[Resenha] As Feiticeiras de East End

Livro: As Feiticeiras de East End
Autores: Melissa de La Cruz
Ano: 2012
Editora: iD
Páginas: 312
Sinopse: As três mulheres da família Beauchamp 
escondem um segredo: são feiticeiras poderosas, há 
séculos proibidas de usar sua magia. Joanna consegue 
ressuscitar os mortos e curar feridas graves; Ingrid 
prevê o futuro e tece nós que podem resolvem qualquer
problema; e Freya tem um encantamento que certamente
consegue curar os piores desencantos amorosos. Ela vai se casar com o 
misterioso Bran Gardiner, e cada vez fica mais difícil esconder seu segredo.
Ingrid e Joanna sentem o mesmo dilema, e as três percebem que não podem 
mais ignorar quem realmente são. Desenterram varinhas e vassouras e 
começam a criar feitiços bem intencionados para algumas pessoas. É então 
que ataques violentos começam a assolar a cidade. Quando uma jovem 
desaparece, elas percebem que está na hora de descobrir que forças 
obscuras operam contra elas.

Tem magia na resenha de hoje!

Vivendo na pacífica cidade-ilha North Hampton, tanto Joanna, quanto suas filhas Freya e Ingrid são feiticeiras em situação de restrição de seus poderes, enquanto lidam com sua natureza mágica, as três tentam se envolver com seu entorno. É sob os distintos pontos de vista das três Beauchamp que suas personalidades e dramas pessoais são apresentados.

Havia algo errado com os três pássaros mortos na praia durante a manhã, os que ela enterrou um pouco adiante na areia, mas Joanna não conseguiu atinar naquele momento. Era uma ameaça? Ou um aviso? Para quê? De quem?

Série Witches of East End

Freya apesar de se demonstrar egoísta em muitas coisas, de sua forma tenta dar pequenos empurrões em vidas amorosas com poções do amor, por outro lado, a mesma se encontra em um estranho triângulo amoroso, noiva e ao mesmo tempo envolvida em um caso com o primo de seu noivo. Enquanto isso, Ingrid é uma amante nata de livros e com um dom para curar, usa pequenos feitiços para ajudar aqueles ao seu redor, já Joanna possui uma personalidade mais turva, por assim dizer, passou pela perda de forma misteriosa de um filho e isso desandou parte de si, porém seu amor e dedicação a sua família é inspirador e puro.

– Você não está entendendo. Nós nos pertencemos. Sempre – Killian falou. – Eu não podia dizer nada. Estava preso à profecia e não podia me revelar até que você me reconhecesse pelo que sou. Só podia ter esperança embora eu tivesse tentado avisá-la sobre o perigo à minha própria maneira.

Em uma cidade tão pacata é uma perturbação suspeita, além de incomum, casos de assassinato, surtos de doenças e mortes misteriosas, que separados já causam uma inquietação da tranquilidade local, porém a brevidade dos acontecidos deixam as três feiticeiras em estado de alerta para qualquer interferência sobrenatural e nesse momento segredos a muito trancados voltam a emergir, abalando os laços que as unem e as mantém no manto do sigilo.

Adaptado para a série Witches of East End – que infelizmente foi cancelada após 2 temporadas -, a obra de Melissa é uma trama que envolve magia, romance e suspense, com personagens magnificamente desenvolvidos em um enredo de surpreender os mais céticos quanto ao conteúdo do livro, contando com uma capa linda e uma diagramação espetacular, a obra é mais do que gratificante.


Tem a série na Netflix!

[Resenha] Seraphina

Livro: Seraphina
Autores: Rachel Hartman
Ano: 2013
Editora: Jangada
Páginas: 384
Sinopse: Seraphina Dombegh, uma garota de 16 anos com grande talento 
para a música, tem um terrível segredo e razões para temer humanos e 
dragões. Ela se torna assistente do compositor da corte justo quando um
membro da família real é encontrado morto, devido a um ataque muito ao
estilo dos dragões, isto é, com a cabeça arrancada a mordidas. 
Seraphina, com sua inteligência e senso de humor ácido e feroz, passa a
colaborar com as investigações, ao lado do capitão da Guarda da Rainha,
o sagaz e encantador Príncipe Lucian Kiggs. Enquanto eles começam a 
encontrar pistas de uma trama sinistra para destruir a paz, a fachada 
cuidadosamente construída por Seraphina começa a desmoronar, tornando 
cada vez mais difícil manter seu segredo, cuja revelação seria 
catastrófica em sua vida.

Seraphina é a protagonista do meu coração!

Seraphina Dombegh é musicista, completamente envolta em notas e sons, a jovem de 18 anos utiliza sua vida em partituras como uma forma de exprimir sua verdadeira essência, mesmo tão jovem possui um talento inato para a música, a maior parte devido ao fato de seu hibridismo, Seraphina é meio-dragão. Como híbrida ela tenta esconder o seu sangue dragontino e escamas que cobrem parte de seu corpo, enquanto lida com as peculiaridades de sua existência, compartilhando sua mente com seres estranhos e que ameaçam lhe tirar o controle do próprio corpo.

Agora vivendo como parte da corte real, a existência de seres como ela é um tabu e um ato de extrema heresia, a paz superficial entre humanos e saarantras – dragões em sua forma humana – que mascara a hostilidade com que os qualquer um com sangue saar (dragão) está abalada, e uma crise que já borbulhava na superfície essa convivência está prestes a implodir de vez.

– Acabei de ser perseguida no mercado de São Willibald, e você sabe por quê? Porque fui gentil com um quig. Ocultei escrupulosamente todas as razões legítimas para as pessoas me odiarem, e agora elas não precisam mais de motivos legítimos. O Céu forjou uma adaga de ironia para me apunhalar.

O estopim para as atitudes ainda mais agressivas se dá com o assassinato de caráter dragontino do Príncipe Rufus, filho da rainha Lavonda, a decapitação e desaparecimento da cabeça do Príncipe não deixa margem para inocentar a comunidade de dragões, é quando Seraphina presencia as ações do grupo mais radical em oposição ao Tratado de Commomont, os Filhos de São Ogdo.

É na aproximação por interesses na manutenção da paz e investigação por trás do assassinato do Príncipe Rufus que Seraphina encontra no jovem Príncipe Lucian Kiggs uma proximidade afetiva, a recíproca é verdadeira e palatável. Desenvolvendo uma amizade, o príncipe vê em Seraphina um pedaço de si, uma pessoa que se mantém a margem, embora difícil de ler, ele sabe que o intelecto da jovem é sábio e passa a buscar cada vez mais a companhia e conselhos dela.

– Tenho raiva dela por me deixar tão jovem; você talvez sinta o mesmo em relação à sua mãe, mas também, para minha mortificação, raiva pelo fato de ela ter se apaixonado de maneira tão imprudente.
– Eu sei – sussurrei para o ar gelado, esperando e temendo que ele pudesse ouvir

Para Seraphina é uma oportunidade de estar próxima de alguém que compreenda parte de sua angústia, mesmo que aumente os seus níveis de tensão, afinal deixar alguém aproximar-ser tanto é um risco a sua vida, suas escamas estão sempre em evidência sobre as camadas de tecido de suas vestes, mas o seu inegável afeto com o dragão Norma, semeia uma desconfiança no Príncipe, que para espanto dela tem uma terrível conclusão sobre o significado dessa proximidade.

Enquanto se desvencilha da desconfiança de Kiggs acerca dos sentimentos, ela inicia uma parceria até então fora de seu horizonte, ao mesmo tempo que esta é a chave pra descobrir a verdade sobre os avatares em sua mente, Seraphina descobre que não está sozinha, em paralelo a ameaça a família real é ainda mais inesperada e na tentativa de pôr fim a essa sombra, novos métodos devem ser usados, um meio-dragão possui habilidades únicas e diferenciadas uns dos outros como ela tem a surpresa em saber.

A escrita da Rachel Hartman não deixa a desejar em quesito algum, desde a originalidade do enredo, até a construção do universo de seu livro é uma aventura repleta de detalhes que inferem personalidade a trama, além de um suspense bem dosado, é certeza de uma grande leitura, Seraphina é uma leitura formidável e uma interpretação fantástica e sublime do mito dos dragões.

[Resenha] Os 12 Signos de Valentina

Eu sou a Louca dos signos mesmo!

os_12_signos_de_valentina_1495722556683009sk1495722557bLivro: Os 12 Signos de Valentina

Autor: Ray Tavares

Ano: 2017

Editora: Galera Record

Páginas: 392

Sinopse: Isadora é ariana e seu ex namorado pisciano… Inferno astral! Em busca da combinação astrológica perfeita, ela cria um blog para relatar suas experiências. Isadora descobriu da pior forma possível que o namorado a traíra. E com sua melhor amiga, ainda por cima! A estudante de jornalismo entra numa fossa sem fim. Sem nenhum estágio à vista, ela se afoga em filmes feitos para chorar, pizza e em sua mais nova obsessão: stalkear o perfil do ex namorado no Facebook. Até descobrir exatamente o que deu errado entre ela e Lucas: seus signos são incompatíveis. Basta encontrar um rapaz de libra e seu mundo entrará nos eixos novamente. Com a nova obsessão e a desculpa do trabalho final de jornalismo online, uma reportagem investigativa sob um pseudônimo, Isadora une o útil ao agradável e cria um blog para relatar a experiência: Os 12 signos de Valentina. Já que precisa encontrar o libriano perfeito, por que não aproveita e experimenta os outros signos do zodíaco para ter certeza mesmo?

É normal sempre que terminamos relacionamentos, procurarmos por válvulas de escape para a dor que sentimos dentro de nós. Uns começam a beber, outros a fazer tricô, mas a Isadora não. Isadora se mete de cabeça no trabalho da faculdade, que consiste em criar um blog sobre um tema de sua escolha e fazer uma pesquisa aprofundada sobre esse tema.

E seguindo os conselhos de sua prima, e dando abertura a sua mais recente paixão, a astrologia, Isa inicia o blog “Os 12 signos de Valentina”, onde ela pretende pesquisar  na pratica sobre o beijo dos 12 signos do zodíaco, e de quebra superar a traição do sue ex namorado

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Sabe aqueles livros que te pegam sem a menor pretensão de serem o melhor livro do mês, e quando você se da conta, tu já está colocando a faca no pescoço dos seus amigos obrigando eles a lerem a qualquer custo? Foi tipo isso.

A Ray Tavares possui uma escrita leve, divertida e cativante, que faz com que você se identifique com a Isa durante todo o livro e não consiga largar antes do fim. E para mim que realmente sou a louca dos signos, o livro me ganhou graças ao processo de pesquisa que manteve os nativos dos signos como são, sem excessos de esteriótipos, deixando tudo mais verídico para o leitor poder comparar com  as pessoas da sua vida.

A Galera Record, nos deu uma das edições mais lindas desse ano, com um capricho e dedicação do começo ao fim do livro.

Sinceramente, espero ler mais livros da autora em breve, e de preferencia que a Isa esteja  neles.

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Um Cheiro e até a próxima!

[Resenha] Quinze Dias

quinze_dias_1494438332678885sk1494438332bLivro: Quinze Dias

Autor: Victor Martins

Editora: Globo Alt

Ano: 2017

Páginas: 208

Sinopse: Felipe está esperando por esse momento desde que as aulas começaram: o início das férias de julho. Finalmente ele vai poder passar alguns dias longe da escola e dos colegas que o maltratam. Os planos envolvem se afundar nos episódios atrasados de suas séries favoritas, colocar a leitura em dia e aprender com tutoriais no YouTube coisas novas que ele nunca vai colocar em prática.

Mas as coisas fogem um pouco do controle quando a mãe de Felipe informa que concordou em hospedar Caio, o vizinho do 57, por longos quinze dias, enquanto os pais dele estão viajando. Felipe entra em desespero porque a) Caio foi sua primeira paixãozinha na infância (e existe uma grande possibilidade dessa paixão não ter passado até hoje) e b) Felipe coleciona uma lista infinita de inseguranças e não tem a menor ideia de como interagir com o vizinho.

Os dias que prometiam paz, tranquilidade e maratonas épicas de Netflix acabam trazendo um turbilhão de sentimentos, que obrigarão Felipe a mergulhar em todas as questões mal resolvidas que ele tem consigo mesmo.

 

As férias de Felipe finalmente chegaram e, junto com elas, a liberdade de toda a opressão da escola. Ele planejou passar todos os dias maratonando séries e filmes no Netflix e apenas existindo, só que o seu vizinho gato sexy maravilhoso com umas pernas incríveis e que fica lindo de pijama e fabuloso de sunguinha vai dormir na sua casa, ou melhor: NO SEU QUARTO durante quinze dias e, além de lidar com suas próprias inseguranças, o protagonista vai aprender a lidar com o mundo e, não só um romance bobo, mas este livro é uma baita jornada em busca da autoaceitação. Que hino, meus amigos, que HINO!

“—Pode deitar, se quiser — eu digo e me dou conta de que isso parece o convite para sexo mais estranho de todos os tempos.”

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Este livro é do Vitor Martins, o booktuber em figura de gente, ele parece um artistão da porra, criativo e simpático, mas na verdade ele é muito, muito mais que isso. Sim, eu amo o canal do Vitor e assim que ele anunciou o seu primeiro livro com a capa + prólogo maravilhosos eu adicionei nos desejados do Skoob. Ou seja: ALTAS EXPECTATIVAS, o que pode ser tão perigosíssimo feito a espada de um samurai na hora de ler algo, mas que, quando o livro é tão bom quanto o esperado, a satisfação é ainda melhor do que seria se não tivesse expectativas. E bem, esse livro é MUITO BOM!

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“Da maneira que as coisas mudaram quando Caio disse ‘eu sou gay’, elas mudam quando eu falo ‘eu sou gordo’. Porque ‘gordo’ é o tipo de palavra que as pessoas tentam esconder a qualquer custo. Todo mundo diz ‘fofinho’, ou ‘forte’, ou ‘grande’, ou ‘cheiinho’, mas nunca GORDO. Gordo é uma palavra sem volta. Quando você afirma uma coisa, por mais que ela esteja clara para todo mundo, ela se torna real.”

Eu notei bastante de My Mad Fat Diary na história. Tanto o protagonista (Felipe, que nome lindo, hein? Tá, é o mesmo nome que o meu, mas é maravilhoso mesmo assim…) com a sua narrativa sarcástica, quanto toda a trama de uma personagem com baixo estima descobrindo o amor próprio, o amor romântico e o amor de simplesmente viver a vida sem se odiar. E tem tantas referências que o Capitão América ficaria no chão. Eu amei muito o seriado e o livro, aliás, se você gosta de um recomendo fortemente o outro e (quantos “e”) MDS é impossível ler essa história e não se tornar um(a) fujoshi (pessoas, geralmente mulheres, mas que shipam loucamente casais gays, amo/sou).

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No fim das contas, Quinze Dias é aquele tipo de livro que você termina sorrindo e sai saltitando pela casa pensando em como a vida pode ser bonita, chega de fotos em preto e branco e de chorar ouvindo Linkin Park, ai tu decide contar pro mozão que amou o livro e percebe que não tem mozão, que a vida é uma vadia cruel e que MDS Caio-Felipes cadê vocês no mundo real? Mas aí a bad acaba porque a mãe do Felipe é muito maravilhosa os dias de semana com atividades temáticas é muito incrível e AHHH é tudo tão bonitinho fofinho lindinho arco íris gifs de gatinho. Sério, é um livro muito aquecedor de coraçõezinhos.

“E então, para quebrar o silêncio, eu digo a verdade. Porque quem diz a verdade abre o caminho para as coisas boas. Acho que foi a minha mãe que disse isso uma vez. Ou Dumbledore.”

Resumindo: FABULOSO DEMAIS! Tudo se passa em Quinze Dias mas eu li o livro em três, e se tivesse com menos preguiça de existir provavelmente teria lido em um, porque a escrita é tão gostosa que passa voando, sabe? E OS PERSONAGENS SÃO MUITO AMORZINHO, tipo, já quero conto deles em um e-book na Amazon pra ontem.

Beijos de Sereia.

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[Anime] Julgando um anime pela abertura

As músicas são marcantes e a melhor forma de comunicação, por sua facilidade atrelada a uma melodia que envolve o ouvinte, em animes as aberturas e encerramentos são bem… tão bem pensados que deixam uma marca de quem curte o gênero, inclusive muitas delas são parte da infância de uma enormidade de pessoas, as clássicas como Pegasus Fantasy – só o hino da minha vida – de Cavaleiros do Zodíaco, Guerreiras Mágicas de Guerreiras Mágicas de Rayearth, mas são só as nacionais? Não, as japonesas tem espaço também e a lista de hoje é composta de indicações dedicadas à elas:

Sakamoto desu ga?

Com um protagonista totalmente cool, cooler, coolest, Sakamoto mais do que digno de uma abertura arrebatadora, chega dá vontade de soltar o som e viver de repeat por dias a fio.

Shingenki no Kyojin (TODAASS!!)

Depois do retorno brutal do anime para a 2ª temporada, simplesmente aconteceu de dar uma vontade insana de rever o anime todo e ainda maior de rever as aberturas, a abertura da primeira metade da 1ª temporada é a mais eletrizante, a da 2ª temporada foi um momento de choque pelo tempo espera para o retorno do anime, mas 2 semanas depois já estava a plenos “Sasageyo, sasageyo, sinto wo sasageyo!”

HaNaYaMaTa

Esse é um dos animes mais fofos e animados que já assisti, desde o enredo e interação das personagens um sentimento de amizade é crescente e na abertura isso fico bem claro, inclusive transpassando um agradável vontade de ter amigos ao redor, de ser só pessoas, uma abertura dessa é só amor!

Noragami (Não sou capaz de opinar!!)

Se alguém deixar escapar que pula as aberturas de Noragami, sinceramente, eu mesma já excluo de qualquer laço próximo, é não respeitar o herói, ninguém em sã consciência pula esse começo magnífico.

Kuroko no Basket

São várias aberturas para esse anime, todas são maravilhosas, porém fiz questão de selecionar a favorita, porque esse anime o que tem de ótimo conteúdo e adrenalina, tem de boas aberturas e encerramentos, te desafio a negar essa maravilhosidade musical!

Yuri!!! On ice

Essa maravilha que dilacerou corações ao redor do mundo tinha que estar nessa lista, só esse começo é uma conquista certeira para ver o anime e ainda cantar a música a plenos pulmões – inclusive recomendo – fazer uma coreografia na pista de patinação de gelo.

Kaichou wa maid-sama

Somente o meu shoujo favorito e claro uma abertura marcante ganha logo espaço naquela lista de mais amadas para todo o sempre, uma vontade de chorar e cantar loucamente acomete qualquer fã de Kaichou!

Shiki

Quando o anime é de terror, o impacto da abertura começa a invadir até o psicológico, com sutis toques do que terá na trama, Shiki retrata um realidade onde vampiros são devastadores estratégicos e os humanos são presas a serem seduzidas e enlaçadas por esse “charme” sanguinário.

[Resenha] Três Coroas Negras

tres_coroas_negras_1493838855672939sk1493838855bLivro: Três Coroas Negras

Autora: Kendare Blake

Editora: Globo Alt

Ano: 2017

Páginas: 304

Sinopse: Três herdeiras da coroa, cada uma com um poder mágico especial. Mirabella é uma elemental, capaz de produzir chamas e tempestades com um estalar de dedos. Katharine é uma envenenadora, com o poder de manipular os venenos mais mortais. E Arsinoe é uma naturalista, que tem a capacidade de fazer florescer a rosa mais vermelha e também controlar o mais feroz dos leões.

Mas para coroar-se rainha, não basta ter nascido na família real. Cada irmã deve lutar por esse posto, no que não é apenas um jogo de ganhar ou perder: é uma batalha de vida ou morte. Na noite em que completam dezesseis anos, a batalha começa.

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Três irmãs, nascidas do mesmo ventre, tem como destinos matar umas as outras para que apenas a que restar assuma o trono como Rainha.

Três rainhas sombrias
Num vale vêm ao mundo,
Pequenas doces trigêmeas
Nutrem um ódio profundo
Três irmãs sombrias
Lindas de se ver
Duas devem ser devoradas
E uma Rainha por ser

Durante anos, os Envenenadores estão no poder, por isso a Rainha Katherine gasta horas e mais horas de seu dia cercada de venenos se preparando para o Grave Noir de Beltane. Onde durante a Aceleração, ela deverá se deliciar com um banquete preparado com os venenos mais mortais do mundo.

Arsinoe treina seus talentos todos os dias. Mas infelizmente eles ainda não se desenvolveram o suficiente para a Aceleração que se aproxima. Se ao menos seu Familiar aparecesse e mostrasse a todos que ela é a um das Naturalistas mais fortes da Ilha….

Raios, trovões, tempestades. Tudo isso é muito fácil para Rainha Elemental Mirabella. Seu dom apareceu de forma tão natural como acordar de manhã. As sacerdotisas acreditam que ela irá assumir facilmente ao Trono Negro, e derrotará suas irmãs sem nem fazer muito esforço. Mas será que o emocional de Mira, tão turbulento como uma tempestade, está pronto para matar as irmãs ou o Templo deverá tomar suas providencias?

As Rainhas correm contra o tempo, o destino da Ilha está nas mão delas. Apenas uma poderá ficar viva. Duas devem morrer.

– Você tem escolhas. Você tem todas as escolhas do mundo.

Três Coroas Negras é um dos lançamentos da Globo Alt desse ano, e de longe uma fantasia incrível! Magia, ação, tramas politicas… tudo que pode fazer de um livro um grande sucesso. A escrita da Kendare  Blake já nossa conhecida por “Ana Vestida de Sangue” segue com a mesma fluidez e simplicidade, permitindo ao leitor cair de cabeça na história.

– Quero vingança – sussurra ela, seus dedos traçam listras sangrentas pelos braços de Natalia.

– E depois quero a minha Coroa.

Não sei se por eu estar muito ansioso pela próxima temporada de #GOT, mas em diversos momentos senti referencias e situações politicas/religiosas que poderiam muito bem ter sido escritas pelo Martin sem deixar a desejar em nada. O segundo livro “One Dark Throne” ainda não tem previsão de lançamento divulgada pela Globo Alt.

Recentemente a Verus Editora, anunciou que eles compraram os direitos da continuação de “Ana Vestida de Sangue”, “Girl of Nightmares”. Enquanto isso, o filme de Ana Vestida de Sangue segue em produção.

Um Cheiro e até a próxima!

[Resenha] Fique Onde Está e Então Corra

fique_onde_esta_e_entao_corra_1397490343bLivro: Fique Onde Está e Então Corra

Autor: John Boyne

Ano: 2014

Editora: Seguinte

Páginas: 222

Sinopse: Em meio às tragédias da Primeira Guerra Mundial, o amor é a única arma de um garoto para curar seu pai.

Alfie Summerfield nunca se esqueceu de seu aniversário de cinco anos. Quase nenhum amigo dele pôde ir à festa, e os adultos pareciam preocupados — enquanto alguns tentavam se convencer de que tudo estaria resolvido antes do Natal, sua avó não parava de repetir que eles estavam perdidos, estavam todos perdidos. Alfie ainda não entendia direito o que estava acontecendo, mas a Primeira Guerra Mundial tinha acabado de começar.

Seu pai logo se alistou para o combate, e depois de quatro longos anos Alfie já não recebia mais notícias de seu paradeiro. Até que um dia o garoto descobre uma pista indicando que talvez o pai estivesse mais perto do que ele imaginava. Determinado, Alfie mobilizará todas suas forças para trazê-lo de volta para casa.

 

É triste que algo tão horrível já tenha acontecido na história do mundo, como a primeira guerra mundial, mas é uma tristeza bela que os humanos capazes de tanta destruição podem fazer arte.

Alfie é uma criança de cinco anos quando o seu pai, George, vai para a guerra. Anos se passam sem que ele volte, vivo ou morto, e a mãe de Alfie sempre diz para ele que o seu pai está em uma missão secreta para o governo. Mas Alfie não é bobo, ele sabe que algo mais está acontecendo, então resolve embarcar na sua própria missão secreta. Ele salvará o seu pai.

Essa é uma história sobre personagens, que é o tipo de livro que mais amo. Mesmo que tenha uma aventura interessante como plano de fundo, tem algo ainda mais profundo no crescimento do Alfie e da forma inocente como ele enxerga o mundo decadente de Londres na primeira guerra.

Cada pessoa na estória tem a sua função, mas todos cumprem os seus deveres na narrativa de uma forma completamente natural. Apesar de ser o meu primeiro livro do Boyne, já ficou claro pra mim que ele é um autor bastante talentoso, arquitetando os personagens na trama de forma impecável. De uma forma real.

No fim, não cheguei a chorar (tanto, tá bom, fiquei com o olho marejado) como imagino que irei chorar quando ler The Boy in the Striped Pajamas (O Menino do Pijama Listrado, o livro de maior sucesso do autor, uma das minhas próximas leituras), mas é tudo tão encaixadinho que terminei de ler com aquela sensação de assistir um filminho enrolado em edredons em um dia muito chuvoso e friozinho enquanto como pipoca e tomo um café quentinho: a mais pura satisfação.

Como escrevi anteriormente: Alfie enxerga o mundo com muita inocência, o que acaba rendendo uma escrita leve e bem dinâmica. O tema é pesado, e até pode ser um gatilho para pessoas (com parentes que) vivenciaram uma guerra ou tragédia semelhante, mas é sem dúvidas um livro incrível, para crianças, adultos e seres humanos no geral.

Abraços.

[Resenha] Volúpia de Veludo

Livro: Volúpia de Veludo
Autora: Loretta Chase
Ano: 2017
Editora: Arqueiro
Páginas: 320
Sinopse: Simon Fairfax, o fatalmente charmoso marquês de Lisburne,acaba 
de retornar relutantemente a Londres para cumprir uma obrigação familiar.
Ainda assim, ele arranja tempo para seduzir Leonie Noirot, sócia da Maison Noirot.
Só que, para a modista, o refinado ateliê vem sempre em primeiro lugar, 
e ela está mais preocupada com a missão de transformar a deselegante prima 
do marquês em um lindo cisne do que com assuntos românticos.
Simon, porém, está tão obcecado em conquistá-la que não é capaz de apreciar 
a inteligência da moça, que tem um talento incrível para inventar curvas – e lucros. 
Ela resolve então ensinar-lhe uma lição propondo uma aposta que vai mudar 
a atitude dele de uma vez por todas. Ou será que a maior mudança da 
temporada acabará acontecendo dentro de Leonie? 

 Muito amor aveludado por esse livro!

Loretta dessa vez incluiu brilhantemente os arranjos filantrópicos de outrora e as condições em que a alta sociedade pouco se importava com muita coisa além da superficialidade, ao mesmo tempo que detinham o poder de destruir reputações e consequentemente, pessoas. Leonie não tinha destaque nos livros de suas irmãs e sua mente analítica levava a crer que seria uma leitura insonsa, nada como estar muito errada e de combo dar boas risadas com o constante conflito de interesses da modista e do marquês.

Leonie é a mais nova das temidas irmãs Noirot – pra referência de distinção, é a ruiva -, com um dom de lidar com números e planejamentos, a jovem modista possui agora a missão de levar a frente a Maison Noirot sem o apoio costumeiro de Marcelline – temporariamente debilitada – e Sophie – em viagem de lua de mel e afastada de Londres devido a sua última grande interpretação.

– Não posso acreditar que esteja bancando o inocente ferido. Fui eu que me joguei em cima do senhor, milorde?
– Não, e foi muita falta de consideração de sua parte não tê-lo feito, quando me empenhei tanto para me tornar atraente aos seus olhos. Por que deveria sempre ser eu a dar o primeiro passo? Por que a senhorita não pode se esforçar um pouco mais?

Com uma personalidade decidida e menos sonhadora que suas irmãs, ela decide priorizar e manter a todo custo a Maison Noirot e a Sociedade das Costureiras para Educação de Mulheres Desafortunadas, logo cada boato e escândalo é vital na imagem de ambos, uma associação com Lorde Swaton, o poeta – e primo de Lisburne se torna perigosa e cabe a jovem Noirot planejar uma volta por cima, com a ajuda por vezes perturbadora e enlouquecedora do irresistível marquês.

Simon Fairfax, o sobrenome é familiar certo? Ele é primo de Harry Fairfax, o conde de Longmore e cunhado de Leonie, Simon, além de marquês de Lisburne, conta com um incrível senso de humor e uma sabedoria admirável de seu próprio charme, afinal se sentir confortável na própria na pele é um direito de nascença dos aristocratas, porém usar isso de forma velada é um dom desse exemplar masculino com uma cobertura generosa de beleza e sorrisos sedutores.

– Não é de bom-tom querer me seduzir quando estou ocupada em tentar não nos matar – reagiu ela.
– Eu a estou seduzindo? Não percebi que já chegara a essa parte. Devo ser incrivelmente inteligente. Mas preste atenção. Estamos chegando a Cumberland Gate.

Em paralelo ao jogo de sedução e conquista de Leonie e Simon, o resultado de uma perigosa aposta, valendo nada menos do que um Botticelli, envolvendo a protegida de Leonie, que por sua vez cativa a atenção do jovem poeta, que se vê cativado pela voz firme e canora de Lady Gladys Fairfax, um romance improvável está borbulhando nas duas polêmicas figuras da alta sociedade inglesa, esta afirmação é plenamente aplicável a ambas as duplas.

(…) Ela o viu corar enquanto falava. Algo do tipo “me daria a honra”. Lady Gladys também estava corada, o rosa- escuro descendo por seu colo, exibido elegantemente e sem pudor.
A orquestra voltou a tocar.
E lorde Swanton a conduziu até a pista de dança.

A deliciosa impressão que o livro deixa, é de um romance em que os dois competem sedução e se completam em paixão. Enquanto um outro casal está em um desencontro, apaixonados, porém temerosos e o resultado desses pares são suspiros e muitos leques agitados, em união a um visual lindo e muito bem acabado da Arqueiro, que consegue me conquistar cada vez mais com a qualidade do livro e dedicação editorial.


ARQUEIRO PODERIA LANÇAR ROMANCE ENTRE RENDAS EM AGOSTO, PELO AMOR DE JANE AUSTEN!

[Resenha] Big Rock

big_rock_1492192347671208sk1492192347bLivro: Big Rock

Autor(a): Lauren Blakely

Editora: Faro Editorial

Ano: 2017

Páginas: 224

Sinopse: “A maioria dos homens não entendem as mulheres.”

Spencer Holiday sabe disso. E ele também sabe do que as mulheres gostam.

E não pense você que se trata só de mais um playboy conquistador. Tá, ok, ele é um playboy conquistador, mas ele não sacaneia as mulheres, apenas dá aquilo que elas querem, sem mentiras, sem criar falsas expectativas. “A vida é assim, sempre como uma troca, certo?”

Quer dizer, a vida ERA assim.

Agora que seu pai está envolvido na venda multimilionária dos negócios da família, ele tem de mudar. Spencer precisa largar sua vida de playboy e mulherengo e parecer um empresário de sucesso, recatado, de boa família, sem um passado – ou um presente – comprometedor… pelo menos durante esse processo.

Tentando agradar o futuro comprador da rede de joalherias da família, o antiquado sr. Offerman, ele fala demais e acaba se envolvendo numa confusão. E agora a sua sócia terá que fingir ser sua noiva, até que esse contrato seja assinado. O problema é que ele nunca olhou para Charlotte dessa maneira – e talvez por isso eles sejam os melhores amigos e sócios. Nunca tinha olhado… até agora.

 

Spencer Holidays é um dos maiores garanhões que você vai conhecer. E se você ainda tiver alguma duvida ele vai se sentir muito feliz em te provar isso. Ele esta acostumado a ter as mulheres que quer, quando quer, porque é claro, não tem como não resistir a ele.

Você não vai querer nos campos sobre um pônei, se puder escolher o maior e mais garboso dos garanhões.

Mas isso está prestes a mudar, quando para ajudar seu paina venda de sua joalheria para uma multinacional, ele precisa assumir o papel de homem sério e responsável, logo ele um dos maiores conquistadores da cidade, que ainda na faculdade criou um aplicativo de relacionamentos que hoje é sucesso de downloads, o homem que sempre estrelas as capas das revistas de fofocas sempre com mulheres diferentes.

Eu domino a arte de entender o que uma mulher quer… e dar à mulher o que ela quer. Meu conhecimento nessa área é enciclopédico. Tenho grande fluência na leitura da linguagem corporal feminina, dos sinais e gestos.

E que forma melhor de provar isso ao comprador do que anunciando que está noivo? E para encarnar o papel da noiva ele pede ajuda da sua sócia e melhor amiga Charlotte, que para escapar dos próprios problemas embarca com seu amigo nesse noivado inesperado durante uma semana.

O que ele não esperava, era que com toda essa encenação ele fosse acabar por notar sua amiga de uma outra forma…

Alguma coisa esta acontecendo. Alguma coisa estranha, completamente desconhecida.Meu coração está falando uma língua que eu não compreendo, enquanto tenta me arrastar para a Charlotte

E assim tem inicio um dos relacionamentos mais divertidos que já li nos últimos tempos.

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Você não vai querer ter um diamante minusculo no dedo, se puder ter um de três quilates. […]

Por quê? Porque os grandes são melhores. E proporcionam mais diversão.

Big Rock é o nosso primeiro livro em parceria com a Faro Editorial, e não poderia ter sido um livro melhor. Afinal, quem me conhecer sabe que eu sou o louco dos New Adults, e já fazia muito tempo que eu não me divertia tanto com um livro, como com esse.

Spencer é um personagem tão grande quanto o seu ego (em todos os sentidos), e nos prende em sua história do começo ao fim do livro, com sarcasmo, ousadia e muita sensualidade. Esse também é o primeiro da Lauren Blakely que eu leio, e supriu todas as minhas expectativas com uma narrativa leve, divertida e cativante, que nos apaixonar pelo Spencer desde o primeiro momento.

Um completo casanova. Cem por cento mulherengo. Livre para voar e sem a menor necessidade de uma gaiola.

Quando falamos de edição, a Faro Editorial nos presenteia com um livro bem trabalhado desde a capa, até a tradução, revisão e todo acabamento. Simplesmente não vejo a hora que eles lancem “Mister O”, segundo livro da “série”.

Esse é o livro perfeito para as férias que estão chegando: Leve, ousado, divertido e que com certeza vai te garantir boas risadas do começo ao fim.

Um cheiro e até a próxima!

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[Resenha] Um Acordo de Cavalheiros

Vocês sabem que eu não sou fã de romance de época. E se um romance de época foi para mim  o melhor livro do ano, é por que ele com certeza é muito bom!!

um_acordo_de_cavalheiros_1494016665677677sk1494016665bLivro: Um Acordo de Cavalheiros

Autora: Lucy Vargas

Editora: Bertrand Brasil

Ano: 2017

Páginas: 350

Sinopse: Tristan Thorne, o Conde de Wintry, não é um homem para brincadeiras. Com uma vida de segredos, amado e odiado na sociedade, ele não é o parceiro ideal para uma dama. Dorothy Miller não sabe o que há por trás de suas motivações, apenas que ele é bastante intenso. Os jornais dizem que ele bebe demais, joga demais e ama escandalosamente. E até mata. Como uma dama determinada a ser dona do próprio destino como Dorothy Miller acaba em um acordo com um homem como Lorde Wintry? Você teria coragem de guardar um segredo com o maior terror dos salões londrinos? Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

Dorothy Miller não consegue acreditar, que mesmo com todo o vinho do mundo, elá um dia iria parar na cama do Conde de Wintry. Logo ela, uma dama que mesmo após tantas temporadas ainda buscava por um pretendente a altura de sua reputação exemplar, iria se entregar ao Lord Demoniaco.

Thristan Thorne é o completo oposto de Dot (pelo menos é o que dizem os boatos), um libertino de primeira linha, destruidor de corações e reputações por onde quer que ele passe, ficou completamente encantado com dama que não resistiu as suas habilidades orais e desmaiou em seus braços. E assim começa um jogo de gato e rato entre a dama com uma das melhores reputações de Londres e um dos lords mais depravados da  cidade.

Seria um acordo de cavalheiros a solução para o problema dos dois?

– Um caso. Sexo consensual e prazeroso por mais de uma noite. Eu espero que seja por muitas noites, mas não quero que apague outra vez. Temos que chegar até o final . Gostei muito de lhe proporcionar prazer, Dot, mas um bom sexo é feito de reciprocidade e muito prazer compartilhado.

Lembre-se: Nunca faça acordos com ele, pois o conde sempre volta para cobrar.

– Tão inocente e tão canalha… – Ele balançou a cabeça para ela, claramente sem acreditar, então estendeu a mão. – Temos um acordo de cavalheiros ou não?

Eu não possuo o habito de ler romances de época, conheço muitos, li poucos, mas nunca me diverti tanto com uma leitura do gênero como dessa vez. Lucy vargas é uma das grandes promessas da literatura. Por várias vezes durante a leitura me peguei pensando: “Seria a Lucy a Julia Quinn brasileira?”, e de todo coração eu espero que sim.

Diferente dos outros livros do gênero que eu já li, “Um Acordo de Cavalheiros” nos traz uma protagonista de época diferente das outras, e diante da sua época bastante empoderada. O livro tem uma escrita muito leve fluída, que garante ao leitor cenas muito intensas, sejam elas de comedia, erotismo, romance ou drama.

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Com personagens humanos em seus pensamentos e sensações, Lucy Vargas presenteia os leitores com um romance acima da média, em um gênero característico de livros clichês e de formulas repetitivas, com um grande destaque para a protagonista consciente de sua sexualidade e suas vontades, e um protagonista que por mais devasso e libertino, sabe como tratar e respeitar uma mulher.

Você é uma bela de uma vigarista. Deve ser por isso que a quero tanto

“Um Acordo de Cavalheiros” é um prato cheio para as fãs de romance de época se deliciarem do começo ao fim, e não se arrependerem de se entregar ao Tristan Thorne.

Nos próximos dias 02, 08 e 09 de Julho, a autora irá sair em turnê por três cidades junto com a editora, apresentando o “Chá da Record”, um evento criado para os fãs de romances de época conhecerem os lançamentos da editora e participarem da sessão de autógrafos com a autora:

02/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017Rio
08/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017Salvador
09/07 – http://bit.ly/ChaDeEpoca2017SP

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Um cheiro e até a próxima!