresa: o avatar do Gagui foi 
sequestrado e agora ela precisará descobrir em que 
lugar do universo do Minecraft ele está preso.

Porém, não será tão simples. O Novo Mundo foi 
invadido por um hacker que se autointitula como 
Intruso. Ele construiu uma série de desafios pelo 
caminho, que juntos compõem um grande enigma, para 
que Bibi tente adivinhar as respostas e alcançar o 
seu objetivo que é salvar o avatar do seu irmão, 
antes que o vilão apague tudo que ela criou. 
E se na primeira aventura Bibi corria contra o 
tempo, agora é a paciência do Intruso que pode 
acabar a qualquer instante...

 

Aproveitando a técnica utilizada pela autora no livro, intercalando o jogo, os passos para a resolução do enigma para libertar o avatar do irmão no Novo Mundo (lugar que criou no livro anterior) e lembranças, pensamentos, confissões da sua vida pessoal e profissional como youtuber, farei confissões:

 

1 – Não a conhecia. – COMO ASSIM?!? –

  Não costumo acompanhar canais, exceto o do meu amigo, o Alê Ribeiro. Apenas acesso quando necessito, através de pesquisa no Google, ou postagens importantes recomendadas por colegas e amigos do face, relacionados a minha área – não acesso todas – ou, raramente, para músicas.

 

2 – MINECRAFT?!?… Nunca joguei ou vi alguém jogando.

  Sei que alguns alunos gostam e jogam; Sei que há livros (os quais ainda não li) e, ainda, os “Diário de um  Zumbi do Minecraft”… Destes, li um ou dois, para indicar ou não compra para atividade de incentivo à leitura em uma das escolas, evento que ocorre anualmente, em outubro.

 

* Ainda: deem um desconto para mim!…

– Sim, trabalho 3 turnos! (E por vezes em casa)

– E tenho livros a ler, filmes e séries! Rsrsrs

 

Como esse livro veio parar na minha mão?.. Adivinha!!… Pergunta para o Alê! – Kkkk!

Ele virou com o famoso: Mana, você é professora e seus alunos gostarão de ler!…

 

O livro traz dados biográficos (o que me fez conhecer a Bibi) misturados aos desafios propostos por um “Intruso” no mundo que a autora criou no Minecraft. (terei que ler mais sobre… rs). Eles envolvem lógica numérica, charadas… Por que ela se submete ao Intruso? Além de tentar libertar o avatar do irmão, impedir que destrua o mundo que ela criou. Obviamente, não contarei “qual é a de mesmo” desse Intruso ou “perde a graça”.

 

Trechos que particularmente destaco estão nas páginas 57, 73 e 113. Alguns dirão: “Ah, fala sério! E o lance com os números nos tijolos, lógica, apresentados ao leitor nas páginas 27, 52 e 79?… As charadas?…”

 

Tá! São interessantes para alunos mas, veja, algo que repito para eles desde… SEMPRE?:

“…Preciso sempre ter muito cuidado com as fontes de pesquisa, se são confiáveis etc. Porque tem muita informação errada por aí! Já imaginaram se estou fazendo um trabalho para o colégio?”

 

Na 73 ela fala sobre a expressão “presente de grego”, citando a história (resumida, claro!) do Cavalo de Tróia! ❤

 

113: bullying – o diferente é feito de “chacota” mas, particularmente, a reação perante isso:

“…aprendi que ninguém pode zoar a gente quando você mesmo brinca com suas falhas.”

 

Tá, não falo assim! Digo para ignorarem, o que dá no mesmo. Afinal, tentar “zoar” quem não ouve a “zoeira”, que graça tem?!?.. É a presença de um público, de alguém que mostre ser atingido, que estimula a continuidade, não é mesmo?!?..

 

Admito que tiveram trechos que eu, devido minhas confissões acima, fiquei: “Hãh?!?”

– Kkk! – Mas gostei da leitura! Pensei em como meus alunos reagiriam, como poderia ser usado… Porque, bem sabem, a gente falar é uma coisa; já alguém com quem eles se identificam falar… Podem parar para ouvir, não é mesmo? A própria srta. Tatto disse que busca dar exemplo positivo, afinal, muitos dos milhões de seguidores são crianças. Gostei deste pensamento dela! 😉

 

Aproveito, já me despedindo, a oportunidade de conhecer um pouco da pessoa que, certamente, é seguida por alguns dos meus alunos; saber que eles tem um exemplo positivo dentre tantos negativos dos quais são cercados diariamente é um “bálsamo”…

 

“Vlw!”

E até mais!

 

Um abraço,

Carolina.

[Especial] A entrada para o paraíso: Bangtan Boys – BTS

B-T-S, EU DISSE O QUÊ? B-T-S, B-T-S, B-T-S, B-T-S!!

Eu, a louca desvairada dos animes, trago pra vocês a evolução das gostos, afinal animes são o princípio, depois vem os live-actions, logo os doramas, k-dramas, depois você está fazendo as coreografias da Girl’s Generation e quando se percebe é tarde demais e o mundo acaba de ficar mais interessante e agitado, não tenho arrependimentos (são anos e o amor não passou) e me surgiu a conclusão tardia de: como assim nunca falei de k-pop por aqui? Uma falha grave que vai começar a ser corrigida today!

Primeiro vamos falar de gênero musical, o K-Pop é um gênero popular musical oriundo da Coreia do Sul, sendo os coreanos grande responsáveis por lançar boys e girls band (tudo o que adoro), ou seja, coreografia para aprender e mandar na sua festa, na formatura e no meio da rua. Um dos fatores que mais atraem atenção no k-pop é o visual, ao olhos externos é considerado bastante excêntrico, os cabelos coloridos, as lentes e a extravagância nas vestimentas, passado esse choque inicial, a conquista vem pelo ritmo extremamente contagiante, por isso mesmo sem saber coreano, muitos se tornam adeptos, afinal não é gosto, é estilo de vida.

Antes restringido a grupos menores que se encontravam em eventos de cultura oriental – grande parte de cultura japonesa – os k-popers aumentaram seu número e hoje já somos um sólido grupo que adora disseminar esse pedaço do paraíso. Em um destaque imenso vai para a Bangtan Boys, ou BTS, o grupo musical que mais cresce nesse gênero atualmente, inclusive agora no dia 21 desse mês de maio, está prestes a levar o k-pop a um nível ainda nunca alcançado no tapete da Billboard, indicados a Social Media (votem bastante por obséquio!!!) e marcando presença no evento (me segura que tô desfalecendo).

O estilo musical da banda se destaca pela fuga ao convencional do K-Pop que se foca bastante naquele pop dançante, inserindo bastante do rap e hip-hop nas músicas e ritmo, contando também com composições bem densas e com críticas sociais, o resultado? É alucinante, viciante e totalmente digno de infinitos repeats e playlists de horas pra curtir essa maravilha musical (inclusive agora mesmo me encontro em um amor pleno em repetir desesperadamente I Need U).

Existem 2 tipos de pessoa: aquelas que gostam de K-Pop e as que ainda não conhecem (se você já ouviu e não gosta, ouve de novo, você escutou muito errado) e para ajudar vai aqui um resuminho leve sobre cada um dos sete integrantes e pessoas mais maravilhosas com as personalidades mais distintas e agitadas que formam esse grupo (em caso de dúvida na pronúncia, clica aqui e já pega a manha):

  • Min Yoongi, é o Suga sugar daddy, o responsável por mandar ver nas principais partes de rap da banda, tem a língua meio presa (algo que influencia na sua fala mais lenta), é também o mais preguiçoso e sério;
  • Park Jimin, que atende por Jimin (e Chim Chim) mesmo e até mesmo Jiminie e coxas grossas é o que traz a voz mais suave do grupo, muita das vezes responsável por descontrair e aliviar a tensão no clima da banda (e sensualizar pra me desestabilizar);
  • Jeon Jung-kook, conhecido como Jungkook cookie maknae é o caçula do grupo, mas não o subestimem em grande parde das apresentações e MV‘s ele está na frente e arrasa na coreografia com movimentos, ritmo e canto arrepiantes;
  • Kim Nam-joon, o Rap Monster ou Namjoon que voz nossasinhora é o líder, também o segundo integrante responsável pelo rap e hip-hop característico das músicas da banda, além de manda super bem no inglês, sendo responsável por responder muitas das entrevistas internacionais;
  • V o sedutor, na verdade Kim Taehyung, é basicamente o mais excêntrico, mesmo o nome artístico é devido também a dificuldade de pronúncia do seu nome, possui a personalidade mais afável, sempre que alguém o abraça, ele abraça de volta e não se deixem enganar por essa face de mocinho, quando fala justifica a ideia de “à prova de balas” afinal é tão grave que só assim pra quem sabe, resistir a essa saraivada com essa voz tão intensa;
  • Kim Seokjin, atende pelo apelido de Jin omma é um dos mais velhos, por isso geralmente o mais sério, a mãe do grupo em muitas ocasiões literalmente, dá apoio, carinho e traz pra linha (bônus: cozinha muito bem), tem todo um carisma e a voz é tão calma que só dá  pra amar;
  • J-Hope o rei do molejo é o mais animado, já é comprovado que ele é naturalmente assim, feliz, além de ter um vocal incrível, manda umas palhinhas insanas no rap, amém J-Hope!

Lançados pela Big Hit Entertainment, em 2010 a ideia de formar uma banda no conceito do k-pop começou a ter prosseguimento, contudo até a formação em oficial em 2013 do que hoje seria o que conhecemos como BTS aconteceram vários desfalques de integrantes, o único que persistiu desde a primeira formação é o Namjoon, felizmente a formação concretizada desde o début em 2013 deu super certo e hoje o estrondo causado pela banda só cresce, sendo que já vieram para solo brasileiro 3 vezes (e eu em casa rolando de vontade de estar naquele meio também), em 2013, 2014 e em março desse ano!

A trajetória discográfica é bem diversificada, cada álbum é conceitual e tão único que não dá pra apontar um só como favorito:

  • 2 Cool 4 Skool (1º Álbum de Singles, 2013)not today
  • O!RUL8,2? (1º Mini Álbum, 2013)
  • Skool Luv Affair (2º Mini Álbum, 2014)
  • Dark & Wild (1º Full-lenght, 2014)
  • The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 1 (3º Mini Álbum, 2015)
  • The Most Beautiful Moment In Life, Pt. 2  (4º Mini Álbum, 2015)
  • The Most Beautiful Moment In Life: Young Forever (1º Álbum Especial, 2016)
  • Wings (2º Álbum Full-lenght, 2016)
  • You Never Walk Alone (2º Álbum Especial, 2017)

Vai ter mais K-pop, dorama e muito, muito mais por aqui, ah se vai! Aguardem cenas do próximo episódio.


Fiquem com esse vídeo da coreografia de Baepsae:

[Resenha] Angus: O Primeiro Guerreiro

 

angus__o_primeiro_guerreiro_1485862686649842sk1485862686bLivro: Angus - O Primeiro Guerreiro

Autor: Orlando Paes Filho

Editora: Novo Conceito

Ano: 2017

Sinopse: Bretanha, ano de Nosso Senhor de 863. 
Uma invasão dos homens do norte arrasa a Ilha da 
Bretanha.
Cidades e monastérios são deitados ao chão. 
Os invasores fazem frente aos maiores reis da Bretanha, tudo se torna árido 
pela devastação. A morte se espalha por toda parte.
Mas há um guerreiro de nome Angus MacLachlan que não parece tombar diante 
dos ataques daneses. Ele não se curva aos dominadores nórdicos. 
Parece abençoado, luminoso, assim como luminosa é sua espada a espalhar 
cadáveres dos invasores.
Ele liberta os cativos e propõe uma nova resistência. Unifica reis. 
Um oponente terrível contra a invasão, que tenta destruir a Bretanha e 
seus reinos para sempre

Angus é filho de um “Jarl” nórdico e um Cristã, o jovem de 16 anos sonha em ser um Guerreiro. Mas não um guerreiro comum, um guerreiro de verdade. Para isso ele se dedica de corpo e alma em sua primeira missão, rumo a Terra dos Anglos do Leste.

Essa missão foi convocada por Ivan Sem-Osso, um homem que se confunde com seu próprio desejo de vingança pela morte de seu pai Ragnar, e deseja fazer jorrar o sangue de todos os cristãos, dando inicio a um massacre ao qual Angus (Criado nos costumes da religião viking e do cristianismo), nunca havia sonhado. Após cometer seu primeiro assassinato na mesma batalha perder seu e pai e seu melhor amigo, Angus foge ainda ferido, deixando para trás toda a crueldade comandada por Ivan.

A vida de Angus muda por completo, quando ele encontra em seu caminho o monge Nennius, que cuida de seu corpo enquanto ensina sua alma um novo caminho. O Caminho das Sete Virtudes. Durante anos, ele treinou e se dedicou até estar pronto de corpo e alma, e após se converter de vez ao cristianismo, ele retorna em busca de justiça.

Angus é um livro sobre o qual eu já ouço falar a um certo tempo, e sempre me foi muito bem recomendado. Quando recebi a edição da Novo Conceito, foi uma feliz surpresa pois finalmente poderia conhecer essa história.

Angus é uma ficção com grandes embasamento históricos, e muito bem construída. Um daqueles livros que prendem o leitor o cativam o transportam diretamente para o ano de 863.

Bretanha, ano de Nosso Senhor de 863. Uma invasão dos homens do norte arrasa a Ilha da Bretanha. Cidades e monastérios são deitados ao chão. Os invasores fazem frente aos maiores reis da Bretanha, tudo se torna árido pela devastação. A morte se espalha por toda parte. Mas há um guerreiro de nome Angus MacLachlan que não parece tombar diante dos ataques daneses. Ele não se curva aos dominadores nórdicos. Parece abençoado, luminoso, assim como luminosa é sua espada a espalhar cadáveres dos invasores. Ele liberta os cativos e propõe uma nova resistência. Unifica reis. Um oponente terrível contra a invasão, que tenta destruir a Bretanha e seus reinos para sempre. ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ www.outrogarotolendo.wordpress.com ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ ⠀ ⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀⠀ Quer divulgar com a gente? Entre em contato: outrogarotolendo@gmail.com #like #like4like #TFLers #liker #likes #l4l #likes4likes #photooftheday #love #likeforlike #likesforlikes #liketeam #likeback #likebackteam #instagood #likeall #likealways #liking

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A edição merece um destaque especial, com diagramação e edição primorosamente trabalhados, e ilustrações espetaculares. Esperamos muito em breve que a continuação da série seja publicada com o mesmo capricho.

 

Um cheiro e até a próxima!

[Resenha] Uma sombra na escuridão

Livro: Um Sombra na Escuridão
Autora: Robert Bryndza
Editora: Gutenberg
Ano: 2017
Páginas: 320
Sinopse: Em uma noite de verão, a Detetive Erika Foster é convocada para trabalhar em uma cena de homicídio. A vítima: um médico encontrado sufocado na cama. 
Seus pulsos estão presos e através de um saco plástico transparente amarrado firmemente sobre sua cabeça é possível ver seus olhos arregalados.
Poucos dias depois, outro cadáver é encontrado, assassinado exatamente nas mesmas circunstâncias. 
As vítimas são sempre homens solteiros, bem-sucedidos e, pelo que tudo indica, há algo misterioso em suas vidas. 
Mas, afinal, qual é o segredo desses homens? Qual é a ligação entre as vítimas e o assassino?
Erika e sua equipe se aprofundam na investigação e descobrem um serial killer calculista que persegue seus alvos até achar o momento certo para atacá-los.
Agora, Erika Foster fará de tudo para deter aquela sombra e evitar mais vítimas, mesmo que isso signifique arriscar sua carreira e também sua própria vida.

Tal sentença poderia ser proferida por qualquer um que vivenciasse ou acompanhasse de perto tal caso, o segundo que partilhamos com a Erika Foster. Quem tomou parte no outro caso, o da garota no gelo, sabe que a detetive Inspetora Chefe Foster não costuma desistir das investigações, segue seus instintos, mesmo que a tentem persuadir do contrário. Ela faz o que acredita ser o correto: cumprir seu dever para com a verdade e capturar o real culpado, mesmo que lhe seja advertido quanto a seguir adiante – o que pode lhe custar progressões na carreira, politicagens.

Alguns tópicos podem ser vistos:

  • Repercussão quando sexualidade é inserida;
  • Uso de chats e personas, bem como compras online;
  • (novamente) O interesse desperto quando pessoa pública/famosa/rica;
  • Programa dificultador para trabalho investigativo de rastreamento;
  • Traumas, violências, suicídio (?)

Olhares…

Reações…

Ações…

Na autópsia do primeiro corpo, o do Dr. Gregory, a análise toxicológica aponta Flunitrazepam (substância do Boa Noite Cinderela), morte por asfixia, mãos atadas post mortem…

-> Mas não se limitou a uma morte…

A leitura pode propiciar reflexões. Por vezes podemos estar ao lado de uma bomba-relógio que necessita apenas que o “gatilho” seja acionado. E este pode estar “emperrado”, acumulando… Até quando aguentará?!?

Diariamente vemos abusos. A palavra bullying está mais utilizada que nunca: nas escolas, no trabalho, em casa… todo e qualquer lugar. É algo novo? Não. Mas a proporção que tem tomado está surpreendente. Os vários tipos de agressões. Robert Bryndza citou elementos bem pertinentes neste romance policial e construiu um indivíduo assassino que desperta reações diversas em momentos distintos, consolidou a força de caráter da “heroína”, bem como suas “fragilidades”/força. A necessidade da confiança, parceria… em todos os setores da vida.

Bryndza nos estimula desprezo, ira, empatia, tristeza… tantos sentimentos no decorrer desta história. Foi estranha a identificação por parte do leitor da pessoa que cometeu os homicídios quase no meio do volume. Pensei: o resto do livro será..? Tentativa de pegar tal ser?.. Mas eu já sei quem é!! E autor surpreende: apenas a identidade é pouco – quem é a pessoa?!?… Afinal, ninguém “nasce”, mas “se torna”…

“Está tudo bem… está tudo certo. (…) Você é inocente. Ainda
não pode causar nenhuma confusão no mundo.”
p.114

(Para bebê em berço)

O que nos tornamos a cada dia?

Outra polêmica é ainda mencionada, embora não seja o foco: a exploração sexual infantil. O caso é exposto particularmente à Erika pelo March, seu chefe imediato, para justificar o comando que ela deixasse o altamente suspeito irmão da esposa da primeira vítima em paz: está sendo vigiado por envolvimento neste outro caso. Portanto, o autor aumenta o mundo, mostra investigações paralelas, afinal, é assim que a polícia trabalha, realocando policiais consoante necessidades dos casos investigados, não podem focar em apenas um por vez. Tal colocação contribui com a ideia de movimento, bem como a continuidade da escrita em capítulos curtos, como “tomada de cenas cinematográficas”, sem foco único.

Outro acréscimo positivo foi o maior acesso à história da Erika com o aniversário da morte do Mark e tanto mais.

“É engraçado o quanto nós temos em comum…” p.177

E esse link é feito de ambos os lados. A personagem cresce e se consolida.

______

* p.320


Um abraço,

Carolina.

 

[Resenha Estrangeira] Cream of the Crop

cream of the crop capaLivro: Cream of the Crop (Hudson Valley #2)
Autora: Alice Clayton
Ano: 2016
Editora: Gallery Books
Páginas: 336
Sinopse: A garota sensação de Manhattan, Natalie Grayson, tem tudo: ela é uma executiva quente de uma empresa líder de publicidade, conhecida por toda a indústria por suas campanhas desafiantes e nervosas.Ela tem um grande círculo de amigos, 
uma família que a ama muito, e seu cartão de dança está sempre cheio com solteiros bonitos.
O que mais uma moderna garota da cidade poderia desejar? A resposta, claro, é... Queijo.
A parte favorita de Natalie, a cada semana, é gastar todo sábado de manhã na Union Square Farmer’s Market, onde ela se entrega ao seu amor sobre todas as coisas com creme triplo.
Seu estande favorito também satisfaz o seu amor por todas as coisas bonitas. Oscar Mendoza, proprietário do Bailey Falls Creamery e fornecedor dos melhores queijos artesanais que Hudson Valley tem para oferecer, é alto, sombrio, misterioso e um pouco distraído.
Ou assim ela pensa. Mas isso não impede Natalie de fantasiar sobre o tamanho da sua, aham, leiteira. 
O romance está produzindo, paixão está queimando, e algo incrível está subindo para o topo. Poderia ser... Amor?

Vamos de Alice Clayton hoje porque necessito dessa série aqui!!!

Cream of the Crop é um hot engraçado, sobre duas pessoas que se envolvem sem compromissos e se sentem confortáveis em levar o tempo delas em uma relação e se isso ainda contenha muitas sessões de sexo, melhor ainda, um orgasmo é bom, ainda mais intenso se compartilhado.

Natalie Grayson é um sonho de mulher, uma inspiração – minha então, nem se se fala – livre, independente e segura de si, o seu número 48 não reprimem sua autoestima, ser uma plus size não lhe incomoda como outrora, muito pelo contrário, é uma proporção vasta e muito bem aproveitada. Ninguém preenche um jeans como ela e ela sabe disso, a garota de negócios e socialite sabe como usar o seu talento e charme, trabalho não necessariamente precisa estar isolado do prazer.

“Eu preciso voltar ao celeiro para fazer o almoço.”
“Ótimo! Estou morrendo de fome!” Eu anunciei, puxando para baixo a minha gola, ansiosa para varrer essa coisa toda sob o jipe.
“Um almoço que Oscar está participando.”
“Eu ainda estou cheia com o café da manhã.” Subi a gola alta da blusa para cima. 

Oscar Mendonza é o leiteiro e sonho quente de garoto homem, ele é todo homem da fazenda, com seu cabelo mais longo e sua personalidade calma, o seu potencial está em toda a sua altura magnífica e o jeito enigmático e calado que dá ganas de saber mais a seu respeito – muito, muitíssimo mais.

“Então, aqui está a coisa, Oscar. Posso te chamar de Oscar?”
“Meu nome é Oscar.” ele disse, soando um pouco divertido. 

Sem delongas os dois se encontram no prazer um do outro, Natalie não é uma mulher de inibições, Oscar não é falador, mas sim um homem de ações, surpreendendo uma Natalie beligerante quanto as capacidades dw flertar dele, a melhor surpresa que ela poderia ter – e nem estou falando da fartura em todos os sentidos do rapaz. Oscar é simples, em contraposição com Natalie, uma mulher da selva de asfalto e botas Prada, que sabe fazer as pessoas comerem em sua mão – principalmente seus parceiros sexuais.

Eu sinto falta de sua boca
Sinto falta do seu gosto
Traga a sua grande vírgula bunda grande de volta para cá para que eu possa mordê-la

Alice Clayton sutilmente faz uma conexão entre séries, Mia da série Redhead faz sua aparição logo no primeiro livro, como uma celebridade de L.A. e sua amiga e chef Roxie Callahan, mas a conexão real foi ainda mais marcante nesse livro com a série Cocktail – lançada nacionalmente como série Wallbanger – as três amigas loucas Caroline, Sophia e Mimi, são em essência, Roxie, Natalie e Clara, respectivamente, as personalidades se encontram tão bem que não há como não desejar que a Alice criasse enredos voltados para a Sophia e a Mimi também!


Sabe um sonho? Ser a Natalie!

[Resenha] Caraval

CARAVAL_1490102313663118SK1490102313BLivro: Caraval

Autora: Stephanie Garber

Editora: Novo Conceito

Páginas: 400

Ano: 2017

Sinopse: Scarlett nunca saiu da pequena ilha onde ela e sua irmã, Donatella, vivem com seu cruel e poderoso pai, o Governador Dragna. Desde criança, Scarlett sonha em conhecer o Mestre Lenda do Caraval, e por isso chegou a escrever cartas a ele, mas nunca obtivera resposta. Agora, já crescida e temerosa do pai, ela está de casamento marcado com um misterioso conde, e certamente não terá mais a chance de encontrar Lenda e sua trupe, mas isso não a impede de escrever uma carta de despedida a ele.

Dessa vez o convite para participar do Caraval finalmente chega à Scarlett. No entanto, aceitá-los está fora de cogitação, Scarlett não pretende desobedecer ao pai. Sendo assim, Donattela, com a ajuda de um misterioso marinheiro, sequestra e leva Scarlett para o espetáculo. Mas, assim que chegam, Donattela desaparece, e Scarlett precisa encontrá-la o mais rápido possível.
O Caraval é um jogo elaborado, que precisa de toda a astúcia dos participantes. Será que Scarlett saberá jogar? Ela tem apenas cinco dias para encontrar sua irmã e vencer esta jornada.

Sabe aquele livro que sempre que você vê nas mãos dos Booktubers e Bookgrams Gringos você fica babando? Esse sou eu com Caraval.

Eu não sei quantas vezes eu coloquei esse livro nos meus carrinhos da Amazon e da Saraiva, e quando eu recebi o email da NC, me convidando para esse jogo eu simplesmente pirei!

“Cara! Cês ainda perguntam se eu quero participar?! É obvio!!”

O desafio era ler e resenhar e resenhar Caraval um dos lançamentos mais esperados do ano em 5 DIAS! Sempre trabalhei com deadline, mas nunca com um tão apertado… Desafio aceito,  ebook recebido, o jogo havia começado.

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Desde criança Scarlett sempre sonhou com o Caraval e sua Trupe. Ela sempre escrevia cartas para o Mestre Lenda, mas nunca teve resposta… Os anos passaram, e como filha do cruel Governador Drague, temendo seu pai, ela aceita se casar com um Conde misterioso. E mesmo já sem esperança, mesmo assim ela escreve uma carta de despedida para o Mestre Lenda, e contra todas as expectativas ela recebe uma resposta! Na verdade é mais um convite para visitar o Caraval.

Temendo a reação do seu pai, mas com um “empurrãozinho” da sua irmã Donatella, elas vão juntas para o lugar mágico com o qual Scarlett tanto sonhou… Mas as coisas não são como parecem. Sua irmã desaparece, e Scarlett se vê presa em um jogo onde tudo pode acontecer…

“Sejam Bem Vindos ao Caraval! O maior show em terra ou pelo mar. Dentro, você experimentará mais maravilhas do que a maioria das pessoas veem na vida.”

 unnamed (1)Caraval é o primeiro livro da autora Stephanie Garber, um livro com muita ação, fantasia, mistério e muita magia. Esse é daqueles livros que cativam o leitor de forma a fazê-lo desejar a continuação a todo custo. Já vinha ouvindo diversos comentários positivos sobre esse livro, e agora depois de ter lido, percebo que todos fazem muito jus a obra.

Eu estou evitando dar spoilers sobre o livro, afinal ele ainda vai ser lançado, mas preciso comentar dois pontos:

  • O livro possui bastante narrativa, seguindo um pouco a escola criada pelo mestre J. R. R Tolkien, o que para muitos pode dar um ar de cansativo. Mas queridinha, eu já li o Silmarillion, tirei isso de letra.
  • O desenvolvimento dos personagens é algo impressionante. Tanto o crescimento positivo da Scarlett, como negativo da Donnatela. Enquanto Scarlett cresce a cada minuto do livro, Donnatela que começa como uma personagem forte e empoderada vai deteriorando no decorrer da história. Mas como esse é apenas o primeiro livro, acredito que muita coisa ainda vai acontecer.

Caraval é o novo lançamento da Novo Conceito, mas você já pode garantir o seu na pré venda!

Um cheiro e até a próxima!

[Resenha Estrangeira] Nuts

nuts capaLivro: Nuts (Hudson Valley #1)
Autora: Alice Clayton
Ano: 2016
Editora: Gallery Books
Páginas: 320
Sinopse: Roxie Callahan é a chef particular de algumas das mais ricas e mais sórdidas esposas contadoras de calorias de Hollywood. Porém, após um desastre com laticínios, sua carreira cuidadosamente trabalhada foi por água abaixo, e ela encontra-se agora de volta para sua casa no interior de Nova York, 
resgatando sua mãe hippie e tomando conta do restaurante da família.
Quando o lindo fazendeiro local, Leo Maxwell, oferece-lhe um monte encantador de nozes orgânicas, Roxie se pergunta se um verão de volta em casa é realmente uma ideia tão ruim, afinal. Leo está fortemente envolvido no movimento de comida sustentável, e ele gosta de tomar seu tempo lentamente. 
Em todas as coisas. Roxie está determinada a voltar para a costa oeste assim que o verão terminar, mas a atração por preguiçosos vaga-lumes e seu próprio Almanzo Wilder, será suficiente para mantê-la bem em casa?
Salgado. Picante. Doce. Nozes? Vá em frente, pegue um punhado.

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[FILMES] Don’t Think Twice

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Direção: Mike Birbiglia
Ano de Lançamento: 2016
Elenco: Keegan-Michael Key, Gillian Jacobs, Mike Birbiglia, Kate Micucci, Chris Gethard e Tami Sagher
Gênero: Comédia/Drama
Duração: 92 minutos
Sinopse: A amizade entre membros de um grupo de improvisação de Nova Iorque é colocada em teste quando um deles consegue um programa de TV.

 

 

“Eu sinto que quando estamos na casa dos 20 anos é tudo sobre esperança e quando você está nos 30 é apenas sobre o quão estúpido era você ter esperança”

Como esse é um daqueles tipos de filme que nós normalmente não o veríamos no nosso país, ou na internet sendo promovido, encontrar esse filme sem querer (na verdade eu o encontrei graças a minha mais nova paixonite pela Gillian Jacobs) foi uma das melhores descobertas que eu já fiz e eu preciso dizer: eu nem estou na faixa etária das pessoas que compõe o filme, mas ele me deixou pensando por muitos minutos sobre o momento atual em que eu estou na minha vida.

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Dirigido, roteirizado e atuado (ufa!) pelo Mike Birbiglia, Don’t Think Twice (Não Pense Duas Vezes) fala sobre um grupo de amigos que há anos se conhecem e fazem teatro improvisado. A dinâmica deles é muito boa, a amizade deles é algo recíproca para todos mas algo parece estar errado quando um membro do grupo, chamado The Commune, consegue uma vaga em um show televiso que todos os outros membros também almejavam, e junto com isso, uma preocupação maior nasce quando o local que eles fazem os shows foi vendido e eles estão sendo despejados.

O filme fala sobre a dificuldade de criar e manter um trabalho coletivo onde todos são ouvidos e importantes ao mesmo tempo em que todos estão buscando aquela chance de poder brilhar – e o que até onde eles iriam para poder conseguir. No grupo temos aquele que, por culpa da pressão do trabalho, acaba traindo os amigos, tem aquele que acha que por ter ensinado a todos tem a obrigação de também estar na televisão. Tem aqueles que estão trabalhando juntos e sozinhos para conseguir a chance, tem aquela que está trabalhando na mesma coisa, porém escondida. E tem aquela que está muito bem onde se encontra e não quer mudar sua vida.

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Don’t Think Twice é um filme engraçado sem fazer esforço, com um roteiro original e bem simples, com atores que são tão bons no que fazem que nos faz sentir que estamos ali, vivenciando e sentindo tudo o que eles estão sentindo. Um filme que nos faz sorrir nos momentos que temos que sorrir e sentir as preocupações que cada um dos personagens estão sentindo em momentos diferentes. É um ótimo filme para se assistir quando se quer ter apenas um momento para relaxar.

Confira o trailer do filme abaixo:

[Variedades] Os melhores apelidos românticos para se inspirar!

Ah, o amor está no ar!

Já pensou em como demonstrar carinho pela pessoa que você ama? A companhia que você gosta, está ao seu lado e lhe faz bem, não precisa se prender aos apelidos clichês – pode é claro, aqui o amor é permitido -, usar algo único para se referir a quem você gosta é uma forma de carinho – quando ela gosta, vale ressaltar – remete a ideia de que algum momento do seu dia foi investido para pensar no quão bem aquela pessoa lhe faz.

É pensando nisso que recapitulei meus casais fictícios, selecionei os apelidos mais fora do comum e nas mais distintas línguas para inspirar a sua mente a criar, pesquisar ou utilizar aquela referência para quem ama e melhor ainda, incitar a curiosidade para ler esses livros (a verdadeira intenção aqui é conquistar mais fãs, confesso):

  • Desejo à meia noite – Monisha e beija-flor

desejo a meia noiteA irmã mais velha da família Hathaway protagoniza Desejo à meia noite, o primeiro livro da série dos 5 irmãos mais… excêntricos da sociedade inglesa, mas o foco aqui é o quanto a personalidade de Amelia Hathaway de proteger sua família a leva de encontro com o rom Cam Rohan, o meio-cigano de postura felina, olhar aguçado e fala mansa conquista a sempre determinada Amelia, que aprende aos poucos sobre a cultura dos ciganos em seu romance com Cam, entre isso a forma como ele se refere a ela, um em referência a sua linguagem cigana, seus costumes ciganos, monisha e o outro, beija-flor, devido a natureza impetuosa dela.

– O que essa palavra quer dizer?
Monisha? É um tratamento carinhoso. – Ele mal conseguia raciocinar. – Os rons dizem isso para a mulher com quem têm intimidade.

  • Série A Maldição do Tigre – Priya, Bilauta, Rajkumari, Priyatama (Iadala, Chittaharini, Prema… a lista é extensa)

a maldicao do tigreNa adorada série sobre tigres, misticismo indiano e magia, Collen Houck criou dois príncipes que parecem um sonho encarnado, literalmente, os irmãos Rajaram, Dhiren – Ren para os íntimos – e Kishan foram condenados a uma maldição que perdura por séculos até então, quando Kelsey Hayes desenvolve um laço afetivo único com um tigre branco de circo, a chave para a quebra da maldição parece estar ao alcance, assim como um sem fim de aventuras e seres sobrenaturais, com um bônus (e tanto!) de novas palavras em hindu, com doses generosas de carinho e encanto dos príncipes irmãos.

Rajkumari, quero lhe dizer obrigado. Obrigado por ficar e me ajudar. Você não sabe quanto isso significa para mim.
– De nada – sussurrei. – E o que significa rajkumari?
Ele me lançou um sorriso branco luminoso e habilmente mudou de assunto.

a garota do calendarioA série A Garota do Calendário, retrata os 12 meses da trajetória de Mia como acompanhante de luxo, com os mais diversos homens, em diferente situações e nacionalidades, no segundo volume, que retrata Fevereiro, o par de Mia é um artista francês, com sua forma aberta de pensar e se expressar, ele contratou Mia para ser sua musa, mas não obstante, a forma como ele se refere a ela não deixa pendência, é linda forma dele de valorizar uma pessoa querida, Jolie é a forma em que ela é vista aos olhos do francês.

— Esta noite, ma jolie, foi muito maior do que qualquer coisa que eu já fiz. Estar com você é… é como ter um lugar especial no mundo. Nunca mais vou ter isso de novo. Eu quero que você saiba que tudo isso tem um significado muito forte para mim.

a furia e a auroraNa trama de Renné Ahdieh, conhecemos a trama de Sherazade, a cidadã de Khorasan que assim como todos, sabe da trágica e revoltante realidade do califa, o rei dos reis, que além de jovem é conhecido pelos inexplicáveis assassinatos de inúmeras esposas, para vingar sua melhor amiga, Sherazade arma uma ardilosa trama para conquistar a confiança e então destruir o califa, ela porém não esperava ser também conquistada pela conflituosa e silenciosa personalidade de Khalid, ficando cada vez mais impossível resistir a esses sentimentos e ao carisma do califa, que cada vez mais cativa pela seus carinhosos gestos.

Joonam. Ele já a chamara assim. Meu tudo.
Como na noite em que ela contara a história de Tala e Mehrdad, por que isso tinha um halo de verdade? 

  • Ligeiramente Seduzidos – Chérie

ligeiramente seduzidosNo quarto volume da série dos irmãos Bedwyns da Mary Balogh, a Bedwyn a protagonizar a trama é a Morgan, a beldade da família e a mais nova entre os irmãos, após o seu debute, Morgan acompanha a melhor amiga e família para Bruxelas, em conta da iminente guerra, em meio a permanente tensão e aos suntuosos eventos da alta sociedade, Morgan conhece Gervase, conde de Rosthorn, o inglês com sangue e vivência francesa que parece flertar descaradamente com ela, que por sua vez tenta a todo tempo ler as entrelinhas das ações do conde, enquanto ele utiliza o charme para tentar deleitar a perspicaz Bedwyn.

Gervase estava encostado na parede de pedra, em um dos lados da entrada da gruta, de braços cruzados.
– Chérie – disse, em um tom suave –, você concordou em me dar uma última oportunidade de convencê-la a não me abandonar, a não partir meu coração.

  • A Transformação de Raven – Cassita 

Em paralelo com a série Inferno de Gabriel, Sylvain decidiu se superar e criar a Noites em Florença, que além de conter essência sobrenatural convém a agraciar os leitores não só com a sagacidade do autor em inserir habilmente teorias bem embasadas e uma lógica fenomenal (super fã aqui!), nessa trama o submundo de Florença ganha um novo tom e a encantadora cidade cativa os sentidos pelos olhos de Raven e William, um enredo enriquecido com as personalidades de dois seres distintos, mas companheiros e um romance tenro, ao mesmo tempo cheio de sensualidade,  uma mulher tenaz e um homem misterioso protagonizam essa trama cheia de suspense e de um romance acalentador, Will surpreende com sua habilidade com o latim e sua carinhosa forma de ver Raven.

– Noé soltou o corvo, e o corvo retornou. Se eu fosse capaz de ter esperança, torceria para você voltar para mim. Boa noite, Cassita.

Em Play, o segundo título da série que retrata sobre os músicos mais hilariantes (e quentes) de todos, a Stage Dive, Malcolm Ericsson, o baterista inveterado da banda é conhecido por seu charme e a sua fama de conquistador o precede, porém o destaque da personalidade dele é o humor, ainda não inventaram um ser tão seguro de si e engraçado como Mal, quem descobre isso de forma inesperada é Anne Rollins, que passa a conviver com a personalidade agitada e cheia de humor do homem das formas mais distintas possíveis, todas elas cheias de risadas, o apelido que Malcolm usa para Anne na versão original é abóbora, entretanto a versão nacional em seu lugar é utilizado moranguinho, por uma escolha da editora acredito, no meu coração vai ser sempre abóbora.

— Você a chama de sua abóbora? — A voz de minha irmã estava cheia de temor. — Será que ela realmente responde?
— Bem, ela finge odiá-lo. Mas, secretamente, eu sei que ela adora. O rosto dela fica todo suave e tudo mais.

  • Nove Regras a Ignorar antes de se apaixonar – Imperatriz

nove regras Em Números do Amor, a Sarah persuade deliciosamente o leitor com um jogo sensual e ao mesmo tempo bem humorado com os números, o primeiro narra a trajetória para descobrir os prazeres proibidos ao público feminino no contexto através de Calpúrnia, uma lady cheia de ousadia, porém retraída, em um momento de dar um ‘basta’ nessa monotonia que se tornou sua vida, Callie decide fazer uma lista escandalosa de atividades para cumprir, mesmo pondo sua reputação em risco, ela toma todas as devidas precauções, para cumprir o primeiro item de sua lista, ela vai em busca do homem mais angelicamente devasso de Londres, o marquês de Ralston, Gabriel é um homem cheio de lábia e em um momento de reflexão histórica referente ao nome de Callie, decide lhe chamar de Imperatriz.

– Ainda não desistiria dessa parte dela, Imperatriz.
Callie prendeu a respiração diante do apelido, que trazia consigo uma lembrança difusa de muito tempo atrás.

nutsProtagonizado pela Roxie, Nuts retrata a trajetória da chef que após um incidente envolvendo manteiga – isso mesmo, você leu certo! –  e atendendo o pedido de sua mãe, ela retorna para Bailley Falls, sua cidade natal e lugar que ela temia retornar, mas quando a vizinhança é boa, algumas decisões podem ser bem… repensadas, isso acontece ao conhecer o mais quente agricultor da região, Leo, um interlúdio envolvendo os dois é promissor, melhor ainda quando ele habilmente sabe como incitar a chef com um exótico apelido.

— Me chame disso de novo e eu estarei cancelando a aula de picles — Corri minhas mãos pelo seu cabelo e couro cabeludo, obtendo um gemido satisfeito em resposta.
— Ervilha? Isso te excita? — Perguntou, e eu inclinei a cabeça para cima em sinal de rebeldia.

A noiva do capitaoNo terceiro volume da série Castles Ever After, Maddie cria um noivo perfeito que lhe escreve cartas de seu contingente do exército, o capitão Logan Mackenzie –  ou MacFajuto como ela gostava de brincar nas cartas que ela escrevia para ele – um escocês que se encontra em meio aos combatentes do exército como um apreciado capitão, todavia a mentira tem perna curta, pior ainda, para Maddie tem pernas longas, usa kilt, tem olhos azuis e os mais escandalosos trunfos na manga, mais conhecidos como correspondências, sim! O capitão de Maddie existe e foi em busca de sua noiva, que havia lhe matado (?) heroicamente em suas cartas, afim de dar um fim ao seu passado comprometedor, mas o seu passado sabe como ser persuasivo e encantador com seu gaélico bem aplicado.

— Não sou nenhum fantasma, mo chridhe. Só um homem. De carne e osso.
Mo chridhe. Ele ficava usando essas palavras… Maddie não era fluente em gaélico, mas ao longo dos anos ela aprendeu algumas palavras aqui e ali. Ela sabia que mo chridhe significava “meu coração”.


Tem algum para acrescentar a lista? Conta para mim!